terça-feira, 16 de junho de 2026

Princípios de oração na vida de Daniel - II

A vida de Daniel é uma inspiração. Sua trajetória é tão empolgante que alguns chegam a duvidar de sua existência, negando-lhe a condição de figura histórica real e, sim, um personagem literário ou mítico criado com intenções de promover o ânimo. Não é o meu caso. Mas, também, se não for, nenhuma alteração sobre os preciosos ensinamentos que absorvemos de sua personagem, supostamente, literária.

Lembro-me, saudosamente, das classes infantis na Escola Bíblica Dominical, na Igreja Batista de Cachoeiro de Cardoso Moreira, cantando “Daniel orava a Deus três vezes ao dia / e, no tempo de aflição, Deus o socorria / quando foi aos leões pelo rei jogado / não temeu, mas confiou, e foi libertado”.

Um criativo escritor, cujo nome não me lembro, sintetizou bem a relação de Daniel com Deus: “Daniel tinha tanta intimidade com Deus que, ao ser lançado na cova, não teve medo, pelo contrário, os leões ficaram com medo dele”.

Ter uma vida de oração não evita ser lançado numa cova. Os íntimos de Deus sofrem perseguição e a cova pode ser um destino. Você já pensou sobre isso?

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Princípios de oração na vida de Daniel - I

Em Daniel 6.10, lemos: “Quando Daniel soube que o documento tinha sido assinado, voltou para casa. Em seu quarto, no andar de cima, as janelas abriam para o lado de Jerusalém. Três vezes por dia, ele se punha de joelhos, orava, e dava graças diante do seu Deus, como era o seu costume”.

Daniel era um jovem judeu que foi levado cativo para a Babilônia. Ele se destacou por sua inteligência e sabedoria e logo foi ocupando funções políticas de liderança importantes naquele país estrangeiro e opressor. Sua atuação alcançou os reinados de Nabucodonozor, Belsazar, Dario e Ciro. Sua ascensão despertou ciúmes em outros importantes no reino.

Mesmo galgando funções que exigiam dedicação, estudos, tempo e disciplina, Daniel não se esquecia de seu compromisso com Deus. Uma de suas atividades, a oração ao Deus Eterno, foi o estopim para os adversários o denunciarem ao imperador, com a publicação de um decreto que ninguém poderia se ajoelhar e orar a outro ser que não fosse o imperador.

A partir de agora, Daniel enfrenta uma renhida batalha! Que você faria diante desse desafio?