A suficiência de Cristo é tão marcante a ponto de provocar alegria nos sofrimentos. É o que Paulo testemunha em Colossenses 1.24: “Agora me alegro nos meus sofrimentos por vocês e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja”. Paulo não era um masoquista, ninguém deve gostar de sofrer, é aceitável quando se tratar de patologia. A experiência é que, não provocando e não podendo evitar o sofrimento, é possível se alegrar no meio dele. E a alegria de Paulo não era pelo sofrimento, mas pelos cristãos de Colossos.
Os cristãos daquele tempo, e os colossenses estavam incluídos, tiveram o privilégio de conhecer a revelação do mistério escondido. Diz Paulo: “... o mistério que esteve escondido durante séculos e gerações, mas que agora foi manifestado aos seus santos. A estes Deus quis dar a conhecer a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vocês, a esperança da glória” - Colossenses 1.26-27.
Há bênção comparada a esta? A suficiência de Cristo é capaz de concedê-la.

