Após apresentar seus desejos, Jacó assume o voto alcançando três dimensões: “...então o Senhor será o meu Deus; e a pedra, que pus como coluna, será a casa de Deus; e, de tudo o que me concederes, certamente te darei o dízimo” - Gênesis 28.21-22.
“Então o Senhor será o meu Deus” é a primeira decisão de Jacó. O sonho no travesseiro de pedra mostrou ao fugitivo uma nova perspectiva no relacionamento com o divino. Até então, Jacó era movido e motivado pela sua própria vontade. Ele era dono de si mesmo e pertencia a si mesmo. Parece algo insensato, mas é exatamente assim, é atitude insensata. Suas ações não obedeciam ao critério do respeito, da ética e dos relacionamentos saudáveis.
Jacó atendia aos seus instintos e, como “um néscio, um louco, assumia: não há Deus”, como adverte o Salmo 53.1. Agora, não. Sua declaração é clara: “o Senhor será o meu Deus!”. Não um Deus distante, de todos os meus antepassados, é meu. Não é possessividade, é uma experiência pessoal!
Seus votos e propósitos passam primeiro por essa afirmação: o Senhor é o meu Deus? Assuma isso, Deus cuidará do restante.

