quinta-feira, 21 de junho de 2018

Superando as adversidades - Parte I


Quando escreveu a carta aos filipenses, Paulo encontrava-se preso. Quem a lê sem essa informação tem a impressão que o apóstolo desfrutava de momento tranquilo, que tudo corria bem e que não enfrentava qualquer problema. Sugere-se, inclusive, que ela deveria se chamar “A carta da alegria”.

Bem na introdução, Paulo dá uma carteirada, mostrando quem ele é e a quem pertence. O primeiro versículo registra assim: “Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo...”.

Quem sou eu? Servo. A quem pertenço? Jesus Cristo.

A tendência do evangelho contemporâneo, em alguns arraiais, é iludir o homem com a ideia que ele tem alguma importância. Facilmente, se esquece de sua condição e assume o posto de senhor. “Sou filho do Rei” e “Sou cabeça e não cauda” são declarações que ocultam a verdadeira realidade, somos servos. Mas não somos servos de um rei humano. Paulo não era servo do imperador. Somos servos de Jesus. Isso faz toda diferença.

No meio de uma adversidade, é muito comum a tentação para esquecermos nossa identidade e nossa filiação. Sempre é tempo de resgatarmos tal verdade, “somos servos, Jesus é o Senhor”.

Quer superar adversidade? Saiba quem você é e a quem você pertence.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Pr. Marco Davi contesta matéria jornalística sobre seu ministério

Pr. Marco Davi de Oliveira
Com um trabalho inovador, realizando cultos dentro de um bar na zona portuária do Rio de Janeiro, o pr. Marco Davi de Oliveira teve visibilidade com destacada matéria no jornal O Globo, com um título que chamou muita atenção: "Sem pecado: igreja abre as portas dentro do bar".

Veja no link abaixo a matéria:

https://oglobo.globo.com/rio/sem-pecado-igreja-abre-as-portas-dentro-de-bar-na-zona-portuaria-22789498
Nas redes sociais, sobretudo de evangélicos, os comentários variam desde reprovação total à iniciativa como de moderação, entendendo que uma porta aberta para se alcançar quem não vai costumeiramente aos templos.

Diante do fato e, preocupado com repercussão negativa de parte da matéria, o Pr. Marco Davi publicou um texto esclarecendo o assunto.

Leia a nota na íntegra:


Nota de esclarecimento
Queremos informar que na entrevista dada ao jornal O Globo, matéria deste domingo dia 16/06, fornecida ao jornalista Gilberto Porcidonio, em nenhum momento falamos que após aos cultos os membros podem "beber e cair na gandaia" como foi afirmado. Nem falamos desta prática. Aprendemos que a graça nos liberta, mas também, aprendemos a responsabilidade que precisamos ter com nossa liberdade.

Lamentamos profundamente a deslealdade do jornalista a quem tratamos com todo apreço e carinho quando esteve conosco.
Esclarecemos para todos aqueles que são interessados no trabalho e na existência da Nossa Igreja Brasileira.
Que o Senhor de toda a Igreja a todos abençoe.

Nosso blog ouviu o pr. Marco Davi de Oliveira que, carinhosamente, respondeu: "Então, houve certo exagero. Não saímos do culto e caímos na gandaia ou bebemos no culto,mas não somos legalistas e hipócritas. Somos livres na graça, mas com cuidados".

E enfatizou: "Falar da graça atiça os legalistas. Não somos libertinos".


domingo, 17 de junho de 2018

Hoje tem Brasil!


Parece não ser verdade, mas estamos em plena Copa do Mundo. Em nossa feliz Cabo Frio, pouquíssimas ruas ornamentadas, praticamente nenhum muro pintado.

O DataFolha realizou pesquisa há uma semana do evento e os números são surpreendentes: “... o desinteresse dos brasileiros pela competição bateu recorde ao atingir 53%... o desinteresse é maior entre as mulheres (61%), pessoas de 35 a 44 anos (57%), moradores da região sul (59%) e com renda familiar de até dois salários mínimos (54%)... a pesquisa apontou que somente 18% dos entrevistados estão muito interessados no torneio, mesma marca dos que afirmaram ter médio interesse. Os que declararam ter pouco interesse somam 9%... de 1994 até hoje, o interesse pela Copa despencou de 56% dos brasileiros para apenas 18%”.

E hoje tem Brasil x Suíça. É a estreia das duas seleções na Copa. Como brasileiros, devemos torcer pela nossa seleção. E não é pecado interessar-se pelo futebol. Por volta de 17 horas saberemos o vencedor dessa batalha, embora ninguém, nem os jogadores suíços, em sã consciência, imagine que o Brasil a perderá.

E não podemos nos esquecer que todo dia tem Brasil. O Brasil que geme com tanta injustiça social. O Brasil que chora com 60 mil assassinatos em 2017, a maioria jovem, pobre e negra. O Brasil que lamenta os piores índices na educação. O Brasil que sangra com a corrupção de políticos posudos aplaudidos em cerimônias. O Brasil que maltrata crianças sem o necessário para desenvolvimento saudável e desrespeita idosos que deram suas vidas pela nação.

Campeão ou não, assim que terminar a Copa, a maioria esmagadora dos jogadores brasileiros voltará para a Europa e continuará desfrutando de conforto que pouquíssimos tem. E nós, aqui! Então, não se esqueça: hoje tem Brasil. Em outras palavras: todo dia tem Brasil!

domingo, 10 de junho de 2018

Pr. Éber Silva comunica sua jubilação

 
Éber Silva, Pastor da Segunda Igreja Batista de Campos

O Dia do Pastor para a denominação batista no Brasil, especialmente para a Segunda Igreja Batista da pujante cidade de Campos dos Goytacazes, ganha colorido especial com um comunicado que deixará marcas indeléveis em vários sentidos: Pr. Éber Silva comunica sua jubilação e nomeia a Comissão de Sucessão Pastoral.

A Segunda Igreja Batista de Campos iniciará um processo que não desejava pensar depois de trinta anos de profícuo e abençoado ministério. A Igreja e a cidade de Campos terão um divisor de águas: antes e depois de Éber Silva.

Em suas palavras, sempre carinhosas, o veterano, porém empolgante obreiro, apresentou desejo de comemorar os 30 anos de ministério à frente da Igreja, fato que ocorrerá no dia 1º de janeiro de 2019.

Estamos divulgando em primeira mão, considerando que o fato foi transmitido ao vivo no culto da manhã deste domingo e está disponível no YOUTUBE, conforme se pode conferir a partir do minuto 44.

Durante a semana, faremos contato com o renomado pastor e daremos informações mais detalhadas.

Veja o comunicado a partir do minuto 44.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Pena de Morte: que pensam várias autoridades? - Parte II

Contra.
A vida é um dom que só Deus pode suprimir. Se houver erro judiciário, não há reparação. Só pobres serão condenados.
Pr. Israel Belo de Azevedo



Pr. Luiz Antônio Vieira - Primeira Igreja Batista de Piabetá


O Pr. Luiz Antônio Vieira é a "Favor". 

Argumenta: 
A Bíblia não é contra




A professora Márcia Balaniuc, esposa de pastor, tem dúvidas: 

"Não tenho opinião formada, às vezes, sou a favor, às vezes, contra. Não sei se o Brasil como país corrupto se só alguns seriam punidos, muito complicado".

"Contra". 

Em razão da possibilidade de erro judiciário, que é agravado com a irreversibilidade da pena".

Pr. Adenauer Pereira Sampaio, Técnico Judiciário.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Pena de Morte: que pensam várias autoridades? - Parte I

Dr. Ademir Pimentel
Ex-Desembargador do Estado do Rio de Janeiro

Contra. 
Não temos estrutura, quer policial, quer judicial, para levarmos à morte um criminoso. Possivelmente, como alguém já disse, serão levados à pena capital pobres e pretos.


Pr. Dr. Sócrates de Oliveira
Diretor Executivo da Convenção Batista Brasileira
Sou contra. A nossa justiça não é confiável nos julgamentos.

Pr. Francisco Mancebo Reis


Sou contra.

Somente o Autor da vida tem direito de tirar a vida. 

Acresce que, por mais perverso que seja, o ser humano poderá se arrepender e ser restaurado. 

A pena de morte lhe subtrai essa oportunidade.

Reverendo Aécio Pinto Duarte - Sermão: Minha Família no Altar do Senhor


Encerrando a Campanha Minha Família no Altar do Senhor, o Reverendo Aécio Pinto Duarte, pastor da Quarta Igreja Batista de Macaé, pregou o sermão com o tema da Campanha no dia 30 de maio de 2018, na Igreja Batista no Braga em Cabo Frio.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Pr. Novaes e a Pena de Morte: "...vamos deixar sistemas jurídicos falíveis e juízes suscetíveis a preconceitos, subornos e decisões injustas, responsáveis por definir quem vive e quem morre?".

Pr. Carlos César Peff Novaes
O assunto "Pena de Morte" alterna presença e ausência na mente do brasileiro de acordo com o contexto de violência, sobretudo quando se noticia crimes bárbaros que são praticados com requintes de crueldade.

Tem o homem poder para decidir sobre o destino final do semelhante? A população brasileira está preparada para agir com justiça contra os que praticam crimes bárbaros? A pena de morte soluciona o problema da violência? Perguntas como estas são respondidas pelo Teólogo Carlos César Peff Novaes. Ele é pastor da Igreja Batista Barão de Taquara, professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e Mestre em Teologia.

Tem surgido com certa força no Brasil um apelo para a aplicação da pena de morte. A que se deve isso?
Atribuo os apelos populares — mais de 40% de entrevistas — em favor da pena de morte à atual condição de insegurança diante do evidente despreparo e da notória incapacidade dos governantes para combater a violência e o crime organizado. Há um ambiente cinzento de total desconfiança, decepção, frustração e desalento em relação aos políticos. Não se vê horizonte de solução a curto prazo — e brasileiros não gostam de solução a longo prazo, como é o caso dessa questão da violência, que só será resolvida com amplas e antecipadas medidas de prevenção, especialmente, na área da educação. Quando não há esperança, ficamos agarrados ao que parece ser a solução mais imediata e fácil.
Além disso, há outro elemento que não pode ser desprezado: a atual sensação de impunidade — que dá a impressão à sociedade de que o crime compensa. Cansados de um sistema que facilita a impunidade, inclusive estimulando o envolvimento com o crime, costumamos buscar instrumentos de punição definitiva na expectativa de que tal punição sirva de exemplo e intimide novas ações criminosas.

Aplicação da pena de morte e redução da criminalidade. Há relação entre elas?
Faltam dados para confirmar qualquer relação entre elas. Duas pesquisas feitas nos Estados Unidos, há dois anos, podem ser usadas aqui para efeito comparativo. A primeira, da Universidade de Northwestern, em Chicago (confira em scholarlycommons.law.northwestern.edu/jclc/vol74/iss3/), concluiu que para 88,2% dos pesquisadores a execução penal não tem nenhum impacto sobre os índices de criminalidade. Na segunda, da Universidade de Houston, os economistas Dale Cloninger e Robert Marchesine calcularam que cada execução no estado do Texas evitou de 11 a 18 crimes (conferir em http://tora.us.fm/tm/onj_mwt/mxqr_hrtaa_2.html).
Podemos dizer que há aqui um tipo de empate técnico entre os pesquisadores. Razão pela qual devemos ser muito cautelosos com essas conclusões.

Um argumento usado pelos defensores da pena de morte é que Deus mandou matar. Faz sentido o cristianismo defender a pena capital para criminosos?
Está lá no Antigo Testamento, não é? A Lei Mosaica ordenava a pena de morte. Está muito claro isso. Quem devia ser executado? Aquele que planejasse e executasse um homicídio (Êxodo 21.12,14, repetido em Levítico 24.17 e Números 35.16). Quem mais? Quem desonrasse os pais, por palavras ou gestos agressivos (Êxodo 21.15,17), ou por simples ato de desobediência (caso, por exemplo, se embriagasse contra a vontade dos pais, como descrito em Deuteronômio 21.18-21), quem adulterasse (Levítico 20.10-21, como já ia acontecendo em João 8 se Jesus não se manifestasse a favor do perdão da adúltera), quem se envolvesse em magia ou feitiçaria (Êxodo 22.18), quem prestasse adoração a falsos deuses (Êxodo 22.20), quem proclamasse falsas profecias (Deuteronômio 13.5) e por várias outras razões que o espaço dessa entrevista nos impede de enumerar. Então, a Lei Mosaica mandava matar assassinos, desobedientes a pais, adúlteros, supersticiosos, idólatras e pregadores manipuladores. Já imaginou se fôssemos levar essa lei a sério? Se usamos o Antigo Testamento para defender a pena de morte, precisamos obedecê-lo também no que se refere a todos os destinatários dessa lei.
Só que não lemos mais o Antigo Testamento a partir do próprio Antigo Testamento. Agora, depois do evento Cristo, a nossa leitura do Antigo Testamento é feita a partir do evangelho, a partir dos princípios do Novo Testamento. E no evangelho, nos princípios do Novo Testamento, a coisa muda totalmente de figura.
Enquanto a pena de morte no Antigo Testamento serve para nos mostrar que, diante de Deus, não há pecadores impunes (todos merecemos a pena de morte), no evangelho proclamado pelo Novo Testamento a coisa segue outro rumo. Em vez da morte que todos merecemos, o Senhor estende sua graça e misericórdia.

Para os mais exaltados na defesa da pena de morte, quem é contra o faz por nunca ter sofrido uma ação violenta de criminosos. É por aí mesmo?
Isso tem mais a ver com vingança. A ideia da vingança, ou de fazer com que o outro pague exatamente na mesma proporção do mal que causou, é outra coisa que não se harmoniza com a essência do evangelho. O Sermão do Monte — onde fica bem clara a contraposição de Jesus ao espírito punitivo da Lei, quando assumiu o lugar do profeta que seria maior que Moisés (este é o objetivo do registro que Mateus faz do Sermão do Monte, com todas as suas características literárias). Jesus repetiu algumas vezes no decorrer dessa passagem bíblica singular: “Vocês ouviram assim, mas eu na verdade digo o seguinte...”

Argumento usado pelos contrários à aplicação da severa pena é que apenas pobres e negros sofrerão. Seria uma forma oficial de limpeza social?
A questão por trás disso é a seguinte: vamos deixar sistemas jurídicos falíveis e juízes suscetíveis a preconceitos, subornos e decisões injustas, responsáveis por definir quem vive e quem morre?
É isso que devemos nos perguntar. Muito especialmente a partir do que temos assistido  em nosso país quanto à dubiedade, às dissimulações e contradições de alguns juízes brasileiros em suas sentenças.
Se você quiser escolher um livro para passar o tempo, lendo uma dessas histórias criativas e empolgantes, sugiro The Green Male (de Stephen King), que no Brasil foi publicado com o incompatível título de À espera de um milagre. Se achar que as imagens do cinema são melhores que as páginas de leitura, assista o filme com Tom Hanks, que tem o mesmo título. É bom para ver como acontecem essas coisas por trás dos sistemas jurídicos.

Como solucionar o problema da criminalidade que tem assombrado a população brasileira?
O crime se organizou em etapas, num processo, aos poucos. Os governantes deixaram que isso acontecesse. E até alguns se beneficiaram disso. Agora está claro que não se resolve em poucos anos o que se estruturou durante décadas.
Mas a questão é ainda maior que isso. Envolve um lento e contínuo processo de prevenção que só ocorre por meio da formação educacional e do caráter, da estruturação de oportunidades, do fortalecimento econômico da sociedade e de um sistema punitivo justo — que não precisa usar a morte como pena, mas pode lançar mão de outros meios de punição vigorosos. Para tanto, precisamos de presídios que sejam corretivos por um lado e produtivos por outro. Presidiários podem cumprir penas produzindo para a sociedade. Hoje os nossos presídios são apenas pós-graduação de criminosos.
Mas o assunto é complexo e não acho que soluções aparentemente fáceis, como a adoção da pena de morte, ou qualquer outra que eu venha a mencionar aqui, sejam de aplicação simples. É fácil teorizar. Amarrar o guizo no pescoço do gato é que é o problema.
Aqui me lembro das palavras do Riobaldo, em Grande Sertão: Veredas, do Guimarães Rosa: “Uma coisa é por ideias arranjadas, outra é lidar com país de pessoas, de carne e sangue, de mil e tantas misérias, tanta gente, e nenhum se sossega.”
Devemos nos lembrar — e tomar cuidado com os que prometem caminhos menos trabalhosos — que as soluções não estão nos fatos, nem nas ideologias imediatistas, mas nos processos. Nos lentos processos de mudança.

Caso o Brasil adotasse a pena de morte e você pudesse enviar alguns para a execução, quem você enviaria?
À pena de morte, ninguém. Não sou favorável a esse tipo de punição, pelos motivos que já expus acima. Mas a uma contundente punição, em termos da privação da liberdade, e à ininterrupta prestação de serviços à sociedade, eu enviaria especialmente os criminosos que causam a morte.
Aliás, se pensarmos bem, o Brasil já tem pena de morte. Pessoas são condenadas à morte aqui todos os dias. Quando não recebem o medicamento necessário, quando não conseguem marcação de consultas, quando não têm acesso ao único tratamento terapêutico, quando são deixadas à margem sem a mínima condição de sobrevida, quando crianças já nascem destinadas à subnutrição, quando idosos são esquecidos à míngua, quando policiais ficam sem recursos e sem salário para exercerem sua função de garantir a segurança pública, quando tudo isso e outras coisas mais acontecem porque os governantes desviam dinheiro público. É essa a pena de morte que está estabelecida no país hoje. A principal crueldade da corrupção não é de onde o dinheiro foi retirado, mas para onde ele deixou de ir. Cada governante corrupto está matando quando desvia recursos para interesses privados e pessoais. Sim, já há pena de morte no Brasil e não precisamos de mais injustiças nesse sentido.

A partir de amanhã, aqui no Blog, a opinião de vários líderes religiosos sobre o assunto. Acesse e se informe!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Diretor do Ministério OIKOS enfatiza: "Precisamos pregar mais sobre o divórcio".

Pr. Gilson Antônio Paiva Bifano

Diretor do Ministério Oikos
Há 21 anos, precisamente no dia 07 de março de 1997, um sonho começou a se tornar realidade. No coração de um casal ainda jovem, Gilson e Bete, teve início o Ministério Oikos. Ele, pastor, e ela, Psicóloga, trilharam estradas pedregosas e marcadas pelas lutas para ser referência no Ministério com Famílias.

É um Ministério Cristão de Apoio à Família, instituição cristã-evangélica pró-família, sem fins lucrativos. 

O Diretor deixa bem claro: "Não somos uma igreja. Existimos para apoiar as igrejas e instituições na defesa e no fortalecimento da família". 

Com a missão de “Advogar a importância da família e promover o seu fortalecimento”, a visão do Ministério é ser uma agência de apoio à família oferecendo, por todos os meios possíveis, recursos e princípios, com fundamentação cristã, para que tenhamos na sociedade brasileira famílias saudáveis e conscientes de sua missão no mundo”.

Ao longo de sua história, o Ministério tem sido instrumento de bênção para milhares de Igrejas que fazem uso de seu excelente material, utilizado seus recursos para programas especiais, como, também, contado com a presença do casal para palestras em Congressos, Seminários, Encontros de Casais. Usando uma didática moderna, sem fugir dos princípios da palavra de Deus, o casal impacta por onde e passa e o conteúdo é sempre marcante com resultados impressionantes.

Em entrevista exclusiva, tocando em pontos polêmicos, que muitos evitam, o Pr. Gilson Antônio Paiva Bifano falou com franqueza e não teve dúvidas em assumir os princípios defendidos pelo ministério que tem abençoado vidas no Brasil e no mundo.

Quais os maiores problemas enfrentados pela família nos dias atuais?
Creio que a família sempre enfrentou desafios, mas a cada dia os problemas são maiores e duros. Para esse tempo, elejo os problemas tais como Movimento homossexual, ideologia de gênero, perca dos valores familiares, banalização do divórcio. Outros problemas estão surgindo, como o reconhecimento da chamada "família" poliafetiva.

Casal Bifano, Pr. Gilson e Drª Elizabete
A população brasileira tem mudado de perfil, alcançando um número de idosos bem grande. Como as famílias devem enfrentar essa realidade?
Sim. Precisamos, como igrejas, tratar mais desse tema e ajudar as famílias lidarem com essa situação.
As famílias precisam conhecer os ensinamentos bíblicos sobre a velhice e como tratar o idoso no contexto familiar. Ensinar às famílias que ela é a primeira linha de cuidado que deve ter para com o idoso. Depois a igreja e, por último, o Estado. A igreja deve tratar desse tema esclarecendo os ensinamentos bíblicos, mas também as leis, como o Estatuto do Idoso.
Por outro lado, as famílias precisam conhecer seus idosos e dar liberdade para que vivam suas vidas, desde que tenham autonomia para tal. Temos visto muitas famílias podarem, sem necessidade, os idosos pelos simples fato de serem idosos.
Também precisamos alertar as famílias não abusarem financeiramente dos idosos ou colocarem cargas sobre eles, cargas essas que competem aos filhos, como por exemplo, cuidado com as crianças.

Tem se tornado muito comum famílias formadas a partir de casais separados, em alguns casos mais de uma vez. Que danos isso traz e como conviver com essa realidade?
É o que chamo de "banalização do divórcio". Precisamos pregar mais sobre o divórcio. Com medo de mexer na ferida de muitos divorciados estamos deixando de ensinar toda a doutrina de Deus sobre esse tema.
A igreja, quanto mais pregar, mais vai receber pessoas no segundo, terceiro, quarto casamentos, mas são pessoas nascidas de novo. O problema é que estamos visto esse comportamento por parte de muitos crentes já antigos. Precisamos estudar mais, como igreja. Adotar padrão de conduta para sinalizar aos casais sobre o que a igreja pensa. O que não podemos e ignorar a situação e fingir que o tema não seja importante.

Cada vez mais os jovens tem buscado o casamento com idade mais avançada do que ocorria anos atrás. Esse novo perfil da juventude preocupa?
Isso é uma influência do carreirismo profissional. Isso é, a primazia pela carreira profissional. Hoje o jovem quer casar já com tudo pronto, com casa comprada, já bem de vida. Há um tempo atrás não era assim. Os jovens se casavam e cresciam juntos. Eu, por exemplo, me casei sem ter um aparelho de televisão. Não tinhamos a casa própria. Aos longo dos nossos 33 anos conquistamos nosso patrimônio juntos. Eu e minha esposa, Elizabete.
Por outro lado, os jovens com adiamento do casamento, muitos deles, estão fazendo algo que é errado aos olhos de Deus. Estou referindo-me à relação sexual antes do casamento.
Tenho dito que Deus honra aqueles jovens que se casam e fazem a vontade de Deus nessa área, dando-lhes vitórias na vida profissional e bens materiais.

Tendência dos últimos tempos, com reconhecimento pela corte brasileira, é o casamento com pessoas do mesmo sexo. Que pensa o terapeuta familiar?
Isso é lamentável. Esse não é o designer de Deus para o casamento. Devemos como igreja lutar com todas as forças para que os crentes não aceitem esse conceito, por mais que seja reconhecido pelas cortes dos países. Por outro lado, devemos ser uma comunidade que abrace as pessoas que lutam com a homossexualidade mostrando-lhe que o Evangelho tem poder para se resgatar a heterossexualidade, dentro do casamento, e que, se isso não for possível, sublimar, abster-se dessa prática e colocar o desejo homossexual aos pés da cruz e manter uma vida íntegra, pura e santa diante de Deus.

Que conselhos daria para dois jovens que decidiram se casar?
Primeiro, devem pedir a confirmação da vontade de Deus.
Segundo, abram bem os olhos antes de se casarem e fechem-os bem depois de casados.
Terceiro, busque um aconselhamento pré-nupcial.
Quarto, não morem com os sogros. Tenha um cantinho seus, mesmo que seja uma choupana.
Quinto, abstenham-se de relação sexual antes do casamento.

Considerações finais:
A família está sendo atacada nesses últimos tempos. A igreja deve ajudar as famílias se fortalecerem, porque FAMÍLIAS FORTES, IGREJAS FORTES.

Contatos com o Ministério Oikos:

Rua Mariz e Barros, 479 - Sala 1 - RIO DE JANEIRO - RJ
Tel/Fax: (55) 21. 2264-9207
oikos@ministeriooikos.org.br
http://www.clickfamilia.org.br/oikos2015/

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Grupo Logos na Assembleia da Associação Batista Litorânea Fluminense - Maio 2018


O evento aconteceu na Primeira Igreja Batista do Bairro São João, São Pedro da Aldeia, nas comemorações dos 60 anos da Associação Batista Litorânea Fluminense.

Convençao Batista Carioca - Diretoria 2018/2019

Pr. João Reinaldo Purin Junior 
Presidente:
João Reinlado Purin Junior
Igreja Batista do Méier

1º Vice-Presidente:
José Maria de Souza
PIB Barra da Tijuca

2° Vice-Presidente:
Walter Ferreira da Silva Junior
Igreja Batista em Rio da Prata

3ª Vice-Presidente:
Rachel de Abreu Pereira
PIB Penha

1º Secretário:
Flávio Pereira da Silva
Igreja Batista da Abolição

2º Secretário:
Valmir Roberto de Almeida Rocha
PIB em Pilares

3º Secretário:
Jean Carlo de Oliveira Ferreira
PIB em Vila da Penha

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Convenção Batista Carioca elege novo presidente


Reunida na Igreja Batista do Tauá, em sua 114ª Assembleia Anual, a Convenção Batista Carioca elegeu nesta sexta-feira sua nova diretoria.


Como novo presidente, foi eleito o Pr. João Reinaldo Purin Junior (foto). Ele é pastor da Igreja Batista do Méier e sua eleição se deu em primeiro escrutínio, após o atual presidente Pr. José Maria de Souza recusar concorrer a reeleição.

Nosso blog está em contato direto com o novo Presidente e em breve matéria completa sobre sua eleição.





Palestra do Pr. Jonas Madureira - Congresso da Ordem dos Pastores Batistas Brasil - Seção Fluminense - Maio 2018

terça-feira, 22 de maio de 2018

Palestra do Pr. Henrique Araújo - Congresso da Ordem dos Pastores Batistas Brasil - Seção Fluminense - Maio 2018

3ª Igreja Batista de Cabo Frio Apresenta Comunicado Político

Pr. Thiago Lima, líder espiritual da Terceira Igreja Batista de Cabo Frio

COMUNICADO TIB CABO FRIO

A Terceira Igreja Batista em Cabo Frio em  assembleia geral realizada no dia 20 de Maio de 2018 faz saber a todos que,  devido aos acontecimentos políticos dos últimos anos no Brasil, comunicamos que não receberemos ou concederemos apoio oficial a nenhum partido político brasileiro. Em nossa visão a missão da igreja é superior as ideologias de partidos políticos e de seus participantes. Não aceitaremos nenhum incentivo ou apologia política dentro do território da Terceira Igreja Batista em Cabo Frio ou em qualquer programação dos nossos ministérios. Os membros da TIBCF terão seus direitos constitucionais respeitados e incentivaremos a participação cidadã e a reflexão eleitoral, porém nenhuma oportunidade a nenhum candidato de nenhuma esfera será concedida por tempo indeterminado.

 Nosso foco neste comunicado é deixar claro que exerceremos o direito da isenção total no âmbito da política. Nossa missão é propagar o evangelho de Cristo simples e puro para todos e de igual forma.

Estaremos orando por nossas autoridades e candidatos em geral. Que Deus nos abençoe.

Pr. Thiago Lima

domingo, 20 de maio de 2018

Pr. Elildes Junio é reeleito com 87% dos votos

Pr. Elildes Junio Marcharete Fonseca
Presidente reeleito 
Acontecendo desde a sexta-feira, dia 18, na Primeira Igreja Batista do Bairro São João a Assembleia da Associação Batista Litorânea Fluminense. Um dos pontos altos é a eleição da diretoria para o exercício maio 2018 a maio 2019.

Em condições de concorrer, exercendo apenas por um ano este mandato, o Pr. Elildes Junio Marcharete Fonseca foi reeleito com 87% dos votos, mostrando o respeito, admiração e carinho do povo litorâneo com essa nova liderança. Isso se deve, sem dúvida, ao tratamento que dá ao povo em sua gestão, sua orientação sempre espiritual e cordialidade marcante.

A diretoria eleita ficou assim constituída:
Presidente: Pr. Elildes Junio Marcharete Fonseca
1° Vice-Presidente: Pr. Walcir Ney
2° Vice-Presidente: Pr. Luiz Alberto Abreu
1ª Secretária: Profª Vanderlane Machado
2ª Secretária: Prª Ioneida Petinati
3° Secretário: Pr. Rafael Bitencourt

Da esquerda para a direita: Pr. Rafael Bitencourt, Prª Ioneida Petinati,
Profª Vanderlane Machado, Pr. Elildes Junio Marcharete Fonseca, 
Pr. Walcir Ney Souza, Pr. Luiz Alberto Abreu e Pr. Hudson Galdino, Secretário Geral da ABLF.


sábado, 19 de maio de 2018

Pr. Amilton Vargas: "50 milhões em 5 anos!".

Pr. Amiltom Vargas
Diretor Executivo da Convenção Batista Fluminense
Falando aos pastores batistas do estado do Rio de Janeiro, em seu congresso anual realizado no Acampamento Batista Fluminense durante esta semana, o Diretor Executivo da Convenção Batista Fluminense, maior convenção batista em número de igrejas da América Latina, falou dos desafios desse tempo de crise em que o Brasil está mergulhado.

Um dos destaques de sua fala foi: "Temos que agradecer a Deus porque, apesar da crise pela qual passa o nosso estado, as igrejas de nossa Convenção contribuíram nos últimos 5 anos com mais de 50 milhões de reais para missões através das Juntas de Missões Nacionais e Mundiais. Isso é um marco que não pode deixar de ser celebrado".

Apesar da empolgação deste feito, o Diretor Executivo não esconde fatos que preocupam e tem envidado esforços da liderança para tentar reverter. Segundo ele, "o Plano Cooperativo nos últimos dois exercícios apresentou queda de 49%, o que tem impedido novos investimentos e obrigado a equipe a verdadeiros atos de criatividade para romper essa fase". Ainda destacou o Executivo que "em termos patrimoniais, aumentamos 86% no mesmo período em que a arrecadação do Plano Cooperativo diminuiu".

A Convenção Batista Fluminense terá sua assembleia anual em julho na gelada cidade de Teresópolis e o que se espera é que o clima seja mais aquecido com avanços e mais vitórias na dinâmica do trabalho batista fluminense.