A vida de Daniel é uma inspiração. Sua trajetória é tão empolgante que alguns chegam a duvidar de sua existência, negando-lhe a condição de figura histórica real e, sim, um personagem literário ou mítico criado com intenções de promover o ânimo. Não é o meu caso. Mas, também, se não for, nenhuma alteração sobre os preciosos ensinamentos que absorvemos de sua personagem, supostamente, literária.
Lembro-me, saudosamente, das classes infantis na Escola Bíblica Dominical, na Igreja Batista de Cachoeiro de Cardoso Moreira, cantando “Daniel orava a Deus três vezes ao dia / e, no tempo de aflição, Deus o socorria / quando foi aos leões pelo rei jogado / não temeu, mas confiou, e foi libertado”.
Um criativo escritor, cujo nome não me lembro, sintetizou bem a relação de Daniel com Deus: “Daniel tinha tanta intimidade com Deus que, ao ser lançado na cova, não teve medo, pelo contrário, os leões ficaram com medo dele”.
Ter uma vida de oração não evita ser lançado numa cova. Os íntimos de Deus sofrem perseguição e a cova pode ser um destino. Você já pensou sobre isso?

