segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Caindo em si - IV


O cair em si é muito mais do que uma decepção com a situação enfrentada. É uma atitude de arrependimento verdadeiro. Quando o cair em si é apenas uma tristeza superficial pelas motivações do sofrimento dura pouco. Decisão tomada no meio do temporal tende a ser esquecida hora da bonança.

Com este jovem não foi assim. E três sinalizações confirmam isso. A primeira é sua rejeição ao mecanismo de defesa chamado projeção. Os estudos sobre mecanismos remontam ao final do século XIX e início do século XX, mas sua companhia com o ser humano é desde o Éden.

O jovem rejeita e assume: “Pai, eu pequei contra o céu e perante ti e eu não sou digno de ser chamado teu filho”.

Sua atitude não sugere lançar a culpa sobre os outros. Ele poderia argumentar com o pai: eu saí de casa porque o Senhor sempre deu mais atenção ao meu irmão, fui influenciado por um professor na escola, fui enganado pelos meus amigos e perdi tudo e coisas desse tipo. Não, nada disso. Ele assume: eu pequei.

Cair em si é trilhar a estrada da culpa assumida, sem lançá-la sobre os outros.

Caindo em si - III


Na casa do pai há proteção. Mas não é na casa de qualquer pai, é na casa de meu Pai.

Aquele moço, com motivações erradas, desejou abandonar a companhia do pai. E seu desejo foi concretizado com a decisão de sair de casa. Mas ele não conseguiu desfazer os laços da paternidade. Nenhuma decisão, nenhuma rebeldia, nenhuma desobediência, nenhuma atitude é capaz de anular a paternidade.

Ao ser lançado nas profundezas do sofrimento, o filho se lembra da casa de seu pai. Ele tem referência.

Aquele pai estava em sua casa esperando. Aguardava ansiosamente pela volta do filho. Um pormenor na Parábola é muito sugestivo: seu pai o viu de longe. Não foi o filho que viu o pai de longe, mas este viu àquele. Isso tem um nome: AMOR.

De Bertrand Russell, temos: “Os nossos pais nos amam porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar”.

O nosso Pai - Deus - nos ama porque ele é AMOR.

Caindo em si - II


No meio daquele turbilhão de problemas, aquele temporal violento, furacão destruidor, tsunami devastador, o jovem toma uma decisão: “Vou me levantar e irei para a casa de meu pai”.

Uma luta, um problema, uma aflição tende a prostrar a pessoa. Ainda que ela tenha recursos financeiros em reserva, seu organismo apresente todas as taxas boas e sua casa esteja em ordem, lá dentro, bem no íntimo, no mais recôndito do ser, há um vazio, uma angústia, uma dor que só a pessoa experimenta. Mesmo silenciosa, sua alma grita, seu coração sangra e pensamentos passeiam e se cruzam em sua mente na velocidade da luz. Sua primeira defesa é se prostrar, se contorcer, procurar uma posição em que a dor seja menor.

Ficar prostrado não resolve o problema. Mas como levantar, se não se tem forças? É verdade, é muito difícil. Mas não impossível!

Em nosso Pequeno Grupo, o irmão Edilson indagou: “Pode-se dizer que este cair em si dele era provocado pelo Espírito Santo atuando sem sua vida?”. Respondi que sim.

Tá aí a saída. Sozinho, você não consegue. Peça poder ao Espírito Santo e levante-se para ir ter com o Pai.

Caindo em si - I


Depois de ferir o pai com o pedido antecipado da herança, sair pelo mundo e, desordenadamente, gastar todos os recursos, o filho mais novo da parábola, tradicionalmente, chamada de Filho Pródigo, experimenta necessidades e o sofrimento invade sua vida sem pedir licença.

Além de não ter recursos para as despesas pessoais, sem companhia de amigos, humilhado no serviço de cuidar de porcos que, para o judeu, era uma ofensa, a ausência da casa paterna, com seu aconchego e proteção, toma conta de suas lembranças e ele experimenta arrependimento. É marcante o registro de Lucas 15.17: “Então, caindo em si...”. No texto da Bíblia A Mensagem registra desta forma: “Isso o fez cair na realidade”.

As aflições trazem em si um resultado pedagógico: a pessoa experimenta claramente a sua realidade. Realidade da limitação, da insignificância, da impotência. Vida tranquila tende a projetar a pessoa, tornando-a presunçosa, enquanto problemas oportunizam cair em si.

Por que esperar uma luta para experimentar a verdadeira realidade?  Você precisa agora “cair em si?”.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Um pós 1º turno negativo


Passado o primeiro turno das eleições, os evangélicos saem com mais perda do que ganho. É possível que sinalizarão a votação expressiva de vários evangélicos e, quem sabe, até do aumento da famosa e achincalhada “bancada evangélica” na Câmara e no Senado. Mas não falo nessa perspectiva.

Falo da proliferação e compartilhamento em massa de fake news de todos os lados. É triste receber mensagens falsas de cristãos com grande experiência cristã. Fake News é um nome pomposo, politicamente correto, para mentira. E mentira é do diabo.

Falo de exageros para defender o candidato de sua preferência. Ver cristãos com o polegar e o indicador apontados para frente, sinalizando o desejo de matar, ainda que de brincadeira, nesse contexto, é deplorável. Foi divulgado que em determinado culto dezenas de fiéis posaram para uma foto com tal postura.

Falo de cristãos que assumiram o dom da profecia como no Velho Testamento e anunciaram com entusiasmo o candidato e partido de Deus, como se Deus tivesse candidato e partido preferidos, num discurso que ouço desde minha juventude.

Falo de cristãos que ofenderam sem piedade pessoas, proclamaram a mensagem da honestidade contra políticos corruptos em nível nacional, mas sempre andaram de mãos dadas com os corruptos de sua cidade e, alguns, se beneficiando disso.

Que teria a dizer os não cristãos que presenciaram isso tudo? Que avaliação faria Deus de seus filhos amados?

“Quer comam, quer bebam, ou façam qualquer outra coisa - inclui eleições no Brasil - façam tudo para a glória de Deus” - I Coríntios 10.31.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Vencendo as batalhas da vida - I



“No mundo, terão aflições, mas tenham bom ânimo, eu venci o mundo” - parte final de João 16.33.

Estas são palavras de Jesus que fazem parte de seus últimos momentos com os discípulos. Didaticamente falando, estava encerrando seu último sermão a eles e o conteúdo, em síntese, é: vocês não ficarão sozinhos, enviarei o Espírito Santo, que estará em vocês para sempre.

A parte inicial do verso registra assim: “Tenho lhes dito estas coisas para que em mim tenham paz”.

É possível ter paz em Jesus no meio da tempestade. É possível ter equilíbrio em Jesus ao enfrentar uma turbulência. É possível ter direção em Jesus na experiência de um mundo desgovernado. É possível descansar em Jesus num mundo agitado e impiedoso. É possível ter segurança em Jesus no epicentro do terremoto da insegurança.

Em todas as quartas-feiras de outubro, acontecerá em nossa Igreja, às 19h 29min, a série Vencendo as batalhas da Vida. O endereço é: Rua Omar Fontoura, 117 - Braga - em frente ao Centro de Marcação de Consultas. O primeiro foco será “Vencendo a batalha da Ansiedade”, com a Psicóloga Raquel Lima.

sábado, 21 de julho de 2018

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Convenção Batista Carioca e Convenção Batista Brasileira emitem nota repudiando atitude do Prefeito da cidade do Rio de Janeiro


Nota de Esclarecimento
Convenção Batista Carioca
e Convenção Batista Brasileira

A Convenção Batista Carioca e a Convenção Batista Brasileira, ambas representando as igrejas batistas da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil, respectivamente, no propósito de planejar e coordenar as atividades de caráter missionário e de ação social dos batistas, vem a público se manifestar em referência aos últimos acontecimentos, amplamente divulgados pela mídia, no tocante ao favorecimento específico de igrejas evangélicas na prestação de serviços públicos oferecidos pela Prefeitura do Rio de Janeiro na área de saúde e em setores ligados à administração municipal.

Os batistas, desde suas origens no século XVII, sempre defenderam a liberdade religiosa, pela qual cada pessoa é livre para escolher o credo que deseja abraçar, respondendo tão somente à sua consciência individual, e a consequente separação entre igrejas e Estado. Por essa razão, entendemos que o Estado não deve interferir em questões religiosas ou eclesiásticas, muito menos adotar esta ou aquela fé como confissão oficial. Ao mesmo tempo, os cristãos devem cumprir seus deveres de cidadãos, sem utilizar-se das instituições do Estado na obtenção de vantagens indevidas ou que sejam discriminatórias e injustas quanto aos direitos da população em geral. Desse modo, não aceitamos, nem apoiamos práticas que contrariem os princípios acima mencionados, seja da parte dos governantes, seja do lado de representantes ou líderes eclesiásticos.

Esperamos, pois, que as autoridades públicas exerçam seu papel com a integridade e o senso de justiça que a elas competem, bem como que pastores e igrejas ajam sempre com a postura ética e a consciência de cidadania que a própria Palavra de Deus, nossa regra comum de fé e conduta, ensina em suas páginas sagradas. Cremos que somente assim contribuiremos com eficácia e bons resultados para uma cidade mais justa, segura e próspera.

Rio de Janeiro, 12 de julho de 2018.

Pr. João Reinaldo Purin Junior
Presidente da Convenção Batista Carioca

Pr. Sócrates Oliveira de Souza
Diretor Executivo da Convenção Batista Brasileira

terça-feira, 10 de julho de 2018

Milagres - I


O doutor Lucas, em seu evangelho, capítulo dezessete, registra que o destino de Jesus era Jerusalém, passa por Samaria e Galileia e, ao entrar numa aldeia, saem-lhe ao encontro dez homens leprosos. Eles para de longe e começam a gritar: “Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!”.

Os dez estavam juntos. Juntos no sofrimento. Juntos na dor. Juntos na necessidade. Todos tinham o mesmo problema e não importava se era rico ou pobre, letrado ou iletrado, os dez estavam juntos. Juntos, eles clamam! Juntos, eles suplicam socorro! Juntos, eles recorrem ao médico dos médicos, Jesus. É no meio de lutas e problemas que se vê maior solidariedade.

São obrigados a ficarem longe. Não podiam se aproximar. Naquele tempo, a lepra era uma doença incurável e o leproso considerado impuro. Tinha que ficar isolado e, quando estivesse perto do público, precisava tocar um sino, sinal que ali estava um leproso.

Para eles, não havia esperança! A medicina da época era impotente para curá-los! O fim era esperado e o sofrimento cada vez mais intenso.

“Tem misericórdia, Jesus!”, era o clamor. Em misericórdia, tem-se miséria. Mas, também, coração! É Jesus percebendo a miséria humana com seu terno coração.

Que miséria aflige você agora? Clame a Jesus!

sábado, 7 de julho de 2018

A superstição do Galvão



            Eu não sou supersticioso. Mas, desde a manhã, pressentia que o dia de hoje não seria legal para o futebol brasileiro na Copa na Rússia. Ao chegar para o expediente de trabalho, leio a crônica “As cartomantes”, de Olavo Bilac.
            Dela, extraio um fragmento que despertou a atenção:

“Há quem pense que, com o progredir da civilização, diminui o número dos supersticiosos. Completa ilusão. Nunca houve tantos supersticiosos e tantas superstições como agora. A civilização causa o naufrágio e a bancarrota das religiões, mas não aplaca esta sede de saber e esta ânsia de compreender que ainda não foram satisfeitas. Morrem e sucedem-se as religiões, mas não se altera o instinto religioso; reformam-se as superstições, mas a Superstição é eterna”.

      Volto à casa para o almoço e vejo os minutos finais da eliminação do Uruguai, penúltimo time sulamericano na Copa. Logo depois, seria Brasil x Bélgica.
        Enquanto a bola não rola, vejo alguns comentários dos sempre lúcidos narrador e comentaristas da plim-plim. Um deles me desperta a atenção. Tentarei resumir:

“O Zagalo é uma legenda do futebol. É o único tetra brasileiro. Ele foi a sete finais de Copa, considerando que as semis são finais, logicamente. Se há alguém no futebol mundial que é vencedor, esse é o nosso Zagalo. E ele disse algo que a gente tem que considerar: juntando as letras de .... (o narrador se esqueceu) dá o número 13. Parece que é ‘faltam três jogos’, não, não dá. É, ele falou, mas não estou me lembrando!”.

            Pauta que segue e a animação tem que continuar. “Vamos chamar os repórteres, é o Brasil rumo ao Hexa!”, brada o narrador mais querido do Brasil. Chega o repórter, ouvidos são alguns brasileiros, animação geral, palpites de placar cada vez mais elásticos e, para finalizar, o repórter profetiza: “Brasil Bélgica, 13 letras!”.
            Foi o suficiente para o narrador se inflamar: “Tá aí, 13 letras, Brasil Bélgica, eu sabia, eu sabia, tinha 13 letras!”. Fiquei matutando com meus botões: “Brasil Bélgica. Só grafado assim mesmo! Não pode ser: Brasil x Bélgica, nem Brasil e Bélgica”.
            Mas, vida que segue, ou bola que rola. Primeiro gol da Bélgica: 13 minutos do primeiro tempo. Já seria o bastante. Mas, vem o segundo gol belga: 31 minutos. 31 invertido dá 13. Os pressentimentos estavam se confirmando.
            Mas eis que surge uma pontinha de esperança! Esperança é componente da superstição? Deixa pra lá! Renato Augusto diminui aos 31 do segundo tempo. Olhe o 13 de novo. E sabe quantas letras tem o nome do autor do gol? 13. Final de jogo, Bélgica venceu! Ih, 13 letras de novo. E tem quem acredite que o hexa virá em 2022. Some os numerais.
            Essa história de superstição é trairagem, pode dar lá, como pode dar cá! O fato mesmo é que “não é dos ligeiros a carreira, nem dos valentes, a peleja, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes o favor, mas que o tempo e a sorte pertencem a todos” - Eclesiastes 9.11.
              E o que li de gente não supersticiosa relacionando que o 13 acabou com o Brasil não está no gibi! Mas se esquece que os dois nomes principais de seu candidato podem ser grafados com 13 letras.
               

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Abertura da Campanha Geral de Missões

Senhorio


Quem deseja ser bem-sucedido precisa trilhar o caminho da submissão.

Assim como todo líder é um excelente liderado, todo senhor é um excelente servo. Haja vista o exemplo de Jesus. Ele mesmo declarou: “Eu não vim para ser servido, mas para servir”.

Lucas 9.23 registra: “E dizia a todos: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”. Negue-se a sim mesmo - renúncia de seu eu, tome cada dia a sua cruz - comprometimento diário e siga-me - atitude.

Apesar de todo currículo, ao se encontrar com Cristo, Paulo submete-se: “Senhor, que queres que eu faça?”. Ouviu de Jesus: “Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer”.

E Paulo vai conduzido por outros, tateando, por causa da cegueira temporária. É possível que na mente de Paulo tenha surgido uma imaginação: “Serei recebido por uma coluna do cristianismo!”. Quem o recebe? Um desconhecido: Ananias. E é ele quem impõe as mãos sobre Paulo e as escamas saltam de seus olhos e volta a enxergar. É a única vez que Ananias aparece na Bíblia, em outra vez é citado pelo apóstolo.

O grande apóstolo Paulo estava aprendendo sobre senhorio para se tornar um grande líder. Aceite o senhorio de Jesus na sua vida.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Entusiasmo


Etmologicamente, entusiasmo é Em + Teós, em Deus. Entusiasmado, então, é estar em Deus. Deixando de lado o conceito, todos sabem como é a pessoa entusiasmada. Não baixa a cabeça diante dos desafios e está sempre disposta e, com alegria, prossegue.

Dois tipos de entusiasmo são sugeridos: o endógeno, que é gerado dentro do próprio indivíduo e o exógeno, que depende de um estímulo externo, chamado comumente de motivação. Nesse caso, parece mais incentivo.

O entusiasmo não é uma atitude alcançada como um dom e sempre acontecerá. Por si só, não permanece. É preciso ser reabastecido com desafios, metas e não admite o “deitar em berço esplêndido”, esperando as coisas acontecerem. A cada dia necessita de alimento e só uma pessoa decidida a lutar o experimentará.

Edward B. Butler afirmou: “Certos homens têm entusiasmo por 30 minutos, outros por 30 dias, mas é o homem que tem entusiasmo por 30 anos que faz de sua vida um sucesso”.

A biografia de Paulo, o apóstolo da Bíblia, sugere alguém sempre entusiasmado. Veja a declaração dele: “Em nada tenho a minha vida por preciosa, desde que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” - Atos 20.24.

Entusiasme-se com você e com o que você faz.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Gratidão



O poeta inglês, nascido no final do Século XVI, George Herbert, declarou: “Senhor, Tu tens me dado tanto, dá-me uma coisa a mais - um coração agradecido”.

Seu pedido, embora pertinente, haja vista a tendência humana de ser pródiga em pedir e mesquinha em agradecer, é uma atitude imatura, revelando uma transferência de responsabilidade. Quem recebe, tem obrigação de agradecer. Mas não é uma obrigação imposta, cobrada, é moral, espontânea.

Para Edith Booth, “quando Deus mede um homem, Ele passa a fita métrica em volta do seu coração agradecido, e não em torno de sua cabeça!”.

Em todo o tempo, Deus abençoa o ser humano. Em ações, muitas vezes não percebidas, a boa mão do Senhor age em seu favor. Na linguagem do salmista, “bendito seja o Senhor que de dia em dia nos cumula de benefícios” - Salmo 68.19. Em outra versão, lemos: “Bendito seja Deus que diariamente leva a nossa carga”. E, muitas[N1]  vezes, a carga é pesada demais.

Nenhum mérito há em receber as bênçãos do Senhor, “porque Ele faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos” - Mateus 5.45.

Nossa gratidão deve glorificar a Deus e gerar serviço ao próximo. Independente das circunstâncias, agradeça. “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” - I Tessalonicenses 5.18.

domingo, 1 de julho de 2018

Perseverança

“A primeira impressão é a que fica”, bradam alguns motivadores. Mentira. A impressão que fica é a primeira, é a do meio e é a última. E pode ser que esta confirme ou anule as anteriores.

São Tomás de Aquino orava: “Dá-me, Senhor, agudeza para entender, capacidade para reter, método e faculdade para aprender, sutileza para interpretar, graça e abundância para falar. Dá-me, Senhor, acerto ao começar, direção ao progredir e perfeição ao concluir”.

L. J. Actis orientava: “Não desanime. Muitas vezes é a última chave do molho que abre a fechadura. Quer ser alguém? Quer valer algo? Forje uma vontade de aço, incontrastável, que não queira ceder nem diante dos vagalhões dos contratempos, nem diante das carícias dos elogios”.

Para Davi, “esperar com paciência no Senhor” era a chave para a inclinação do Eterno e a certeza de ter seu clamor ouvido. Deve-se destacar que esperar com paciência significa esperar com perseverança ou confiantemente.

Do escritor aos Hebreus, capítulo 12.1, temos: “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta”.

Persevere na caminhada, ainda que seja doloroso.

sábado, 30 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XX


Em vinte meditações na carta de Paulo aos filipenses, refletimos sobre “Superando as adversidades”.

Tentamos sinalizar soluções a partir de questões aflitivas como: Quais são nossas atitudes quando surge um problema em nossa vida? Como normalmente agimos quando surge uma dor? Quase sempre passamos a lamentar?

Aprendemos, com quem muito sofreu, que podemos agir diferente. A partir de agora, se ainda não fazemos, ajamos assim.

Eis um resumo:      
1º - Saiba quem você é e a quem você pertence.
2º - Agradeça, independente das circunstâncias.
3º - Apresente motivos de oração com valores eternos.
4º - Tudo o que acontece contribui para o nosso bem.
5º - Não faça julgamentos precipitados.
6º - Reafirme sempre os valores eternos.
7º - Respeite e valorize ainda mais o seu semelhante.
8º - Valorize e invista em sua família, ela sempre estará ao seu lado.
9º - Tenha consciência que Deus está no controle absoluto de tudo.
10º - Não murmure, testemunhe.
11º - Sinta a dor do outro, mesmo que a sua seja muito intensa.
12º - Reavalie seus valores e suas verdadeiras motivações na vida.
13º - Não deixe o passado dominar você, viva o presente e tenha esperança no futuro.
14º - Mantenha sempre a alegria.
15º - Confie tudo a Deus em oração, com gratidão.
16º - Não negocie valores éticos.
17º - Aprenda a se contentar com a situação.
18º - Creia que Deus suprirá todas as nossas necessidades, não as vontades.
19º - Alimente a esperança do céu.
20º - Não tente responder os “por quês?”. Responda o “para quê?”.



Que em sua vida as adversidades sejam superadas, para o seu bem e para honra e glória do nome de Deus.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Batistas do Estado do Rio em Assembleia na gelada Teresópolis

Pr. José Armando Soares Cidaco
Orador Oficial da Assembleia
A pujante e vibrante Primeira Igreja Batista de Teresópolis receberá os batistas do estado do Rio de Janeiro, que são membros das igrejas batistas da Convenção Batista Fluminense, para a sua 110ª Assembleia Anual. A data é 18 a 21 de julho de 2018.

Foto histórica da Primeira Igreja Batista de Teresópolis
Pr. Renato Cordeiro
O orador oficial escolhido pela assembleia anterior é o respeitado e carismático líder evangélico Pr. José Armando Soares Cidaco. É o pastor da Igreja Batista de Barra do Imbuí, na cidade anfitriã.

O Diretor Executivo da Convenção Batista Fluminense é o Pr. Amilton Vargas que, além de coordenar todo o evento, apresenta relatórios de sua gestão do último ano. Este fato é muito esperado, considerando que nos últimos dois exercícios a arrecadação teve uma histórica queda de 49%, limitando em muito as ações dos diretores de todas as áreas.

Fato consolador é que, no mesmo período, o crescimento patrimonial alcançou a inédita cifra de 86% e, com a apresentação de novos projetos, reformas e novas construções, há uma clima de grande esperança no alavancamento do trabalho.

Para o Diretor Executivo (foto abaixo), a crise econômica que se instalou no Brasil tem grande influência na queda do Plano Cooperativo e, acredita o gestor, que esse quadro está mudando e que no próximo ano os índices serão bem melhores.

Pr. Amilton Vargas
Diretor Executivo da Convenção
Para outros líderes, o assunto Plano Cooperativo precisa urgentemente ser estudado, pois, desde que foi criado, não teve qualquer análise em sua eficácia, considerando que outras exigências fizeram com que os setores denominacionais buscassem na igrejas locais mais recursos para seus projetos. Sendo apenas uma fonte para abastecer era de se esperar que em algum setor fosse diminuído o repasse. 

Pr. Vanderlei Batista Marins
Presidente da Convenção Batista Fluminense


O Presidente da Convenção Batista Fluminense é o Pastor Vanderlei Batista Marins e, pela 13ª vez, presidirá a Assembleia, tornando-se um dos líderes que mais vezes a presidiu.

Abaixo você tem o programa que motivará os convencionais a se deslocarem para a gelada Teresópolis, certos de que a aquecida acolhida do povo teresopolitano, sobretudo dos batistas da cidade, fará esquecer o clima gelado da aconchegante cidade serrana.

PROGRAMA PROVISÓRIO DA 110ª ASSEMBLÉIA DA CBF - TERESÓPOLIS

Tema: VIVENDO O REINO DE DEUS
Divisa: "Mas buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça..." - Mateus 6:33
Hino Oficial: Anunciando e Vivenciando o Reino de Deus

1ª SESSÃO
Quarta-Feira – Dia 18/07 – Manhã – 8h00 às 12h00
05. Abertura
10. Composição da Mesa Diretora
15. Expediente e aprovação do programa
10. Nomeação de Comissões
• Renovação do Conselho
• Assuntos Especiais
• Assessoria Parlamentar
• Aprovação de Atas
• Tempo, Local e Orador
• Relações Públicas
• Programa
• Assessoria Logística à Mesa
10. Música AMBF
45. Mensagem Presidencial – Pr. VANDERLEI BATISTA MARINS
120. Relatórios:
1. Informativo do Conselho Gestor
2. Conselho Fiscal
05. Encerramento

2ª SESSÃO
Quarta-Feira – Dia 18/07 – Tarde – 14h00 às 17h00
05. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
10. Música AMBF
45. Mensagem Especial – DIRLEIA GALHARDO CHRISTÓVAM
80. Deliberações – Conselho Fiscal
05. Encerramento

3ª SESSÃO
Quarta-Feira – Dia 18/07 – Noite – 19h00 às 21h30
10. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
20. Música AMBF
10. Relações Públicas
45. Mensagem Oficial – Pr. JOSÉ ARMANDO SOARES CIDACO.
15. Representação Denominacional
05. Encerramento

4ª SESSÃO
Quinta-Feira – Dia 19/07 – Manhã – 8h00 às 12h00
05. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
15. Música AMBF
45. Mensagem Especial – Pr. JOSIMAR DA SILVA ALVES
05. Encerramento

✓ Quinta-Feira – Dia 19/07 – Tarde – 14h00 às 17h00
Congresso de Treinamento e Capacitação

5ª SESSÃO
Quinta-Feira – Dia 19/07 – Noite – 19h00 às 21h30
05. Abertura e Composição da Mesa
05. Expediente
10. Música AMBF
10. Representação Denominacional
60. MENSAGEM NOITE - Pr. LUCIANO RANGEL GOMES
05. Encerramento

6ª SESSÃO
Sexta-Feira – Dia 20/07 – Manhã – 8h00 às 12h00
05. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
45. Mensagem Especial – Pr. ALUIZIO VIEIRA CARDOSO
10. Música da AMBF
80. Relatórios:
1. Tempo, Local e Orador
2. Renovação do Conselho Deliberativo
3. Arrolamento de Novas Igrejas
4. Aprovação de Atas
5. Assuntos Especiais
05. Encerramento

Sexta-Feira – Dia 20/07 – Tarde – 14h00 às 17h00
120. Departamento de Evangelismo e Missões.
Caminhada Evangelística.
Encerramento: Culto na Praça...

7ª SESSÃO
Sexta-Feira – Dia 20/07 – Noite – 19h00 às 21h30
05. Abertura e Composição da Mesa
05. Expediente
10. Música AMBF
15. Representação Denominacional
60. Noite Missionária – DEM –
05. Encerramento

Sábado – Dia 21/07 – Manhã e Tarde – 8h00 às 17h00
ASSEMBLÉIAS DAS ORGANIZAÇÕES
ADIBERJ
JUBERJ
UFMBF
UMHBF
DER

8ª SESSÃO
Sábado – Dia 21/07 – Noite – 18h00 às 20h30
05. Abertura
20. Música AMBF
10. Apresentação e agradecimento da Equipe Local
10. Agradecimentos
30. Mensagem Especial – Pr. SAMUEL AMARO DOS SANTOS
Ênfase: ...
10. Promoção para a Assembleia na ASSOCIAÇÃO GONÇALENSE - 2019
10. Encerramento

Farinha pouca, meu pirão primeiro


Bezerra da Silva gravou a música “Meu pirão primeiro”. Duas estrofes registram assim:

“Farinha pouca, 
Meu pirão primeiro. 
Este é um velho ditado, 
Do tempo do cativeiro. 
E a Chica assim dizia, 
Na hora de preparar. 
Pro pirão ficar gostoso, 
Tem que saber temperar”. 

A ideia predominante no provérbio popular é a seguinte: em tempo de escassez, o primeiro a aproveitar sou eu.

O cristão deve refletir e aprender com o provérbio:
1º - Realça o egoísmo. Eu em primeiro lugar. Que se danem os outros. Não é atitude cristã.
2º - Desconhece a solidariedade. Pensar em si não é pecado, mas esquecer o outro, é. Ser solidário e antônimo de ser solitário.

3º - Anula a lei da semeadura. Sem qualquer conotação de prosperidade interesseira, o fato é que repartir, mesmo em tempos de escassez, é a mais sábia maneira para se ter mais depois. O sábio afirmou: “Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás” - Eclesiastes 11.1. Quem adota a filosofia do provérbio experimenta a tristeza de ver a farinha acabar antes do tempo estabelecido por Deus. Sem farinha, não há pirão.

4º - Promove o materialismo. A cultura do ter predomina. O ser é esquecido. É bom lembrar que “o que você tem, todo mundo pode ter, mas o que você é, ninguém pode ser” - Prof. Lourenço Stelio Rega.

Para o cristão, sempre é tempo de pensar no outro, ainda que tenha pouco para mim. É ser solidário para não deixar o próximo solitário. É semear ainda que as sementes sejam o único estoque. É promover o espiritual e anular o material.

Todos os dias somos confrontados a reler este provérbio: farinha pouca, meu pirão será compartilhado com o próximo.

Série Superando as adversidades - XIX


Veja o lado bom da adversidade. Só enfrenta problema quem está vivo e quem está consciente dos problemas da vida. O único lugar do mundo que não se enfrenta problema é no cemitério. Assim mesmo quem vai levado, quem trabalha, enfrenta também.
            Há quase trinta anos fui visitar com outros pastores um honrado pastor internado num centro de recuperação em função de problemas estruturais. Não o conhecia bem. Todos fomos bem recebidos, menos um que foi saudado como “o diabo”. A razão é que aquele pastor tinha providenciado sua internação ali, nada que o desabonasse. Sem todas as informações, não sabia o que era verdade ou não, na conversa. E aquele humilde pastor, com alegria, informava: “Eu tenho pregado em grandes cruzadas no mundo todo, os programas de rádio, de tv...”. Momentaneamente, perdera ou confundia a consciência. Não sofria!
            No meio de uma grande adversidade, ainda adolescentes, ouvíamos nosso pai dizer: “Peço a Deus saúde e inteligência para enfrentar esse problema e, um dia, ele me dará a vitória”.
            Por que isso acontece comigo? Qual foi meu erro para enfrentar essa adversidade? Por que gente muito pior vive muito melhor? Por quê, por quê, por quê...
            É melhor mudar a questão! Em vez de “por quê?”, “para quê?”. Em vez de “qual a razão?”, “qual a finalidade?”. Certamente sua atitude mental mudará. E você verá a mão de Deus guardando você.
            Quer superar adversidades? Não tente responder os “por quês?”. Responda o “para quê?”.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XVIII

Nossa tendência no meio de uma adversidade é olhar para baixo. Prendemos-nos ao que está ocorrendo e, daí para entrar numa desenfreada atitude de lamentação, é um pulo, como abrir e fechar os olhos.

Paulo dá uma dica: alimente a esperança do céu. Veja o que ele diz: “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” - Filipenses 3.20. Aqui não é nossa morada, aqui não é nossa cidade. Nossa esperança está lá, de lá virá o Salvador. Em outras palavras, quer realçar o apóstolo, “pare de olhar pra baixo, olhe pra cima”.

E é renovador ler a fundamentação de Paulo no verso seguinte: “Ele transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”. O corpo abatido transformado num corpo glorioso. Ele tem poder para sujeitar a si todas as coisas, inclusive nossas adversidades.

Sérgio Pimenta, magistralmente, cunhou a poesia: “Lá, está o meu tesouro, lá, onde não há choro. Onde todos cantaremos juntos hinos de louvor ao Senhor”. Não olhe pra baixo, olhe pra cima.

Quer superar adversidades? Alimente a esperança do céu.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XVII

A adversidade revela nitidamente quanto somos necessitados. Como na velocidade de um relâmpago, o quadro muda o colorido e o que eram lindas cores torna-se negro e sombrio. Nem sempre é a falta de recursos e posses, mas necessidades que se apresentam como algozes prontos a destruir-nos.

Nessas horas, a certeza de suprimento é escora para não cairmos estatelados. E Filipenses 4.19 apresenta: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus”.

Perceba alguns destaques:

1º - “O meu Deus”. Pode parecer presunção do apóstolo, um Deus individual. Mas não é. Presunção seria se dissesse “um Deus meu”. Mas ele diz “o meu Deus”. É fruto de uma experiência pessoal. É o Pai nosso, Deus nosso!
            
2º - “Segundo as suas riquezas”. Ele não depende de apropriar-se de recursos de outros. Ele os tem. E tem em abundância.
            
3º - “Suprirá todas”. Não suprirá algumas. Suprirá todas.
            
4º - “Vossas necessidades”. Atente bem: vossas necessidades, não vossas vontades. Deus não tem compromissos em atender nossas vontades, mas, sim, necessidades. Mesmo que se argumente com o “Ele te concederá os desejos do teu coração” - Salmo 37.4, é bom lembrar que antes tem “Deleita-se também no Senhor”. Os desejos de quem se deleita no Senhor serão naturalmente dentro de sua vontade.

Que necessidade em sua vida a adversidade revelou? Como você encara essa realidade? Que fonte de recursos você tem para atender tais necessidades?

Quer superar adversidades? Creia que Deus suprirá todas as nossas necessidades, não as vontades.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XVI

 


“Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”, Filipenses 4.13, tornou-se um refrão para aqueles que pensam em declarações bombásticas tidas como exercício da fé.

É bom saber que Paulo não exaltava um poder para realizar algo que viesse a lhe trazer vitória ou conforto. Na verdade, o apóstolo apresentava a capacidade para suportar aflições em Cristo.

Veja bem: “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. Este é o verso 12 do capítulo 4, concluindo a ideia no verso 13. Não era poder para realizar feitos, mas, sim, para suportar adversidades.

A cultura evangélica é muito curiosa. Criaram algumas condutas que não se vê respaldo bíblico. Por exemplo: “Eu determino que essa aflição saia da minha vida” e “Eu não aceito que essa adversidade aconteça comigo” são declarações carregadas de imaturidade que só trazem mais problemas para o crescimento cristão. Nem sempre a adversidade terá fim agradável, mas, em Cristo, somos capacitados a suportar. E poderemos dizer: “Posso todas as coisas, ou seja, posso suportar essa aflição”. Ou declarar: “Já aprendi a contentar-me com o que tenho”.

Quer superar adversidades? Aprenda a se contentar com a situação.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XV

A adversidade é uma boa oportunidade para praticar o que não é correto. Alguns, inclusive, confundem ter recebido uma bênção no meio da adversidade, tornando o fardo mais leve, mas, quando se conhece de fato, na verdade, é uma armadilha para a prática do que é incorreto, tendo como pano de fundo sua momentânea necessidade. Alguns, inclusive, assumiram como conduta o famoso jeitinho brasileiro. Para estes, a leitura do livro “Dando um jeito no jeitinho” seria uma boa pedida. O autor é o Pr. Lourenço Stelio Rega, Diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Veja que lição: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” - Filipenses 4.8. E o apóstolo não para por aqui. Acrescenta: “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco” - verso 9.

Ainda que a dor se acentue e o sofrimento aumente, não tente diminuí-los com práticas condenáveis, confie que a nuvem amedrontadora passará. Como afirma Paulo, “o Deus de paz será com você”.

Quer superar adversidades? Não negocie valores éticos.