quarta-feira, 27 de maio de 2026

Série "Famílias Saudáveis" - Relacionamentos saudáveis - III

Valorização do outro é o segundo degrau na escada dos relacionamentos saudáveis. Um fragmento de Filipenses 2.3 orienta: “cada um considere os outros superiores a si mesmo”.

A valorização do outro passa pelo cuidado com atitudes depreciativas. Muitos cometem esse erro ao realçar negativamente a cor das pessoas, seus aspectos físicos e problemas enfrentados. Antes que houvesse qualquer campanha condenando o bulling, somos encorajados a ver sempre o lado positivo do outro.

É sempre bom lembrar que as brincadeiras são boas, mas podem revelar verdades que não teríamos coragem de assumir. 

Fazer coro com quem gosta de falar mal do outro não é uma boa decisão. Como família, precisamos crescer nesse aspecto.

O ensino de Cecil Osborne, no livro “A Arte de Relacionar-se com as Pessoas”, é muito válido: “Pessoas enfadonhas falam de pessoas, pessoas inteligentes discutem idéias e pessoas que querem se desenvolver falam sobre o que pensam”. 

Nossos lares experimentarão outro ambiente quando aplicarmos o ensino de fazer tudo para que o outro seja projetado.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Série "Famílias Saudáveis" - Relacionamentos saudáveis - II

Podemos definir como primeiro degrau dos relacionamentos saudáveis a consciência de seu papel. Em todos os relacionamentos, não saber qual o seu papel naquele contexto criará e causará problemas.

Ter consciência de seu papel se desdobrará numa boa autoestima. É possível que baixa autoestima atrapalhe na descoberta de seu papel, mas é importante para a autoestima elevada que seu papel seja conhecido por você.

Ao reconstruir os muros de Jerusalém, Neemias, não sou eu, é o meu xará, enfrentou inimigos que fizeram de tudo para que ele desistisse. Ele foi incisivo: “Estou fazendo uma grande obra, não posso descer e parar!”. Isso não é apenas foco na missão, é conhecimento de seu papel e autoestima elevada.

Pastoreando interinamente uma Igreja, surgiu um desafio da compra de uma casa ao lado. Um jovem argumentou: "É muito alto o alvo. Em nossa história, não conseguimos o de missões, que é muito menor".

Refutei: "Se confiarmos em Deus e trabalharmos, ultrapassaremos". No dia, alvo ultrapassado.

Atenção: a autoestima não pode se transformar em presunção.

E aí, qual é o seu papel dentro do lar?