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Folha Evangélica
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domingo, 5 de novembro de 2017
Aliança - Parte final
Um problema na permanência do
relacionamento conjugal é o aparecimento da decepção. As expectativas criadas,
os projetos idealizados, os sonhos imaginados e os planos traçados vão por água
a baixo em função de uma traição, uma interrupção traumática sem muita
explicação e, para alguns, o golpe é tão violento que parece que o chão se
abriu e a abóbada celeste desceu, sufocando-os.
Certa pessoa confidenciou: “Não há
amor que resista a mentiras, traições e mesquinharias e falta de consideração”.
Que fazer quando isso acontece? Independente de
desdobramentos que terão e até decisões que serão tomadas, a primeira atitude é
perdoar.
Max Lucado é brilhante: “A deslealdade
é ofensiva. A vingança é perversa. Mas o pior de tudo é que, sem perdão, tudo o
que resta é rancor”.
É fato que a pessoa ofendida se vê
como sofredora, perdedora, incapaz, mas, em todos os casos, digno de
misericórdia, ou para alguns, digno de pena, é o ofensor, o provocador daquela
situação.
Uma quadrinha bem pedagógica ensina:
Perdão é prática boa
que traz duplo resultado:
É tão feliz quem perdoa,
quanto quem é perdoado!
Lembre-se da sabedoria judaica: “Se você se
vinga, vai regredir. Se sabe perdoar, vai progredir”.
Sofreu uma decepção? Perdoe,
independente das decisões que tomará.
sábado, 4 de novembro de 2017
Aliança - IV
Ao contrário do que muita gente pensa, não
é o amor que sustenta o casamento. É o casamento que sustenta o amor. O amor de
um homem e uma mulher com dezenas de anos de união conjugal é muito mais
sólido, maduro e consistente do que de um casal jovem. Tivessem interrompido a
relação não experimentariam essa agradável realidade.
O que não deve ser desconhecido é
que o amor anda de mãos dadas com a fidelidade. É como uma linha de trem, dois
trilhos que, muito bem ajustados, garantem a estabilidade do veículo e a
segurança dos passageiros. Qualquer alteração, ainda que bem pequena, num dos
trilhos, coloca em risco toda a viagem.
Assim como o amor e a fidelidade são
como dois trilhos da linha de trem, a fidelidade e a felicidade são como uma
pista de mão dupla. Enquanto se viaja na estrada da fidelidade, a vida retorna
com a pista da felicidade. E como realçava o Pr. Davi Gomes num trocadilho, “Felicidade
começa com Fé”. E fidelidade se relaciona com “Fide”, ou seja, fé. Felicidade é
consequência da fidelidade, aquela não virá sem esta.
A declaração de Thiago Saraiva é
oportuna: “Amar não é sufocar, aliança não é algema, amar é oferecer ao outro
liberdade, respeito e espaço pra crescer e ser feliz”.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Aliança - Parte III
Pensei tratar-se de dificuldades na recepção do áudio, mas logo a seguir completou: “Minto só a 1. Eu assumi esse compromisso duas vezes. Na primeira vez, Deus a levou. Na segunda, a cônjuge me deixou após 9 anos de lutas. Agora, embora em tão pouco tempo, ainda mais vivo tudo que não vivi todos estes anos e espero em Deus até que a morte nos separe do corpo, mas que subamos juntos para o céu”. Imagino que “subamos juntos para o céu” não significa desejo de morrerem no mesmo tempo.
Situação como essa tem sido a experiência de alguns. Que fazer? A sabedoria popular diz, “não adianta chorar o leite derramado”. Agora, é limpar o fogão e seguir em frente. Mas, mas, a vida tem sempre “um mas”, aprender com a situação passada para não cometer possíveis erros cometidos.
E confiar que Deus é o Deus da segunda chance. E até da terceira. E da quarta e de quantas forem necessárias. E ele está sempre disposto e empenhado na ajuda para que o acerto aconteça. Sobretudo com o perdão no caso de falhas cometidas.
Por outro lado, quem não sofre com situação assim, deve compreender o outro e se apresentar como ombro amigo, pois quem sabe a quentura da panela é a cozinheira.
Aliança - II
Como explicar: se todos os casais encontram
razões para se separarem, por que a grande maioria não se separa? Pense em
amigos seus que enfrentaram problemas difíceis no lar, mas estão firmes na
caminhada há muitos anos. Isso prova que é possível todos vencerem esse
desafio.
O que deve ser realçado é que, no
meio da euforia e glamour da festa de casamento, com pompas de ricos, ou na
simplicidade de pobres, há um compromisso assumido.
Compromisso assumido diante de Deus.
Ainda que os envolvidos não professem a fé cristã, interiormente, estão
envolvidos numa esfera espiritual porque, no fundo, acreditam que um ser
sobrenatural pode sustentá-los na caminhada.
Compromisso com um semelhante, o
homem com a mulher e a mulher com o homem. Ninguém acredita que a intenção é “se
não der certo, a gente se separa”.
E o compromisso com a família do outro? Agendas
são acertadas, rotinas alteradas, programas reorientados. Agora, no mínimo,
duas famílias tem suas vidas reprogramadas.
E não se pode esquecer o compromisso
com os amigos que torcem pela união.
Provocar o rompimento da aliança do
casamento é uma irresponsabilidade com Deus e com as pessoas.
Assim como a maioria vence, sua
família pode vencer também! Deus é capaz de edificar sua casa, confie n’Ele.
Aliança - 1ª Parte
Nenhum casal se lança ao desafio de
construir um lar, uma família, com a intenção, e até previsão, de interromper a
caminhada. O que se vê é uma aliança firmada “até que a morte separe”.
Por que, então, muitos lares
enfrentam o problema da separação?
O site “Sucesso no Casamento” apresenta
doze motivos que levam à separação.
1. Desgaste da Vida a dois.
2. Traição.
3. Dinheiro.
4. Pessoas diferentes.
5. Falta de Comunicação.
6. Falta de Intimidade.
7. Falta de Apoio
8. Convivência com um Companheiro Derrotista,
ou seja, “negativo”.
9. Excesso de Controle.
10. Vida Sexual dos Casais.
11. Violência.
12. Falta de um Sonho em Comum.
Caso você sofra a provocação de interromper a
caminhada como lar, é possível que uma, ou quem sabe, mais de uma, das razões
estejam presentes.
É fato que todo casal sempre terá alguns
motivos para a separação. Mas terá muitos mais para permanecerem.
Pode ser folclore a história envolvendo o casal
Graham. Perguntaram a Ruth Graham se algum dia sentiu vontade de se separar de Billy
Graham. Sem pestanejar, respondeu: “Não, nunca tive vontade de me separar, tive
vontade de matá-lo!”.
Sendo folclore ou não, o fato é que eles
venceram, ficaram casados por 64 anos, só interrompendo com a morte dela em 2007.
Você também pode vencer!
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Pertencemos a Cristo - I
Ao escrever sua carta aos cristãos em Roma, Paulo
destaca o fato de terem sido chamados para serem de Cristo, Romanos 1.6.
Todos pertencemos a Cristo, considerando que Ele é Deus. Somos d’Ele por direito de
criação e por direito de redenção. Uma ortodoxa distinção informa que nem todos
são filhos de Deus. E argumenta: filho de Deus é quem crê em Jesus como
Salvador, tendo como pano de fundo o que está em João 1.12, que registra: “Mas,
a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos
que creem no seu nome”.
Sem
querer descobrir chifre em cabeça de cavalo, o fato é que o ser humano, coroa
da criação, não pode ser criatura como qualquer outra, um animal irracional,
por exemplo. Da pena do mesmo Paulo, lemos: “Se alguém está em Cristo, nova
criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” - II Coríntios
5.17. Paulo não diz que “se alguém está em Cristo, é filho de Deus”, mas que é
nova criatura, ou nova criação.
Uma
tendência é concluir que pertencer a Cristo é mérito humano, como se fosse favor
que se faz a Deus, pertencer a Ele. Pertencer a Cristo é muito mais obra d’Ele
do que nossa. Fomos comprados, resgatados.
O desafio dos cristãos é viver como filhos de Deus.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
segunda-feira, 31 de julho de 2017
Milagres
Durante
este mês, o Café foi sobre milagres. Foram destacados alguns que fazem parte
dos registros bíblicos e outros das experiências vividas.
Da série, sinalizamos alguns
ensinamentos:
1.
Deus continua realizando milagres. Ele é o
mesmo ontem, hoje e eternamente.
2.
Deus não tem filhos preferidos e preteridos,
atendendo a uns e não a outros.
3. Embora a fé seja elemento importante, Deus não
atende por causa da fé demonstrada por alguém. Ele o faz por causa de sua
bondade, seu amor e sua misericórdia.
4.
Nenhuma pessoa tem procuração especial de Deus
para realizar maravilhas, todos podem ir ao socorro divino, suplicando-Lhe o milagre.
As orações intercessórias fazem parte de nossa comunhão no corpo.
5.
Não há causa impossível para Deus, somente Ele
dá a palavra final, mesmo quando todas as possibilidades humanas fogem.
6.
A maturidade do cristão reside em buscar a
vontade soberana de Deus nas causas impossíveis, Ele sabe o que é melhor!
7. Ordenar a Deus e exigir d’Ele realizações
revelam como desejamos passar da condição de criatura para Criador, de filho
para Pai, de humano para Divino.
8.
Ter a cura da alma é mais importante do que a
cura física. Todo milagre físico tem prazo de validade, um dia vamos partir.
Creia em milagres! Creia que Deus realiza
milagres. Mas, sobretudo, estabeleça relacionamento com Ele, pois amá-lo por
quem Ele é revela maior maturidade do que pelo que Ele faz!
domingo, 30 de julho de 2017
Águas tranquilas
O Senhor Cristóvão era um pai de família que
enfrentava muitas dificuldades. Hanseniano e diabético, sofria ainda de
obesidade mórbida. Um vizinho nos falou dele como sendo um homem alegre, crente
em Cristo. Quando seu quadro se agravou, foi levado em um carro do Corpo de
Bombeiros para o Hospital de Base de Porto Velho, RO. Ali trabalhava nossa
querida enfermeira Wally Hirschmann (mana e cunhada).
Na mesma época, deu entrada no hospital uma
funcionária pública, em estado gravíssimo. Arrogante, tratava a todos com
rispidez e expulsava quem tentasse lhe levar consolo.
Wally fez amizade com o irmão Cristóvão e
conversava com ele frequentemente, admirando sua coragem e bom humor. Como
podia estar tranquilo, vivendo situação tão grave?
Tanto a funcionária quanto o irmão Cristóvão
faleceram. Ele partiu tranquilamente, sorrindo. Ela, aos gritos desesperados
de: "Eu não quero morrer!".
Wally veio à nossa casa e disse estar
impressionada com a diferença nas atitudes dos dois doentes.
Davi, o rei poeta de Israel, diz que o Senhor,
nosso pastor, "nos conduz a águas tranquilas" (Salmo 23.2).
Cristóvão vivia situações difíceis,
turbulentas, mas o Espírito Santo consolador o levou a águas tranquilas.
O Bom Pastor conhece os perigos que enfrentamos
e nos conduz ao descanso, à tranquilidade.
Que bênção é confiar em Deus!
sábado, 29 de julho de 2017
Ele dá paz
Em casa, impossível viver. Dominado pelos
demônios, anda nu de dia e de noite, dos montes e sepulcros, ecoava sua voz,
sempre apavorante.
Seu corpo marcado pelos cortes com
pedras, nada o detinha, nem cadeias, nem grilhões, deles fazia migalhas. Indomável,
indomesticável. Parece selvagem animal irracional.
De longe, vê Jesus, corre em sua
direção e o adora. Adoração rejeitada, não brota de um coração sincero nem de
liberta alma disposta a obedecer.
Seus dominadores sabem seu destino
final, mas desconhecem o tempo da execução. Rendem-se ao poder de Jesus,
suplicando-lhe pena menor. Ordenados, incorporam-se nos porcos que,
atormentados, se atiram no mar, com grande prejuízo.
Já vi gente assim. Perambula de um
lado para o outro, discursa alternando lucidez e loucura, oscila entre a
amabilidade e violência com rapidez impressionante. Carece de sobriedade, paz
interior e sentido para a vida.
O homem é liberto, experimenta
calma, a sobriedade volta, compõe-se socialmente e seu tino reorientado.
Também já vi gente assim. Os vícios
vencidos, a índole violenta dominada, a alma invadida pela paz, a vida refeita,
torna-se dócil como uma criança.
Jesus expulsa os demônios. Os empresários
de porcos mandam embora Jesus. Há quem valorize mais os porcos do que a pessoa.
Você está sem paz? Corra para Jesus.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Quem é este?
A viagem parecia tranquila. Experientes
condutores, conhecido Mar da Galileia, de fato, lago, e, completando, a
presença de Jesus no barco.
Inicia-se a viagem, o Mestre
aproveita o pequeno tempo e vai à popa tirar uma soneca. De repente, mar agitado, ondas por
cima do barco, pressão total, adrenalina lá em cima e desespero pavoroso atormenta
os destros discípulos.
Mesmo acostumados com os temporais,
aquele é diferente. Há evidências de sobrenaturalidade. Para alguns, forças malignas
tentavam evitar a chegada de Jesus do outro lado, onde se encontraria com um
endemoninhado e o libertaria.
Com medo, correm para Jesus. Parece
ironia: pescadores em apuros no meio do mar pedem socorro a um carpinteiro. Ele
é o refúgio seguro em qualquer circunstância.
A abordagem deles é repreensiva: não
se importa com a gente? Calma e serenamente, ordena: “Cala-te, aquieta-te”. E
impera grande bonança.
Há quem imagine que a presença de
Jesus garanta ausência de temporais. Alguns que obedecer a Jesus é certeza de
inexistência de tempestade. O conforto é que a presença de Jesus e obediência
às suas ordens significam socorro na hora da aflição.
Que temporal você enfrenta agora? Corra para Jesus. Como os discípulos, concluirá: quem é este?
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Chegue perto
De longe, eles gritaram: “Jesus, Mestre, tenha misericórdia de nós”. De
longe, ouviram: “Vão, e mostrem aos sacerdotes”.
Enquanto
iam, foram totalmente curados da lepra. Eram dez.
A
condição em que estavam limitava-os em suas relações com a sociedade. Não
podiam se aproximar, moravam fora do arraial, tinham que se apresentar como “imundos”
e, dependendo de situações climáticas, a distâncias eram diferentes.
Estavam
longe de casa. Longe do sorriso familiar. Longe do abraço fraterno. Longe do
lazer com amigos. Longe de tudo.
Agora,
estão curados. A narrativa não informa se foram mostrar ao sacerdote. Devem ter
ido, era prescrito. Um, entretanto, volta e se apresenta diante do
sumo-sacerdote. Prostra-se aos pés de Jesus com o rosto em terra e agradece.
Era um samaritano.
Preste
atenção: este se aproxima. Não está de longe. Mas, e os nove, admira-se o
mestre? Continuam longe. A ingratidão distancia. A gratidão aproxima.
Ao
que chegou perto, uma palavra especial: “Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou”.
Jesus está sempre no mesmo lugar. Uns se aproximam, outros distanciam-se.
A
cura física tem prazo de validade, mais cedo ou mais tarde, a pessoa parte. A
cura da alma invade a eternidade.
Chegue perto. Vale a pena!
quinta-feira, 18 de maio de 2017
Separação - III
Seguindo com o texto “Dez lições
de vida que explicam por que os casais se separam”, publicado pelo site sobrerelacionamento.com,
destacando que o texto surgiu a partir da experiência do próprio autor,
6ª - Não dizer o que sente.
Lição: Aprendi que mostrar é mais
importante do que falar.
7ª
- Não ter equilíbrio. Lição: Aprendi que o equilíbrio mantém o casal focado e
sóbrio.
8ª
- Não compreender o grau de importância que o outro dá a determinadas coisas.
Lição: Aprendi que é importante conhecer bem a quem se ama se não quiser perder
este amor um dia. Sempre temos que dar o que a pessoa espera ou mais do que ela
espera.
9ª
- Desconfiar. Lição: Aprendi que se você entrou em um relacionamento, você tem
que fazer de tudo para passar segurança a essa pessoa. E você só consegue isso
quando demonstra que confia nela.
10ª
- Não ter um propósito. Lição: Aprendi que quando um casal namora por namorar,
nunca vai chegar a lugar algum. O namoro é meio que um estágio para o
casamento, então tem que ter um objetivo, um propósito. Se o casal não sabe
onde querem chegar juntos, vão se perder um do outro no meio do caminho.
Todo
cônjuge encontra alguns motivos para se separar. E também encontra princípios
para continuar. Ele decide. Lute
pelo seu casamento e evite a todo custo a separação.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Separação - II
O site sobrerelacionamento.com
publicou um texto com o título “10 lições de vida que explicam por que os
casais se separam”. O texto surgiu a partir da experiência do próprio autor.
São
elas:
1ª - Começar da maneira errada.
Lição: Aprendi com isso que quando você se entrega a alguém logo de cara, sem
conhecer a pessoa, sem conhecer sua família, sem conhecer sua índole, você
sempre vai sofrer.
2ª
- Tomar decisões pautadas somente em sentimentos. Lição: Aprendi que se você
quer ser feliz com alguém, tem que aprender a pensar com a cabeça e não com o
coração.
3ª
- Acusar erros do passado. Lição: Aprendi que se você resolver perdoar alguém,
tem que perdoar de verdade e jogar o erro no mar do esquecimento.
4ª
- Não ter paciência para com o outro. Lição: Aprendi que é preciso ter muita
paciência nas coisinhas pequenas, senão uma hora um não vai mais aguentar o
outro.
5ª
- Deixar os defeitos sufocarem as qualidades. Lição: Aprendi que embora todos
tenhamos defeitos, nós precisamos focar na qualidade se quisermos de fato
sermos felizes com alguém.
Todo cônjuge encontra alguns motivos para se separar. E
também encontra princípios para continuar. Ele decide. Lute
pelo casamento e evite a todo custo a separação.
terça-feira, 16 de maio de 2017
Separação - I
Uma
realidade triste no relacionamento familiar é a separação de casais. Inclusive
este mal tem alcançado os lares cristãos.
Três
pastores, em cidades diferentes, com ministérios bem distintos, responderam à
pergunta “Em sua experiência como pastor, preletor e conselheiro de famílias,
quais as causas mais comuns para separação de um casal?”. Seus nomes são
preservados para evitar qualquer relação com situações de seus pastoreios.
O
pastor “A” respondeu assim: “A falta de um dos 3 tipos de amor, pode levar
qualquer um dos outros 2 tipos de amor, se houver, a um estágio insuportável.
Muitos dos que se não todos que se separam o motivo é falta de amor que é
confundido por outros sentimentos até positivos porém análogos ao
imprescindível amor Ágape, Fileo e Eros”.
O
pastor “B” declarou: “Dificuldade em renunciar vontade pessoal e aceitar os
próprios erros tem sido aquilo que mais tenho encontrado. "estou
certo, que se dane o resto".
Do
pastor “C”, temos: “No meu entendimento não existe uma causa isolada. Quando
ocorre separação, ocorre por vários motivos juntos. Mas o que pesa em todas as
crises conjugais e que desencadeia a separação é a incapacidade de praticar o
perdão. Digo para a juventude: "Se você não aprendeu a perdoar, não está
preparado para casar". Vida conjugal é perdão! Sem perdão, há separação,
não é o problema em si”.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
A quentura do lar
Luiz Gonzaga, o Gonzagão,
interpretou a música “Sorriso Cativante”.
A letra é assim:
Quando
chego no meu rancho / Vejo a minha moreninha
De
sorriso cativante / Eu sacudo a poeira da estrada
E
os contratempos da vida / Deixo em lugar distante
Minha
paz está ali dentro / Essa moreninha é meu calmante
Minha
paz está ali dentro / Essa moreninha é meu calmante
Troço
gostoso é o amor / Coisa gostosa é querer bem
É
uma fogueira bem acesa / E a quintura da fogueira só faz bem
Quando
chego perto da morena / Sinto que eu pego fogo, também
Quando
chego perto da morena / Sinto que eu pego fogo, também
Veja
quantos princípios:
Mulher
com sorriso cativante. Receber bem o esposo que chega à casa é uma expressão de
sabedoria. Sorriso cativante é para o homem cansado e estressado um calmante.
Marido que deixa os problemas do lado de fora.
Preservar a esposa e filhos dos problemas que estressam a vida é atitude de
quem alcançou a maturidade.
Certeza que o amor e a relação amorosa
provocam bem estar. Bem estar no corpo. Bem estar na mente. Bem estar na alma.
A diferença entre um rancho ou uma choupana e
um palácio pode ser bem maior do que a diferença social. Pode ser uma questão
de temperatura, enquanto a casa, construção, gera frieza, o lar gera aquecimento.
É a quentura do lar.
domingo, 14 de maio de 2017
Mãe, seja mãe
“Minha mãe foi a mulher mais bela
que jamais conheci. Tudo o que sou, devo à minha mãe. Atribuo todos meus
sucessos nesta vida ao ensino moral, intelectual e física que recebi dela” - George
Washington.
Todos reconhecem, e devem
valorizar, as múltiplas funções de uma mulher, algumas vezes fisicamente
frágeis, em favor daqueles e daquelas que saem de seu ventre. Tal reconhecimento,
em alguns casos, hiperbólico, leva ao equívoco como no provérbio judaico: “Deus
não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães”. Logicamente,
nenhuma mãe sensata aprova-o.
Bem
semelhante no equívoco, Barbosa Filho declara que “Ser Mãe é assumir de Deus o
dom da criação, da doação e do amor incondicional. Ser mãe é encarnar a
divindade na Terra”.
Para
Oriana Fallaci, “Ser mãe não é uma profissão; não é nem mesmo um dever: é
apenas um direito entre tantos outros”.
Na
verdade, o que o filho e a filha querem, ainda que sejam adultos, é que a mãe
seja mãe. Mesmo quando lhes ensina a lição como exímia professora, acompanha na
enfermidade como eficiente médica ou castiga como autoridade superior, eles
querem ver o sorriso, o carinho, o colo que nenhum outro ser pode promover, só
a mãe.
Mãe, seja mãe de seus filhos, eles desejam isso, eles
precisam disso!
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