A primeira atitude que devemos tomar é “entregar ao Senhor”. A segunda atitude é “confie nele”. Não basta apenas entregar, é preciso confiar. A experiência da confiança não se alcança com um discurso, uma declaração. É um exercício permanente de dependência. Nem é simples nem é fácil confiar. Ouso afirmar que é mais difícil do que entregar.
O exercício da confiança é tão complexo e pode ser que o que denominamos perseverança na oração seja falta de total confiança que gera paz e tranquilidade. Quero tentar ilustrar para você. Imagine que um filho peça ao pai no meio do ano uma bicicleta nova de presente no natal. E o pai promete que dará. Todo dia o filho diz para o pai: olhe o que o senhor prometeu, quero minha bicicleta no final do ano. A atitude do filho pode revelar falta de confiança total no cumprimento da promessa pelo pai.
Confiar em Deus é, depois de entregar, dizer para ele, enquanto não acontece o cumprimento: “Meu pai, eu sei que o senhor cuida de tudo e no tempo certo serei contemplado, estou descansando em ti. Percebe a diferença!
E aí, você confia mesmo no Pai?

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