segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Tudo é vaidade - Conclusão

Em Eclesiastes 12.13-14, temos as últimas palavras do livro. Diz assim: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau”.

O capítulo doze e, sobretudo, os dois últimos versos são o ápice do livro. Eles encerram magistralmente toda a narrativa. Temos aqui uma oportuna aplicação: é bom esperar o fim das coisas. Como registra Eclesiastes 7.8, “melhor é o fim das coisas do que o início delas”. De maneira prática, precisamos ter prudência em nossos julgamentos, não fazê-los precipitadamente, nem positiva nem negativamente.

Eclesiastes é um dos livros de sabedoria em nossa Bíblia. Reflete a busca pelo sentido da vida e pela felicidade. Seu final aponta que só encontramos respostas quando nos encontramos com Deus. Como você quer terminar sua vida? O término dependerá, em grande parte, das perguntas e respostas que você tiver hoje. Não pegue qualquer atalho, a estrada segura é a que Deus for junto.

domingo, 30 de agosto de 2026

Tudo é vaidade - 30

Eclesiastes 12.6-8 registra: “Lembre-se do seu Criador, antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu. Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade”.

O verso oito registra pela última vez a declaração “vaidade de vaidade, tudo é vaidade”. Agora, não mais agonizante, mas como uma contestação equilibrada de que o que vale a pena mesmo é o que transcende às experiências desta vida.

Salomão se utiliza de quatro metáforas para tratar assunto extremamente delicado, a morte: fio da espada rompido, copo de ouro despedaçado, cântaro junto à fonte quebrado e roda junto ao poço desfeita. O pregador desejava enfatizar: tudo termina rapidamente, não temos controle de nada.

E o clímax é o versículo sete: “e o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu”. Num magistral sermão na quarta-feira de cinzas, o extraordinário padre Vieira lembrou que “o homem caminha de maneira circular entre o pó do princípio (a criação) e o pó do fim (a morte)”.

Somos pó!