A experiência do apóstolo Paulo catando gravetos para alimentar o fogo da fogueira que aquecia aquele grupo de náufragos é bem pedagógica. Todas as pessoas podem passar pela experiência de, em algum momento da vida, catar gravetos. Ali estava o grande apóstolo, o missionário de grandes realizações, o poliglota - segundo alguns, deveria falar três línguas ou até mais, o filósofo, o maior escritor da Bíblia catando gravetos, depois de sofrer nas águas geladas do oceano.
É interessante notar que o texto de Atos 28 destaca que apenas Paulo catou gravetos. Isso não significa dizer que os outros não possam ter feito, mas o realce sobre Paulo traz outra lição: não se envergonhe de catar gravetos. É melhor catar gravetos numa ilha gelada cumprindo os planos de Deus do que desfrutar de conforto palaciano fora da vontade divina.
A vida impôs a você a condição de catar gravetos? Não se acanhe. Faça da melhor maneira. Cate gravetos com empenho. Como tudo na vida, esse tempo vai passar e a experiência de catar gravetos pode ser uma escola para seu crescimento.

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