quinta-feira, 12 de julho de 2018

Convenção Batista Carioca e Convenção Batista Brasileira emitem nota repudiando atitude do Prefeito da cidade do Rio de Janeiro


Nota de Esclarecimento
Convenção Batista Carioca
e Convenção Batista Brasileira

A Convenção Batista Carioca e a Convenção Batista Brasileira, ambas representando as igrejas batistas da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil, respectivamente, no propósito de planejar e coordenar as atividades de caráter missionário e de ação social dos batistas, vem a público se manifestar em referência aos últimos acontecimentos, amplamente divulgados pela mídia, no tocante ao favorecimento específico de igrejas evangélicas na prestação de serviços públicos oferecidos pela Prefeitura do Rio de Janeiro na área de saúde e em setores ligados à administração municipal.

Os batistas, desde suas origens no século XVII, sempre defenderam a liberdade religiosa, pela qual cada pessoa é livre para escolher o credo que deseja abraçar, respondendo tão somente à sua consciência individual, e a consequente separação entre igrejas e Estado. Por essa razão, entendemos que o Estado não deve interferir em questões religiosas ou eclesiásticas, muito menos adotar esta ou aquela fé como confissão oficial. Ao mesmo tempo, os cristãos devem cumprir seus deveres de cidadãos, sem utilizar-se das instituições do Estado na obtenção de vantagens indevidas ou que sejam discriminatórias e injustas quanto aos direitos da população em geral. Desse modo, não aceitamos, nem apoiamos práticas que contrariem os princípios acima mencionados, seja da parte dos governantes, seja do lado de representantes ou líderes eclesiásticos.

Esperamos, pois, que as autoridades públicas exerçam seu papel com a integridade e o senso de justiça que a elas competem, bem como que pastores e igrejas ajam sempre com a postura ética e a consciência de cidadania que a própria Palavra de Deus, nossa regra comum de fé e conduta, ensina em suas páginas sagradas. Cremos que somente assim contribuiremos com eficácia e bons resultados para uma cidade mais justa, segura e próspera.

Rio de Janeiro, 12 de julho de 2018.

Pr. João Reinaldo Purin Junior
Presidente da Convenção Batista Carioca

Pr. Sócrates Oliveira de Souza
Diretor Executivo da Convenção Batista Brasileira

terça-feira, 10 de julho de 2018

Milagres - I


O doutor Lucas, em seu evangelho, capítulo dezessete, registra que o destino de Jesus era Jerusalém, passa por Samaria e Galileia e, ao entrar numa aldeia, saem-lhe ao encontro dez homens leprosos. Eles para de longe e começam a gritar: “Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!”.

Os dez estavam juntos. Juntos no sofrimento. Juntos na dor. Juntos na necessidade. Todos tinham o mesmo problema e não importava se era rico ou pobre, letrado ou iletrado, os dez estavam juntos. Juntos, eles clamam! Juntos, eles suplicam socorro! Juntos, eles recorrem ao médico dos médicos, Jesus. É no meio de lutas e problemas que se vê maior solidariedade.

São obrigados a ficarem longe. Não podiam se aproximar. Naquele tempo, a lepra era uma doença incurável e o leproso considerado impuro. Tinha que ficar isolado e, quando estivesse perto do público, precisava tocar um sino, sinal que ali estava um leproso.

Para eles, não havia esperança! A medicina da época era impotente para curá-los! O fim era esperado e o sofrimento cada vez mais intenso.

“Tem misericórdia, Jesus!”, era o clamor. Em misericórdia, tem-se miséria. Mas, também, coração! É Jesus percebendo a miséria humana com seu terno coração.

Que miséria aflige você agora? Clame a Jesus!