terça-feira, 25 de outubro de 2011

Oração de uma criança, para você dormir bem

“Paizinho, às vezes, eu tenho medo. E a tua palavra diz “no dia em que eu temer, hei de confiar em Ti”, mas eu não sei como. Ajuda-me a confiar em Ti para eu não ter mais medo. Em nome de Jesus, Amém!”.

Cruzada em São Fidélis


Amanhã, 8h 45min, na JOVEM TV

Toda quarta, participo do Programa Informe Local, na JOVEM TV, Canal 8.

Aprendi a gostar de Igreja


Aprendi a gostar de Igreja

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Em recente visita a uma ovelha ouvi a declarativa que dá título a esta pastoral. Veio como um bálsamo. Tento reproduzir fielmente fragmentos do encontro.
A ovelha em pauta lembrou que, ao se converter, teve um prazo estabelecido de permanência na Igreja. Os “amigos” mais crédulos davam menos de seis meses.“E graças a Deus, estou até hoje. Eu aprendi a gostar de Igreja desde 1951”, destacou a ovelha.
Em recente visita a uma ovelha ouvi a declarativa que dá título a esta pastoral. Veio como um bálsamo. Tento reproduzir fielmente fragmentos do encontro.
A ovelha em pauta lembrou que, ao se converter, teve um prazo estabelecido de permanência na Igreja. Os “amigos” mais crédulos davam menos de seis meses.“E graças a Deus, estou até hoje. Eu aprendi a gostar de Igreja desde 1951”, destacou a ovelha. Fiz minhas contas bem rápido: 57 anos de vida cristã. 684 meses. Cem vezes mais que o projetado pelos amigos. Ainda no bate-papo, lembrou-se dos tempos em que teve grandes responsabilidades no reino de Deus e sempre fazendo com alegria no coração. Destacou: “Às vezes, chegava cansado do trabalho, tomava um banho, colocava uma roupa bem passadinha e me deslocava para o templo, ora em ensaios de coral, ora em cultos coletivos, ora em outros programas”. E repetiu mais de uma vez: aprendi a gostar de Igreja.
Durante a conversa, lembramos o tempo atual: com a saúde afetada - é freqüente não ficar mais de três horas sem uso de medicação -, não tem mais condições de freqüentar o templo com a mesma intensidade. Impressionante é que não carrega qualquer tipo de culpa ou tristeza por não ter aproveitado as oportunidades. Juntos, lembramos: “Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” - João 9.4. E ainda: “Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva” - Eclesiastes 12.1-2. Os dois textos eram conforto para a ovelha: trabalhou enquanto era dia e aproveitou com responsabilidade os dias da mocidade.
Ao sair da visita, a declarativa “aprendi a gostar de igreja” não me saía da cabeça. Como é bom gostar de igreja. Em nosso lar aprendemos também a gostar dela. Nossos pais nos ensinaram. Como era agradável nos arrumar - quase sempre a mesma roupa da semana passada, e do mês passado e, até, do ano passado - e sair para o templo. Cantávamos com entusiasmo! E participávamos de tudo! E até hoje, mesmo de férias ou folga, não deixo de ir ao templo. Faz-me bem!
Quem gosta de Igreja, vibra com ela. E faz tudo por ela. Sua igreja é a melhor de todas, sem desprezo às outras. Muitas vezes, renuncia a algo para valorizá-la. Ela é a noiva de Cristo. Significa dizer: o crente cuida da noiva de seu Salvador.
Quem gosta de Igreja, reconhece que, embora imperfeitos, somos o corpo de Cristo. É um mistério que só a eternidade desvendará. Não fala mal dela e dela cuida com muito carinho, pois, afinal, é a noiva de seu Salvador. Sabe, inclusive, que as imperfeições dos outros são as mesmas suas, moralmente falando.
Quem gosta de Igreja, não fica de igreja em igreja - aqui, o sentido é local. Ele se firma numa. E mesmo que venham lutas, permanece. E luta para que as lutas sejam vencidas. E consegue vencer, pela graça de Deus. E a igreja vai se aperfeiçoando porque a graça de Cristo a purifica. Até o dia em que “Cristo, que a amou, e a si mesmo se entregou por ela, e a santificou, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, a apresentará a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” - Efésios 5.25-27.
Eu sei que a curiosidade te alcançou. Afinal, que ovelha é esta? Antes de revelar, indago: você gosta de igreja? Gosta mesmo? Ou é lembrada quando algo mais importante não está em pauta? Seus familiares testemunham que você gosta de igreja?
Mate a curiosidade: Benedito de Oliveira Moreira. Seu nome denuncia: abençoado, louvado, bendito. Que bom foi visitá-lo na última quarta-feira!

Tá chegando o dia!

Na próxima quinta-feira, dia 27 de outubro, em nosso templo, às 19h 29min, acontecerá um culto de gratidão ao Senhor pelos 140 anos de trabalho batista no Brasil.
O pregador da noite será o pr. Sócrates de Oliveira (foto) e a participação musical terá o Coro da Primeira Igreja Batista de Araruama, os Grupos Louvart e Doce Voz, além do Ministério de Adoração.
Durante o culto será apresentado um vídeo com resumo da comemoração em Santa Bárbara do Oeste, acontecida em 10 de setembro.
Sua presença será bem-vinda!
IGREJA BATISTA DO BRAGA
Veja como chegar em www.batistadobraga.org.br

Paulo é Paulo

"Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores"
Romanos 5.8

REVOLTADO OU CRIATIVO?*

Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota 'zero'. O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma 'conspiração do sistema' contra ele. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.


Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: 'Mostrar como pode-se determinar a altura de um edifício bem alto com o auxilio de um barômetro.' A resposta do estudante foi a seguinte:


'Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício.'


Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredito. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de Física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder a questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de Física.


Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder.Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse.


No momento seguinte ele escreveu esta resposta:


'Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula
h = (1/2)gt^2
calcule a altura do edifício.'


Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.


Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.


"Ah!, sim," - disse ele - "há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro."


Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.


"Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo. bem como a do edifício. Depois, usando uma simples regra de três, determina-se a altura do edifício."


"Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas."


"Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g's, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença."


"Finalmente", concluiu, "se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se:


'Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente.'"


A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta 'esperada' para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.


*Sem fonte definida, pelo menos pra nós!

Alair Correa e Silas Bento - IV

Na Sessão da Câmara agora pouco, transmitida pela Jovem TV, foram denunciadores os elogios do vereador Marcelo Corrêa ao presidente Silas Bento pelo abono concedido aos funcionários da Câmara. Marcelo é filho de Alair Corrêa.
É esperar pra ver.

Alair Correa e Silas Bento - III

Os boatos que rolam envolvendo uma aliança de Alair Correa (foto acima) e Silas Bento (foto abaixo) aumentam a cada dia. A fundamentação da notícia dá conta que o pr. Vanderlei Rodrigues Bento, pai de Silas Bento, insatisfeito com o governo Marquinho Mendes, teria acordado com Alair, em recente reunião, apoiá-lo, o que significa ter o apoio de Silas Bento.
Há rumores que tal possibilidade não agrada ao pr. Samuel Gonçalves, líder da Assembleia de Deus, campo de Madureira, e grande apoiador de Silas Bento, pelo envolvimento de parceria que tem com o governo Marquinho Mendes.
Tentamos confirmar com as partes diretamente, mas ainda não conseguimos.
Esperamos nas próximas horas dar mais detalhes sobre o assunto.

DEUS, TAMBÉM NA ROTINA

Precisamos chamar Deus para a rotina, para a rotina de uma consulta médica, para a disciplina metódica dos estudos numa escola, para a sequência dos dias de trabalho, para a previsível leitura de um livro, para a alegria banal de uma festa de aniversário, para a tranquilidade de uma viagem de férias.
Na tarefa da vida, o que compete a Deus? Tudo. Na tarefa da vida, o que compete ao homem? Tudo.
Tudo é para ser feito em conjunto, pelos dois.
O homem não deve se afobar. O homem não deve cruzar os braços.
O homem faz o caminho, mas o caminho é de Deus. O homem dá os passos, mas estes passos devem seguir na direção que Deus indicar.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

140 anos de trabalho batista no Brasil - Celebração

Na próxima quinta-feira, dia 27 de outubro, em nosso templo, às 19h 29min, acontecerá um culto de gratidão ao Senhor pelos 140 anos de trabalho batista no Brasil.
O pregador da noite será o pr. Sócrates de Oliveira (foto) e a participação musical terá o Coro da Primeira Igreja Batista de Araruama, os Grupos Louvart e Doce Voz, além do Ministério de Adoração.
Durante o culto será apresentado um vídeo com resumo da comemoração em Santa Bárbara do Oeste, acontecida em 10 de setembro.
Sua presença será bem-vinda!
 

Café com Cristo - Nº 164


Sob a Bênção do Senhor
José é uma personagem que faz parte da vida de qualquer criança que teve o privilégio de frequentar as classes da Escola Bíblica Dominical. Era para nós uma espécie de modelo, de ídolo. Como será importante resgatarmos na vida dos filhos figuras como a de José.
Nem sempre se percebe a declaração “Deus estava com José...” - Gênesis 39.2. Em outra versão “O Senhor era com José...”. Aqui reside o segredo de trajetória tão vitoriosa. E Deus estava com José na casa de seus pais, no momento da maldade dos irmãos, na casa de Potifar - inclusive quando sua patroa lhe fez proposta diabólica -, na prisão e no governo do Egito. A presença do Senhor na vida de José era a razão de seu sucesso.
Mas a bênção do Senhor não significa ausência de problemas. E nosso herói enfrentou-os. Sempre corajosamente. Sem lamentações. Lembro-me de certa vez estar com um irmão que passava por grande aflição. Ao chegar, perguntei “e aí, meu irmão?”. Sua resposta foi segura: “Tudo bem, pastor!”. Mas como tudo bem se a situação era aflitiva demais!?. É o que diz o cântico das classes infantis: “Com Cristo no barco, tudo vai muito bem / Vai muito bem, vai muito bem / Com Cristo no barco, tudo vai muito bem / E passa o temporal”.
A prosperidade não pode ser entendida como sinônimo de ter. Prosperidade é ser. Salomão lembra em Provérbios 13.7: “Há quem se faça rico não tendo coisa alguma e quem se faça pobre tendo grande riqueza”. E José teve e não teve, mas era do Senhor e o Senhor era com ele. Por isso, era próspero. E o registro bíblico é inspirador: “...o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia”.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Investindo a Vida

Por Rick Warren

Praticamente todos os dias recebo correspondência tentando atrair meu interesse para algum tipo de investimento financeiro. Embora investir finanças com sabedoria seja algo inteligente a fazer, notei que muitos que planejam diligentemente como investir seus rendimentos, nunca tentaram considerar e planejar como investir suas vidas. 

Ao chegar ao final de sua vida, como você poderá determinar o valor dela? Que critério de avaliação pretende usar? Para fazer uma pergunta mais imediata, como você está investindo sua vida neste exato momento? Que tipo de retorno ou dividendo você espera receber pelo investimento de sua vida? Na realidade você tem somente três opções para considerar:

Pode DESPERDIÇAR sua vida. Existem incontáveis maneiras de fazer isso; é só olhar à nossa volta. Muitos não fazem absolutamente nada com sua vida. Simplesmente existem – ocupam espaço e consomem oxigênio. Não fazem nenhuma contribuição com sua vida: suas horas são consumidas com atividades sem sentido ou absolutamente nenhuma.

Pode GASTAR sua vida. Existem muitas maneiras de gastar sua vida. Você pode se entregar a uma carreira, a um hobby, uma experiência ou viagem, ou qualquer tipo de ocupação que capture seu interesse ou o seduza a dedicar seu tempo, energia e recursos a ela. Um indivíduo comum passará em média 29.962 dias neste planeta. A pergunta é: como gastar esses dias?

Pode INVESTIR sua vida. A Bíblia nos ensina que o melhor uso para nossa vida na Terra é investi-la em algo que permaneça depois dela. Isso envolve um olhar de longo alcance – manter perspectiva de longo prazo. É interessante como as coisas podem mudar quando adquirimos uma perspectiva eterna. 

A Bíblia fala frequentemente sobre o valor e importância de se manter uma perspectiva eterna do viver temporal. Muitas das histórias que Jesus ensinou giram em torno do tema investimento. Em Mateus 25.14-30, por exemplo, Ele contou a história de três homens que ficaram responsáveis pelos bens de seu senhor. Dois deles investiram sabiamente e foram recompensados; o terceiro não o fez e foi punido. Em histórias bíblicas como esta, vemos princípios para nortear o investimento de nossa vida:

          PROPRIEDADE. Tudo o que possuímos realmente pertence a Deus. Tudo o que temos nos foi emprestado pelo tempo em que estivermos na Terra. 
          DOTAÇÃO. Deus estrategicamente nos dá talentos e habilidades específicos quando nascemos.
          RESPONSABILIDADE. Deus espera que usemos os talentos que nos concedeu. Um dia prestaremos contas a Ele do que fizemos com o que Ele nos deu. 
          UTILIZAÇÃO. Usar nossos talentos plenamente envolve riscos e requer fé em Deus.
          MOTIVAÇÃO. O que nos impede de desenvolver nossos talentos é o medo - relutância em nos aventurarmos fora da “zona de conforto”. 
          APLICAÇÃO. Se não usarmos nossos talentos vamos perdê-los.
          COMPENSAÇÃO. Se usarmos nossos talentos do modo planejado por Deus Ele nos recompensará. Romanos 2.6 nos assegura que “Ele recompensará cada um de acordo com o que fez”. 

Texto de autoria de Rick Warren , escritor e conferencista, autor do best-seller "The Purpose-Drive Life" (Uma Vida Com Propósitos), traduzido em várias línguas através do mundo. Usado com a devida permissão. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.

Alair Correa e Silas Bento - II

Ainda não conseguimos as confirmações que desejávamos, mas a fonte assegura que tem novidade numa possível coligação Silas Bento e Alair Correa. Esperamos que amanhã tenhamos mais pormenores para informar aqui.

Morador registra momento da queda de prédio em Salvador; veja vídeo

Edifício de três andares desabou por volta de meio-dia de domingo (23).
Ninguém ficou ferido. Moradores saíram do local um dia antes.

Do G1 BA
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queda do prédio de três andares no bairro de Macaúbas, em Salvador, foi registrado em vídeo por um morador da casa que fica em frente. A situação aconteceu por volta de meio-dia do domingo (23). Cinco moradores já tinham desocupado o imóvel um dia antes dele desmoronar. Ninguém ficou ferido. (Veja imagens exclusivas no vídeo ao lado).
O prédio ficava na Rua Aloísio Azevedo. Os cinco ocupantes foram para a casa de parentes. Segundo a dona, a família saiu no sábado (22) porque a Defesa Civil tinha condenado a construção. "Eles vieram aqui e informaram que estava caindo, que dava para ouvir o estalar. A Codesal condenou a casa, disse que se não caísse ao chão, teria que ser demolida", relata a bioquímica Débora Rocha, dona do imóvel.
Quando Débora comprou o prédio, há quase dois anos, havia dois andares. Ela construiu o terceiro e fez algumas reformas. "Ele não era bem dividido, por isso fizemos outra reforma. Um técnico fez a planta, mas não teve fiscalização", comenta.
Segundo o cunhado dela, o auxiliar administrativo Marco Aurélio, o que provocou a queda foi a retirada de entulhos e barro de um terreno vizinho, um dia antes. Isso teria prejudicado a estrutura do prédio. "O proprietário do terreno ao lado pegou uma escavadeira com três caçambas e tiraram terra. Escavaram muito, abaixo do nível da terra", relata.
A Codesal esteve no local e demoliu o que ainda estava em pé. A engenheira Zenilca Galeão apontou duas possíveis causas para o desabamento. "Primeiro a fundação do prédio estava rasa, provavelmente foi construída com uma fundação inadequada. Como houve corte no terreno ao lado, feito por um particular, houve movimentação na terra também, o que deve ter sido o fator preponderante", explica.  A Defesa Civil disse que está tentando identificar o dono do terreno ao lado do prédio que desabou para ele ser notificado.

Alair Correa e Silas Bento

Estamos confirmando alguns dados sobre o assunto em pauta e, possivelmente, ainda hoje daremos informações aqui. A fonte é bem segura.

Café com Cristo - Nº 163


Preparos para a Adoração
Jacó e Esaú experimentaram a reconciliação após ódio e medo. Jacó deve erigir um altar em Betel. Este lugar tem importante significado na história bíblica: Abraão armou sua tenda e edificou o primeiro altar - Gênesis 12.8 e 13.3, Jacó teve a visão da escada que atingia o céu e anjos subiam e desciam - Gênesis 28.10-22. Só Jerusalém é mais citada que Betel. Significa Casa de Deus.
Com Jacó vemos atitudes maduras no início da revelação divina. Chama a família e ordena: “Lancem fora os deuses estranhos, purifiquem-se e mudem as suas vestes”. Entendeu que o Deus santo exigia abandono do pecado. Veja que limpeza: objetos de culto jogados fora (o exterior), a purificação (o interior) e vestes trocadas (o que cobria corpos infectados).
Ao visitarmos doentes graves devemos nos cobrir com outra roupa, colocar luvas e lavar as mãos. Tem o sentido de evitar transmitir e adquirir infecção. Isso tem sua aplicação no culto: precisamos nos limpar das infecções adquiridas.
Pr. Davi Gomes pregava num lugar e no primeiro banco uma mulher com vestido muito curto e decotado. Ele orava a Deus pedindo libertação para ela. Com surpresa, a vê cantando em solo no mesmo culto. Ouvi do pr. Aylptom de Jesus Gonçalves: “É fariseu tanto quem é limpo por fora e sujo por dentro quanto quem é limpo por dentro e sujo por fora”.
Em Oséias, Betel tem outro nome: Bete-Áven - 4.15, 5.8 e 10.5-8. Significa Casa do Nada, de Vaidade, da Nulidade, isto é, dos ídolos. Que declínio! Em Cristo, somos o santuário. Leia I Coríntios 3.16. Purifiquemo-nos de tudo que é sujo e sejamos Casa de Deus, não Casa do Nada.

domingo, 23 de outubro de 2011

Se o campeonato brasileiro terminasse hoje


O Vasco seria o CAMPEÃO.
O Botafogo seria o 3º lugar.
O Flamengo seria o 4º lugar.
O Fluminense seria o  5º lugar.

Café com Cristo - Nº 162


Petição insistente
O título motivador desta meditação me fez lembrar uma propaganda da bicicleta Caloi. Um menino espalhava bilhetinhos por toda a casa que lembrava ao pai: “Eu quero a minha Caloi”. O pai encontrava em todo lugar uma lembrança do pedido do filho. E a marca da promoção era a insistência do menino no pedido. E conseguiu.
Insistir no pedido não é pecado. Desenvolvo a ideia que devemos insistir enquanto não tivermos certeza da vontade do Senhor. Inclusive vontade que pode incluir não nos atender na petição. Por outro lado, há petições que devemos insistir até sermos atendidos ou morrermos. Por exemplo, a conversão de pessoas. Irmãs Dilma de Castro e Léa Ramalho, membros de nossa Igreja, oraram mais de 20 anos pela conversão de seus esposos. E Deus as atendeu. Ozéas Ornelas e Veríssimo Pacheco são dois crentes, este bem recentemente.
A insistência na petição, ao contrário que possa parecer, sugere interesse na causa, desejo de ver a meta alcançada. É como se disséssemos a Deus: “Eu estou interessado nesse assunto”. Quando pedimos uma vez e nos esquecemos mostra que não era tão importante assim.
O que não encontramos fundamentação bíblica é dar ordens a Deus. Como propagado, determinar que alguma situação seja revertida. Agir assim é imaturidade. Insistir nesta é pecado.
Um garimpeiro passou anos cavando em seu garimpo e não conseguiu encontrar ouro. Desanimado, vendeu o garimpo. Poucos dias depois a empresa descobriu ouro. Era só questão de cavar mais um pouco. Faltou perseverança. Deus tem um plano para nós, que não muda, mas pode ser que, em seu plano, esteja uma mudança em nós: perseverar mais.

sábado, 22 de outubro de 2011

Café com Cristo - Nº 161


Compromisso de Fidelidade
Resumo de uma história lida: um jovem disse à esposa que, em função das lutas, buscaria trabalho longe dali, lhe seria fiel, queria o mesmo dela e, quando tivesse bastante sustento, voltaria. Encontrou trabalho e acordou com o patrão não receber. O dinheiro seria guardado para sua volta. Trabalhou vinte anos. Ao informar o desejo de voltar, ouviu: “Tenho uma proposta: dou-lhe o dinheiro ou três conselhos. Se escolher um, não tem o outro”. Conhecendo o patrão, escolheu os conselhos: nunca pegue um atalho, não obedeça a sua curiosidade e não tome decisão quando estiver irado. Ganhou três grandes pães, dois para a estrada e um para só comer em casa.
Ao retornar, soube de um atalho. Quase aceitou, mas e o conselho? Veio saber depois que era perigoso e muitos morriam ao viajarem por ali. Mais tarde, foi dormir numa pousada. Acordou com gritos e urros altos. Pensou em sair, mas... De manhã soube que um homem tinha acessos de loucura e quem chegasse perto morria. Bem perto de casa, percebeu movimentos de sua esposa com outro na sala. Foi tomado de ira, pensou em matá-los, mas esperou. Dormiu e, pela manhã, bateu à porta. Foi recebido com alegria. Ele, friamente, disse-lhe que foi fiel e ela não. Ela o contestou e soube do dia anterior. Ouviu dela: “Assim que viajou, descobri a gravidez. É nosso filho, tem 20 anos, dorme no quarto”.
Foram lanchar. Ao partir o pão, viu o dinheiro dos 20 anos de trabalho. A fidelidade traz bênçãos que não imaginamos. Sobretudo bênçãos espirituais: “...aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” - Filipenses 1.6.