José dependia de Deus, mas tentou dar um jeitinho, pediu ao copeiro que se lembrasse dele quando fosse reconduzido às funções junto ao Faraó. Não há erro na atitude, mas, parece-me, que Deus queria mostrar a José que Ele seria o condutor de todo o processo.
Que acontece? O copeiro se esquece. O capítulo 40 de Gênesis termina assim: “Porém o copeiro-chefe não se lembrou de José; esqueceu-se dele”. O capítulo 41 começa assim: “Passados dois anos completos, Faraó teve um sonho…”. E Gênesis 41.9 registra: “Então o copeiro-chefe disse a Faraó: Hoje me lembro das minhas ofensas”. De que se lembrara o copeiro? Do pedido de José.
Sabe que significa isso? José ficou dois anos presos após a libertação do copeiro. Nosso primeiro raciocínio é: que copeiro ingrato e descuidado. Retribuiu com ingratidão e deixou de cuidar de alguém que fora bênção para ele.
Agora, amplie seu raciocínio. Tivesse sido liberto dois anos antes pela mediação do coveiro, José seria o governador? Pois é, Deus sabia o tempo certo. Sonhadores precisam entender o tempo de Deus e não precipitar as realidades.

