terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

A desistência de Rafael Peçanha e o “El Rafá”


Pr. Neemias Lima*

            
O final de semana passado foi marcado pela decisão de Rafael Peçanha de não participar do pleito eleitoral deste ano, diga-se de passagem, nem para vereador nem para vice-prefeito e prefeito. Analistas acreditam que ele teria garantida a reeleição para vereador e grandes chances de se eleger prefeito. Não reflito aqui essa questão.

O motivo apresentado pelo edil está no terceiro parágrafo de sua “Carta ao Povo de Cabo Frio:



Minha família havia me pedido que não me candidatasse. Que não abandonasse a carreira acadêmica. Que não deixasse de lado os concursos para os quais, com muito suor, havia sido aprovado e empossado. Que não tornasse secundário o cuidado da minha saúde, desde sempre temerosa, diante de um histórico familiar de cardiopatias. Naquele momento, chamei para mim a responsabilidade de negar o clamor de quem me amou desde sempre e disse não ao que me foi solicitado, entrando de cabeça numa campanha sem recursos, que contou com a militância de uma categoria e a força de uma ideia”.

Em síntese: família e saúde. Reflito aqui essa questão.

Primeiro, aplaudo Rafael pela decisão. Decisão corajosa, demonstrando que não foi picado pelo vírus da politicagem. Este exemplo sinaliza que fazer política para ele é cumprir uma missão em prol da população. Originalmente, “político é aquele que se dedica ao governo da polis (cidade), assumindo o bem comum acima dos interesses individuais”. Infelizmente, para muitos, quiçá a maioria, essa origem foi desvirtuada.

Segundo, família. Aqui está o bem, humanamente falando, mais precioso que o ser humano tem. Nada se compara ao valor da família. Ouvir e envolver a família no projeto político é mais um exemplo de sabedoria. Infelizmente, experiências em profusão mostram que, após ingressarem na vida pública, muitos abandonam esse ideal e não são poucos que assumem mais de uma família, provocando feridas que nunca serão totalmente curadas.

Terceiro, saúde. A saúde não está acima da família como bem maior, humanamente falando, porque é melhor ser um doente com uma família saudável do que um saudável com uma família doente. O ideal é lutar para que as duas áreas sejam saudáveis e a família é a primeira a perceber os distúrbios que surgem na saúde de alguém que se envolve de corpo e alma, como parece ser o caso, num projeto de vida.

Rafael tem origem no nome hebraico “El Rafá”. Significa o “Deus que cura, ou cura de Deus”. Extraio da Bíblia um fragmento e desejo ao vereador: “Eis que eu trarei a ela (ele) saúde e cura, e os (o) sararei, e lhes (lhe) manifestarei abundância de paz e de verdade” - Jeremias 33.6.

Nosso desejo e esperança é que o “El Rafá” alcance Rafael, concedendo-lhe plena saúde e que, em tempo recorde, volte a cumprir uma de suas missões que iniciou e interrompeu com a mesma galhardia.

*Pastor da Igreja Batista do Braga. Suas pregações acontecem às quartas-feiras, 19h 29min, e aos domingos, 9h 29min e 19h. O templo fica localizado na Rua Omar Fontoura, 117 - Braga - Cabo Frio (em frente à antiga Central Municipal de Marcação de Consultas).

Se desejar ler outros textos, acesse www.batistadobraga.org.br e www.prneemiaslima.blogspot.com

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Anne Lou Bagby: “Meu pai obedecia a todas as regras de governo, de igreja, mas escolhas pessoais, ele tinha liberdade de fazer o que queria, sem preocupar-se tanto com os outros!”

Anne Lou Bagby, ao centro, com o pr. Lourenço Stélio Reggae, Pr. Sócrates de Oliveira e Pr. João Soares da Fonseca e outros líderes na Assembleia Convencional em Goiânia

Neemias Lima*

Por onde caminhava, sua simpatia atraía todos e seu sorriso contagiava os que se aproximavam dela. Ela percorreu os corredores do Centro de Convenções de Goiânia, visitou stands de joias, folheou livros e posou para fotos com todos os que se apresentavam.

Estava muito à vontade entre os convencionais a americana brasileira ou brasileira americana, Anne Lou Bagby ou, como gosta de ser chamada, Ana Lu. Neta de William Buck Bagby, um de nossos pioneiros, sua presença era parte das comemorações do centenário dos batistas goianos, já que seu pai TC Bagby foi pastor da Primeira Igreja Batista de Goiânia e ela batizada nesta Igreja.

Com a mesma simpatia e espontaneidade, deu entrevista exclusiva e você acompanha abaixo.

Irmã Ana Lu, como avalia e se sente ter uma ligação tão forte com os batistas brasileiros?
Em tenho uma herança que só Deus pode dar-me, tem sido uma bênção imensa para mim ter nascido no Brasil e o contato desta assembleia me segue abençoando para ver o que os batistas estão fazendo em seu tempo para a obra de Cristo.

A irmã nasceu em São Paulo... Fale um pouco sobre isso.
Bom, os meus pais tinham cinco filhos quando o irmão nasceu antes de mim. A Igreja de Vila Mariana fez uma grande festa pelo nascimento dele. Eu cheguei um ano e pouco depois, foi uma surpresa para meus pais, meu pai estava com cinquenta anos. Sempre tive boa saúde aqui. Quatro irmãos cursavam a universidade nos Estados Unidos. Tive o privilégio de frequentar a Igreja de Vila Mariana, iniciada por meu pai, e frequentei o Colégio Batista, que minha avó começou em São Paulo. As duas instituições ainda estão fortes depois de quase cem anos, a Igreja de Vila Mariana não tem 100 anos, mas o colégio, sim.

Seu pai foi pastorear a PIB de Goiânia e a irmã foi batizada i?
Ele disse que Deus tinha lhe dirigido para vir para o estado de Goiás, que era o futuro do Brasil, naquele tempo, no mapa do Brasil, só havia uma quadra dizendo que Brasília ia existir no futuro. Por três dias, viajamos de trem, demorou muito chegar aqui. Foi um tempo muito feliz, os jovens da Primeira Igreja eram muito amigos meus e de meu irmão. Eu cresci em Jesus e quando me apresentei para o batismo, eu estava com medo de dizerem que eu não merecia. Meu irmão era bom e eu um pouquinho aventureira - rsrsrsrsrs. Fiquei muito feliz quando a Igreja votou aceitar-me como membro.

Em que ano aconteceu seu batismo?
Foi mais ou menos em 1948, 49, não me lembro bem, acho que está na ata da Igreja.

No Brasil, não é comum perguntar a idade da mulher, eu não vou perguntar sua idade...
Obrigada...

Mas poderia dizer o ano em que nasceu?
Risos... Não! O Senhor sabe matemática, vai descobrir fácil... rsrsrsrsrs. Eu já passei dos oitenta...

Que isso! Está muito bem! Está muito saudável!
Pois é, isso é suficiente, é bom para todos sobre minha idade. Nem todo mundo é igual, depois dos anos, Deus nos dá saúde, eu não posso dizer que minha saúde é produzida por mim, eu tento me cuidar, meu marido aos quarenta e três anos era médico e temos muitos médicos na família e quando preciso de alguma atenção, eles me dão.

Há uma curiosidade sobre seu pai adotar “TC Bagby” e não o nome completo...
Bom... seus pais lhe deram o nome para honrar o companheiro missionário que se chamava Taylor, mas o meu pai não gostava do nome dele, porque, em Inglês, Taylor significa alfaiate. É um nome bonito, mas ele decidiu ser chamado, “TC”, as iniciais que ele tinha, e, também, ele decidiu que era mais brasileiro “TC” (Tê Cê), em vez de “Ti Ci”. Em realidade, não sei se todos sabem, ele depois dos sessenta e poucos anos decidiu que ele devia de ser brasileiro, porque ele estava alcançando brasileiros, então ele rejeitou a nacionalidade americana.

Ele não tinha dupla cidadania, adotou só a cidadania brasileira?
Exatamente. A minha mãe sempre dizia depois disso: “eu me casei com um americano”. Mas ele deixava passar, ela era só americana. Minhas amigas brasileiras me diziam que tinham muita admiração por meu pai porque ele escolheu ser brasileiro.

Eu soube também que ele era meio fora da curva, não se preocupava com o que pensavam...
Ele não se preocupava nada com que os outros pensavam, a não ser que fosse algo que não ajudaria o seu ministério. “Ele obedecia a todas as regras de governo, de igreja, mas escolhas pessoais ele tinha liberdade de fazer o que queria, sem preocupar-se tanto com os outros”. Quanto aos perigos, ele dizia que a vida dele estava nas mãos de Deus, e Deus dava liberdade para ele nadar onde quisesse, o dia dele não havia chegado.

E ele nadava em lugares arriscados...
E salvava muitas vidas nadando, porque quando moravam na Ilha de Guarujá, os visitantes vinham sem conhecer as ondas, então buscavam meu pai, o pastor, para ele salvar o pessoal que estava afogando, ele era forte.

Como a irmã percebe hoje o Brasil Batista, participando e sendo homenageada aqui na Assembleia?
Eu percebo que vocês tem a força, o ânimo, a iniciativa que só vem do alto, não vem dos americanos, vocês tem a sua própria direção, eu estou impressionada, sinceramente, com o que estou vendo, mobiliário, literatura produzida por brasileiros... de certa maneira, estamos precisando que alguns de vocês nos ajudem lá na América, porque aqui é outro mundo, é outro mundo.

A realidade cristã americana hoje é de esfriamento?
Eu acho que sim. Nem sempre, eu estou numa Igreja firme, uma igreja que tem sido fiel todos os anos, mas tem igrejas que estão saindo da fé da Bíblia, dos ensinamentos da Bíblia e espero que aqui todos estejam firmes no que a Bíblia ensina acerca de muitos assuntos.

A irmã é membro de que Igreja?
Eu sou membro da Primeira Igreja Batista de Dallas, é muito grande, histórica, e o meu avô, William Bagby, era amigo, companheiro de escola do pastor de lá, Pr. Truedy. Quando ele veio aqui, meu pai viajou com ele e o traduziu por um mês.

Nós nos sentimos honrados com a história que vocês escreveram aqui...
O coração do brasileiro em se lembrar de me agradecer também me inspira com suas vidas, eu estou vendo que Jesus continua trabalhando em seu meio, abençoando vocês.

Considerações finais
Foi um prazer conhecer você. Thank you, ops, muito, muito obrigado. Até que Ele volte!

*Pastor da Igreja Batista no Braga em Cabo Frio.

sábado, 25 de janeiro de 2020

Pastor João Marcos Mury reaparece depois de oito dias desaparecido

A nota divulgada hoje pela manhã pelo Pr. Samuel Mury de Aquino, irmão do Pr. João Marcos Mury de Aquino (foto), trouxe grande alívio para todos que sofriam há uma semana com o seu desaparecimento.

A nota apresenta uma palavra de gratidão e a promessa que, no tempo certo, todas as informações necessárias serão prestadas em respeito a todos que se envolveram com o drama da família.

O importante é que o querido Pr. João Marcos apareceu e está bem.

Leia a nota na íntegra:

Meus amigos e irmãos em Cristo
Graça e Paz!
Em respostas às orações do povo de Deus, meu irmão retornou e está comigo.
Este é um momento de acolhimento e de ajuda.
Temos muitas perguntas e questionamentos todos temos e sabemos que  no momento oportuno tudo será esclarecido. 
Em nome da minha família quero agradecer a todos indistintamente pelo apoio, carinho e que sofreram conosco durante esta semana.
Agradeço a todos que se colocaram à disposição para nos ajudar, que Deus a todos abençoe. 
Vimos o quanto uma família sofre quando tem um dos queridos desaparecido.  Só pela graça de Deus para prosseguir.
Temos  certeza, que meu irmão está conosco pelo poder da oração. 
Em Cristo Jesus
Um Grande abraço a todos .


Pr Samuel Mury

Dinamismo da Vida!


quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Para celebrar ou para chorar?



            No último dia 13, o jornal Folha de São Paulo publicou pesquisa do Instituto Data Folha sobre a questão religiosa no Brasil. O levantamento foi feito nos dias 5 e 6 de dezembro passado, com 2.948 entrevistados em 176 municípios de todo o país e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
            Numa síntese, os dados são: 50% dos brasileiros são católicos, 31%, evangélicos e 10% não têm religião. Espíritas são 3%. Umbanda, Candomblé ou outras religiões afro-brasileiras: 2%. Outra: 2%. Ateu: 1%. Judaica: 0,3%.
Considerando o segmento cristão, 81% da população são de cristãos.
Uma questão intrigante: os dados são para celebrar ou para chorar?
Reflita um pouco:
1.    Que cristianismo é esse que faz vista grossa para o fato de, em 2018, 10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobreviverem com 51 reais mensais, em média, e, para os 30% mais pobres, o equivalente a 60,4 milhões de pessoas, a renda média per capita subia a apenas 269 reais?
2.    Que cristianismo é esse que produz corruptos envolvidos nos desvios de bilhões e que são apanhados em flagrante pela Lava Jato (maldosamente, parte da mídia só identifica alguns evangélicos)?
3.    Que cristianismo é esse que aceita os filhos de ricos estudarem em escolas privadas, a preço de ouro, nos anos iniciais e desfilarem fogosamente nas melhores universidades públicas enquanto os filhos de pobres fazem o caminho inverso?
4.    Que cristianismo é esse que não chora com os que choram, mas sorri efusivamente nas celebrações sobretudo que envolvam magnatas e ricos da sociedade, alguns acumulando riqueza produto da desonestidade?
Diante do quadro que presenciamos no Brasil, é hora de chorar e não celebrar, até porque, se nos voltarmos para o evangelho, encontraremos a seriedade com o que o seu Senhor tratou a questão:
Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes.
Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos?
Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim.
E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.
Contribuindo você para que esse quadro se perpetue, não celebre, chore. Enquanto houver tempo!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Sabedoria Para Viver



O poeta cunhou a declarativa “é preciso saber viver”, que se tornou refrão, repetido ou mentalizado, na vida daqueles e daquelas que optam por fazer da vida não apenas uma passagem oculta, mas se apresentam prontamente para cumprir uma missão.
            É muito mais fácil e cômodo não aceitar desafios, sobretudo aqueles que demandam sacrifícios. Por outro lado, como asseverava Sócrates - o filósofo, não o jogador de futebol, “uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”.
            Os que se escondem diante dos desafios perdem a oportunidade de verem escancaradas portas que darão à humanidade maior sentido de viver. Para Marxwell Maltz, “a vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades”.
            Entretanto, não se deve se lançar aos desafios de maneira precipitada, sem considerar a necessidade de sabedoria, que é bem diferente de escolaridade. Nem todo escolarizado é sábio e nem todo sábio é escolarizado. A sabedoria, inclusive, sinalizará a necessidade de humildade para reconhecer os erros cometidos e a incapacidade diante dos desdobramentos do desafio assumido. Penso que é o que tem faltado em muitos nos dias atuais.
            Arrisco-me a sinalizar, em declarativas objetivas, os degraus da escada chamada “Sabedoria”.

Sinceridade nos relacionamentos.
Atenção aos pormenores da vida.
Bondade sempre em todas as decisões.
Excelência no que faz, faz bem.
Dedicação em tudo altera os fatos.
Orgulho do que se faz não é pecado.
Renúncia para o bem comum é saudável.
Interesse pelo próximo é atitude solidária.
Amor altruísta garante o sucesso.

Perseverança é receita atualíssima.
Aprender com os cultos e incultos.
Refazer planos periodicamente.
Achegar-se aos bons e idealizadores.

Valorização do legado dos que já passaram.
Instrução permanente em sua área.
Doação o quanto for possível.
Avançar sempre, mesmo em adversidades.
           
            Tiago, irmão do senhor Jesus, em sua epístola universal, assegura que todos podem adquirir sabedoria e indica a fonte: “E, se alguém tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte” - Tiago 1.5,6.
            Os mais atentos devem ter percebido que a primeira letra das declarações, no sentido vertical, forma o título desta reflexão: SABEDORIA PARA VIDA.

sábado, 18 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - Conclusão


Série “Sabedoria Para Vida”

            Durante dezessete dias apontei em declarações conteúdo dentro da temática “Sabedoria Para Vida”.
            Considerando a primeira letra de cada declaração que, na verdade, é o título da meditação, será formado o acróstico com o tema.
            Preste atenção nas declarações e confira o acróstico.

Sinceridade nos relacionamentos
Atenção aos pormenores da vida
Bondade sempre em todas as decisões
Excelência no que faz, faz bem
Dedicação em tudo altera os fatos
Orgulho do que se faz não é pecado
Renúncia para o bem comum é saudável
Interesse pelo próximo é atitude saudável
Amor altruísta garante o sucesso

Perseverança é receita atualíssima
Aprenda com os cultos e incultos
Refaça planos periodicamente
Achegue-se aos bons e idealizadores

Valorize o legado dos que já passaram
Instrua-se permanentemente em sua área
Doe o quanto for possível
Avance sempre mesmo em adversidades

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - 17

Avance sempre

O primeiro degrau na escada do fracasso é parar. Não é necessário retroceder para deixar de avançar. Parou, ficou para trás. Isso porque os outros avançarão e, quando se desejar retornar, o esforço será muito maior, a empolgação e a disposição serão menores.

É necessário ter em mente que há dois tipos de paradas: a que significa desânimo e desistência e a que implica em tomar fôlego, reabastecer o tanque, ajustar as baterias, retocar o plano e retomar com muito mais vigor. Semelhante ao piloto de fórmula 1, que decide parar para troca de pneus. Inicialmente, perdem-se alguns segundos, mas, logo, se recupera, já que a velocidade é muito maior, até pela segurança que readquire.

Há quem justifique paradas com o cansaço. O remédio para o cansaço é o descanso, não a desistência. Então, a parada tem que ser rápida, tipo aquela sesta na hora do almoço.

Após sofrerem injustamente na prisão em Filipos, na segunda viagem missionária, Paulo e Silas, livres, foram à casa de Lídia, a primeira convertida na Europa. Eles tinham toda razão para permanecerem ali, pois além de sofrerem injustiças, precisavam se recuperar dos açoites.

O verso 40 de Atos 16 registra assim: “...vendo os irmãos, os confortaram. Então partiram”. Preste atenção: PARTIRAM. Avance sempre, mesmo com adversidades.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - 16

Doe o quanto for possível

Há maior felicidade em dar do que em receber" - Atos 20.35.

A tendência humana é sempre querer mais e mais e se dispor a doar é uma difícil decisão a ser tomada. Nem sempre se está disposto a renunciar algo em favor do semelhante que não tem.

Trilhar a estrada da doação não significa ter muito dinheiro em mão, mas quanto amor se tem no coração.

Acontece que doar não implica apenas em transferência de recurso financeiro para o próximo, ou um bem renunciado em favor do semelhante. Há pessoas próximas que estão aguardando a doação de tempo para ouvir seus lamentos. Algumas esperando um forte e prolongado abraço para expulsar a frieza da solidão. Outras, ansiando por um sorriso para estacar a lágrima vertida.

Há pouco tempo conheci um casal. Tornaram-se membros de nossa Igreja. Aproximadamente, 75 anos. Iniciaram um projeto de café para moradores de rua ou pessoas necessitadas. Inicialmente, um dia, depois dois e, agora, um dia de jantar. Semanalmente, em torno de 150 pessoas se alimentam em nossa sede. Que exemplo de doação!  

Reconheço que há outros ajudadores exemplares aqui, mas os aplausos hoje são para Luiz e Conceição, dois idosos que não são velhos.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Pr. Genilson Vaz, Presidente da Convenção Batista de São Paulo: "A eleição para cargos nas diretorias da nossa denominação, tanto nos estados como na CBB, não devem guardar semelhança com a politica secular!".

Com 58 anos de vida e 29 de ministério pastoral e no histórico de sua trajetória ter sido Presidente e Vice da Convenção Batista de Brasilia, Professor da Faculdade Teológica Batista de Brasilia, Membro e Vice-presidente da JMM/CBB, Presidente do Conselho de Educação Teológica da Convenção Batista do Estado de São Paulo e, atualmente, Presidente da Convenção Batista do Estado de São Paulo, uma das maiores, senão a maior, convenção batista estadual do Brasil, o advogado Genilson Vaz, atual pastor da Primeira Igreja Batista de Ribeirão Preto, se tornou uma referência quando se pensa em denominação batista no Brasil.

Testemunham todos os que se aproximam dele que seu entusiasmo e alegria são contagiantes e sua disposição em servir é notória. Outra de suas marcas é a hospitalidade e a visão missionária alcança desde os limites de atuação da Igreja local aos mais distantes lugares da terra.


MM Josenilda Vaz, Pr. Genilson Vaz,
Drª Alice Vaz e Dr. Leonardo Vaz
Uma de suas grandes alegrias é testemunhar sobre sua família composta da esposa Josenilda Vaz, é Ministra de Música (STBSB) e com formação em Publicidade & Propaganda e Psicologia. Os filhos, Leonardo Vaz (Advogado) e Alice Vaz (Dentista). Sobre sua família, sempre destaca: "É o meu maior patrimônio e riqueza maior em minha vida só a pessoa de Jesus".



Numa entrevista exclusiva ao nosso blog, sem rodear assuntos preocupantes, você conhecerá o que pensa o Presidente da Convenção Batista do Estado de São Paulo.

Que marcas seu ministério na PIB Ribeirão Preto deixa para o reino?

Todos sabemos que Deus concede ferramentas (dons) para serem usadas em nossos ministérios. Fazendo uma avaliação de mim mesmo, gosto de destacar 3 ferramentas:
A. Pregação: amo pregar, preguei pela primeira vez aos 16 anos, e nunca mais parei. Na PIB de Ribeirão Preto busco investir fortemente no ensino que se faz através do púlpito.
B. Família/casais: uma área onde dou forte ênfase, partindo do princípio que famílias  fortes constroem uma igreja forte.
C. Missões: nosso DNA batista é missões, que implica na proclamação e expansão do evangelho da graça salvadora. Neste tempo na PIB de Ribeirão Preto organizamos três novas igrejas, entregando-as com pastor de tempo integral e templo próprio. Atualmente temos 2 congregações em cidades vizinhas, e iniciamos no final de 2019 um PG’m em outra cidade próxima, onde está um casal residindo especificamente com este projeto.

O irmão assumiu a Presidência da CBESP há seis meses, aproximadamente. Que avaliação faz desse tempo como responsável maior na direção dos trabalhos?

Nossa convenção estadual, bem como todas as demais, passa por momentos de redefinição e direcionamento. Em Bauru, logo após assumir a oficialmente a presidência, fiz a seguinte afirmação: “Meu coração é de pastor, e pretendo presidir a convenção com coração e visão pastoral”.
Diria que o primeiro semestre de mandato desta diretoria foi dedicado a duas demandas importantes:
A. Ter a diretoria representando a Convenção em todos os eventos e programas, pois a presença é fator de unidade e agregação. Temos feito isto regularmente, quer seja em aniversário de igrejas, posse de pastores, reuniões de associações e sub-secções de ordens, etc. Ressalto que a geografia de SP é gigantesca, e por mais que nosso diretor executivo, Pr Adilson Santos atue de modo incansável em viagens, ele jamais conseguirá estar em tantos lugares e compromissos. 
B. Pacificar algumas áreas onde tínhamos alguns conflitos internos, e houve êxito nisto.


Quantas Igrejas estão arroladas e o que elas recebem da Convenção para alavancar seus projetos?

A Cbesp conta hoje com 1.283 igrejas, e cerca de 450 congregações. Dentre algumas ações especificas na busca de apoiar e ajudar igrejas do estado, destaco a mais recente, o Projeto Josué, cuja ênfase é ajudar pastores de pequenas igrejas. Em resumo, através dele, pastores de igrejas com poucos recursos participam de módulos de treinamento e reciclagem. Cada módulo acontece no nosso Acampamento Batista de Sumaré, com duração de 3 dias, nos quais os pastores selecionados fazem uma “imersão” em aulas e palestras, contando também com apoio para situações emocionais através de profissionais formados na área de psicologia. Dentro deste projeto, os pastores selecionados também recebem um salário mínimo por mês.

Um dos grandes clamores por parte da liderança denominacional é a recuperação do Plano Cooperativo. Em São Paulo, como estão lidando com a situação?

A perda de arrecadação em grande parte das nossas igrejas deve-se, ao meu ver, a dois fatores principais, nesta ordem:
A. Descrédito com os ideais denominacionais.
B. Crise na economia do país.
      No ano passado, o Conselho Geral da CBESP nomeou um GT para estudar esta questão e sugerir possibilidades. Por deferência da diretoria à época, fui feito relator deste GT. Após apurado estudo da realidade (CBESP), chegamos à conclusão que algumas causas motivam o afastamento de igrejas e pastores da participação financeira, das quais destaco 3:
A. Falta de informação regular das ações e projetos desenvolvidos;
B. Falta de melhor transparência na prestação de contas;
C. Falha na formação pastoral (o pastor é a chave para assumir ou afastar a igreja da participação financeira). As casas de formação pastoral não dão a devida ênfase.
Levantados os possíveis problemas pelo GT, nasceu a ideia da oferta cooperativa, ou seja, aquelas igrejas que não participam de jeito nenhum do chamado plano cooperativo passem a enviar uma oferta mensal, um valor a ser definido pela própria igreja, não necessariamente 10%. Veja um exemplo: pegue 500 igrejas que não contribuam de jeito nenhum, e que passem a enviar uma oferta de R$ 100,00 por mês. O resultado será de mais R$ 50.000,00 na receita da convenção, e assim por diante. E isto é apenas um exemplo; este cálculo pode ser bem superior. A grande tarefa é mostrar aos pastores esta possibilidade, lançando a eles o desafio de assumirem seu papel. Pessoalmente, tenho ido às dezenas de associações do nosso estado, e este tem sido nosso diálogo. E o resultado é que muitas igrejas já estão fazendo o que chamamos de “caminho de volta” na cooperação financeira.

Recentemente a CBESP enfrentou desafios financeiros, amargando déficit na gestão. Como está hoje a situação?

O diretor executivo, pastor Adilson Santos, ao receber o convite (desafio) de assumir a função foi informado da realidade financeira que a CBESP estava atravessando. Não vou citar valores, mas era assustador. Confiante na graça de Deus sobre sua vida, e com firme convicção de que deveria aceitar o desafio, pr Adilson revelou-se, nos primeiros dois anos de sua gestão um exímio e eficiente gestor. Buscou os que chamamos de “credores externos”, (empresas, etc), mostrando a cada um a realidade, mas também revelando que queria de fato “pagar a fatura”, conseguindo êxito com todos, saneando esta primeira demanda. Ao mesmo tempo, buscou nossos “credores internos” (associações, áreas, instituições, etc), e mostrando o quadro no qual estava a CBESP, humildemente pediu que as áreas que pudessem, estudassem o perdão daquilo que a Cbesp lhes devia (falta de repasses de verbas orçamentarias). De modo surpreendente, revelando que somos “um só corpo”, diversas das organizações perdoaram. Hoje estamos saneados, com alguns ajustes junto às áreas e instituições, mas em clima de paz e tranquilidade. Ressalto que em todo este processo árduo, pr Adilson contou com total apoio da diretoria à época, liderada pelo pastor Ramires, presidente .

Em julho deste ano, os batistas de todo o mundo estarão no Rio de Janeiro para a Assembleia da Aliança Batista Mundial. Os números recentes dão conta de menos de 400 inscritos, com menos de 100 brasileiros. Como explicar tamanho desinteresse para um evento tão importante?

Dentre diversos fatores, creio que alguns podem ser citados:
A. Falta de interesse pela vida denominacional: Isto pode ser constatado pelo desinteresse nas assembleias das convenções estaduais e da própria CBB, ou seja, o não entusiasmo com o congresso da ABM é mero reflexo do que já tem acontecido.
B. O valor da inscrição: por todos os cantos e recantos do ambiente denominacional, este tem sido o grande comentário. Não entro no mérito disto, não sei como se estabelece uma planilha de custo para este congresso.

Dentro de um ano os batistas brasileiros escolherão seu novo presidente para o próximo biênio. A CBESP é uma força e sempre apresentou nomes importantes no cenário batista brasileiro. O irmão se vê como possível presidente da CBB?

Sou nascido e criado no berço batista. Aprendi com meu falecido pai que a oração é o caminho para a busca da vontade de Deus.  Como pastor, ensino isto com firme convicção, por crer nesta verdade. Coloco isto para dizer como é difícil responder a esta pergunta. Sempre acreditei que a eleição para cargos nas diretorias da nossa denominação, tanto nos estados como na CBB não devem guardar semelhança com a politica secular. Sempre que são abertos os processos de indicação para diretorias, isto é precedido de um momento de oração, para que Deus seja o que conduza o que vai acontecer. Deus (e diversos líderes da Cbesp) são testemunhas do fato de que eu não queria ser indicado para a presidência da CBESP. Aqueles que me conhecem de perto sabem que estou sempre pronto a servir, independente de ter ou não ter cargo.

Série "Sabedoria Para Viver" - 15

Instrua-se permanentemente

Alguém já disse que a atitude mais insensata de realizar algo é fazer da mesma maneira como sempre fez. É fato que sempre existirá uma forma melhor, e nova, de fazer coisas antigas. Logicamente, que não se propõe mudar apenas por mudar. Enquanto não se descobrir uma forma melhor deve-se permanecer com o conhecimento antigo.

O que, normalmente, se esquece é que, para fazer de modo melhor, há necessidade de instrução. Daí a necessidade de se instruir permanentemente. Você nunca deve estar satisfeito com o que faz da forma que faz. Atente: a ênfase não é sobre o que faz, mas a forma. Quem não está feliz com o que faz precisa de outra avaliação.

Augusto Cury foi brilhante: “Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude!”.

E Bel Pesce foi certeiro: “Tudo é possível se você se dedicar de cabeça e coração”. Cabeça e coração, razão e emoção.

E o que dizer do conselho de Paulo a Timóteo?: “Até à minha chegada, aplica-te à leitura” - II Timóteo 4.13.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - 14


Valorize o legado recebido

Metaforicamente, estamos numa corrida de revezamento com bastão. Não estamos isolados nesse processo, mas recebemos o bastão de quem correu antes de nós. Isso deve ser valorizado e celebrado.

O que nem sempre atentamos é que passar e receber o bastão não são coisas fáceis. Há técnicas específicas, tempo preciso, atenção acurada e muito, muito esforço. Um segundo pode determinar o sucesso ou fracasso da equipe. Episódios dão conta que bastões caíram no chão ao serem repassados e a derrota foi decretada.

O famoso capítulo da galeria da fé, Hebreus 11, na verdade, termina em Hebreus 12.3. No capítulo 11, o autor fala deles, os que nos passaram o bastão. Nos versos 1 a 3 do 12, nos destaca como receptores do bastão. Veja que lindo: “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos”.

Valorize o legado recebido.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - 13

Achegue-se aos bons e idealizadores

Diga-me com quem tu andas e eu direi quem tu és assevera o antigo provérbio popular. Tem lá seu fundo de verdade, mas não se pode aceitá-lo como verdade absoluta. É sempre bom lembrar que Jesus foi acusado por andar com pecadores e publicanos, escórias da sociedade da época.

Entretanto, não se pode ter os olhos fechados para o poder da influência na vida e que a companhia pode ser benéfica ou maléfica.

Quem anda permanentemente com gente que só vive a lamentar tende a desenvolver a prática da lamentação. Caminhar com gente desconfiada de tudo e de todos faz com que se desconfie também de tudo e de todos.

Ao mesmo tempo em que a influência negativa é uma realidade, a positiva também é. Assim, estar próximo de pessoas idealizadoras, com visão de crescimento, com desejo de servir desenvolverá nos próximos a mesma prática.

Em Provérbios 13.20, temos a advertência divina: “Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mal” - Provérbios 13.20.

Não despreze qualquer pessoa, mas não seja companheiro de quem só pensa para trás, achegue-se aos bons e idealizadores.

domingo, 12 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - 12


Refaça planos periodicamente

Prosseguir numa caminhada sem avaliar periodicamente os planos pode se constituir num erro tão grande quanto empreender a caminhada sem planejamento. Nenhum planejamento é perfeito e é saudável que se refaça para alcançar melhor e maior aproveitamento.

O que se deve ter como princípio é que não se trata de refazer por refazer. Refazer planos não é garantia de bom aproveitamento, é preciso critério, é necessária avaliação, é prudente considerar conselhos, é bom que se compartilhe experiências.

Stephen Kanitz argumenta que “não são os grandes planos que dão certo, são os pequenos detalhes”. E, de repente, os pequenos detalhes surgirão no desenvolvimento da empreitada e serão percebidos com a sensibilidade de avaliar e refazer o plano inicial. Pode ser que sejam apenas pequenos ajustes, mas eles poderão interferir em grandes coisas.

A sabedoria de Provérbios 16.3 é muito oportuna: “Entregue a Deus os seus planos e eles darão certo”. Deus sabe orientar tanto o iniciar quanto o refazer. Não tenha medo de refazer seus planos, pequenos ajustes podem determinar grandes vitórias!


sábado, 11 de janeiro de 2020

Série "Sabedoria Para Vida" - 11

Aprenda com todos

Foi-se o tempo em que se pensava que só se aprendia na escola e diante de um professor ou professora. Todos podem ensinar e todos podem aprender, cultos e incultos.

É atribuído a Aristóteles o pensamento: “Ensinar não é uma função vital, porque não tem o fim em si mesmo, a função vital é aprender”.

Embora os ciclos de formação tenham um início e um fim, a verdade é que a aprendizagem tem apenas um início, mas não um fim. Aprende-se até morrer. E, creio, depois da morte ainda continuará o processo.

A doutora Ivone Boechat, renomada educadora, acredita que “ensinar é aprender. Ensinar não é transmitir conhecimentos. O educador não tem o vírus da sabedoria. Ele orienta a aprendizagem, ajuda a formular conceitos, a despertar as potencialidades inatas dos indivíduos para que se forme um consenso em torno de verdades e eles próprios encontrem as suas opções”.

Para o maior mestre de todos os tempos, Jesus, aprender e ensinar tem íntima relação com o caráter: “...tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração” - Mateus 11.29.

Quer sabedoria para vida? Disponha-se a aprender com todos.