quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Comentários no blog

Rebel Soul disse...

Por favor, aproveche esta época navideña para pedir la liberación y anulación de la sentencia de muerte Youcef Nadarkhani por ser un cristiano en Irán http://bit.ly/u9io0G

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Pastor Yousef Nadarkhani deve continuar preso por pelo menos mais um ano


O chefe do judiciário no Irã, Sadegh Larijani, pediu o adiamento do julgamento do pastor Yousef Nadarkhani. Segundo informações do site A Su Nombre Gloria Nadarkhani deverá permanecer na prisão por mais um ano.

O tribunal do Irã pediu para que o julgamento fosse atrasado e que durante esse período o pastor continue detido.

A intenção do atraso é dispersar a atenção internacional do caso, que vem causando diversas manifestações pelo mundo, uma vez que diversas autoridades internacionais já se manifestaram a respeito da soltura do cristão dizendo que o Irã estaria ferindo aos direitos humanos de crença.

Segundo o advogado de Nadarkhani, a sentença de morte do pastor provavelmente será confirmada, pois o aiatolá Ali Khamenei, líder do Supremo Tribunal iraniano, faz parte da alta autoridade dos políticos religiosos xiitas e deve confirmar a sentença já dada pelo tribunal de Gilan baseada na Lei Sharia.

Nadarkhani está preso desde 2009 sob a acusação de apostasia, por ter se desligado do Islã e se convertido ao cristianismo. O pastor tem sido assediado por autoridades muçulmanas para voltar ao islamismo, porém ele não aceitou negar sua fé em Jesus nas quatro chances dada pelas autoridades iranianas, o que o levou a ser condenado ao enforcamento.

Fonte: Gospel+

http://noticias.gospelmais.com.br/pastor-yousef-nadarkhani-deve-continuar-preso-mais-um-ano-28620.html

Ganhe um “Mulligan”


Por Robert J. Tamasy

Embora não jogue golfe, existe um aspecto do jogo que me atrai: o “mulligan”. Em um jogo amistoso os competidores recebem uma segunda chance para dar uma tacada - dar um mulligan. Pode acontecer depois de uma tacada muito ruim ou é simplesmente dada pelos demais jogadores para que a pessoa tente pela segunda vez passar por um ponto crítico do percurso. Em qualquer evento, o mulligan – o “faça outra vez” – é uma chance para corrigir uma tacada infeliz. 

Seria muito bom se, de tempos em tempos, a vida nos oferecesse um mulligan, não é? Uma oportunidade para avaliar uma decisão ou ação específica e concluir: “Eu não gosto do resultado. Posso tentar outra vez?”

Ao terminar mais um calendário anual você pode estar desejando que lhe ofereçam um mulligan para algo que você fez: uma decisão financeira desagradável, um relacionamento danificado, uma escolha profissional deficiente, uma estratégia ou plano de negócios mal concebido ou oportunidade desperdiçada. “Posso fazer de novo?”, você gostaria de poder perguntar. 

Infelizmente, pelo menos até que inventem a máquina do tempo, não podemos voltar atrás. A vida não oferece a chance de “fazer outra vez”, nem nos convida a “dar um mulligan”. Devemos enfrentar e viver com as consequências das nossas decisões e ações erradas, bem como colher os benefícios do que fizemos corretamente. Apesar disso, quando um ano termina e outro está para começar, não podemos deixar de fazer uma “revisão”, avaliando o que foi e o que não foi tão bom assim nos últimos 12 meses.

Assim, enquanto celebramos os triunfos no ano que passou e sacudimos de nossos ombros os fracassos, eis alguns princípios extraídos da Bíblia que nos podem ser úteis: 

Não se deixe distrair. Atualmente as pessoas têm grande prazer em realizar múltiplas tarefas. Mas diz o ditado que se você se torna “pau para toda obra” geralmente acaba por não dominar nenhuma. Determine o que você faz melhor e se concentre nisso. “Suporte comigo os meus sofrimentos, como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado se deixa envolver pelos negócios da vida civil, já que deseja agradar aquele que o alistou” (2Timóteo 2.3-4). 

Concentre-se em um propósito preponderante. Por que você está aqui? Qual seu propósito? Estas perguntas o capacitarão a se concentrar. “Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, para isso já fui conquistado por Cristo Jesus” (Filipenses 3.12). 

Olhe adiante, nunca para trás. Um corredor que olha frequentemente para trás não corre em linha reta. De igual modo, se continuarmos a olhar o que está no passado e não o que vamos encontrar no futuro, provavelmente nos desviaremos do objetivo. No mínimo o ritmo de avanço será menor. “Porém, uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que esta na minha frente” (Filipenses 3.13). 

Tenha em vista o final desejado. O fracasso não é necessariamente o fim: ele pode nos instruir quanto ao que mudar ou fazer melhor, nos ajudando na busca pelo sucesso. “Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus” (Filipenses 3.14).   

Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani.Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com) 

JUBERJ disponibiliza acesso no recesso da CBF

Amados Irmãos,
No período de 26/12/2011 (segunda-feira) até 30/12/2011 (sexta-feira), a CBF (Convenção Batista Fluminense) entrará em recesso, logo, o escritório da JUBERJ, não irá funcionar. Sendo dia 31/12/2012 um sábado e dia 01/01/2012 um domingo, iremos retomar às nossas atividades normais no dia 02/01/2012 (segunda-feira).
Caso o irmão (ã), queira nos contactar, poderá enviar um e-mail para juberj@juberj.com.br ou entrar em contato conosco através dos telefones do Pastor Felipe Oliveira (Secretário Geral) (21) 9600-6105; (21) 8154-6067. Ou entrar em contato com o Irmão Hugo Viana (Secretário Administrativo) (21) 9600-6112; (21) 8181-2176.
Desejamos aos irmãos um Feliz Natal de Jesus e as mais ricas bençãos do céu.
Deus abençoe,
 
 
Pastor Felipe Oliveira
Secretário Geral da JUBERJ

3 SINAGOGAS, 2 IGREJAS CATÓLICAS, 2 TEMPLOS EVANGÉLICOS, 1 CENTRO ESPÍRITA

Ainda pessoas, ao redor do mundo, se enfrentam, apesar de suas religiões pregarem o amor. São pessoas que entenderam errado a mensagem certa que ouviram ou entenderam certo as mensagens erradas que lhes comunicaram.
Então, saudemos o nosso país e continuemos a fazer dele a casa da liberdade de expressão e da tolerância de culto.
A ilustrar a convivência, cito o quadrado onde vivo.
Em duas quadras, os católicos romanos cultuam em dois templos. O mesmo fazem os judeus, que encontramos de quipá pelas ruas, em três sinagogas. Quase ao lado de uma delas, um centro espírita se ergue em vários andares. A poucos metros de outra delas, os membros de uma igreja batista (a minha) celebram seus cultos, cujos cantos poderiam ser ouvidos pelos participantes de uma igreja pentecostal, não fossem as proteções acústicas.
Esse quadrado é um tributo à liberdade. Abençoado seja.
Abençoado seja porque é um símbolo do Brasil.
Brasil que seria um lugar ainda melhor para se viver, se a corrupção não fosse uma fábrica de desigualdade.
Desigualdade que seria menor se as religiões, além de cultuar, pregassem mais o valor de uma vida íntegra para todos os seus integrantes.



Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

domingo, 25 de dezembro de 2011

É Natal!

O VERBO

Natal é alimento.
E perece.
A festa termina.

Natal será alimento
Que permanece,
Firme como uma colina,

Se nos fizer pensar
No que Lucas quis
Com o "não havia lugar".

Bela e breve como uma flor de lis,
A frase é sobre o momento
De Deus em gente se tornar,

Para nos perguntar
Se nosso coração é matriz
Para o outro em sua condição abraçar.

Natal é para ficar
Como força motriz
De quem está disposto
O duro verbo aprender:
Como Deus, amar.

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pastor com "P" Maiúsculo

Em junho de 2005, escrevi e publiquei o texto abaixo. Resolvi republicá-lo.
Resgato uma dívida com esta crônica. Dívida comigo mesmo. Devia ter saído há mais tempo. Como creio no que está em Eclesiastes 3, descanso que este é o tempo.
Na década de 80, lá se vão mais de 20 anos, fomos numa visita ao Lar Batista em Rio do Ouro. Aproximadamente, 10 membros da Igreja Batista de Cachoeiro de Cardoso Moreira, na Kombi da Igreja. Na volta, dois pneus furados atrasaram a viagem e o tempo para compromissos noturnos tornava-se cada vez menor. Procurando imprimir maior velocidade, numa lombada, nosso pastor com “P” maiúsculo ultrapassou um caminhão velho que se arrastava como uma tartaruga, carregado de lenha. Nenhum perigo, pois a velocidade da Kombi era bem maior. Estrategicamente estacionada, estava uma viatura policial. Kombi parada, o policial apresenta a irregularidade, informa a necessidade de multa. O pastor com “P” maiúsculo explica os motivos em função do atraso, reconhece o erro, aceita a punição, mas, surpreso, ouve do policial: “Ué, o senhor vai dar dinheiro pro estado?”. Você entende a proposta, não entende? Mais surpreso fica o policial quando nosso personagem responde com autoridade: “Sim, é o estado que paga vocês, que faz estradas, e nós não aprovamos propina, somos crentes e, quando erramos, precisamos nos arrepender e pagar pelo erro!”. Imagine a face do policial! Devolve os documentos, coloca-se à disposição para ajudar na informação, pelo rádio, aos familiares e libera o veículo, desculpando-se.
            Outras histórias do pastor com “P” maiúsculo há que merecem aplauso, mas o espaço não permite. Apenas de passagem: era capaz de pregar na Congregação na zona rural e deixar, na sede, o seminarista (este era eu!), dividir sua refeição com necessitados, dar banho em doentes idosos e por aí vai. Tem muito mais, mas fiquemos com essas!
            Não nego que há estreita relação entre nós. O pastor com “P” maiúsculo foi instrumento de Deus para me encaminhar ao Seminário, realizou meu casamento com Ilcimar, promoveu com a Igreja o concílio que me examinou e a conseqüente consagração, deu-me oportunidade de ser seu auxiliar (apenas 5 meses), pregou em minha posse na Batista do Braga em 1989, é meu pastor até hoje.
            Seu nome: Josué Garcia Cerqueira. Casado com a profª Carmem Lúcia de Aguiar Cerqueira. Três filhos: Niander (pastor), Ana Lúcia e Josiane (casadas com vocacionados ao ministério). O significado de seu nome é o “Senhor salva” e é o mesmo nome hebraico para Jesus. Não podia ter ética diferente, podia?
            Obrigado, pastorzão com “P”.

Nota: Pr. Josué Garcia Cerqueira foi para o céu no dia 10 de dezembro último.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A FIFA deveria anular a final do mundial

            Por conta de uma enfermidade, não estive no templo domingo de manhã, dia da final do mundial entre Santos e Barcelona. Assim, pude ver a partida. O 1ª tempo, na íntegra. O 2°, parcialmente, pois participei do culto pela internet. Na madrugada de segunda, vi o final em reprise.
            Não sou cronista esportivo, mas arrisquei-me a escrever sobre. De repente, para você, é o maior besteirol.
Assim que terminou a partida, pensei: esse jogo deveria ser anulado pelas seguintes razões:

1ª - O Barcelona não é deste planeta. Ou, no mínimo, os jogadores são prestidigitadores, ilusionistas. Mas fazem isso com os pés, a cabeça, as coxas, o peito, com verdadeira ojeriza a canela. Com as mãos, só o goleiro, assim mesmo raramente. Havia momento que nem a gente conseguia ver a bola, isso é coisa de mágico, sobrenatural.

2ª - O Barcelona entrou em campo, no mínimo, com 22 jogadores. Parecia ser mais. Era impressionante, em todas as partes do campo, havia dois, três e até quatro jogadores. Num momento, dividi mentalmente o campo em oito partes. Um lance rápido. Foi surpreendente, em cada parte havia de quatro a seis jogadores. Isso não é permitido.

3ª - O Barcelona não vai a campo jogar futebol. Ao adentrarem as quatro linhas, eles querem dar show. Isso não é para estádio, sim, em teatro, casa de cultura, espaços de arte, centros de convenções, ginásios. Estádio é lugar de xingamentos de jogadores e técnicos, botinadas, faltas violentas, carrinhos tipo voadoras, cusparada em rosto de juiz, técnicos descontrolados.

4ª - O Barcelona não tem como objetivo fazer gol. O que é a essência do futebol e a alegria dos torcedores é desprezado pelo time. Não escalam atacante, um matador. Todo time tem que ter, pelo menos, dois. Isso é um desrespeito às táticas dos treinadores, principalmente brasileiros. Sinceramente, nem sei como fazem tantos gols. Imagino que pensam assim: a maneira que temos de dar uma parada para rir um pouco é ultrapassar a bola debaixo daquelas hastes vertical e horizontal, preferencialmente bem devagar não ferindo ou sujando a rede.

5ª - O Barcelona não é um time de futebol, é uma orquestra. A bola não é instrumento para ser chutado, é para ser tocado. Para ser honesto, acho que vi dois chutes, o resto era toque. E toque. E toque. E toque... Ora de maneira lenta, ora ritmado, ora pra frente, ora pra trás, ora pro lado direito, ora pro lado esquerdo, de três dedos, de um dedo, de seis dedos. E tudo isso harmônica e afinadissimamente, sem reclamações, sem xingamentos. Ah, fala sério, não são jogadores de futebol, são músicos, artistas. Acho que nem em concerto se consegue dar mais de 700 toques.
            Já que não acontecerá a anulação da partida, pensei numa forma para vencer o Barcelona: o tempo da partida seria de 270 minutos. A cada 90, entraria outra equipe, mas o Barcelona continuaria. Imagino que após 200 minutos eles cansariam e poderiam ser vencidos, pois não se cansam com 90 minutos.
            Ah, em tempo: só vi jogar assim duas equipes: o Flamengo de Zico e a canarinho de Telê, nem o carrossel holandês era igual.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Para rir um pouco

Não sei se é verdade, mas é interessante!

ACONTECEU  LÁ  NAS  MONTANHAS  DE  MINAS
 SENTENÇA INUSITADA.

Esta aconteceu em Minas Gerais (Carmo da Cachoeira):

O juiz Ronaldo Tovani, 31 anos, substituto da comarca de Varginha, ex-promotor de justiça, concedeu liberdade provisória a um sujeito preso em flagrante por ter furtado duas galinhas e ter perguntado ao delegado: 'desde quando furto é crime neste Brasil de bandidos?'

O magistrado lavrou então sua sentença em versos:

No dia cinco de outubro
Do ano ainda fluente
Em Carmo da Cachoeira
Terra de boa gente
Ocorreu um fato inédito
Que me deixou descontente.

O jovem Alceu da Costa
Conhecido por 'Rolinha'
Aproveitando a madrugada
Resolveu sair da linha
Subtraindo de outrem
Duas saborosas galinhas.

Apanhando um saco plástico
Que ali mesmo encontrou
O agente muito esperto
Escondeu o que furtou
Deixando o local do crime
Da maneira como entrou.

O senhor Gabriel Osório
Homem de muito tato
Notando que havia sido
A vítima do grave ato
Procurou a autoridade
Para relatar-lhe o fato.

Ante a notícia do crime
A polícia diligente
Tomou as dores de Osório
E formou seu contingente
Um cabo e dois soldados
E quem sabe até um tenente.

Assim é que o aparato
Da Polícia Militar
Atendendo a ordem expressa
Do Delegado titular
Não pensou em outra coisa
Senão em capturar.

E depois de algum trabalho
O larápio foi encontrado
Num bar foi capturado
Não esboçou reação
Sendo conduzido então
À frente do Delegado.

Perguntado pelo furto
Que havia cometido
Respondeu Alceu da Costa
Bastante extrovertido
Desde quando furto é crime
Neste Brasil de bandidos?

Ante tão forte argumento
Calou-se o delegado
Mas por dever do seu cargo
O flagrante foi lavrado
Recolhendo à cadeia
Aquele pobre coitado.

 E hoje passado um mês
De ocorrida a prisão
Chega-me às mãos o inquérito
Que me parte o coração
Solto ou deixo preso
Esse mísero ladrão?

Soltá-lo é decisão
Que a nossa lei refuta
Pois todos sabem que a lei
É prá pobre, preto e puta...
Por isso peço a Deus
Que norteie minha conduta.

É muito justa a lição
Do pai destas Alterosas.
Não deve ficar na prisão
Quem furtou duas penosas,
Se lá também não estão presos
Pessoas bem mais charmosas.

Afinal não é tão grave
Aquilo que Alceu fez
Pois nunca foi do governo
Nem seqüestrou o Martinez
E muito menos do gás
Participou alguma vez.

Desta forma é que concedo
A esse homem da simplória
Com base no CPP
Liberdade provisória
Para que volte para casa
E passe a viver na glória.

Se virar homem honesto
E sair dessa sua trilha
Permaneça em Cachoeira
Ao lado de sua família
Devendo, se ao contrário,
Mudar-se para Brasília.

Há solução para as nossas aflições

           Impactado pelo desconforto da enfermidade, em Aracaju, lembrei-me do sermão pregado no domingo anterior, antes de viajar. Foi um grande conforto. Pensei comigo: se não serviu para ninguém no dia, está servindo muito pra mim hoje.
            Abaixo o esboço:
O texto motivador: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo" - João 16:33.
            No meio de uma aflição, nossa capacidade de raciocínio diminui. E, nessas horas, somos tendentes a concluir de maneira errada: 1ª - Deus está me castigando. 2ª - Que eu fiz de errado para merecer isso? 3ª - Eu não vou suportar essa aflição! 4ª - Não há solução para a minha aflição!
            1º - Toda aflição na sua vida tem um limite. “Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos” - II Co 4.8-9. Leia ainda I Co 10.13.
2º - Deus cuida carinhosamente de você. “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” - I Pedro 5.6-7. Leia Mateus 6.25-34.
3º - Deus traçou um caminho solucionador para você. Leia Filipenses 4:4-13. Destaco: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus... Tudo posso naquele que me fortalece”.
            Isaías 40.21-31 é muito confortador. Destaco: “Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O Senhor é o Deus eterno, o Criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto, sua sabedoria é insondável. Ele fortalece ao cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam”.
            Concluí assim: “Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz”. Que coisas ele disse? O Espírito Santo estará em você e será seu Consolador. “Neste mundo vocês terão aflições” - Realidade da vida humana. “Contudo, tenham ânimo!” - Encorajamento. Não baixe a cabeça!. “Eu venci o mundo" - Na sua vitória, seremos vitoriosos.
            I Coríntios 15.57: “Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. Romanos 8.37: “Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Recuperação

Nos últimos dias, estou me recuperando de um probleminha de saúde, literalmente de perna pro ar, parte do repouso para cura da erisipela.
Esperamos ainda hoje voltar com as postagens.