Em Daniel 6.10, lemos: “Quando Daniel soube que o documento tinha sido assinado, voltou para casa. Em seu quarto, no andar de cima, as janelas abriam para o lado de Jerusalém. Três vezes por dia, ele se punha de joelhos, orava, e dava graças diante do seu Deus, como era o seu costume”.
Daniel era um jovem judeu que foi levado cativo para a Babilônia. Ele se destacou por sua inteligência e sabedoria e logo foi ocupando funções políticas de liderança importantes naquele país estrangeiro e opressor. Sua atuação alcançou os reinados de Nabucodonozor, Belsazar, Dario e Ciro. Sua ascensão despertou ciúmes em outros importantes no reino.
Mesmo galgando funções que exigiam dedicação, estudos, tempo e disciplina, Daniel não se esquecia de seu compromisso com Deus. Uma de suas atividades, a oração ao Deus Eterno, foi o estopim para os adversários o denunciarem ao imperador, com a publicação de um decreto que ninguém poderia se ajoelhar e orar a outro ser que não fosse o imperador.
A partir de agora, Daniel enfrenta uma renhida batalha! Que você faria diante desse desafio?

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