sábado, 30 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XX


Em vinte meditações na carta de Paulo aos filipenses, refletimos sobre “Superando as adversidades”.

Tentamos sinalizar soluções a partir de questões aflitivas como: Quais são nossas atitudes quando surge um problema em nossa vida? Como normalmente agimos quando surge uma dor? Quase sempre passamos a lamentar?

Aprendemos, com quem muito sofreu, que podemos agir diferente. A partir de agora, se ainda não fazemos, ajamos assim.

Eis um resumo:      
1º - Saiba quem você é e a quem você pertence.
2º - Agradeça, independente das circunstâncias.
3º - Apresente motivos de oração com valores eternos.
4º - Tudo o que acontece contribui para o nosso bem.
5º - Não faça julgamentos precipitados.
6º - Reafirme sempre os valores eternos.
7º - Respeite e valorize ainda mais o seu semelhante.
8º - Valorize e invista em sua família, ela sempre estará ao seu lado.
9º - Tenha consciência que Deus está no controle absoluto de tudo.
10º - Não murmure, testemunhe.
11º - Sinta a dor do outro, mesmo que a sua seja muito intensa.
12º - Reavalie seus valores e suas verdadeiras motivações na vida.
13º - Não deixe o passado dominar você, viva o presente e tenha esperança no futuro.
14º - Mantenha sempre a alegria.
15º - Confie tudo a Deus em oração, com gratidão.
16º - Não negocie valores éticos.
17º - Aprenda a se contentar com a situação.
18º - Creia que Deus suprirá todas as nossas necessidades, não as vontades.
19º - Alimente a esperança do céu.
20º - Não tente responder os “por quês?”. Responda o “para quê?”.



Que em sua vida as adversidades sejam superadas, para o seu bem e para honra e glória do nome de Deus.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Batistas do Estado do Rio em Assembleia na gelada Teresópolis

Pr. José Armando Soares Cidaco
Orador Oficial da Assembleia
A pujante e vibrante Primeira Igreja Batista de Teresópolis receberá os batistas do estado do Rio de Janeiro, que são membros das igrejas batistas da Convenção Batista Fluminense, para a sua 110ª Assembleia Anual. A data é 18 a 21 de julho de 2018.

Foto histórica da Primeira Igreja Batista de Teresópolis
Pr. Renato Cordeiro
O orador oficial escolhido pela assembleia anterior é o respeitado e carismático líder evangélico Pr. José Armando Soares Cidaco. É o pastor da Igreja Batista de Barra do Imbuí, na cidade anfitriã.

O Diretor Executivo da Convenção Batista Fluminense é o Pr. Amilton Vargas que, além de coordenar todo o evento, apresenta relatórios de sua gestão do último ano. Este fato é muito esperado, considerando que nos últimos dois exercícios a arrecadação teve uma histórica queda de 49%, limitando em muito as ações dos diretores de todas as áreas.

Fato consolador é que, no mesmo período, o crescimento patrimonial alcançou a inédita cifra de 86% e, com a apresentação de novos projetos, reformas e novas construções, há uma clima de grande esperança no alavancamento do trabalho.

Para o Diretor Executivo (foto abaixo), a crise econômica que se instalou no Brasil tem grande influência na queda do Plano Cooperativo e, acredita o gestor, que esse quadro está mudando e que no próximo ano os índices serão bem melhores.

Pr. Amilton Vargas
Diretor Executivo da Convenção
Para outros líderes, o assunto Plano Cooperativo precisa urgentemente ser estudado, pois, desde que foi criado, não teve qualquer análise em sua eficácia, considerando que outras exigências fizeram com que os setores denominacionais buscassem na igrejas locais mais recursos para seus projetos. Sendo apenas uma fonte para abastecer era de se esperar que em algum setor fosse diminuído o repasse. 

Pr. Vanderlei Batista Marins
Presidente da Convenção Batista Fluminense


O Presidente da Convenção Batista Fluminense é o Pastor Vanderlei Batista Marins e, pela 13ª vez, presidirá a Assembleia, tornando-se um dos líderes que mais vezes a presidiu.

Abaixo você tem o programa que motivará os convencionais a se deslocarem para a gelada Teresópolis, certos de que a aquecida acolhida do povo teresopolitano, sobretudo dos batistas da cidade, fará esquecer o clima gelado da aconchegante cidade serrana.

PROGRAMA PROVISÓRIO DA 110ª ASSEMBLÉIA DA CBF - TERESÓPOLIS

Tema: VIVENDO O REINO DE DEUS
Divisa: "Mas buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça..." - Mateus 6:33
Hino Oficial: Anunciando e Vivenciando o Reino de Deus

1ª SESSÃO
Quarta-Feira – Dia 18/07 – Manhã – 8h00 às 12h00
05. Abertura
10. Composição da Mesa Diretora
15. Expediente e aprovação do programa
10. Nomeação de Comissões
• Renovação do Conselho
• Assuntos Especiais
• Assessoria Parlamentar
• Aprovação de Atas
• Tempo, Local e Orador
• Relações Públicas
• Programa
• Assessoria Logística à Mesa
10. Música AMBF
45. Mensagem Presidencial – Pr. VANDERLEI BATISTA MARINS
120. Relatórios:
1. Informativo do Conselho Gestor
2. Conselho Fiscal
05. Encerramento

2ª SESSÃO
Quarta-Feira – Dia 18/07 – Tarde – 14h00 às 17h00
05. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
10. Música AMBF
45. Mensagem Especial – DIRLEIA GALHARDO CHRISTÓVAM
80. Deliberações – Conselho Fiscal
05. Encerramento

3ª SESSÃO
Quarta-Feira – Dia 18/07 – Noite – 19h00 às 21h30
10. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
20. Música AMBF
10. Relações Públicas
45. Mensagem Oficial – Pr. JOSÉ ARMANDO SOARES CIDACO.
15. Representação Denominacional
05. Encerramento

4ª SESSÃO
Quinta-Feira – Dia 19/07 – Manhã – 8h00 às 12h00
05. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
15. Música AMBF
45. Mensagem Especial – Pr. JOSIMAR DA SILVA ALVES
05. Encerramento

✓ Quinta-Feira – Dia 19/07 – Tarde – 14h00 às 17h00
Congresso de Treinamento e Capacitação

5ª SESSÃO
Quinta-Feira – Dia 19/07 – Noite – 19h00 às 21h30
05. Abertura e Composição da Mesa
05. Expediente
10. Música AMBF
10. Representação Denominacional
60. MENSAGEM NOITE - Pr. LUCIANO RANGEL GOMES
05. Encerramento

6ª SESSÃO
Sexta-Feira – Dia 20/07 – Manhã – 8h00 às 12h00
05. Abertura e Composição da Mesa
10. Expediente
45. Mensagem Especial – Pr. ALUIZIO VIEIRA CARDOSO
10. Música da AMBF
80. Relatórios:
1. Tempo, Local e Orador
2. Renovação do Conselho Deliberativo
3. Arrolamento de Novas Igrejas
4. Aprovação de Atas
5. Assuntos Especiais
05. Encerramento

Sexta-Feira – Dia 20/07 – Tarde – 14h00 às 17h00
120. Departamento de Evangelismo e Missões.
Caminhada Evangelística.
Encerramento: Culto na Praça...

7ª SESSÃO
Sexta-Feira – Dia 20/07 – Noite – 19h00 às 21h30
05. Abertura e Composição da Mesa
05. Expediente
10. Música AMBF
15. Representação Denominacional
60. Noite Missionária – DEM –
05. Encerramento

Sábado – Dia 21/07 – Manhã e Tarde – 8h00 às 17h00
ASSEMBLÉIAS DAS ORGANIZAÇÕES
ADIBERJ
JUBERJ
UFMBF
UMHBF
DER

8ª SESSÃO
Sábado – Dia 21/07 – Noite – 18h00 às 20h30
05. Abertura
20. Música AMBF
10. Apresentação e agradecimento da Equipe Local
10. Agradecimentos
30. Mensagem Especial – Pr. SAMUEL AMARO DOS SANTOS
Ênfase: ...
10. Promoção para a Assembleia na ASSOCIAÇÃO GONÇALENSE - 2019
10. Encerramento

Farinha pouca, meu pirão primeiro


Bezerra da Silva gravou a música “Meu pirão primeiro”. Duas estrofes registram assim:

“Farinha pouca, 
Meu pirão primeiro. 
Este é um velho ditado, 
Do tempo do cativeiro. 
E a Chica assim dizia, 
Na hora de preparar. 
Pro pirão ficar gostoso, 
Tem que saber temperar”. 

A ideia predominante no provérbio popular é a seguinte: em tempo de escassez, o primeiro a aproveitar sou eu.

O cristão deve refletir e aprender com o provérbio:
1º - Realça o egoísmo. Eu em primeiro lugar. Que se danem os outros. Não é atitude cristã.
2º - Desconhece a solidariedade. Pensar em si não é pecado, mas esquecer o outro, é. Ser solidário e antônimo de ser solitário.

3º - Anula a lei da semeadura. Sem qualquer conotação de prosperidade interesseira, o fato é que repartir, mesmo em tempos de escassez, é a mais sábia maneira para se ter mais depois. O sábio afirmou: “Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás” - Eclesiastes 11.1. Quem adota a filosofia do provérbio experimenta a tristeza de ver a farinha acabar antes do tempo estabelecido por Deus. Sem farinha, não há pirão.

4º - Promove o materialismo. A cultura do ter predomina. O ser é esquecido. É bom lembrar que “o que você tem, todo mundo pode ter, mas o que você é, ninguém pode ser” - Prof. Lourenço Stelio Rega.

Para o cristão, sempre é tempo de pensar no outro, ainda que tenha pouco para mim. É ser solidário para não deixar o próximo solitário. É semear ainda que as sementes sejam o único estoque. É promover o espiritual e anular o material.

Todos os dias somos confrontados a reler este provérbio: farinha pouca, meu pirão será compartilhado com o próximo.

Série Superando as adversidades - XIX


Veja o lado bom da adversidade. Só enfrenta problema quem está vivo e quem está consciente dos problemas da vida. O único lugar do mundo que não se enfrenta problema é no cemitério. Assim mesmo quem vai levado, quem trabalha, enfrenta também.
            Há quase trinta anos fui visitar com outros pastores um honrado pastor internado num centro de recuperação em função de problemas estruturais. Não o conhecia bem. Todos fomos bem recebidos, menos um que foi saudado como “o diabo”. A razão é que aquele pastor tinha providenciado sua internação ali, nada que o desabonasse. Sem todas as informações, não sabia o que era verdade ou não, na conversa. E aquele humilde pastor, com alegria, informava: “Eu tenho pregado em grandes cruzadas no mundo todo, os programas de rádio, de tv...”. Momentaneamente, perdera ou confundia a consciência. Não sofria!
            No meio de uma grande adversidade, ainda adolescentes, ouvíamos nosso pai dizer: “Peço a Deus saúde e inteligência para enfrentar esse problema e, um dia, ele me dará a vitória”.
            Por que isso acontece comigo? Qual foi meu erro para enfrentar essa adversidade? Por que gente muito pior vive muito melhor? Por quê, por quê, por quê...
            É melhor mudar a questão! Em vez de “por quê?”, “para quê?”. Em vez de “qual a razão?”, “qual a finalidade?”. Certamente sua atitude mental mudará. E você verá a mão de Deus guardando você.
            Quer superar adversidades? Não tente responder os “por quês?”. Responda o “para quê?”.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XVIII

Nossa tendência no meio de uma adversidade é olhar para baixo. Prendemos-nos ao que está ocorrendo e, daí para entrar numa desenfreada atitude de lamentação, é um pulo, como abrir e fechar os olhos.

Paulo dá uma dica: alimente a esperança do céu. Veja o que ele diz: “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” - Filipenses 3.20. Aqui não é nossa morada, aqui não é nossa cidade. Nossa esperança está lá, de lá virá o Salvador. Em outras palavras, quer realçar o apóstolo, “pare de olhar pra baixo, olhe pra cima”.

E é renovador ler a fundamentação de Paulo no verso seguinte: “Ele transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”. O corpo abatido transformado num corpo glorioso. Ele tem poder para sujeitar a si todas as coisas, inclusive nossas adversidades.

Sérgio Pimenta, magistralmente, cunhou a poesia: “Lá, está o meu tesouro, lá, onde não há choro. Onde todos cantaremos juntos hinos de louvor ao Senhor”. Não olhe pra baixo, olhe pra cima.

Quer superar adversidades? Alimente a esperança do céu.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XVII

A adversidade revela nitidamente quanto somos necessitados. Como na velocidade de um relâmpago, o quadro muda o colorido e o que eram lindas cores torna-se negro e sombrio. Nem sempre é a falta de recursos e posses, mas necessidades que se apresentam como algozes prontos a destruir-nos.

Nessas horas, a certeza de suprimento é escora para não cairmos estatelados. E Filipenses 4.19 apresenta: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus”.

Perceba alguns destaques:

1º - “O meu Deus”. Pode parecer presunção do apóstolo, um Deus individual. Mas não é. Presunção seria se dissesse “um Deus meu”. Mas ele diz “o meu Deus”. É fruto de uma experiência pessoal. É o Pai nosso, Deus nosso!
            
2º - “Segundo as suas riquezas”. Ele não depende de apropriar-se de recursos de outros. Ele os tem. E tem em abundância.
            
3º - “Suprirá todas”. Não suprirá algumas. Suprirá todas.
            
4º - “Vossas necessidades”. Atente bem: vossas necessidades, não vossas vontades. Deus não tem compromissos em atender nossas vontades, mas, sim, necessidades. Mesmo que se argumente com o “Ele te concederá os desejos do teu coração” - Salmo 37.4, é bom lembrar que antes tem “Deleita-se também no Senhor”. Os desejos de quem se deleita no Senhor serão naturalmente dentro de sua vontade.

Que necessidade em sua vida a adversidade revelou? Como você encara essa realidade? Que fonte de recursos você tem para atender tais necessidades?

Quer superar adversidades? Creia que Deus suprirá todas as nossas necessidades, não as vontades.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XVI

 


“Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”, Filipenses 4.13, tornou-se um refrão para aqueles que pensam em declarações bombásticas tidas como exercício da fé.

É bom saber que Paulo não exaltava um poder para realizar algo que viesse a lhe trazer vitória ou conforto. Na verdade, o apóstolo apresentava a capacidade para suportar aflições em Cristo.

Veja bem: “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. Este é o verso 12 do capítulo 4, concluindo a ideia no verso 13. Não era poder para realizar feitos, mas, sim, para suportar adversidades.

A cultura evangélica é muito curiosa. Criaram algumas condutas que não se vê respaldo bíblico. Por exemplo: “Eu determino que essa aflição saia da minha vida” e “Eu não aceito que essa adversidade aconteça comigo” são declarações carregadas de imaturidade que só trazem mais problemas para o crescimento cristão. Nem sempre a adversidade terá fim agradável, mas, em Cristo, somos capacitados a suportar. E poderemos dizer: “Posso todas as coisas, ou seja, posso suportar essa aflição”. Ou declarar: “Já aprendi a contentar-me com o que tenho”.

Quer superar adversidades? Aprenda a se contentar com a situação.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XV

A adversidade é uma boa oportunidade para praticar o que não é correto. Alguns, inclusive, confundem ter recebido uma bênção no meio da adversidade, tornando o fardo mais leve, mas, quando se conhece de fato, na verdade, é uma armadilha para a prática do que é incorreto, tendo como pano de fundo sua momentânea necessidade. Alguns, inclusive, assumiram como conduta o famoso jeitinho brasileiro. Para estes, a leitura do livro “Dando um jeito no jeitinho” seria uma boa pedida. O autor é o Pr. Lourenço Stelio Rega, Diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Veja que lição: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” - Filipenses 4.8. E o apóstolo não para por aqui. Acrescenta: “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco” - verso 9.

Ainda que a dor se acentue e o sofrimento aumente, não tente diminuí-los com práticas condenáveis, confie que a nuvem amedrontadora passará. Como afirma Paulo, “o Deus de paz será com você”.

Quer superar adversidades? Não negocie valores éticos.

domingo, 24 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XIV

Filipenses 4.6-7 registra: “Não estejam inquietos por coisa alguma; antes as suas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e os seus pensamentos em Cristo Jesus”.

Que recurso você usa para superar uma adversidade? É muito comum encontrarmos pessoas que confiam plenamente em outras pessoas por causa do poder que detém naquele momento. Outras pessoas confiam em sua habilidade de solucionar problemas, na experiência adquirida ao longo dos anos e até na sua capacidade para suportá-los.

É verdade que tudo isso pode ajudar, mas Paulo é categórico no recurso que deve ser usado: oração. E ele destaca: não estejam inquietos por coisa alguma, entreguem tudo a Deus em oração. Quem faz isso desfruta da paz de Deus, que excede todo o entendimento, e tem guardados os corações e os pensamentos em Cristo Jesus.

Quer superar adversidades? Confie tudo a Deus em oração, com gratidão.

sábado, 23 de junho de 2018

Pr. Vanderlei Batista Marins é o 10 da Academia

Pr. Dr. Vanderlei Batista Marins
A ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL promoverá a solenidade de posse de seu mais novo acadêmico, o Pr. Dr. Vanderlei Batista Marins.

O mais novo acadêmico ocupará a Cadeira nº 10, cujo patrono é Domício Pereira de Mattos (31 de janeiro de 1916 - Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2010) que foi um pastor e teólogo presbiteriano. Na vida acadêmica, obteve o mestrado em jornalismo (1959) e em Teologia (1969), na Universidade de Syracuse e no Union Theological Seminary de Nova Iorque.

A cadeira nº 10 até então era ocupada pelo respeitado Reverendo Hernandes Dias Lopes, pastor presbiteriano, que passa à benemerência.  

A Academia passa a ter em seu quadro uma das maiores lideranças do Brasil, em termos evangélicos, com o destaque que o Pr. Vanderlei Batista Marins foi Presidente da Convenção Batista Brasileira, da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil e, atualmente, é o Presidente da Convenção Batista Fluminense, cargo que ocupa pela 12ª vez. É pastor da Primeira Igreja Batista do Alcântara e Diretor do Seminário Teológico Batista Gonçalense. 

O novo acadêmico alista em sua obra a publicação de vários textos em revistas de circulação nacional e a publicação de um livro destinado a pastores.

Sua formação inclui Doutorado em Teologia, Bacharelato em Direito, Filosofia e outros cursos.

O evento é aberto a todo o público e acontecerá na Primeira Igreja Batista do Alcântara (veja convite completo na foto abaixo)

Clique na foto para ampliar!


Série Superando as adversidades - XIII


Alegria é o tema central da carta aos filipenses. Há quem sugira, inclusive, que ela deveria se chamar “Carta da Alegria”. É marcante que, num total de 104 versículos, 16 vezes, dependendo da versão 17, a palavra alegria ou uma correlata aparece. Isso significa que a cada 7 versos, Paulo cita alegria. Como se fosse na música um refrão, um estribilho, um coro.

Como explicar alguém preso e sofrendo toda sorte de limitação expressar tanta alegria? Seria perfeitamente compreensível, do ponto de vista humano, entender suas lamúrias, reclamações e revolta. Mas não é o que Paulo ensina e pratica.

Lembro-me de minha mãe que, mesmo em grandes lutas com enfermidades e outras, transmitia sempre alegria e encorajamento, nunca reclamava.

A alegria independe das circunstâncias externas. É um dos aspectos do fruto do Espírito ensinado por Paulo em Gálatas. Dr. Philips Keller, no livro Frutos do Espírito, argumenta que alegria é diferente de felicidade. Esta depende do que acontece com a gente, é de fora pra dentro. Aquela, não. É interior. É de dentro pra fora.

O versículo chave da carta é Filipenses 4.4: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos”. E é também marcante o advérbio presente: alegrai-vos sempre, não é esporadicamente, é sempre.

Quer superar adversidades? Mantenha sempre a alegria.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - XII

Não é sem sentido que o momento atual da vida é chamado de presente. É um presente que recebemos. O que passou, passado. E o que virá, se vier, futuro. Mas tem gente que deseja viver o passado e o futuro no presente. Impossível. Apenas causará dor e sofrimento.

Veja que lição de Paulo: “Quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...” – Filipenses 3.13-14.

Em outras palavras, não deixe o passado dominar você, viva o presente e tenha esperança no futuro.

O passado como motivação no presente pode trazer dois problemas: 1º - se foi bom, gerar um sentimento de presunção, autossuficiência. 2º - se foi ruim, um sentimento de baixa auto-estima. Nenhuma das situações é saudável. Ele deve ser visto como uma janela para evitar os mesmos erros e, com a experiência adquirida, prosseguir. É o que Paulo fazia.

Lembre-se o retrovisor só tem valor quando utilizado rapidamente enquanto avança. O motorista precisa olhar para a frente.

Quer superar adversidades? Não deixe o passado dominar você, viva o presente e tenha esperança no futuro.

Série Superando as adversidades - XI


Quais são seus valores e motivações nesta vida? Você sabe que tudo orbita em torno disso? Caso os valores e motivações forem incorretos e indignos, tudo na sua vida terá como consequência uma colheita ruim.

Veja o que Paulo diz em Filipenses 3.7-9: “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé”.

Dependendo dos valores e motivações que temos, lutaremos por conquistas que nenhum valor apresenta. Investiremos tempo em assuntos e atividades que nada contribuem. Maximizaremos futilidades e minimizaremos conteúdos relevantes. Valorizaremos o ter e negociaremos o ser. Amaremos as coisas e usaremos as pessoas.

O que Paulo ensina nesse contexto, basta ver os versos anteriores, que ele tinha currículo, know-how, pedigree, mas o dia em que encontrou os valores e as motivações corretas jogou tudo para o alto. E seus valores e motivações, agora, tinham um nome, Jesus Cristo. Ele testemunha: “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo”.

Quer superar adversidades? Reavalie seus valores e suas verdadeiras motivações na vida.

Série Superando as adversidades - X

Objetivamente, empatia é a capacidade de sentir a dor do outro, experimentando os sentimentos e emoções de forma objetiva e racional, levando as pessoas a ajudarem umas às outras.

Não é um comportamento fácil, sobretudo quando se enfrenta adversidades. E, mais uma vez, Paulo, no meio de uma dor, uma batalha, ensina como superar.

Atente para o que Paulo declara em Filipenses 2.24 em diante: “Mas confio no Senhor, que também eu mesmo em breve irei ter convosco. Julguei, contudo, necessário mandar-vos Epafrodito, meu irmão e cooperador, e companheiro nos combates, e vosso enviado para prover às minhas necessidades. Porquanto tinha muitas saudades de vós todos, e estava muito angustiado de que tivésseis ouvido que ele estivera doente. E de fato esteve doente, e quase à morte; mas Deus se apiedou dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza. Por isso vo-lo enviei mais depressa, para que, vendo-o outra vez, vos regozijeis, e eu tenha menos tristeza. Recebei-o, pois, no Senhor com toda alegria, e tende-o em honra; porque pela obra de Cristo chegou até bem próximo da morte, não fazendo caso da vida para suprir para comigo a falta do vosso serviço”.

É impressionante como alguém que está preso é capaz de se preocupar com o outro e com uma Igreja. Isso é empatia.

Ao enfrentar uma adversidade, lembre-se que outros também enfrentam suas lutas e você pode ser canal de bênção na vida dessas pessoas.

Quer superar adversidades? Sinta a dor do outro, mesmo que a sua seja muito intensa.


Série Superando as adversidades - IX



Murmuração é uma das mais eficazes atitudes para atrapalhar o testemunho. Se os cristãos entendessem, na prática, que as pessoas que se relacionam conosco precisam de afirmações de vida, palavras abençoadoras e conversas saudáveis, a murmuração não faria parte do cardápio diário.

Paulo é objetivo em Filipenses 2.14: “Façam todas as coisas sem murmurações nem contendas”. E diz a finalidade no verso 15: “Para que sejam irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeçam como astros no mundo”.

Interessante é que a murmuração tem a capacidade de cegar a pessoa não a deixando enxergar as coisas boas da vida, focando apenas nos problemas que surgem. E eles seriam mais facilmente vencidos com atitudes de moderação, de silêncio, aguardando a nuvem escura passar para perceber a beleza dos raios solares que estão por trás.

Ao murmurarmos, tendemos a lançar culpa em Deus, que é o governante moral do universo, nas pessoas próximas, que estão sempre nos ajudando na caminhada, e até em nós mesmos, provocando a síndrome do fracassado.

Ao enfrentar uma luta, você pode escolher duas rotas: a murmuração ou aguardar em silêncio o final da história.

Quer superar adversidades? Não murmure, testemunhe. Você e as pessoas próximas se sentirão melhor.

Série Superando as adversidades - VIII


Basta uma adversidade para ficarmos desconcertados. Assim é o ser humano. Muitas vezes, dono e dona de si, no meio de um temporal, torna-se uma minúscula figura temendo pelo pior. O que antes era um leão ou leoa feroz torna-se um gatinho ou gatinha medrosa, procurando o lugar mais seguro para se esconder.
A certeza que Deus está no controle absoluto de tudo só é realidade para nós quando tudo está bem. Quando o dinheiro no bolso é certo. Quando o emprego está garantido. Quando os exames apresentam resultados favoráveis. Quando o cônjuge é gentil e quando os filhos estão em perfeita harmonia com os princípios que lhes apresentamos.
Paulo nos ensina que Deus está sempre no controle de tudo. Em Filipenses 2.13 declara que “Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade”. E que sua vontade é boa, mesmo quando as adversidades nos assaltam.
Sim, não é nada fácil enfrentar as lutas com serenidade. Mas é o melhor caminho. Escabelar-se, dar xiliques e chutar o pau da barraca não são atitudes de quem aprendeu que Deus é o senhor absoluto da situação. Ele trabalha incessantemente para o nosso bem.
Quer superar adversidades? Tenha consciência que Deus está no controle absoluto de tudo. E que é capaz de conduzir tudo para o nosso bem.


quinta-feira, 21 de junho de 2018

Série Superando as adversidades - Parte VII


Farinha pouca, meu pirão primeiro, assevera a máxima egoísta. Cada um por si e Deus por todos, desde que primeiramente para mim, é atitude normal em nossa cultura e caminhada pessoal. Pensar no semelhante, principalmente quando se enfrenta adversidade, é tarefa árdua.

E é no meio de uma tormenta que Paulo ensina: respeite e valorize ainda mais o seu semelhante.

Veja que preciosidade nos versos 3 a 5 do capítulo segundo de sua carta aos filipenses.

“Nada façam por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vocês o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus...”.

Realizar sem interesse de glória pessoal, considerar o outro superior a si e interessar-se primeiro pelo o que é do outro são atitudes muito distantes de nossa cultura e práticas pessoais. E muito difícil quando se enfrenta adversidade. Mas é assim que demonstraremos maturidade.

Sua conduta tem sido de desrespeito e desvalorização do semelhante? Dê meia volta e comece uma nova caminhada, não permita que a adversidade tire esse brilho dos relacionamentos saudáveis.

Quer superar adversidades? Respeite e valorize ainda mais o seu semelhante.

Série Superando as adversidades - VI

Filipenses 1 a partir do versículo 21 registra assim: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne”.

Quando temos valores eternos bem definidos em nossa vida, as adversidades tornam-se mais brandas. Não é preciso negá-las, nem ocultá-las, mas é como se informássemos a elas: “Meus valores não estão aqui, estão ali, logo ali, na eternidade”. É muito confortador perceber como Paulo declarava tais valores.

É na mesma sequência do texto, versículos 28 e 29, que ele afirma: “E em nada vos espanteis dos que resistem, o que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas para vós de salvação, e isto de Deus. Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele”.

No meio de uma adversidade podemos ter duas atitudes: olhar para a terra ou olhar para o céu. Reafirmar valores terrenos ou reafirmar valores eternos. Nós decidimos.
Quer superar adversidades? Reafirme sempre os valores eternos.

Série Superando as adversidades - V

Uma das mais desastrosas atitudes no meio das adversidades é o julgamento precipitado. Com a capacidade de raciocínio afetada, tende-se a fazer juízos do que não existe e do que existe de maneira equivocada.

Paulo enfrentava a adversidade da prisão por pregar o evangelho genuíno e tem informações que outros não o faziam. Preste atenção na reação de Paulo, registrada no capítulo primeiro, versos de 15 a 18:

Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa vontade; Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. Mas outros, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho. Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda.
           
Trilhar a estrada do lamento, da autocomiseração, da reclamação, seria algo perfeitamente compreensível e tentar desacreditar os outros, uma atitude natural. Pelo contrário, o apóstolo entende que juízos precipitados não levam a lugar algum. E ainda ensina que sempre tem algo positivo nas atitudes erradas das pessoas.
            Quer superar adversidades? Não faça julgamentos precipitados.

Série Superando as adversidades - IV


É muito comum pensar que tudo acontece para o nosso bem quando as circunstâncias são favoráveis. Quando a situação é adversa, somos impelidos a tirar várias conclusões e nos esquecemos dessa verdade.

Paulo, não, ele tem consciência que tudo aconteceu com ele contribuía para o bem.

Veja o que ele diz nos versos 12 a 14 do capítulo primeiro:

As coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho;
As minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana, e por todos os demais lugares;
Muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor.

Era como se Paulo enfatizasse para eles: Saibam que tudo que acontece com a gente contribui para o nosso bem.

Quer superar adversidades? Lembre-se que tudo o que acontece contribui para o nosso bem.


Série Superando as adversidades - Parte III

Ler a carta aos Filipenses sem a informação da prisão de Paulo enquanto escrevia leva qualquer um a concluir que ele estava em situação muito tranquila.

Após destacar que agradecia a Deus a vida dos filipenses, o apóstolo diz que ora por eles e apresenta o conteúdo de suas orações:

1º - que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento;
2º - que aproveis as coisas excelentes;
3º - que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;
4º - cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.

É inconcebível pensar em conteúdo desse tipo estando na condição em que se encontrava. Basta olhar as motivações de nossas orações hoje e perceber que estamos muito distantes de atitudes assim. Mas é dessa forma que mostraremos maturidade: ao orarmos no meio de adversidades, pensarmos em valores mais nobres.

Qual é o conteúdo de suas orações, principalmente quando você encontra ou enfrenta adversidades?

Quer superar adversidades? Apresente motivos de oração com valores eternos.

Superando as adversidades - Parte II

Ainda que enfrentando lutas e privações, Paulo encontra motivos para gratidão. Em Filipenses 1.3-4, lemos assim: “Dou graças, quer dizer, agradeço ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós, fazendo sempre com alegria oração por vós em todas as minhas súplicas”.

Há quem pense que a gratidão é uma atitude que se vincula a estar tudo bem e que só deve acontecer quando algo extraordinário se fizer presente. Não. Nossa maturidade será percebida exatamente quando formos capazes de agradecer, mesmo que a batalha ainda esteja em andamento.

E precisamos transportar da abstração para o concreto a realidade da gratidão. Como lembrou George Herbert, “A gratidão tem três formas: um sentimento no coração, uma expressão em palavras e uma dádiva em retorno”.

Não basta um sentimento, é preciso expressar. Mas, também, não bastam expressões em palavras, é preciso uma dádiva em retorno.

Você tem sido agradecido? A Deus? Às pessoas? Há alguém de seu relacionamento que você precisa demonstrar gratidão e ainda não fez?

Quer superar adversidades? Agradeça, independente das circunstâncias.
             

Superando as adversidades - Parte I


Quando escreveu a carta aos filipenses, Paulo encontrava-se preso. Quem a lê sem essa informação tem a impressão que o apóstolo desfrutava de momento tranquilo, que tudo corria bem e que não enfrentava qualquer problema. Sugere-se, inclusive, que ela deveria se chamar “A carta da alegria”.

Bem na introdução, Paulo dá uma carteirada, mostrando quem ele é e a quem pertence. O primeiro versículo registra assim: “Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo...”.

Quem sou eu? Servo. A quem pertenço? Jesus Cristo.

A tendência do evangelho contemporâneo, em alguns arraiais, é iludir o homem com a ideia que ele tem alguma importância. Facilmente, se esquece de sua condição e assume o posto de senhor. “Sou filho do Rei” e “Sou cabeça e não cauda” são declarações que ocultam a verdadeira realidade, somos servos. Mas não somos servos de um rei humano. Paulo não era servo do imperador. Somos servos de Jesus. Isso faz toda diferença.

No meio de uma adversidade, é muito comum a tentação para esquecermos nossa identidade e nossa filiação. Sempre é tempo de resgatarmos tal verdade, “somos servos, Jesus é o Senhor”.

Quer superar adversidade? Saiba quem você é e a quem você pertence.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Pr. Marco Davi contesta matéria jornalística sobre seu ministério

Pr. Marco Davi de Oliveira
Com um trabalho inovador, realizando cultos dentro de um bar na zona portuária do Rio de Janeiro, o pr. Marco Davi de Oliveira teve visibilidade com destacada matéria no jornal O Globo, com um título que chamou muita atenção: "Sem pecado: igreja abre as portas dentro do bar".

Veja no link abaixo a matéria:

https://oglobo.globo.com/rio/sem-pecado-igreja-abre-as-portas-dentro-de-bar-na-zona-portuaria-22789498
Nas redes sociais, sobretudo de evangélicos, os comentários variam desde reprovação total à iniciativa como de moderação, entendendo que uma porta aberta para se alcançar quem não vai costumeiramente aos templos.

Diante do fato e, preocupado com repercussão negativa de parte da matéria, o Pr. Marco Davi publicou um texto esclarecendo o assunto.

Leia a nota na íntegra:


Nota de esclarecimento
Queremos informar que na entrevista dada ao jornal O Globo, matéria deste domingo dia 16/06, fornecida ao jornalista Gilberto Porcidonio, em nenhum momento falamos que após aos cultos os membros podem "beber e cair na gandaia" como foi afirmado. Nem falamos desta prática. Aprendemos que a graça nos liberta, mas também, aprendemos a responsabilidade que precisamos ter com nossa liberdade.

Lamentamos profundamente a deslealdade do jornalista a quem tratamos com todo apreço e carinho quando esteve conosco.
Esclarecemos para todos aqueles que são interessados no trabalho e na existência da Nossa Igreja Brasileira.
Que o Senhor de toda a Igreja a todos abençoe.

Nosso blog ouviu o pr. Marco Davi de Oliveira que, carinhosamente, respondeu: "Então, houve certo exagero. Não saímos do culto e caímos na gandaia ou bebemos no culto,mas não somos legalistas e hipócritas. Somos livres na graça, mas com cuidados".

E enfatizou: "Falar da graça atiça os legalistas. Não somos libertinos".