segunda-feira, 17 de junho de 2013

Oração - III


Orientação para a vida,
Reconhecimento da limitação humana,
Aceitação da vontade soberana e
Consciente do Deus Eterno,
Até que seus planos para nós,
Os seus filhos, sejam confirmados.

“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças” - Filipenses 4.6

domingo, 16 de junho de 2013

Falar em línguas é sinal de Poder?

Este é o tema da próxima quarta-feira.
Preletor: Pr. Neemias Lima
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Salvemos as Famílias

Por Juarez Volotão*

Deturpações inconsistentes e banais rondam os lares.
O simples "Ligar e Desligar" a TV e o computador confere uma luta travada , magistralmente maquinada, com o intuito pérfido da destruição das famílias e lares.
O que antes era veladamente imoral, passou a ser concebido - e entendido - como subjetivo - termo esdrúxulo utilizado para explicar o inexplicável.
Moral e Imoral se entrelaçam ao Amoral patinando na vulgaridade do banal.
Com o avançar do anos - e o regredir das mentes - nos tornamos mais presos, amarrados, aprisionados, porém com a sensação imposta de liberdade (falsa e tola liberdade).
Valores achincalhados por modismos subjugados.
Crenças desperdiçadas pela efemeridade do ser Humano, que insiste, por carência e ignorância adequar o que diz "crer" à forma tosca e medíocre como vive.
O que em outrora era valorizado, hoje, já não possui valor algum para muitos.
Independência total de seres abruptamente dependentes.
Pensamentos egoístas e mesquinhos permeiam as mentes dos líderes das Nações.
Os bons se calam, se escondem ou não se posicionam cedendo espaço aos maus que abocanham o poder, lideram "minorias" esparsas e "maiorias" alienadas, conduzindo nossas vidas ao caos e a destruição em série.
As famílias - as que ainda sobrevivem - são severamente atacadas pela Mídia - não gosto de aceitar e expor esse pensamento, mas é uma verdade maior que a minha profissão -, por regimes autoritários, pela política mundial da escravidão tecnológica e pela ignorância enraizada de pessoas - até cristãos - que fingem nada estar acontecendo.
Até quando cerraremos nossos olhos para o que está visivelmente "visível" e nítido?
Querem extirpar as famílias.
Só assim espalharão o vírus da vulgaridade, da obscenidade, do "tudo pode", da bissexualidade imposta, do adultério, da pedofilia, da corrupção, da fome, da ditadura gay, miséria e todas as pragas doentias do século que jaz no maligno.
Tentam desenfreadamente abalando as estruturas da base moral, dos Valores, da Fé e do Amor familiar - que a Palavra já alerta que esfriará.
Os lares são infectados por vírus diários de fakes do inferno alegando informações estapafúrdias e contrárias à Palavra, ludibriando multidões ao erro e ao errado, transformando mentiras em verdades - no mínimo aceitáveis pela multidão.
Inversão de Valores.
Mudanças nos Costumes sociais.
Metamorfoses nos formatos e formas de valores.
Multiplicidade nos relacionamentos.
Efemeridade momentânea, culto ao sexo desregrado e a libertinagem caracterizada.
Estamos no século do "Tudo Pode", "Não tem nada a ver", "Hoje isso é normal", "Abaixo ao Preconceito".
Se esquecem que a palavra é atemporal e as verdades nela contidas independem do século, práticas de um povo promíscuo e vulgar, razão ou circunstância.
O pior do "Estilo variado" de Vida - se isso for vida - é a imposição descarada das Minorias - que daqui a pouco serão maiorias ( se já não o são, já que fazem mais barulho que os tímidos cristãos ) - à uma Ditadura Gay, Ditadura da pedofilia Liberada, Ditadura da Prostituição Arraigada, Ditadura da Bissexualidade Profanada, Ditadura da Mídia, Ditadura da Medíocre Ignorância e Ditadura das Igrejas "empresas"- que alienam todo um povo e mascaram a verdade.
Cristãos constroem dois altares em suas casas - e vidas -, adorando a Deus ( aos domingos ) e o diabo na "dita" vida secular.
Oremos pelas famílias.
Nos manifestemos em favor da palavra, base familiar cristã.
Rompamos com o silêncio e levantemos a bandeira da Fé em prol das famílias e lares, antes que venha um novo holocausto e nos encontremos lá, mortos por sermos omissos e submissos à um mundo pútrido e medíocre.
Salvemos as Famílias...a começar com a minha.

. Texto inspirado na Campanha "100 dias de oração - Impactando a Família" da Convenção Batista Brasileira.

*Juarez Volotão é jornalista e empresário.

Oração - II


O mais importante e
Relevante é saber
A vontade do Senhor e,
Consciente dela,
Avançar corajosamente,
Obedecendo ao seu comando.


“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” - Mateus 26.41

sábado, 15 de junho de 2013

Oração


Oportunidade para
Rever conceitos,
Agradecer bênçãos,
Corrigir erros,
Aceitar o rumo e, sobretudo,
Obedecer a Deus.

“Orai sem cessar” - I Tessalonicenses 5.17

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Programa de Rádio

Permitindo Deus, amanhã, abençoaremos 20 pessoas com prêmios no Programa de Rádio. 
Como funcionará?
Veja os prêmios: 02 bolsas de alimento / 02 Bíblias / 02 CDs / 01 Blusa Feminina / 01 Almoço com Refrigerante / 100 salgadinhos / 01 Sandwicheira.

Cada ganhador/a indicará um pastor/a para receber o Comentário em áudio Rota 66 (ou o VT ou o NT).

Em dois blocos: 
8h 29min/8h 59min - 9h 59min/10h 59min.

É só ligar: 22-26481679.

Deus envia anjos para nos encorajar


Tinha saído do facebook, mas lembrei-me que precisava enviar um e-mail a um pastor americano. Parece que Deus queria me encorajar. Olha o que li numa postagem:
"Você nem tem ideia de quanto você é importante pra mim. Colégio Estadual 31 de Março em 1995. Com 14 anos vê-lo falar de DEUS com tanta clareza e amor. Fui seu aluno de religião. Muito obrigado por cada palavra dita e paciência, isso me ajudou a superar aquela fase num ambiente hostil que era a escola por ser cristão. Em você via que era possível ser diferente e acreditar na fé em DEUS. Obrigado. Nunca desista, existem outros que precisam de uma palavra amiga ou em quem se espelhar. Pode ter certeza hoje sou um homem melhor por seu testemunho, Pastor".
Perguntei-lhe se podia compartilhar isso. Ele autorizou. Seu nome é Henrique Santos.
Pode ser que você se encontre num dia em que o desânimo tomou conta de sua mente e coração. Encorajo você a prosseguir, pois mesmo que você não saiba, muita gente foi abençoada por você e ainda precisa de seu trabalho. Não desista!
Obrigado, Senhor, pelo encorajamento que recebi de Henrique Santos.
Louvado seja o nome do Senhor!


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Escola Bíblica Dominical - Lição 11 - 16.06.2013

Lição 11 - A luta interior (I)
Texto bíblico: Gálatas 5.16-26

A liberdade que Cristo oferece não significa ausência de conflitos. Pelo contrário, uma vez liberto, cada cristão é colocado, diariamente, numa arena, para lutar.

Nessa ‘anfiteatro da alma’, duas influências opostas combatem para exercer o domínio sobre o salvo. De um lado, a ‘carne’, que significa a inteira natureza terrena do homem, sua sensibilidade e razão, apelando para o pecado. Do outro, o Espírito Santo, o agente da santificação (Gl 5.17a).

Nesta lição, focalizaremos a “agonia” diária de enfrentar a velha natureza. Tal qual os atletas gregos, que combatem por um prêmio (1Co 9.25), cabe-nos a “luta” interior, a fim de resistir aos apelos da carne e de nos deixar conduzir pelo Espírito (Ef 6.12).

O fermento que faz crescer toda a massa

Estamos em luta constante contra a natureza pecaminosa (Hb 12.4; Rm 7.20). Matthew Henry, comentando essa luta, diz: “Se fôssemos cuidadosos para agir sob a direção e poder do bendito Espírito Santo, mesmo que não fôssemos libertos dos estímulos e da oposição da natureza corrupta que procura permanecer em nós, esta não nos dominaria”.

O pecado atua como fermento na igreja cristã (1Co 5.6-8). Essa levedura da “maldade e da malícia” descreve a rápida e perigosa difusão das manifestações pecaminosas, que se denominam “obras da carne” (Gl 5.19). Listas de pecados semelhantes aos dessa descrição podem ser encontradas em Romanos 13, 1Coríntios 3, Efésios 5, Colossenses 3 e 1Pedro 4.
Em Gálatas, as obras da carne assim se manifestam:

Nossa impureza interior

Paulo trata da impureza da alma fazendo uso de três palavras gregas (Gl 5.19; Cl 3.5):
● porneia (prostituição, fornicação – 1Ts 4.3);
● akatharsia (impureza física e de intenções e motivos – 1Ts 4.7);
● aselgueia (dissolução, paixão lasciva, licenciosidade, atitude impudica – Ef 4.19).

A palavra prostituição é associada em muitas passagens com a fornicação e o adultério. Ilustra o abandono de Deus, no Antigo Testamento (p. ex.: Jr 3.8) e mantém-se estreitamente relacionada com as relações sexuais ilícitas.

Impureza é o viver motivado por uma intenção maldosa, maliciosa. É pecado capaz de gerar uma vida licenciosa, desregrada e luxuriosa, como parece comportar-se a geração de nosso século.

Lascívia está mais ligada aos procedimentos escandalosos contra a decência pública, como palavrões e os movimentos corpóreos indecentes. Eis dois exemplos:
(1) o ‘funk’, por exemplo, apregoa a violência e os jovens repetem tais gestos desde a mais tenra idade.
(2) Vídeos que exaltam a sensualidade e a sexualidade, promovendo o desejo sexual e os movimentos pélvicos insinuando o ato sexual pelos cantores de Rock and Roll em suas apresentações.

Que atitudes devemos tomar para “fugir” da prostituição (1Co 6.18)?
Que comportamentos comuns em nossos dias são motivados pelos pecados que descrevem a impureza da alma?

Atitudes impuras em relação a Deus
As palavras gregas do segundo grupo estão relacionadas às atitudes errôneas dos homens em relação a Deus (Gl 5.20a):

● eidololatria (idolatria, adoração de um ídolo ou de uma deidade representada por um ídolo, geralmente como imagem – Jn 2.8);
● pharmakeia (feitiçaria, magia, encantamento – Ap 18.23).

Paulo considerava a idolatria uma estultícia humana e representava uma perversão da religião verdadeira (Rm 1.22.23; At 17.16).

A idolatria constituía um perigo constante para os gálatas. Eles haviam sido salvos dos ídolos (Gl 4.9). Precisavam, portanto, evitar aquela estrutura sociopolítico-cultural idólatra de sua época (At 15.19,20). Isso não era nada fácil, pois na província romana da Ásia (onde se situava a Galácia) funcionava um dos maiores centros de promoção do culto ao imperador.

A feitiçaria, por sua vez, associava-se à idolatria no Mundo Antigo (1Sm 15.23). A palavra grega deu origem à palavra ‘farmácia’ em nossa língua, pois os feiticeiros usavam ‘drogas’ em seus encantamentos.

A indústria musical é um exemplo de produção de idolatria e dessa capacidade de “enfeitiçar”, de adormecer o homem real, com problemas reais, nas causas sociais.

Algumas letras vêm à mente, em razão do uso de imagens mundanas para falar do relacionamento com Deus: “Pai, olha para mim, estou aqui desesperado por mais de ti” (assim fica o dependente químico, antes da próxima dose); “embriagado de amor” (pergunte-se: o amor de Deus embriaga, inebria, tira a consciência?!).

Muitos cultos que se dizem cristãos parecem estar mais para sessões de encantamento do que para atos de culto. Bandeiras da fé, terra de Jerusalém, folhas de oliveira, água benta, e tantas coisas encontradas nas reuniões religiosas de algumas igrejas “evangélicas” apontam para essa atitude supersticiosa que está ligada à obra da carne conhecida como feitiçaria.

Por que o pecado da idolatria provoca aversão e indignação em Deus e resulta em aflição para o pecador (Sl 16.3,4)?

Impurezas nos relacionamentos humanos

A lista dos pecados relacionais, em Gálatas, contempla: (a) “inimizades”, (b) “contendas”, (c) “ciúmes”, (d) “iras”, (e) “facções”, (f) “dissensões”, (g) “partidos”, (h) “invejas”, (i) “bebedices”, (j) “orgias” (Gl 5.20b,21).

Uma tradução das palavras gregas apontaria os seguintes sentidos para as obras da carne acima citadas: 

a) ter ou manter atitudes de inimizade com pessoas (virar o rosto, falar mal de, tratar mal etc.);
b) espírito de contenda, manter viva uma disputa;
c) rivalidade gratuita contra alguém, quase sempre movido pela inveja;
d) explosões de raiva, com gritos, brigas e insultos;
e) espírito politiqueiro, tentativa de estar sempre ganhando vantagem (principalmente com falsos elogios ou elogios insistentes não merecidos);
f) jogar uma pessoa contra outra;
g) opinar e pautar o comportamento de modo contrário à doutrina que prevalece, muitas vezes conscientemente (por escolha pessoal);
h) a inveja propriamente dita, portanto, uma palavra ligada a “ciúmes”;
i) intoxicar-se de bebida, embriagar-se;
j) participar de festas lascivas ou orgíacas.

Essas traduções sugerem alguns comportamentos nossos que precisam mudar? Eis a batalha interior a que Paulo se refere, em que esses instintos pecaminosos cedem lugar ao estímulo do Espírito.

Jorge Luiz Borges escreveu:
“As ditaduras fomentam a opressão,
As ditaduras fomentam o servilismo,
As ditaduras fomentam a crueldade;
Mas o mais abominável é que elas fomentam a idiotia”.

De que forma as palavras em destaque podem ser relacionadas com a “ditadura do pecado” na alma humana?

Hora de separar o trigo do joio

A metáfora do trigo e do joio é excelente para explicar nossa luta diária para viver segundo o Espírito, em detrimento da satisfação da carne (Mt 13.24-30). Trigo e joio crescem juntos, até a hora da colheita. Colhido, o trigo segue para o celeiro. O joio para nada serve, senão para ser destruído pelo fogo.

Do mesmo modo, nós, os salvos, acumulamos em nossa experiência humana tanto componentes bons (que devem ser guardados, cuidadosamente) como ruins (que devem ser evitados, conscientemente). Isso requer autodisciplina e implica a submissão da nossa consciência aos ditames da Palavra de Deus.

Ações efetivas:

1) Purificar-se das “imundícies da carne e do espírito”, mediante o arrependimento e confissão de pecados, para a santificação no temor de Deus (2Co 7.1);
2) Dizer “não” ao mundo e seus apelos, os quais se dirigem para a natureza pecaminosa (1Jo 2.16; Gl 5.24; Rm 13.14);
3) Não acompanhar pessoas que andam na concupiscência da carne, nem se deixar convencer por seus conselhos blasfemos (2Pe 2.10,18; Cl 2.22,23);
4) Ser um bom mordomo do tempo e do corpo (1Pe 4.1,2);
5) Não confundir liberdade (de pecado) com libertinagem (licença para pecar) (Gl 5.13a).
Conselhos úteis

Gálatas nos adverte da força destrutiva dos nossos instintos pecaminosos. Essa é uma forte razão pela qual devemos resistir à sua influência e, pelo poder do Espírito, vencê-los.

Não vivamos, portanto, para satisfazer as obras da carne. Quem assim age é designado pela expressão “homem natural” (do grego, psíquico), isto é, alguém inclinado para os instintos carnais, um “menino” em Cristo (1Co 2.14; 3.1).

Na continuação desta lição, veremos como ocorre a superação dos instintos pecaminosos, pelo fruto do Espírito.

Autor das Lições:
Pr. Davi Freitas de Carvalho, formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, RJ, é o atual pastor da Igreja Batista em Vila Jaguaribe, Piabetá, Magé, RJ e é o Coordenador de Educação da Associação Batista Mageense.

A menina cria no poder da oração


            O Cristianismo estava no início e causava preocupação ao sistema político dominante, produzindo, inclusive a prisão de alguns. Atos 12.5 registra que “Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus”. A Igreja se reunia nas casas.
            Deus realizou o milagre: “E quando Herodes estava para o fazer comparecer... estava Pedro dormindo entre dois soldados, ligado com duas cadeias, e os guardas guardavam a prisão... eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão... o despertou: Levanta-te depressa. E caíram-lhe as cadeias... disse o anjo: Cinge-te, e ata as tuas alparcas. E ele assim o fez. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa, e segue-me... E, quando passaram a primeira e segunda guardas, chegaram à porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua, e o anjo se apartou dele”.
            E Pedro viu que Deus fizera aquilo. Foi imediatamente à casa de Maria, mãe de João, onde a Igreja se reunia. Uma menina, que não estava atenta à oração, ouviu-o bater na porta e foi atender. De tanta alegria, não abriu e foi avisar aos outros. Eles não acreditaram. Mas ela insistia. Pedro insistiu em bater e, quando o viram, se admiraram.

            Uns oram muito e não acreditam. Outros, oram menos e acreditam. Você crê no poder da oração?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Uma teologia do louvor


O Salmo 150 apresenta uma verdadeira teologia do louvor. Veja só:
1° - A quem se deve louvar: “Louvai ao Senhor”.
2° - Onde se deve louvar: “Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder”. Para o judeu, santuário era um local. Para o cristão, é a própria vida. A ideia de santuário restringe, apenas um local, o templo. A ideia de firmamento do seu poder amplia, quer dizer, em todo lugar.
            3° - A razão do louvor: “Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza”.
            4° - Os instrumentos do louvor: “Louvai-o com o som de trombeta; louvai-o com o saltério e a harpa. Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes. Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor”.
            Louvar é falar bem, elogiar, apresentar palavras de reconhecimento. Deus é o único que, sendo louvado, nunca ficará aquém de quem o louva (louvor pode ser dado também a pessoas; adoração, não, só a Deus).
            Ao ler esta meditação, conclui-se que você tenha fôlego. Então, louve ao Senhor!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Celebração da Noite - 09.06.13


Ceia do Senhor - Culto de 09.06.13

IGREJA BATISTA DO BRAGA

Protesto dos Evangélicos em Brasília. Veja isto!

Blogs e Colunistas
09/06/2013
 às 7:35

Para certa imprensa, 70 mil evangélicos valem menos do que mil maconheiros

Na quarta-feira, como vimos, 70 mil evangélicos, segundo números da PM do Distrito Federal, se reuniram em Brasília. Em coro, disseram “não ao controle” da mídia, pediram cadeia para os mensaleiros, rechaçaram a tentativa de manietar o Supremo e o Ministério Público, defenderam a liberdade de expressão e, claro!, como não?, defenderam os valores da “família tradicional” — isto é, opuseram-se ao casamento gay — e repudiaram a legalização do aborto. Esses dois últimos itens da pauta, no entanto, bastaram para que o evento fosse cassado do noticiário. Jornalistas — profissionais de imprensa pagos para revelar o que sabem, veem e apuram — decidiram que lhes cabia atuar como censores. Melhor para os mensaleiros. Melhor para os que querem um STF de joelhos. Melhor para os que quer defendem um MP inerme. Melhor para os que lutam pela volta da censura de estado. Na cabeça oca da militância, se alguém é contra o aborto ou casamento gay, deve ser banido do mundo dos vivos. Já a Marcha da Maconha em São Paulo… Quanta diferença!
Ao longo do dia de ontem, portais deram ampla cobertura ao evento, que foi parar nos jornais. Atenção! Com muita boa vontade, mas muita mesmo, pode-se dizer que mil pessoas participaram de algum modo do acontecimento. Com um pouco de rigor, constata-se que não mais do que 200 marcharam. Não obstante, tiveram direito à interdição de parte da pista da Paulista. O que eles querem? A legalização da maconha. “Ah, essa pauta e boa!” E então aqueles 200 conseguem o destaque que 70 mil evangélicos não tiveram. Não custa notar: em Brasília, em coro, aqueles muitos milhares disseram “não” à legalização das drogas.
Já escrevi isso aqui e reitero: ao jornalismo informativo, em casos assim, não cabe gostar ou não gostar de quem está na praça — desde que seja uma manifestação pacífica, dentro das regras acordadas do estado democrático e de direito. E foi o que se viu no encontro dos evangélicos. Não houve um só incidente, nada, zero! Mais: o evento em Brasília aconteceu num dia útil. Milhares de pessoas certamente deixaram de ir ao trabalho, terão desconto em seu salário, para dizer o que pensam. Não estavam lá pedindo benesses ao estado, não! Ao contrário: faziam um sacrifício pessoal para expressar um ponto de vista.
Mas a imprensa é contra algumas daquelas proposições. E já não lhe basta, se for o caso, escrever contra. É preciso também fazer de conta que nada existiu — ou coisa pior: uma reportagem do Estadão Online pôs na boca do pastor Silas Malafaia o que ele não falou, a saber: que a união gay é crime. Não disse isso; não disse nada nem perto disso. Repudiou que sua opinião, contrária à união, seja criminalizada.
Dos maconheiros, não se cobra nem mesmo um mínimo de coerência, na hipótese, claro!, de que a erva e a coerência sejam compatíveis. Os que marcham dizem querer a legalização da maconha e argumentam, de forma estúpida, que isso contribuiria para diminuir a violência do tráfico. Ora, se só essa substância for legalizada, é evidente que a violência continuará por conta das outras drogas. Logo, uma manifestação em favor da legalização da maconha, com esse argumento, será sempre uma manifestação em favor da legalização de todas as drogas, sem exceção. Que país do mundo fez essa escolha? Nenhum!
“Bloco do Atraso”
Neste ano, a marcha teve um tal “Bloco do Atraso”. Algumas pessoas desfilaram com máscaras de políticos que atuaram contra a militância dos maconheiros, com destaque para o deputado Osmar Terra (PMDB-RS) e para a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil). Pois é… Eu e o PT não somos exatamente substâncias compatíveis, não é?, mas me resta dar os parabéns à ministra Gleisi por estar sendo hostilizada por maconheiros. Acho que honra a biografia da política e, sem dúvida, da mãe de duas crianças. A ministra entrou no radar da turma da Esquadrilha da Fumaça por ter se manifestado contra a descriminação e por ter negociado no Congresso o apoio à proposta de Osmar Terra, que criou novos marcos para a política de combate às drogas.
Volto ao ponto
Os evangélicos são muitos milhões no Brasil. No que concerne aos valores, compõem com os católicos a esmagadora maioria da população. Talvez essas maiorias devam se fazer ouvir de um modo mais específico. Se alguns veículos de comunicação insistem em ignorá-los ou hostiliza-los, talvez devam reagir, então, também como consumidores dos produtos que esses veículos oferecem.
Setores da imprensa perderam completamente a noção do que seja interesse público. A exemplo do que faziam antigos jornais de esquerda, sua tarefa passou a ser “conscientizar” o leitor, segundo uma cartilha ideológica. Essa moderna cartilha, é evidente, não traz a linguagem militante dos tempos idos: socialismo, luta de classes, burguesia, povo… Não! Hoje, é preciso aceitar a pauta das ditas “minorais oprimidas” e se submeter a seus caprichos. Só assim, dizem, é possível ser… livre. Ou por outra: o preço da liberdade passou a ser a ser a submissão a uma agenda.
Até alguns vagabundos que decidem parar a cidade para protestar contra um aumento de R$ 0,20 (0,10 para estudantes) na passagem de ônibus são tratados como pensadores de um novo tempo. A maioria que se dane!
Por Reinaldo Azevedo

A bênção da união


            “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união” - Salmo 133.1. Outra versão registra: “Como é bom e agradável quando os irmãos convivam em união”. A diferença entre suave e agradável, em minha leitura, sugere: solenidade na primeira e ação de fazer o bem na segunda.
            Sou de um tempo em que religiosos cristãos atravessavam a rua para não cumprimentarem o outro que vinha no mesmo lado. Graças a Deus, isso passou. Hoje, é comum, cristãos atravessarem a rua para se abraçarem com alegria, mesmo que seja de rótulo bem diferente.
            Ouvi a seguinte história: dezenas de patos viviam no mesmo lago. O dono da propriedade resolveu dividir o lago com cercas de arames, separando-o em quatro partes. Eles nadavam, se aproximavam, mas não podiam se alegrar todos no mesmo lugar. Cada um no seu canto. No lugar da alegria, tristeza. Certo dia, Deus mandou uma chuva torrencial. A água foi subindo, subindo e cobriu toda a cerca. Os patos, ao perceberem, se movimentaram de um lado pro outro numa alegria só.
            Deus criou o evangelho. Os homens, as denominações. E colocaram cerca. Deus mandou uma chuva torrencial e o lago, novamente cheio, permite que todos alegremente se encontrem.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Por que não guardamos o sábado?

Este é o tema desta semana!
O preletor é o pr. Felipe Lima, Pastor da Primeira Igreja Batista do Peró e Diretor do Seminário Teológico Batista Litorâneo.
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Até das profundezas pode-se clamar


            O salmo 130 é um texto das peregrinações. Era comum, ao peregrinarem, o povo judeu cantar ou recitar textos que retratassem sua experiência com o criador.
            Neste salmo, o poeta fala de uma experiência dramática. Ele clama das profundezas, suplica que os ouvidos do Senhor estejam atentos à voz das suas súplicas e implora que o Senhor o ouça.
            Usa de um argumento bem bajulador: “Se tu, Soberano Senhor, registrasses os pecados, quem escaparia?” - v. 3. E arremata: “Mas contigo está o perdão para que sejas temido” - v. 4. Para ele, o perdão nas mãos do Senhor era uma forma de se fazer temido.
            Depois disso, o salmista se lembra de um assunto muito comum no meio da aflição, a esperança. Ele declara: “Espero no Senhor com todo o meu ser e na sua palavra ponho a minha esperança. Espero pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã; sim, mais do que as sentinelas esperam pela manhã” - vs. 5 e 6. Todo aflito tem esperança!
            Por fim, apela: “Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, pois no Senhor há amor leal e plena redenção. Ele próprio redimirá a Israel de todas as suas culpas” - vs. 7 e 8.
            Você enfrenta alguma aflição? Clame ao Senhor e confie n’Ele. Esperança depositada no Senhor é garantia de socorro.

domingo, 9 de junho de 2013

Campeonato Brasileiro de Futebol - 5ª rodada


Classificação dos times cariocas

Botafogo - 3º colocado - 66.7% de aproveitamento.

Fluminense - 4º colocado - 60% de aproveitamento*

Vasco - 9º colocado - 46.7% de aproveitamento.

Flamengo - 14º colocado - 33.3% de aproveitamento.

Os salmos da família


            Os salmos 127 e 128 são conhecidos como da família. Sugerem alguns, inclusive, que formam um texto só. A base de toda relação familiar está no verso “se o senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”.
            Argumenta o salmista que “inútil será acordar de madrugada, comer o pão das dores”. Embora o relacionamento familiar exija muito esforço, o salmista mostra que todo o esforço será em vão se o Senhor não for o fundamento. Preste atenção: não é anulado o esforço humano, pelo contrário, é valorizado.
            Nos salmos da família encontramos conceitos muito oportunos: filhos como herança do Senhor, homem com papel importante na segurança do lar, esposa como companheira fiel e todos, conjuntamente, cooperando para o crescimento do lar.
            Percebemos que há uma apologia contra a família. Tentam-na destruir de todas as formas. Tal empreitada remonta aos tempos do início dessa instituição, quando Deus, ao criar a família, viu o inimigo se apresentar para destruí-la.
            De lá pra cá, os ataques tem se intensificado, mas a família tem se mostrado vencedora, pois quem a edificou foi o Senhor. Valorize a sua família e a dos outros, Deus se alegra disso.

sábado, 8 de junho de 2013

Pastor


Ser pastor.
É mais que um cargo,
é um trabalhoso encargo,
mas não é um fardo,
se cumprido com amor.

Ser pastor.
Não é apenas servir com amor,
é caminhar em meio a dor
e morrer, se preciso for,
sob o comando do seu Senhor.

Ele foi pastor.
na verdade, o sumo-pastor.
Sofreu toda dor,
mas, com amor e por amor,
trocou o meu fardo,
aliviando o encargo,
e, feliz, prossigo,
vitorioso, ao seu dispor.

Nunca serei, como Ele,
um aprovado pastor.
Não entendo porque me chamou
e me capacitou a servir
com amor.

Eu quero ser um pastor
que dependa do meu Senhor,
e quero servir com amor,
mesmo que me causem dor.

Ajuda-me, Senhor!

Pr. Neemias Lima

Pastor - Acróstico

Minha irmã Nilma dos Santos Lima escreveu o acróstico abaixo. Com ele, homenageamos a todos os pastores que honram o nome de Jesus.