quinta-feira, 28 de abril de 2016

Magno Malta faz discurso veemente no Senado


Veja o vídeo abaixo:

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Aniversário do Grupo Doce Voz


Clique na foto para ampliar!

sábado, 23 de abril de 2016

Duas laranjas, duas filosofias de vida

Numa banca de um supermercado, duas laranjas conversavam fogosamente:
“Não vejo a hora de ser levada daqui para a casa de uma madame, ser cortada ao meio, triturada, misturada com água, receber gelo em cima, colada numa jarra bem bonita, ornamentar a mesa de um belo almoço ou jantar e ser bebida pelas pessoas”, disse uma delas.
A outra retrucou: “Eu, hein, tá maluca, ser levada pra casa, cortada, triturada, misturada à água, receber gelo e ainda ser ingerida por gente esnobe, tô fora, quero ficar bem bonitinha assim”.
Uma dona de casa, ao escolher laranjas, sem perceber deixou uma cair no chão, colocou outras na sacola e levou pra casa, incluindo a que desejava ser servida num almoço ou jantar. A que caiu no chão rolou pra debaixo da banca e era exatamente a que não queria ser levada.
Como ficou escondida bem embaixo, ninguém percebeu e só quinze dias depois com uma faxina geral é que foi descoberta. Como você imagina que ela estava? Exatamente, podre.
Seu desejo era continuar rosadinha, bonitinha, mas apodreceu. Quem não deseja ser bênção, servir aos outros, apodrece.

Sonhos

Stênio Március, músico-poeta de grande sensibilidade, escreveu e gravou a música “Sonhos”. Sugiro que você ouça, vale a pena.

Esta é a letra:

Sonhei que eu tinha morrido
Não lembro direito de quê
Me vi frente a um alto e belo portão
Com uma placa escrito: Céu

Bati com um certo receio
Um anjo saiu pra atender
Me disse: "Pois não? " - eu falei; quero entrar
Pois aí é o meu lugar

O anjo me disse: "Curioso,
Eu não acho o seu nome em nossos registros"
Eu disse: procure num livro antigo
Escrito antes que houvesse mundo
E ali achará com a letra do Rei
Meu nome com tinta vermelha

Alguém entregou para o anjo
Registros que eu reconheci
Compêndio de todas as leis que eu quebrei
E os pecados que cometi

O anjo olhava os registros
Visivelmente assustado
E me perguntou: "Foi assim que viveu? "
E eu então respondi que sim

"Então como é que você tem coragem
De vir nessa Porta bater?"
Eu disse: “olhe bem no final dessa lista
Você reconhece esta letra?”.
E o anjo sorrindo me disse:
"É verdade! O Rei escreveu: Perdoado!"

E ao som dessa bela palavra
Aquele portão se abriu
Então eu entrava cantando um hino
Que pena que o sonho acabou
Ficaram comigo aquelas palavras:
"Primeiro eu quero ver meu Salvador"
Você quer morar no céu? Você sabe que pode-se ter certeza de ir morar no céu? Mas, em que se baseia tal certeza, pode alguém perguntar? Tão somente na obra que Cristo fez por nós. É a graça d’Ele que nos alcança.
Entregue sua vida a Jesus e Ele te dará esta certeza. Se você já o recebeu como Salvador, viva de tal maneira que o honre e convide amigos a receberem Jesus como Salvador de sua alma.
Deus te abençoe.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Elvis Presley estará no céu?

É sabido que Elvis, ainda menino, frequentava uma Igreja cristã, chegando a confessar Jesus como Salvador. Jovem, se envolveu com drogas e teve fim trágico. Segundo os mais próximos, seus últimos dias foram partilhados com momentos em que ele pedia para se cantar os hinos preferidos. E sentia paz.
Numa roda de pastores, perguntei sobre a possibilidade de vermos Elvis no céu. Quase fui excomungado. Arrisquei-me à mesma consulta num grupo de whatsapp de pastores do Brasil.

Veja o comentário do Pr. Eli Fernandes, de São Paulo, um dos grandes pensadores que temos:

“Não entendi porque pastores quase te excomungaram por isso! Não somos nós os que decidem quem entra ou não no céu! Nem os méritos de um homem! "Pela graça sois salvos por meio da fé"!
Se Elvis teve oportunidade, em seus últimos momentos de vida de se arrepender de seus pecados, reconciliar-se (pois conhecia Jesus, foi criado numa igreja, inclusive batizado quando júnior), confessando Jesus como seu Salvador, está no céu!
Quem de nós poria o ladrão da cruz que ladeava Jesus no céu? Quem daqueles que ele vilipendiou o imaginaria nos céus? Mas, o ladrão "Dimas" está nos céus! Não são os méritos do homem! É a salvação pela graça!
Meu problema é outro: é não ver, um dia, nos céus, quem eu certamente poria!
Em matéria de salvação eu só tenho certeza mesmo de uma: da minha. Só Deus conhece os salvos. Cada um de nós que diga o mesmo! É algo pessoal.  Em matéria de coração do homem, só Deus conhece todas as coisas, convicções, vida.
Eu me preparo pra ver nos céus muitos, como "Dimas", salvos no ultimo momento, nos últimos minutos, segundos. E, enquanto houver vida, haverá esperança. Esse é o Evangelho da GRAÇA E DA MISERICÓRDIA que Jesus quis passar quando propôs a Parábola do Filho Pródigo; o Evangelho da Esperança, mesmo aquele filho todo arrebentado! Enquanto houver vida haverá ainda uma ultima chance. Galardão será outra coisa e que não entendo. E não tenho porque entender. Quero ver ELVIS NOS CÉUS, O LADRÃO DA CRUZ NOS CÉUS!
Eu estarei lá - não por meus méritos! - para ver quem eu em minha justiça pífia jamais poria! Misericórdia em Deus vai muito mais além do que a capacidade de qualquer homem de conceituar essa bendita misericórdia!".
E são as misericórdias de Deus, isto sim, a causa de eu não ser consumido. De não sermos consumidos!”.

E você, estará no céu? Jesus pode te garantir a eternidade com Ele.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

A filosofia de vida de Martinho da Vila

Na música “Canta, Canta, Minha Gente”, Martinho da Vila ensina uma filosofia de vida muito interessante.
Da letra, destaco:
Canta, canta minha gente
Deixa a tristeza pra lá
Canta forte, canta alto
Que a vida vai melhorar

Após sugerir que se cante todo tipo de samba, Martinho adverte: “Mas não cantem essa moça bonita, porque ela está com o marido do lado”. Logicamente que a razão maior não é porque está com o marido do lado, deve ser questão de fidelidade.
Lembrando o benefício do canto, o sambista destaca: “Quem canta seus males espanta”. O canto não espanta males, mas que traz saúde, traz.
Pena que Martinho não conhece a experiência de Paulo e Silas em Filipos ao afirmar: “Só não dá pra cantar mesmo é vendo o sol nascer quadrado”.
Quem tem razão para cantar, canta em qualquer lugar, em qualquer tempo e em qualquer circunstância. Triste é ver pessoas sem compromisso com Cristo transmitindo maior alegria do que os chamados cristãos.
Cante, mesmo que esteja doendo.

Canta, canta minha gente
Deixa a tristeza pra lá
Canta forte, canta alto
Que a vida vai melhorar

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Zeca Pagodinho: Deixa a vida me levar

Ao contrário do que muita gente pensa, inclusive pensei assim, a letra cantada por Zeca Pagodinho em “Deixa a Vida me Levar” não sugere irresponsabilidade. Pelo contrário. Analise.

Eu já passei por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida espero ainda minha vez
Confesso que sou de origem pobre
Mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez

E deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

Só posso levantar as mãos pro céu
Agradecer e ser fiel ao destino que Deus me deu
Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho, vivo
De mansinho, lá vou eu

Se a coisa não sai do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar
E aos trancos e barrancos, lá vou eu
E sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

E deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

Ao que se sabe, Zeca Pagodinho não tem compromisso formal como cristão, mas muitos cristãos precisam aprender a mensagem desta letra.
As coisas não acontecem do jeito que você quer? Não se desespere, seja grato e deixe a vida te levar. Com Cristo. É melhor.

terça-feira, 19 de abril de 2016

A cruz que carrego

Evaldo Braga foi um cantor de algum sucesso no Rio de Janeiro. Embora seja incerta a data de seu nascimento, uma data aceitável é 26 de maio de 1945, na cidade de Campos. Faleceu bem jovem em 31 de janeiro de 1973 num acidente automobilístico.
Relatos dão conta de infância muito sofrida e que fora rejeitado pela mãe, num relacionamento extraconjugal, sendo criado pela esposa de seu pai.
Uma de suas letras diz assim:

Sinto que é grande a tristeza e intenso o inverno
O meu destino cruel me expõe ao inferno
Em nada mais posso crer, para mim nada existe
Somente eu sei dizer porque vivo tão triste

Sinto a cruz que carrego bastante pesada
Já não existe esperança no amor que morreu
Há solidão, amargura, desprezo e mais nada
Vou amargando a sorte que a vida me deu

Vou caminhando tão triste na noite escura
Meu coração vai sofrendo, minha alma murmura
Quem de amor me chamava na hora da ceia
Quem de mim tanto gostava, agora me odeia

Sinto a cruz que carrego bastante pesada
Já não existe esperança no amor que morreu
Há solidão, amargura, desprezo e mais nada
Vou amargando a sorte que a vida me deu.

Você está triste? Enfrentando uma situação que lhe traz sofrimento? Sua cruz está pesada? Lembre-se: a cruz mais pesada, alguém carregou por você. Não desista. Siga em frente. Jesus te carrega no colo. Confie sua vida a Ele.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Homossexualidade e Igreja Batista do Pinheiro: Convenção Batista Brasileira bate o martelo!

O assunto era esperado por todos os presentes na Assembleia da Convenção Batista Brasileira, reunida na cidade de Santos, desde a última sexta-feira. Desde que divulgou amplamente sua decisão de acolher homossexuais em seu rol de membros, a Igreja Batista do Pinheiro passou a ser o centro de discussão nas redes sociais, suscitando desde alguns modestos apoios até apaixonantes ataques contrários, tendo como pano de fundo a Bíblia e sua orientação sobre o assunto.
Pr. Dr. Vanderlei Batista Marins
Presidente da Convenção Batista Brasileira

Recentemente, a diretoria da Convenção Batista Brasileira emitiu nota, reiterando documento anterior que orientava sobre o assunto e informou que, através de seu Conselho Geral, a Assembleia Anual da Convenção debruçaria e daria parecer.

Depois de três longas reuniões, em que duas correntes se apresentaram - a que entendia que a Igreja deveria ser excluída sumariamente e outra que sinalizava oportunidade de ampla defesa - o Conselho Geral da Convenção, na manhã de 18 de abril, encaminhou proposta à Assembleia que, em síntese, obedece a um programa que será observado. Destaca-se que, introdutoriamente, a Assembleia tomou conhecimento da declaração do Conselho que reafirma sua posição contrária à decisão da Igreja, como base no entendimento que a Bíblia Sagrada condena tal prática.

Veja como será o rito estabelecido pela Assembleia:

* Comunicação oficial à Igreja Batista de Pinheiro através de registro em Cartório de Notas.
* Prazo de trinta dias para que a Igreja Batista de Pinheiro apresente sua defesa quanto à decisão tomada.
* Prazo de trinta dias para que o Conselho discuta e decida sobre decisão a ser encaminhada à Assembleia Extraordinária.
* Convocação de Assembleia Extraordinária no prazo de noventa dias, a partir de hoje, para que os batistas brasileiros apreciem o relatório do Conselho e decidam sobre o assunto.

 


Staff da Convenção Batista Brasileira recebe Diploma de Jornalistas


ABME - Associação Brasileira de Mídias Evangélicas entrega Diplomas aos Pr. Vanderlei Batista Marins, Pr. Sócrates Souza de Oliveira e Ad. Maurício Barros Bastos 

Está acontecendo em Santos-SP a 96ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira, desde o dia 15 até 19 de abril, no Mendes Convention Center. O evento é o mais importante acontecimento batista e acontece anualmente com a participação de pastores e líderes de todo Brasil, representantes das cerca de 19 mil igrejas e 6 milhões de membros.

Durante as sessões são apresentados relatórios, há tomada de decisão e são discutidos os temas relevantes da denominação presidida pelo pastor Vanderlei Batista Marins. Em todas as noites há reuniões temáticas e inspirativas.

Nos dias 13 e 14 foram as reuniões das organizações como pastores, músicos, educadores, diáconos, mulheres, homens e jovens. No dia 16 a tarde ocorreram as reuniões das Câmaras Setoriais: Missões, Educação Religiosa, Educação Teológica e Ação Social.
ABME na história da CBB

Na manhã da abertura, diante de milhares de convencionais, a Associação Brasileira de Mídias Evangélicas teve reservado um amplo espaço para entrega de Diplomas de Filiação ao Presidente, pastor Vanderlei Batista Marins, ao Diretor Executivo, pastor Sócrates Souza de Oliveira e ao Controller da CBB, Maurício Barros Bastos. Os Diplomas foram entregues pelo presidente da ABME, pastor Orli Rodrigues e pelo Diretor Executivo, Sandro Genaro.
Quem conhece a disciplina batista entende bem o significado desta oportunidade.

O Diploma
Em seu discurso Orli agradeceu a importância da filiação da Convenção Batista Brasileira e reforçou os conceitos basilares da ABME de unidade na diversidade, qualificação para relevância, e recursos para crescimento sustentável.

O presidente da ABME ressaltou ainda que “o Diploma torna palpável a investidura que o Ministério do Trabalho e Emprego outorgou aos senhores, ao reconhecer a atividade jornalística que exercem. A ABME então torna público e proclama este fato, lançando luz, um holofote, sobre esta investidura, materializada no papel e eternizada nesta cerimônia”, finaliza o presidente.

Sandro Genaro esclarece que a ABME, entre outras prerrogativas, pode representar seus filiados junto a SECOM-PR (Secretaria de Comunicação da Presidência da República) para qualificar os veículos a receber verbas publicitárias de campanhas de órgãos e empresas públicas – independente a gestão política – e também representar associados ‘pessoa física’ junto ao Ministério do Trabalho para requerer o Registro Profissional de Jornalista (desde que se enquadrem no Decreto nº 83.284, de 13 de março de 1979) promovendo assim o Diploma, a Carteira e o Cartão de Benefícios.

Fonte: ABME

domingo, 17 de abril de 2016

Levando Deus a sério

Carlos Elias de Souza Santos*

TEXTO:
“A minha alma tem observado os teus testemunhos; eu os amo ardentemente”. (Salmo 119.167). (ARA).
“Obedeço aos teus testemunhos; amo-os infinitamente! ”. (Salmos 119:167). (NVI).

Você sabia que dos 1.189 capítulos espalhados por 66 livros esse Salmo 119 é o mais longo?
Este Salmo é um acróstico, com 8 versos em cada estrofe. Esses 8 versos começam, cada um destes respectivamente, com a mesma letra do alfabeto Hebraico.

São 176 versos e todos eles voltados para a Palavra de Deus.

O SALMO 119 É UM POEMA DE AMOR PELA PALAVRA DE DEUS.
Um lindo e muito bem escrito poema de amor.

Há poemas muito ruins.
Este por exemplo é um poema de um homem revivendo toda a sua genialidade romântica.

Veja! Há uma vaca solitária
Feno! Vaca!
Se eu fosse uma vaca, essa seria eu
Se o amor é o oceano, eu sou o Titanic
Querida, queimei a minha mão
Na frigideira do nosso amor.
Mas ainda assim isso é melhor
Do que o chiclete que nos mantêm juntos.
No qual você pisou.

POR OUTRO LADO, há poemas muito bons.
Creio que todos aqui sabem avaliar um poema bem escrito:

Um bom exemplo é o SONETO 116 DE SHAKESPEARE:
“De almas sinceras a união sincera nada há que impeça: amor não é amor se quando encontra obstáculos se altera ou se vacila ao mínimo temor”.

O SALMO 119 É UM LINDO POEMA SOBRE A PALAVRA DE DEUS.

Veja o que diz o salmista a partir do vreso:
129 Os teus testemunhos são maravilhosos; por isso lhes obedeço.
130 A explicação das tuas palavras ilumina e dá discernimento aos inexperientes.
131 Abro a boca e suspiro, ansiando por teus mandamentos.
132 Volta-te para mim e tem misericórdia de mim, como sempre fazes aos que amam o teu nome.
133 Dirige os meus passos, conforme a tua palavra; não permitas que nenhum pecado me domine.
134 Resgata-me da opressão dos homens, para que eu obedeça aos teus preceitos.
135 Faze o teu rosto resplandecer sobre o teu servo, e ensina-me os teus decretos.
136 Rios de lágrimas correm dos meus olhos, porque a tua lei não é obedecida. (Salmos 119:129-136).

Ao ler o Salmo 119 creio que você será exposto a pelo menos 3 tipos de reações.

1)   A primeira reação é: SIM, ISSO AÍ.
Esse é o cético e escarnecedor. Ele está dizendo é bom pensar que o povo antigo tivesse tal respeito pelas leis. Mas hoje não devemos levar essa coisa muito a sério.

2)   A segunda reação é: OH, HUM.
Você não tem nenhum problema em acreditar na Bíblia. Você até tem a Bíblia em alta conta. Mas na prática, você acha a Bíblia um livro irrelevante e tedioso.  Que texto chato! Que texto longo. Gosto mais do Salmo 23.

3)   A Terceira reação possível é: SIM! SIM! SIM!.
SIM! É o que você sempre grita quando tudo no Salmo 119 soa verdadeiro. Quando o Salmista e você se identificam em suas paixões e afeições. Digo SIM! Como quem diz: “amo este Salmo porque ele dá voz à canção em minha alma”.

Verso: 97 Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia.
Diante desta verdade eu digo: SIM, SIM SIM!

Imagino que, quando o salmista escreveu este Salmo, ele tentou nos convencer de que estava convencido de que:
- A Bíblia não comete erros;
- A Bíblia pode ser entendida;
- A Bíblia não pode ser invalidada;
- A Bíblia é a palavra mais importante para sua vida e
- A Bíblia é o livro mais importante, que pode e deve ser lido todos os dias.

Quando buscamos junto aos comentários informações sobre o Salmo 119, encontramos bastante informação sobre a poesia e nada sobre o poeta:
“No tocante ao autor, nada afirmo, porque não se pode ter certeza quem foi ele. Mesmo através de conjectura provável Os expositores concordam que não se pode chegar a nenhuma conclusão satisfatória sobre a matéria”. (João Calvino).

Este Salmo é fruto da Revelação de Deus, e alcança a cada um de nós, PORQUE O SENHOR NOSSO DEUS INSPIROU HOMENS, ATRAVÉS DA AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO com a sua palavra.
INSPIROU COMO?
Como povo de Deus, nós cremos que:
- “A Inspiração das Escrituras é uma influência sobrenatural do Espírito Santo, exercida sobre os autores da Bíblia, que fez com que seus textos fossem um registro preciso da revelação ou resultassem, de fato, na Palavra de Deus”. (Millard Erickson).

Como está na Sagrada Escritura:
- Toda a Escritura é divinamente inspirada.... (2 Timóteo 3.16).
20 Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
21 Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.  (2 Pedro 1:20,21).

Hoje pretendemos olhar para o Salmo 119, procurando reconhecer o que devemos acreditar sobre a Palavra de Deus. O que sentir em relação a Palavra de Deus. O que fazer com a Palavra de Deus.
No que eu deveria crer acerca da Palavra de Deus?

PRIMEIRO, A PALAVRA DE DEUS DIZ O QUE É VERDADEIRO.
Assim como o salmista, nós também podemos confiar na Palavra de Deus.
Verso: 42 Então responderei aos que me afrontam, pois confio na tua palavra.
Sabemos através deste Salmo que a Palavra de Deus é inteiramente verdadeira.
Verso: 142 A tua justiça é eterna, e a tua lei é a verdade.

-Não podemos confiar em tudo eu lemos na internet;
- Não podemos confiar em tudo que nos ensinam nossos professores;
- Nós não podemos confiar em nada do que dizem nossos políticos.
- Muitas estatísticas são facilmente falsificadas.
- Fotografias são facilmente adulteradas (Retocadas).

A PALAVRA DE DEUS É INTEIRAMENTE VERDADEIRA.
POR SER VERDADEIRA A BÍBLIA É INERRANTE.
“A inerrância das Escrituras é a doutrina que afirma que a Bíblia é totalmente verdadeira em todos o seus ensinamentos”. (Millard Erickson).

A tua palavra, Senhor, para sempre está firmada nos céus. (Salmos 119:89).
Verso: 96 Tenho constatado que toda perfeição tem limite; mas não há limite para o teu mandamento.
A verdade é a essência da tua palavra, e todas as tuas justas ordenanças são eternas. (Salmos 119.160).

Se você é o tipo de pessoa que quer saber o que é verdadeiro:
-Verdadeiro sobre você;
- Verdadeiro sobre as pessoas;
-Verdadeiro sobre o mundo;
-Verdadeiro sobre o futuro e
-Verdadeiro sobre Deus.

Venha para a Palavra de Deus. Ela só ensina o que é verdadeiro:
Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. (João 17:17).

O reformador Martinho Lutero dizia:
“Quando, porém, o coração se apega à Palavra de Deus, ele pode dizer sem vacilar: esta é a Palavra de Deus, que não pode mentir nem errar, disto estou certo”. (Martinho Lutero)

O Reverendo David Martyn Lloyd-Jones, foi um teólogo protestante na linha calvinista de origem galesa. Durante 30 anos, ele serviu como ministro da Capela de Westminster, em Londres. Ele disse o seguinte:
“Nosso maior problema é que nós não cremos realmente na Bíblia e exatamente no que ela diz. Pensamos que a conhecemos, mas será que nós realmente nos apropriamos dela e de fato acreditamos que é verdadeira para nós? Isso é cristianismo para mim”. (Martyn Lloyd-Jones. 1899-1981).

Um verdadeiro cristão se apropria da Palavra de Deus e acredita que ela é a Verdade.

SEGUNDO, A PALAVRA DE DEUS DIZ O QUE É JUSTO.

O Salmista alegremente reconhece o direito de Deus emitir mandamentos e humildemente aceita que todos eles são justos.
Verso75:  Sei, Senhor, QUE AS TUAS ORDENANÇAS SÃO JUSTAS, e que por tua fidelidade me castigaste.

Verso128: POR ISSO CONSIDERO JUSTOS OS TEUS PRECEITOS e odeio todo caminho de falsidade.

Quase sempre pessoas me procuram para dizer que não gostaram dessa o daquela parte da Bíblia. Não gostam dessa ou daquela parte que a Bíblia diz.
Posso compreender que elas não gostem, mas, não posso deixar de dizer que precisamos obedece-la. Isso é justo! Os preceitos do Senhor são justos.
Por outro lado, quando vejo essas mesmas pessoas obedecendo a Palavra de Deus, mesmo quando não estão gostando, acho admirável esse exemplo de submissão a Palavra de Deus.
Como crentes, devemos ver a bondade e a retidão de Deus em tudo o que ele ordena.
DEVEMOS APRENDER A AMAR O QUE DEUS AMA E A TER PRAZER EM TUDO O QUE ELE DIZ.
O Senhor nosso Deus não estabelece regras arbitrárias. Ele não ordena que sejamos aprisionados e infelizes.
As exigências do Senhor são sempre nobres, sempre justas e sempre retas.

“..os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente”. (Salmos 19.9).

“Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo”. (1 João 3.7).
“Porque o Senhor é justo, e ama a justiça; o seu rosto olha para os retos”. (Salmos 11:7).

TERCEIRO, A PALAVRA DE DEUS FORNECE O QUE É BOM.

Você pode acreditar, de acordo com o Salmo 119, a Palavra de Deus é o caminho para a felicidade.

1 Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem conforme a lei do Senhor!
2 Como são felizes os que obedecem aos seus estatutos e de todo o coração o buscam! (Salmos 119.1,2).

Ao comentar estes versos João Calvino afirma:
“Todos os homens aspiram naturalmente por felicidade, mas, em vez de busca-la na vereda certa, preferem perambular deliberadamente para lá e para cá, por veredas intermináveis, para sua ruína e destruição”. (João Calvino).

A Palavra de Deus é o caminho para evitar a Decepção:
Verso 6: Então não ficaria decepcionado ao considerar todos os teus mandamentos.
A Palavra de Deus é um caminho seguro:
Verso 9: Como pode o jovem manter pura a sua conduta? Vivendo de acordo com a tua palavra.

A Palavra de Deus é o lugar dos melhores conselhos:
Verso 24: Sim, os teus testemunhos são o meu prazer; eles são os meus conselheiros.

A Palavra de Deus é um lugar de Esperança
Verso43:  Jamais tires da minha boca a palavra da verdade, pois nas tuas ordenanças coloquei a minha esperança.

Por que devemos nos remeter a Palavra de Deus?
“Mesmo que você não errasse nem fosse enganado, você deveria ir até a Palavra de Deus, a fim de que não concebesse fantasias, mas ouvisse e soubesse que aquilo que Deus diz é correto, bom e agradável a ele”. (Martinho Lutero).

A Palavra de Deus nos fornece o que é bom. ELA NOS MOSTRA O CAMINHO:
Verso 105: A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.

Conclusão:

A Revelação de Deus é infalivelmente perfeita. Como povo de Deus acreditamos que a Sua Palavra é confiável em todos os sentidos para falar o que é verdadeiro, ordenar o que justo e nos fornecer o que é bom.

Por que Deus nos deu o Salmo 119?

A Minha conclusão é que Ele nos deu o Salmo 119, porque Ele não é como “Willy Wonka”.

Você se lembra daquele clássico do cinema de 1971?
O livro “Charlie and the Chocolate Factory” - de Roald Dahl, foi escrito em 1964.
Foi este o livro que deu origem ao filme: “Willy Wonka and the Chocolate Factory” – Lançado em1971.
Posteriormente, foi relançado o título: “Charlie and the Chocolate Factory” -  numa nova adaptação do livro, precisamente no ano de 2005.

A versão mais antiga e esquisita foi estrelada por Gene Wilder (1971), e a nova e ainda mais esquisita versão foi estrelada por  Johnny Depp (2005)
No filme, depois que Charlei e o Vovô Joe sobreviveram a penoso tour pela fábrica de chocolates Wonka, eles se dirigem ao local onde deveriam receber o grande prêmio: suprimento vitalício de chocolates.

No final há uma surpresa. Willy Wonka, o dono da fábrica não dá o prêmio ao menino Charlie por uma questão puramente técnica.

O diálogo travado é precisamente assim:
Vovô Joe: E o suprimento de chocolate para o Charlie, quando é que ele o recebe?
Willy Wonka: Ele não recebe.
Vovô Joe: Por que não recebe?
Willy Wonka: Porque ele violou as normas.
Vovô Joe: Que normas? Não vimos norma alguma. Vimos Charlie?
Willy Wonka: Errado, meu senhor! Na cláusula 37 B do contrato assinado por ele, está muito claro que tudo se tornará nulo e sem efeito “se”. – O senhor pode ler com seus próprios olhos nesta cópia fotostática: “Eu abaixo assinado, perderei todos os direitos e privilégios e licenças aqui abaixo discriminados “se”... “fax mentis incendium gloria culpam”... “Memo bis punitor dela cattum”.  Está tudo aqui no contrato. Preto no branco. Muito claro! Vocês roubaram as bebidas gasosas elevantes. Vocês colidiram com o teto e agora ele precisa ser lavado e esterilizado, então vocês não ganham nada. Passem um bom dia!
Vovô Joe: O senhor é um bandido. É uma farsa, um trapaceiro! É isso que o Senhor é.

Interrompo aqui o diálogo.

Sabe querido irmão, aqui temos um equívoco contra o qual precisamos nos cuidar: Nosso Deus não é Willy Wonka.
Deus não tem prazer em deixar ninguém no escuro. Deus não tem prazer em deixar as pessoas sem informação, para no último minuto puxar o seu tapete e negar-lhes a recompensa prometida.
Deus através de sua palavra nos oferece diretrizes claras, sobre quem Ele é, e sobre o que é a Sua palavra.

Vivamos uma vida de gratidão ao Senhor, que nos tem dado ao longo de toda a nossa “jornada” nesta terra, diretrizes muito claras sobre quem Ele é, sobre quem nós somos e sobre a Sua revelação que nos foi entregue através da sua Sagrada Palavra.
Louvado seja o Senhor!

REFERÊNCIAS:
DeYOUNG, Kevin. Levando Deus a Sério. Tradução Ingrid Rosane de Andrade Fonseca. São José dos Campos – SP: Fiel, 2014.
McKINLEY, Mike. Eu sou mesmo um Cristão? Tradução Eros Pasquim Júnior. São José dos Campos, SP: Fiel, 2012.
ERICKSON, Millard J. Teologia Sistemática. Tradução Robinson Malkomes, Valdemar Kroker, Tiago Abdala Teixeira Neto. São Paulo: Vida Nova, 2015.
CALVINO, João. Salmos. Série Comentários Bíblicos. Volume 4. Tradução Valter Graciano Martins. São José dos Campos – SP: Fiel, 2009.

MURRAY, Ian H. A Vida de D. Martyn Lloyd-Jones 1899-1981. Uma Biografia. Tradução de Odayr Olivetti, Miriam Olivetti. São Paulo: PES, 2014.

* Carlos Elias de Souza Santos é Pastor formado pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e, atualmente, Pastor Titular da Primeira Igreja Batista de Campo Grande no Rio de Janeiro.

Limpo no meio da sujeira

O senso comum sugere que estar no meio da sujeira é garantia de se sujar também. “Diga-me com quem tu andas e te direi quem tu és” tornou-se tão popular que parece verdade.
Daniel era um jovem judeu que foi levado cativo para a Babilônia. Passou a conviver com toda sorte de podridão, desde os acordos políticos até aos cultos que eram prestados a deuses pagãos. Decidiu no seu coração não se apodrecer, não se misturar e continuar limpo no meio da sujeira.
Não há qualquer problema em conviver com pessoas no meio da podridão. Desde que não se misture. Assim fazia Daniel. Até que um dia, chegou o tempo em que deveria mostrar aos inimigos sua integridade. Uma cilada armada e, em outras palavras, disseram os seus colegas de trabalho: “Você deve praticar as mesmas coisas que praticamos”. Daniel disse não. Eles disseram: “Assim foi decretado pelo rei, caso não cumpra, será jogado na cova dos leões”.
O jovem Daniel tomou uma decisão séria: “Se para continuar vivo devo me sujar, prefiro ficar limpo e morrer a me corromper”. Foi jogado na cova dos leões. Deus o livrou. Continuou vivo, limpo, mesmo no meio da sujeira.
Deus o honrou. Deus nos honrará. Não é pecado conviver com pessoas no meio da sujeira. O pecado é se sujar por falta de integridade. Daniel não anulou a podridão na Babilônia, mas ele disse “por mim, ela não passa”.

sábado, 16 de abril de 2016

Noite Missionária em Santos


Como parte importante do programa da assembleia anual dos batistas brasileiros, hoje à noite acontece a celebração missionária no Mendes Convention Center. O programa envolve as duas juntas missionárias, Junta de Missões Nacionais e Junta de Missões Mundiais. 
Pr. Fernando Brandão
Diretor Executivo da Junta de Missões Nacionais

O programa é muito inspirativo e reúne o maior público de todo o evento.
Os batistas brasileiros estão reunidos em Santos desde a última quarta-feira e a assembleia se estende até a próxima terça-feira.

Pr. João Marcos Ferreira
Diretor Executivo da Junta de Missões Mundiais


Acompanhe tudo no link abaixo:

https://www.facebook.com/igrejamultiplicadora

Governador Geraldo Alckmin: "A única coisa que me conforta é a oração!"

Pr. Vanderlei Batista Marins, Governador Dr. Geraldo Alckmin
e o prefeito da cidade de Santos Paulo Alexandre Barbosa

A noite de abertura oficial da Convenção Batista Brasileira foi marcada pela presença de várias autoridades, destacando a do governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin.
Fato raro nas assembleias dos batistas brasileiros a presença de um governador de estado, sendo a última ocorrência no Rio Grande do Norte.

Após as saudações iniciais, o governador discursou:
"Muito feliz de ter hoje, estimado presidente pr. Vanderlei Marins, na 96ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira e uma feliz coincidência, fazê-la em Santos. Nós temos 645 municípios e a Convenção se faz aqui em Santos. É um momento de reflexão, porque por aqui, pelo porto de Santos, chegaram os imigrantes vindos da América e depois fundaram em 1871, na cidade de Santa Bárbara d'Oeste, a Primeira Igreja Batista do Brasil. aplausos. O que traziam esses imigrantes? Eles traziam um bem muito precioso, que era a sua fé. Foi essa fé que eles trouxeram, esse bem tão precioso que foi a semente no coração dos brasileiros e, hoje, nós temos, graças a Deus, a Igreja Batista. Eu conversava com o pr. Vanderlei Marins e soube que entre igrejas e missões quase 12 mil templos, fazendo um trabalho social, tirei uma foto com jovens da Cristolândia, trabalho com crianças, idosos e famílias, educação e teologia nos seminários e o trabalho mais importante, que é a evangelização".

Ainda destacou o governador:
"Quero dar as boas vindas e dar um abraço em todos vocês ao nosso estado, sintam-se em casa,  é uma honra pra nós, uma bênção receber a Convenção este ano. São 27 estados, incluindo o Distrito Federal, então leva tempo para voltar a São Paulo, é pra nós uma grande alegria".

E o governador testemunhou:
"Não há nada mais importante nesta vida do que a oração. Eu mudei a minha vida mais ainda, perdi há um ano um filho, extremamente jovem, que deixou uma filhinha com 30 dias, e a única coisa que conforta o nosso coração é saber que nossos filhos que já foram estão nos braços de Jesus. Feliz a cidade, feliz o estado, feliz a nação cujo Deus é o Senhor".

Parte do grande auditório 
presente na noite de abertura

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Assembleia da Convenção Batista Brasileira com mensagem contundente do Presidente


Marcado, sobretudo, pela emoção de presidir pela primeira vez os batistas brasileiros, o pr. Vanderlei Batista Marins (foto) pregou contundente sermão na manhã deste dia. Por várias vezes, o plenário interrompeu o sermão com aplausos em função do envolvimento do pregador com a mensagem.
O sermão que, introdutoriamente, parecia sinalizar a defesa do respeito à cultura pela Igreja (vide slide abaixo), preocupação de todos os batistas brasileiros face aos últimos acontecimentos envolvendo a Igreja Batista do Pinheiros, no final, foi uma veemente confirmação da Bíblia como regra de fé e prática, único manual capaz de guiar os cristãos.


Finalizando, o presidente convocou todos as prosseguir comprometidos com os valores do reino, valorizando o relacionamento e condenando o pecado que tem trazido muitos prejuízos.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Dr. Deltan Dallagnol: "Nossa função como Lava Jato é de polícia, não de política".

Dr. Deltan Dallagnol

Passando o dia na cidade de Santos, São Paulo, o Procurador Federal Dr. Deltan Dallagnol falou sobre o momento em que estamos vivendo como nação brasileira.
Categoricamente, declarou que não tem vínculo político e que a operação Lava Jato se pauta tão somente pelas investigações de ações que estimulam a corrupção. Sem rodeios, o procurador federal declarou: "Nossa função como Lava Jato é de polícia, não de política".
Na leitura do Dr. Deltan Dalagnol, "a corrupção nos acompanha há séculos e não é caso de A, B ou C, mas de todos os que se aproveitam do sistema para enriquecimento ilícito".
Em sua palavra, deixou claro que nossa ação não pode ser apenas de orar e tratar a questão como espiritual em que não se deve participar, mas todos os comprometidos com os valores do reino se envolverem em todos os setores para mostrar uma nova ética de valores..



Santos e os Batistas Brasileiros


A cidade que serviu de palco para revelar o maior jogador de futebol do mundo, Pelé, também servirá de palco para uma das mais esperadas assembleias dos batistas brasileiros. Membros enviados pelas Igrejas Batistas da Convenção Batista Brasileira estarão credenciados para uma assembleia que poderá se tornar histórica, em face dos últimos acontecimentos envolvendo a Igreja Batista de Pinheiros, Maceió, Alagoas.
Em decisão amplamente divulgada, a Igreja decidiu acolher em seu rol pessoas com práticas homoafetivas.
Para presidir os trabalhos, pela primeira vez, estará à frente o Pr. Dr. Vanderlei Batista Marins. Um dos maiores conhecedores dos documentos batistas e com a experiência de dirigir por mais de 10 anos a maior convenção estadual da América Latina, Vanderlei certamente conduzirá os trabalhos com a firmeza de um comandante, mas com a leveza de um pai amoroso.
Pr. Dr. Vanderlei Batista Marins
Presidente da Convenção Batista Brasileira

Os trabalhos em Santos serão precedidos pelas reuniões das organizações e a União Feminina Missionária, com o maior encontro do evento, e a Ordem dos Pastores Batistas tomarão a atenção dos presentes.
A Ordem dos Pastores, além de ser afetada pela decisão de Pinheiros, terá dois pontos altos: o nível dos preletores e a questão financeira da instituição, que causa problemas seríssimos no funcionamento da estrutura. Segundo uma fonte, o Conselho Fiscal encaminha rejeição dos relatórios financeiros de 2013 a 2015 e a necessidade de uma auditoria interna para analisar com mais propriedade gastos da última administração. 

Pr. Éber Silva (foto abaixo) preside a instituição desde Gramado e herdou uma situação financeira caótica e que exigiu dele ações muito inteligentes para tentar o saneamento. Santos revelará como está atualmente a situação.
  

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Café com Cristo - Arabesco e São Roque


Num período de descanso em São Paulo, tive duas experiências muito especiais.
Uma delas com o Pr. Lourenço Stelio Reggae, Diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, e sua esposa, a Psicóloga Givanilda. Além de investir precioso tempo, apresentando-me todas as instalações da faculdade e professores e funcionários que encontrávamos, levou-me para jantar no Arabesco, uma casa de comida árabe muito agradável.

O outro, proporcionado pelos pastores Cléverson Bigarani e Paulo Moncalvo. Pegando-me em São Paulo, fomos a Itapevi, onde encontramos o Moncalvo, e, de lá, a São Roque, município vizinho, quando tive oportunidade de desfrutar um bacalhau apetitoso demais.

Embora tais atitudes tenham me feito muito bem, o mais precioso de tudo foi o tempo investido e o crescimento que experimentei no relacionamento com esses homens de Deus.

Será que você tem um amigo que ficaria feliz se você o levasse ao Arabesco ou a São Jorge? Esse amigo pode ser um parente, um funcionário e Arabesco e São Roque podem ser a padaria da esquina, o self-service da praça, o café do Shopping. Independente de quem e de onde, o momento será marcante para ele. E você ficará feliz como eu fiquei. Então, mãos à obra, não perca tempo, marque hoje.

sábado, 9 de abril de 2016

Homossexualidade: Igreja Batista do Pinheiro X Convenção Batista Brasileira

Por Carlos Alberto de Oliveira*

CBB - Convenção Batista Brasileira - Decisão política ou jurídica?

Falar em decisão politica hoje em dia parece desqualificar qualquer postura de pessoas ou órgão, entretanto já está sedimentada entre nós a frase “decisão politicamente correta”.

Por outro lado, quando se cogita de uma decisão jurídica, tem-se a mesma como isenta de pessoalidade e interesses meramente individuais, o que daria força a tal posicionamento, haja vista que é parecer técnico e advindo da adequação do fato às normas estabelecidas.

Qualquer decisão mexe com aquele que tem de decidir, daí o medo de decidir errado, o que leva pessoas e órgãos a procrastinarem suas posições a respeito daquilo que lhes compete posicionar.

A comunidade batista aguardou ansiosamente pela decisão da CBB. Esta por sua vez não poderia se esquivar de dar a resposta a tempo e a modo, mas sem se afastar das questões políticas e jurídicas. Daí ter seguido toda a via crucis exigida, ouvindo a parte envolvida, qual seja, a Igreja Batista de Pinheiros, que tomou a decisão de receber no seu quadro de membresia pessoas com práticas homoafetivas, sem nenhuma discriminação aos direitos dos heterossexuais, independente se aqueles largaram ou não suas práticas homossexuais.

A questão jurídica foi bem trabalhada, pois a Convenção deixou bem clara que não é homofóbica, que respeita a autonomia das igrejas e que condena qualquer manifestação discriminatória sob o tema levantado até o momento e que as mesmas não foram feitas em seu nome, sendo cada autor exclusivamente responsável pelas publicações. 

Assim fazendo, livrou-se de qualquer possibilidade de questionamento em várias esferas, inclusive judicial, haja vista que “todos são iguais diante a lei”, princípio constitucional que faz coro com a declaração bíblica que “Deus não faz acepção de pessoas”. Se Ele não faz, não teria sentido seus seguidores fazerem.

Politicamente, a Convenção Brasileira fez o que deveria ser feito!

Carlos Alberto de Oliveira é advogado, funcionário público do Ministério do Trabalho, membro da Primeira Igreja Batista de Pilar, Duque de Caxias, RJ e escritor.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Homossexualidade: "Opção" sexual ou determinismo cultural? *

Por Prof. Dr. Lourenço Stelio Rega**

"Opção" sexual ou determinismo cultural?
Anotações sobre a identidade sexual neurobiogenética e o conceito de identidade de gênero*
A cada dia que passa tem-se reforçado o conceito de que é necessário diferenciar o determinismo biológico sexual da identidade de gênero ou psicológica.
Para a compreensão do tema, iniciaremos com uma abordagem teleológica da vida, segundo a qual, cada coisa existe com finalidades específicas. Assim, partindo da natureza mais essencial do ser humano que é a sua vida biogenética, que dá suporte para tudo o mais, é necessário compreender que a definição do ser humano do ponto de vista biológico e cromossômico diferencia homem e mulher, segundo o tipo de cromossomos que compõe o respectivo genoma, No caso do genoma masculino, equivale a XY, e do genoma feminino, a XX. Assim, homens e mulheres são distintos desde o nascimento. A mulher produz estrógenos e progesterona, por conta disso, ovula, nascendo com número limitado de óvulos que vão sair de seus ovários ao longo de certo limite de idade de sua vida. Por sua vez, o homem produz testosterona, sendo capaz de produzir espermatozóides aos milhões ao longo de praticamente toda a sua vida. Assim, do ponto de vista biogenético, homens e mulheres possuem características específicas diferenciadas. Nasceram para ser diferentes, para cumprir papéis diferentes na vida. Nem por isso são biogeneticamente superiores ou inferiores. É a partir dessa visão biogenética que se constrói a sexualidade num ser uno, composto por aspectos biofísicos e psíquicos.

É interessante que há coincidência desses fundamentos biogenéticos com a narrativa bíblica da criação, que relata essa forma binária da constituição da natureza humana – foram criados homem e mulher, cada qual, com suas características próprias, por mais que tenham partido de um mesmo corpo e do mesmo Criador. É possível ainda considerar o tema do ponto de vista funcional. Neste caso, a natureza fornece elementos constitutivos que demonstram diferenciação entre homem e mulher na anatomia, fisiologia, biologia, bioquímica, histologia, comportamento, etc.

Além disso, a neurofisiologia nos ensina que o cérebro masculino e o feminino apresentam diferenças
anatômicas e funcionais que a ciência está começando a identificar e entender com mais detalhes. Para ilustrar, é possível citar o funcionamento do hipotálamo, que é diferente na mulher e no homem. Enquanto que o hipotálamo feminino regula um ciclo de produção hormonal pela hipófise, levando à alternância de ciclos de produção de hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo estimulante (FSH), que por sua vez levarão os ovários da mulher a produzir ciclos de estrógeno e progesterona, que resultam na ovulação e menstruação, o mesmo não ocorre no homem, que vive em contínua monotonia hipotalâmica, hormonal e comportamental, no que se refere ao ciclo reprodutivo. Assim, o ser humano masculino está sempre preparado e disposto para a atividade reprodutiva, enquanto a mulher obedece a um ciclo, inconscientemente, controlado pelo cérebro.

É necessário ainda citar que a ciência não possui estudos comprovados e representativos que demonstrem alguma alteração morfofuncional cerebral que seja determinística, desde o seu nascimento, naqueles que dizem ter tendência ou comportamento homossexual.

O que se pretende atualmente é legitimar o conceito de que a identidade psicológica de gênero seja diferente da identidade neurogenética do indivíduo, portanto, se o desejo do indivíduo for de não aceitar a sua condição e predisposição neurobiogenética, tem o direito à “opção sexual” e escolher o que melhor for para si em termos de gênero. O que se pretende com a legitimação da homossexualidade é que a pessoa não necessita se submeter a esse estabelecimento e predisposição neurobiogenética.

Defende-se ainda que a dinâmica e evolução cultural e antropológica abriram a possibilidade da diferenciação entre a morfologia sexual e a identidade psíquica da pessoa com aquele gênero. Ou seja, argumenta-se que pode haver uma contradição entre a predisposição física e o gênero sexual ou sexo psíquico de preferência do indivíduo, de modo que nem sempre a morfologia sexual poderá coincidir com a identidade de gênero desejado pelo indivíduo.

Entendo que essas abordagens, tanto a da escolha individual quanto a da cultural e antropológica, são provenientes da legitimação do núcleo da Pós-modernidade em que a fonte de verdade está no indivíduo e sua subjetividade, isto é, não há mais necessidade que o indivíduo busque legitimação de seus atos fora de si (heteronomia), mas ele próprio tem o direito de fazer suas escolhas a partir do que entende, sente ou acha que seja o melhor para sua vida (autonomia).

Assim, escolher gênero sexual (sexo psíquico) diferente de sua morfologia sexual (sexo neurobiogenético) passou a ser justificável e legitimado. Recentemente, li um artigo escrito por Leandro Colling intitulado "Desnaturalização da heterossexualidade", que procura defender a tese da coação cultural da heterossexualidade como se o comportamento heterossexual fosse resultado de uma imposição cultural.

O argumento do artigo de Colling deixa de considerar os aspectos científicos elementares citados há pouco, que é a constituição neurobiogenética e a funcionalidade diferencial que se tornam fatores fundantes e identitários da pessoa.

Como dizíamos, o homem tem uma constituição genética e neurológica (entre outras) diferente da mulher e vice-versa. Então, a identidade de gênero, como tem sido defendida, acaba reduzida a um recurso artificial que é utilizado para se tentar legitimar, pela dinâmica ou evolução cultural, a contradição entre identidade de gênero e sexo neurobiogenético. Nesse caso, a pessoa pode ser psicologicamente uma coisa e neurologicamente outra. Metaforicamente falando, não seria isso uma espécie de esquizofrenia? Um fissuramento na natureza intrínseca do ser, como se fossem dois seres numa só pessoa, um ser neurobiogenético com uma constituição de natureza e um ser psicológico e culturalmente diferente? A prática tem demonstrado que homoafetivos, nesse tipo de fissuramento, acabam buscando soluções em direção da modificação morfológica de seus corpos (retirada de pênis, construção de mamas, etc.) em busca de solucionar a concepção cindida de sua vida.

Por outro lado, quando se busca utilizar as razões culturais acima citadas para justificar a homossexualidade, tem-se a impressão de que quem opta pela homoafetividade é superior ao heterossexual, pelo fato de não ter se submetido ao que é considerado determinismo cultural que impõe a heterossexualidade, como se a sexualidade dependesse exclusivamente da dinâmica e fluidez cultural. Portanto, essa abordagem é um antropocentrismo ou culturalismo que desconsidera a essência e a natureza científica humana, em termos de sua constituição neurobiogenética.

É ainda curioso notar que, mesmo estabelecendo uma união estável, os pares homoafetivos continuam se chamando de "casal" e, aliás, normalmente, nesse tipo de "casal" há o que cumpre o papel de “macho” e o que cumpre o papel de “fêmea”, mantendo, assim, a concepção matricial heterossexual, dando até a entender que a heterossexualidade seja um arquétipo, uma matriz fundante e constitutiva da essência da humanidade, de modo a deslegitimar a diferenciação da identidade de gênero da identidade neurobiogenética. Em outras palavras, a defesa, nestes termos, da homoafetividade acaba resultando numa situação que a deslegitima.

Para compreensão mais profunda do tema, torna-se necessário considerar a natureza humana como foi constituída em termos neurobiogenéticos, que fixa a natureza de cada um, não havendo espaço para se cindir o ser humano em neurobiogenético e psíquico/cultural, sob pena de se gerar graves e profundos distúrbios para a vida, para a sociedade e para a história humana.

Portanto, a sexualidade está tão ligada à nossa natureza neurobiogenética, que não se pode desconectar simplesmente o lado neurobiogenético do psíquico, em nome de um referencial cultural subjetivo e antropocêntrico que é capaz de abrir um precedente para que qualquer um tenha o direito de ter uma identidade de gênero diferente de sua identidade neurobiogenética. Se os padrões culturais de "normalidade" (no Direito, chamada de "consenso gentium") forem tomados como legitimadores das decisões e ações humanas, onde vamos chegar? Então, será que se amanhã a pedofilia se tornar culturalmente "normal" ou aceitável, vamos ter de aceitá-la?

* A primeira versão deste texto foi publicada em O Jornal Batista, 10/02/2013, revisado para a presente publicação.

** Lourenço Stelio Rega é Bacharel em Teologia, Mestre em Teologia (especialização em Ética), pós-graduado em Administração de Empresas (núcleo de Análise de Sistemas), Licenciando em Filosofia, Mestre em Educação (especialização em História da Educação) e Doutor em Ciências da Religião. É Diretor e professor de Ética, Bioética e Filosofia da Religião da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Fonte: http://batistas.org/ArtigosDocs/artigos-etica.html

Ex-muçulmana é pastora batista


Veja no blog do Carlos Alberto Betinho a matéria sobre a primeira pastora batista ex-muçulmana.

http://carlos-betinho.blogspot.com.br/

http://carlos-betinho.blogspot.com.br/2016/04/muhammud-primeira-pastora-batista-ex.html

Convenção Batista Brasileira divulga programa de Santos


Programa da 96ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira

Tema 2016: Transformados pelo Poder do Reino de Deus
Divisa 2016: “Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder”.
1 Coríntios 4.20

1ª sessão
Sexta-feira - Dia 15 - 8h30 às 12h00
08h30 - Composição da mesa
08h40 - Instalação da 96ª Assembleia - (Tema, Divisa e Hino)
08h50 - Aprovação do Programa Provisório
08h55 - Louvor e Adoração
09h15 - Momento cívico - “Hino Nacional Brasileiro”
09h25 - Momento de Oração e Louvor
09h45 - Mensagem do Presidente: Pr. Vanderlei Batista Marins
10h30 - Oração pela Pátria
10h35 - Nomeação das Comissões e Diretoria das Câmaras Setoriais
10h55 - Louvor e Adoração
11h15 - Momento de Oração pela Denominação e sua liderança
11h20 - Louvor e Adoração
11h45 - Aprovação da agenda para 2ª Sessão
12h00 - Oração e Encerramento

2ª Sessão
Sexta-feira - Dia 15 - 14h00 às 17h30
14h00 - Instalação da 2ª sessão
14h05 - Expediente
14h10 - Adoração e louvor (Tema, Divisa e Hino)
14h25 - Relatório do Conselho Geral – Apresentação, deliberação e aprovação
16h30 - Inspiração Musical
16h35 - Relatório do Conselho Fiscal
17h25 - Aprovação das agendas das reuniões 3ª e 4ª Sessões
17h30 - Encerramento

3ª Sessão
Sexta-feira - Dia 15 - 19h30 às 21h30
19h30 - Instalação da 3ª sessão
19h40 - Apresentação das Autoridades e Visitantes
19h50 - Saudação aos Batistas Brasileiros
20h00 - Mensagem aos Batistas, autoridades e visitantes – Presidente da CBB
20h10 - Adoração e louvor (Tema, Divisa e Hino)
20h30 - Mensagem Oficial: Transformados pelo Poder do Reino de Deus
Pr. Roberto Amorim de Menezes
21h15 - Inspiração musical e Oração
21h30 - Encerramento

4ª Sessão
Sábado - Dia 16 - 08h30 às 12h00
08h30 - Instalação da 4ª Sessão
08h35 - Expediente
08h40 - Adoração e Louvor – Tema, Divisa e Hino
09h00 - Mensagem: Pr. Gilvan Barbosa - PI
09h50 - Orientações sobre funcionamento da Câmaras Setoriais
10h00 - Adoração e Louvor
10h25 - Comissão de Programa
11h45 - Aprovação das agendas das reuniões 5ª, 6ª e 7ª Sessões
12h00 - Encerramento

5ª Sessão
Sábado - Dia 16 - 14h00 às 17h30
•Câmara Setorial de Missões
•Câmara Setorial de Educação Religiosa
•Câmara Setorial de Educação Teológica
•Câmara Setorial de Ação Social

6ª Sessão
Sábado - Dia 16 - 19h30 às 21h30 – Noite Missionária
19h30 - Instalação da 6ª Sessão
19h35 - Programação Missionária - Missões Mundiais & Nacionais
21h30 - Encerramento

DOMINGO - Dia 17
08h30 às 12h30 – Programa nas Igrejas locais

14h00 às 17h30 - CÂMARAS SETORIAIS - Segundo Momento (Se Necessário)
19h30 – Noite Evangelística

7ª SESSÃO
Segunda-feira - Dia 18 - 8h30 às 12h00
08h30 - Instalação da 7ª Sessão
08h35 - Expediente
08h50 - Tema, Divisa e Hino Oficial
09h00 - Louvor e Adoração
09h30 - Mensagem: Eliane Salgado - DF
10h15 - Oração e Louvor
10h30 - Momento Literário – Convicção Editora
11h00 - Comissão de Programa
12h00 - Aprovação da agenda da 8ª Sessão e Encerramento

8ª Sessão
Segunda-feira - Dia 18 - 14h00 às 17h30
14h00 - Instalação da 8ª Sessão
14h05 - Expediente
14h10 - Inspiração Musical
14h25 - Relatório da Câmara Setorial de Educação Ministerial
15h05 - Relatório da Comissão de Assuntos Especiais
15h15 - Comissão de Programa
15h55 - Relatório da Câmara Setorial de Educação Religiosa
16h45 - Representação Denominacional
17h00 - Aprovação da agenda da 9ª e 10ª Sessões e Encerramento

9ª Sessão
Segunda-feira - Dia 18 - 19h30 às 21h30
19h30 - Instalação da 9ª Sessão
19h35 - Tema, Divisa e Hino Oficial
19h45 - Louvor e Adoração
20h10 - Mensagem: Pr. Carlos Trindade - RS
20h55 - Inspiração Musical e Oração
21h15 - Filme promocional da 97ª Assembleia da CBB
21h30 - Encerramento

10ª Sessão
Terça-feira - Dia 19 - 8h30 às 12h00
08h30 - Instalação da 10ª Sessão
08h35 - Expediente
08h50 - Adoração e Louvor
09h15 - Mensagem: Pr. Ramon Márcio – MG
10h00 - Adoração e louvor
10h20 - Representação denominacional – ABM, UBLA, AIBBAM
11h10 - Inspiração Musical e Oração
11h15 - Comissão de programa
11h55 - Aprovação da agenda da 11ª Sessão
12h00 - Encerramento

11ª Sessão
Terça-feira - Dia 19 - 14h00 às 17h30
14h00 - Instalação da 11ª Sessão
14h10 - Expediente
14h15 - Relatório da Câmara Setorial de Missões
14h55 - Parecer da Comissão de Renovação do Conselho
16h20 - Relatório da Câmara Setorial de Ação Social
17h00 - Comissão de Programa
17h20 - Aprovação da agenda da 12ª Sessão e Encerramento

12ª Sessão
Terça-feira – Dia 19 - 19h30 às 21h30
19h30 - Instalação da 12ª Sessão
19h40 – Mensagem Musical - AMBB
20h30 - Mensagem: Pr. Carlos Water Marques da Silva - SP
21h20 - Agradecimentos
21h30 - Oração de Encerramento da 96ª Assembleia da CBB

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Homossexualismo: Declaração da Convenção Batista Brasileira

 

Declaração da Diretoria da Convenção Batista Brasileira sobre a aceitação de pessoas homo afetivas no rol de membros da Igreja Batista do Pinheiro, Maceió, AL

A Diretoria da Convenção Batista Brasileira (CBB) tomou conhecimento de que Igreja Batista do Pinheiro em Maceió, AL, filiada em seu quadro de igrejas cooperantes, em assembleia extraordinária do dia 28 de fevereiro deste ano aprovou a decisão de aceitar em seu rol de membros por batismo, carta de transferência, reconciliação ou aclamação de pessoas homo afetivas.

Diante disso, vem a público para esclarecer os seguintes fatos:

1) A CBB foi organizada em junho de 1907, na cidade de Salvador, BA, tendo atualmente como filiadas cerca de 7.000 igrejas batistas em todo território nacional. A missão da CBB é promover a cooperação entre as igrejas batistas para que cumpram a sua missão.

2) As igrejas batistas são autônomas, isto é, cada Igreja local possui personalidade jurídica independente, natureza de auto-gestão. participa nas Assembleias da CBB por meio representantes, chamados mensageiros, que debatem e votam democraticamente nas decisões a serem seguidas pelos organismos convencionais e/ou recomendações às próprias igrejas. Tal modelo foi seguido na aprovação em assembleia pelas próprias igrejas filiadas dos seguintes documentos:

2.1 - No preâmbulo do capítulo 2º da Filosofia da CBB, temos a descrição de sua natureza e objetivos, indicando também o papel das igrejas cooperantes entre si nos seguintes termos:

A Convenção Batista Brasileira é uma entidade religiosa, sem fins lucrativos, composta de igrejas batistas que decidem voluntariamente se unir para viverem juntas a mesma fé, promoverem o reino de Deus e assumirem o compromisso de fidelidade doutrinária, cooperação e empenho na execução dos programas convencionais ... é também cadinho e foro, quando em suas Assembleias, constituídas por mensageiros enviados pelas igrejas cooperantes, aprecia doutrinas e práticas, relatórios das atividades dos seus órgãos e entidades, debate idéias e aprova diretrizes gerais; é ainda coordenadora, quando recebe planos e programas como atividades que deve implementar, visando à concretização das aspirações comuns às igrejas cooperantes.

2.2 - No Estatuto da CBB temos:
Art. 2º - A Convenção é constituída de Igrejas Batistas filiadas à Convenção, situadas no território nacional, recebidas pela assembleia Geral, observado o disposto neste Estatuto e no Regimento Interno.

§ 1º. Para serem filiadas na Convenção, as igrejas deverão satisfazer os seguintes pré-requisitos:
I – declarar, formalmente, que aceitam as Sagradas Escrituras como única regra de fé e prática e reconhecem como fiel a 
Declaração Doutrinária da Convenção;
II – comprometer-se a dar apoio moral, espiritual e financeiro à Convenção, para que ela atinja seus objetivos, realize os seus propósitos e cumpra as suas finalidades;
III – pedir o seu arrolamento, por escrito, à Convenção.
IV – declarar compromisso de mútua cooperação.
§ 2º 
...
  ...
§ 3º.A Convenção reconhece como princípio doutrinário a autonomia das Igrejas filiadas, sendo as recomendações que lhes são feitas decorrentes do compromisso de mútua cooperação por elas assumido.

Art. 33. A Convenção tem legitimidade para ingressar em juízo como autora, assistente, opoente, terceira interessada ou substituta processual, nas seguintes hipóteses:
I – defesa dos princípios e da fé Batista, nas situações que envolvam quaisquer das Igrejas Batistas inscritas na Convenção;
II - 
  ...
III - 
  ...

3. O que se pode compreender com o espírito cooperativo é que ao se filiar ao seu quadro de igreja cooperante na CBB, uma igreja declara concordar com o seu Estatuto, Regimento Interno, Regimento Parlamentar, sua Filosofia e as decisões tomadas ao longo de sua história institucional.

4. Sobre o tema específico da homo afetividade a Assembleia da CBB em Aracajú, SE, no dia 29 de Janeiro de 2013, (publicado em O Jornal Batista – 17/02/13) aprovou, por intermédio dos mensageiros enviados pelas igrejas cooperantes o documento nomeado "Pronunciamento da Convenção Batista Brasileira (CBB): Estatuto da Diversidade Sexual", indicando:

4.1 - Quanto à homofobia, somos contra qualquer tipo de discriminação, desrespeito, abuso ou violência, seja ela contra quem for. 
4.2 - Todavia, nos reservamos o direito constitucional (liberdade religiosa) de discordar da prática homossexual, por entender que é biblicamente pecaminosa e viola o padrão original de Deus para os seres humanos. O Antigo e o Novo Testamento desaprovam severamente práticas homossexuais (Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.9-10). Consequentemente, não aprovamos tais práticas.
4.3 - Em relação ao chamado casamento homo afetivo, entendemos que uniões legais amparam arranjos de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais etc. 
4.4 - Por outro lado, o matrimônio biblicamente instituído por Deus é uma união integral de corpo e mente (Gn 2.18,23-24), baseado em um compromisso de permanência e exclusividade entre o sexo masculino e o sexo feminino, e selado pelo ato sexual.
4.5 - A Bíblia Sagrada apresenta a criação dos seres humanos em dois sexos: “...homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Tal criação visava ao casamento, expresso em companheirismo, união sexual e procriação (Gn 2.23-25). Jesus Cristo reiterou esta norma ao afirmar “que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Mt 19.4-5).
4.6 - Esta união tem valor intrínseco, independente de procriação. Todavia, se houver filhos, a união se aprofunda e enriquece. Entendemos que o casamento, nos parâmetros bíblicos, salvaguarda os interesses das crianças. Adicionalmente, cremos que é direito de toda criança ter pai e mãe. Portanto, o Estado deve reconhecer e apoiar o matrimônio.
4.7 - Não concordamos com a criação de um novo modelo de casamento contrariando a Bíblia, a própria Constituição (Art. 226) e o Código Civil (Art. 1521).
4.8 - No que se refere a proibir tratamento e até mesmo promessa de “cura” a não heterossexuais, tem-se presentemente ampla evidência de pessoas que foram homossexuais praticantes, e através de tratamento foram restauradas. Portanto, tal proibição é um contrassenso. A Bíblia registra a restauração em I Coríntios 6.9-11, “...Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, ... herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” Consequentemente, defendemos que ministros religiosos e profissionais liberais devem ter assegurado o direito de ministrar tratamento a homossexuais que assim o desejem.
4.9- Com referência às decisões legais contrárias ao posicionamento bíblico o documento ainda menciona: ... rejeitamos qualquer instrumento de coerção que nos force a concordar com práticas inconstitucionais e antibíblicas. Por sinal, vale enfatizar que esse Estatuto (decisões ou jurisprudências estabelecidas) é inconstitucional, ilegal, heterofóbico e cristofóbico. Sabemos que quando os poderes terreno e divino colidem, nossa obrigação é “obedecer a Deus, e não a seres humanos” (At 5.29). Portanto, nenhum poder na terra — seja cultural ou político — nos forçará ao silêncio ou à acomodação.

CONCLUINDO

1. Em nenhum momento a CBB, sua Diretoria e seus organismos se manifestaram distratando ou expondo negativamente a Igreja Batista do Pinheiro, seja na imprensa, nas redes sociais ou por quaquer outro meio de comunicação, demonstrando respeito por uma igreja cooperante filiada em seu quadro.

2. Eventuais críticas feitas à Igreja Batista do Pinheiro e/ou seu pastor e líderes, por pessoas membros de igrejas batistas filiadas à CBB, decorrem do legítimo exercício da liberdade de expressão. Tais manifestações não decorreram de orientação da CBB e/ou sua Diretoria.

3. A Diretoria da CBB entende que a Igreja Batista do Pinheiro tem seu direito à autonomia como igreja local, mas ao tomar isoladamente esta decisão desconsiderou o espírito cooperativo participante entre as igrejas batistas e expôs a denominação diante de uma situação desconfortável perante a mídia como se agora os batistas aceitam livremente como membros de suas igrejas pessoas homo afetivas.

4. A Diretoria da CBB entende que os batistas não são intolerantes, pois devemos aceitar todas as pessoas, sem distinção, que se convertem ao Evangelho, as boas novas de salvação e libertação do ser humano. Mas entende também que os ensinos bíblicos são suficientes para indicar que as pessoas, depois de convertidas ao Evangelho, devem deixar práticas contrárias aos princípios éticos bíblicos e cristãos, sendo esse um dos papéis de apoio e suporte a serem exercidos pela igreja local, em vez de abrir espaço para que continuem nessas práticas. Neste sentido, não há qualquer preconceito contra a homossexualidade ou pessoas homo afetivas, mas conceito, isto é, uma concepção sobre o tema que se diferencia do que se propõem os meios massivos de comunicação e outros meios. Portanto, não há aqui qualquer senso de intolerância, mas senso de inclusão manifesto pelo amor ao próximo que se concretiza em sua transformação conforme os ideais divinos da Criação a ser humano perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. (2 Timóteo 3.16,17).

5. A Diretoria da CBB entende que o Evangelho é superior à cultura e que esta, embora real e concreta na existência humana, deve ser compreendida à luz da essência da Bíblia, que sempre nos mantém a sua mensagem atualizada para qualquer época, região ou cultura. Entendemos ser Cristo o transformador da cultura e, neste sentido, a cultura traz a herança humana acumulada na linha do tempo, tendo aspectos positivos e construtivos, mas também revela, em diversos sentidos, o estado de rebeldia do ser humano desde a queda (Gênesis 3) e, que este mesmo ser humano poderá ser recuperado e a cultura poderá ser renovada com o fim de glorificar a Deus e de realizar os seus propósitos. Portanto, para a CBB, a decisão da Igreja em epígrafe, feriu frontalmente a integralidade da Palavra de Deus, que é nossa única regra de fé e prática.

Centro Batista Brasileiro, Rio de Janeiro, 30 de março de 2016.

Vanderley Batista Marins, Presidente da CBB

Sócrates Oliveira de Souza, Diretor Executivo da CBB