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domingo, 14 de setembro de 2014

Café com Cristo - Nenhum gigante resiste


Nenhum gigante resiste
Um menino franzino contra um forte gigante (menino franzino e forte gigante sugerem pleonasmo). Segundo alguns, a cabeça e o pescoço de Golias eram quase do tamanho de Davi. Cena muito tensa, povo de Israel envergonhado e a autoestima lá embaixo.
Um menino franzino com uma funda e cinco pedras. Um forte gigante com lança e aparato de segurança de última geração (para a época). Duelo. Medo. Pavor. Expectativa.
Aproximam-se e, carregado de jactância, o gigante esnoba o adversário. O menino apresenta sua credencial: em nome do Senhor dos exércitos. Uma pedrada. Um tombo. Cabeça cortada. Gigante destruído.
Alguém disse que Davi fazia três coisas que ninguém dava valor, mas que, no tempo próprio, Deus se utilizou delas para o nosso bem: tocava instrumento (resolveu o problema de Saul, musicoterapia na Bíblia), atirava pedras (derrotou Golias) e escrevia poemas (salmos lindos que nos abençoam).
Nas mãos de Deus, um menino torna-se um gigante. Sem Deus, um gigante torna-se um franzino.
Que gigante atormenta você? Não tenha medo, enfrente-o em nome de Deus, pois nenhum gigante resiste ao poder de Deus.

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No giant resists 
A skinny boy against a strong giant (skinny boy and suggest strong giant tautology). According to some, the head and neck of Goliath were about the size of David. Very tense scene, the people of Israel ashamed and self-esteem down.
A skinny boy with a sling and five stones. A strong giant with spear and security apparatus of the latest generation (for the time). Duel. Fear. Dread. Expectation.
Approximate and loaded with boasting, giant snubs the opponent. The boy shows his credentials: for the Lord of hosts. A stone. A tumble. Severed Head. Giant destroyed.
Someone said that David did three things that no one valued, but, at the proper time, God used them for our good: playing instrument (solved the problem of Saul, music therapy in the Bible), threw stones (defeated Goliath) and wrote poems (beautiful psalms to bless us).
In the hands of God, a boy becomes a giant. Without God, a giant becomes a puny.
Giant that torments you? Do not be afraid, face it in the name of God, for no giant resists the power of God.

sábado, 13 de setembro de 2014

Café com Cristo - União de todos é o remédio


União de todos é o remédio
Nosso personagem de hoje é Neemias. O significado de seu nome é bem sugestivo: consolo de Deus ou Deus consola. Um livro leva seu nome no Velho Testamento. Vale a pena ler com a perspectiva de liderança. É usado como referência até hoje por cursos de capacitação nessa área.
Como copeiro do rei, não se conformou em ver a cidade de seus pais abandonada. Solicitou ao rei liberação para ir reconstruí-la. Recebendo, saiu para a tarefa. A partir daí, temos uma linda história de gente que deseja realizar o bem.
Em determinado momento, Neemias percebe que o povo estava desunido e conclama: “E disse eu aos nobres, aos magistrados e ao restante do povo: Grande e extensa é a obra, e nós estamos apartados do muro, longe uns dos outros. No lugar onde ouvirdes o som da buzina, ali vos ajuntareis conosco; o nosso Deus pelejará por nós” - Neemias 4.19-20. E assim o povo consegue a grande vitória de ver reconstruída a cidade.
Em todas as áreas da vida é preciso união. Juntos, somos mais fortes. Nenhuma empresa ou instituição, até mesmo a família, sobreviverá sem a união de seus componentes.
Encorajo você a se unir com ideais nobres para as tarefas empreendidas. O caminho será mais fácil.

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Union of all is the remedy 
Our character today is Nehemiah. The meaning of his name is very suggestive: consolation of God or God console. A book bearing his name in the Old Testament. Worth reading at the prospect of leadership. It is used today as a reference for training courses in this area.
As the king's cupbearer, not conformed to see the city of his fathers abandoned. Asked the king release to go rebuild it. Receiving, went to the task. From there, we have a beautiful story of people who want to do good.
At one point, Nehemiah realizes that the people were disunited and calls: "And I said to the nobles, the officials and the rest of the people is great and large the work, and we are separated on the wall, one far from another. In the place where you hear the sound of the trumpet shall gather us, you there; our God shall fight for us "- Nehemiah 4.19-20. And so the people can see the great victory of the rebuilt city.
In every area of life is necessary union. Together, we are stronger. No company or institution, even the family will survive without the union of its components.
I encourage you to join with noble ideals for the tasks undertaken. The path will be easier.

Lição da Escola Bíblica Dominical - Mordomia do trabalho – Honestidade acima de tudo

Lição 11– Mordomia do trabalho – Honestidade acima de tudo

Texto Bíblico: Gênesis 2.4-19

INTRODUÇÃO
Na mente de muitos crentes ainda permanecem algumas sobras do pensamento que predominava na Idade Média, de que o trabalho físico é castigo do pecado original, e que o ideal para o ser humano é dedicar-se somente aos interesses do espírito. Essa confusão parte de uma visão dicotômica do ser humano, que, por sua vez, baseia-se em uma teologia dualista, que põe em rivalidade inseparável o bem e o mal, este representado pelo corpo, matéria ou pelas trevas, e aquele pelo espírito ou pela luz. Essa não é uma visão evangélica. O que contribui para consolidar tal pensamento, é uma visão mutilada de Gênesis 3.

UMA INCUMBÊNCIA MUITO ESPECIAL
O homem foi colocado na terra com a finalidade de administrá-la, como fiel mordomo. O pecado perverteu a ordem natural, e a terra passou a ser vítima de abuso, por parte do homem. As árvores do jardim, criadas para serem desfrutadas, foram transformadas em esconderijo do fracasso moral. O egoísmo, a preguiça, a ganância, a busca pelo prazer imediato a qualquer custo, mesmo ao custo da destruição da natureza e a ansiedade de possuir como alternativa do ser quebraram a harmonia que deveria haver entre o homem e a terra.
A terra, que fora criada por Deus para ser amplamente desfrutada, passou a ser objeto de depredação sistemática devido ao pecado, tornando-se hostil e sem as condições necessárias para ser habitada. Não foi a maldição de Deus que trouxe espinhos e pragas à terra, porém o pecado humano. A redenção trazida ao homem pelo Verbo Encarnado, ao restituir a Palavra de Deus como centro do governo moral, deve redimir também a terra. A regeneração espiritual do homem pelo Evangelho, se estenderá a toda a criação. É maravilhoso pensar no fato de que o corpo humano, pela regeneração, foi transformado em templo do Espírito Santo, para que, através dele, Deus governe a terra em benefício do próprio homem.

PRESTANDO UM SERVIÇO A DEUS
Antes da queda, o homem já havia recebido a tarefa de trabalhar. O trabalho faz parte do seu caráter, formado à imagem e semelhança do caráter de Deus. “Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden, para o lavrar e guardar” (Gn 2.15). Uma vez que o homem foi colocado na terra para preservá-la e guardá-la, o tempo despendido em trabalho passou a ser despendido em serviço prestado a Deus e, para que o trabalho seja realmente um culto a Deus, é indispensável, entretanto, que ele obedeça aos princípios éticos estabelecidos em Sua Palavra.
E. C. Gardner defende que o trabalho exerce três funções básicas na vida do ser humano: 1) provê as condições necessárias para o sustento da vida; 2) expressa, na prática, o amor ao próximo; 3) permite a realização do eu, mediante o exercício dos próprios poderes de criatividade. Para o mordomo cristão, o trabalho é também uma forma de adorar a Deus pelos recursos que ele pode oferecer, a fim de contribuir para a consolidação e a expansão do Evangelho no mundo inteiro.

VOCACIONADO PARA O TRABALHO
Sem a visão missionária despertada pelo amor, o trabalho é apenas um meio de prover a própria subsistência, talvez o fruto de uma genuína solidariedade humana e, de fato, um meio de realização pessoal, mas perde a sua dimensão transcendente, perde a dimensão mais elevada de sua responsabilidade. O chamado de Deus para uma vida de serviço chama-se vocação. Vocação, no seu sentido popular de aptidão, é a habilidade para determinada atividade, manifestando a opinião de que toda vocação é uma dádiva de Deus e deve ser realizada com essa consciência.
Geraldo era um homem simples, varredor de rua no Rio de Janeiro. Aquela rua era a mais limpa do bairro. Os moradores ficavam admirados com tanto zelo. Um dia, uma senhora perguntou: “Sr. Geraldo, por que é que o senhor varre a nossa rua tão bem varrida? Não fica uma ponta de cigarro na calçada”. Geraldo soltou uma das mãos da carrocinha, tirou o boné num gesto de reverência, e respondeu: “Olha, dona, todos os dias, quando me levanto, eu peço a Deus que me ajude no meu trabalho, porque eu sei como é importante que as ruas da cidade fiquem bem limpas; e a cada dia que começo o meu trabalho aqui, eu pergunto: será que é hoje que Jesus vai voltar? Todo dia eu espero que seja o dia de Jesus voltar. Cada dia eu penso: se o meu Jesus voltar hoje, e passar pela minha rua, eu quero que Ele encontre a minha rua bem limpa para ele passar”.

TRABALHAR COM HONESTIDADE
Sendo qualquer atividade uma vocação divina, deve ser exercida com honestidade.
Honestidade não é uma questão de opinião pessoal; é uma questão de caráter. O caráter justo de Deus, que é implantado no homem pela regeneração por meio do Evangelho. O cristão é perfeito na honestidade do seu trabalho, porque este é o seu caráter, a sua forma de ser, um ser continuamente transformado pela renovação do seu entendimento, conforme  Rm 12.2.
Honestidade não é uma questão de conceito de boa imagem; é uma questão de caráter. O cristão não está preocupado com “o que os outros vão dizer”, mas sim, com o que Deus diz em sua Palavra.
Honestidade não é uma questão de cultura; é uma questão de caráter. Do caráter de Deus impresso no cristão, pela regeneração. O Evangelho purifica das culturas humanas, aquilo que elas têm de nocivo ao cristão, para que ele possa desfrutar a vida em sua plenitude. Mentir, defraudar, trair, trapacear, podem ser práticas aceitas, e até elogiadas por uma determinada sociedade, mas essas práticas lesam a alma, deterioram o relacionamento humano, depravam a natureza e causam infelicidade.
Honestidade também não é uma questão de disciplina eclesiástica; é uma questão de caráter. Não é por medo das sanções disciplinares da igreja, que podem significar humilhações e descrédito, até por motivo de vingança, inveja ou partidarismo, mas por causa da sua consciência diante de Deus, que o cristão anda honestamente. A vontade de Deus é o seu motivo. A aprovação de Deus é a sua maior recompensa.

ATITUDES DE UM MORDOMO HONESTO
“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras” (Tt 2.11-14). Esse texto adverte para a conduta de vida que o cristão, verdadeiro mordomo do Senhor, deve adotar no mundo em que vive:   de maneira sensata, isto é, sábia, justa e piedosa.
Sendo assim, o cristão: 1º) Não deve, de maneira alguma, se conformar com a desonestidade, ao contrário, deve lutar para não entranhá-la em seu caráter. 2º) Deve aperfeiçoar o seu comportamento ético, segundo os princípios bíblicos.“Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.1-2) e “Até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (Ef 4.13). Em suma, crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, bem como, amadurecer, de estatura em estatura, até chegar à estatura de varão que se assemelhe à imagem de Cristo. 3º) Proclamar o Evangelho  com a vida, visando transformar o meio em que vive. 4º) Contribuir, usando as armas de justiça, para a implantação de uma sociedade justa.

CONCLUSÃO
O mundo seria diferente se todos os cristãos entendessem, como o varredor Geraldo, que estão trabalhando para Deus, seja qual for o seu trabalho, e que todo o seu trabalho um dia será julgado por Jesus. Os cristãos devem administrar todos os seus bens, todo o seu tempo, todos os seus talentos movido pelo amor, na consciência de que tudo pertence a Deus e deve ser usado para a glória de Deus e para a felicidade do seu próximo e, simultaneamente, viver uma vida honesta. Essa é a consciência de mordomia total que deve motivar, alegrar, enriquecer espiritualmente e dominar a vida de cada crente.

PARA REFLETIR:
Qual a importância que o trabalho tem para você?
Você procura adorar a Deus em sua atividade profissional?
O seu trabalho expressa, na prática, o amor ao próximo?

Leitura diária:
Segunda – Gênesis 2.4-19
Terça – Jeremias 12.1-6
Quarta – Deuteronômio 15.1-10
Quinta – Deuteronômio 15.11-23
Sexta – 1Tessalonicenses 5.1-11
Sábado – 1Tessalonicenses 5.12-28
Domingo – 2Tessalonicenses 3.1-13

Fonte: Revista Palavra e Vida da Convenção Batista Fluminense
Autor da Lição: Pr. Nathanael Pedroza Corsino