Daniel, com certeza, não era perfeito, mas sua vida é repleta de exemplos que devem ser observados e praticados. Os registros bíblicos não sugerem, em nenhum momento, qualquer deslize no exercício de suas funções, mesmo estando em cativeiro. Ele não permitiu que a cultura babilônica influenciasse sua vida e os princípios assumidos desde menino fossem negociados.
Sua autoridade era tão grande que o próprio rei Dario ficou triste com a sua decisão e, enquanto Daniel dormia tranquilo na cova, ele não conseguiu sequer cochilar no palácio. E no outro dia, bem cedo, vai à cova e grita: “Daniel, o teu Deus, a quem tu continuamente serves, te livrou da prisão?”. Essa autoridade de Daniel estava relacionada aos princípios de oração.
Oração é relacionamento, e relacionamento maduro sugere equilíbrio.
Vida de oração não é esporádica contemplação.
Vida de oração não é uma roda de negociação.
Vida de oração não é um conjunto de emoção.
Vida de oração não é um reino da razão.
Vida de oração não é uma proposta de imposição.
Vida de oração é desenvolver princípios como convicção.

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