sexta-feira, 24 de julho de 2020

Adulto solteiro será destaque no OIKOS

Pr. Gilson Bifano
Ministério OIKOS
Como sempre inovador,  o Ministério OIKOS realizará, pela internet, a Semana do Adulto Solteiro.

Todos os dias, nesses tempos de pandemia, dezenas de lives são realizadas. Muitas abordam o tema casamento, criação de filhos. Mas, e para o adultos solteiros?

Pensando nessa lacuna, o Ministério OIKOS, que tem como diretor o pastor Gilson Bifano, realizará de 17 a 21 de agosto, a Semana do Adulto Solteiro.

“Os adultos solteiros são, muitas vezes, esquecidos em nossas igrejas e também nas lives, infelizmente”, afirmou o pastor Gilson Bifano, do Ministério OIKOS.

Segundo Gilson Bifano, "ao utilizar-se a expressão 'adulto solteiro' está se referindo a pessoas adultas não casadas, divorciadas e viúvas".

A participação será totalmente ao vivo, on-line e gratuita.

“Pensamos, com muito carinho, sobre os temas e preletores e tenho a certeza que será marcante e edificante”, disse Bifano.

Pr. Luiz Sayão será um dos preletores

Veja o programa completo:

Dia 17,  2ª feira - Psic. Prof. Carlos Catito. Tema: "A sexualidade na vida do adulto solteiro"
Dia 18,  3ª feira - Pr. Prof. Luiz Sayão. Tema: "O lugar da pessoa do adulto solteiro na Bíblia"
Dia 19,  4ª feira - Psic. Elizabete Bifano. Tema: "Não sou casado, mas não sou só"
Dia 20,  5ª feira - Psic. Prof. Guilherme Falcão . Tema: "Pressões e desafios na vida de um adulto solteiro"
Dia 21,  6ª feira - Prof. Fernando de Paula. Tema: "Estado Civil: Solteiro e FELIZ!"

Para se inscrever, os interessados devem acessar o site https://bit.ly/32reIb1

Drª Elizabete Bifano, preletora no evento

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Protestantismo Pau Brasil

Por Luiz Sayão 

Preciso pensar o protestantismo pau-brasil! Protestantismo do país pentacampeão, pentasecular, pós-pentecostal, perigosamente problemático, praticamente pós-moderno! Para pensar, em prolegômenos, o protestantismo principiante do principal país português, precisamos proferir palavras propriamente planejadas, previamente preparadas, pesquisando os períodos do protestantismo pau-brasil: partindo-se do pioneiro e principiante, e prosseguindo até o presente e pós-moderno. Possivelmente poderemos prosseguir pincelando o painel polimorfo protestante! Podemos prosseguir? Perfeitamente!

O primeiro protestantismo é o principiante, o primogênito. Primaveril! Parece-me plácido, progressista, platônico e promissor. Produziu profusamente pastores, presbíteros, pregadores e professores. Padeceu perigosamente pelo poder dos padres, pois era protestantismo de persuasão! Porém, prosseguiu, proclamando a Palavra. Para os pesquisadores, pendia para a perspectiva pró-saxônica. Por isso, pasmem! Perdeu a possibilidade de preconizar uma perspectiva protestante pau-brasil. Praticou a perigosa polarização, protelando um protestantismo palpavelmente pentacampeão, um protestantismo perfeitamente pau-brasil. Podemos permanecer perplexos!

Pouco passou para o protestantismo preguiçoso projetar-se. Perfeito protetor do passado, o protestantismo preguiçoso priorizou a preservação do pretérito! Progressista e paleozóico, pôs em prisão a profecia! Pôs-se a prosseguir paulatinamente pelo pavimento pachorrento da postergação. “Podemos praticar posteriormente”, pensavam. Para que pressa? Pianissimamente, premiou os prelúdios e os poslúdios. Preconizou as prerrogativas de uma prepotência possivelmente putrefata! Pouco pôde prevalecer, pois permitiu a pluralização parcimoniosa do protestantismo principiante! Era pouco popular, porém pertencia ao “pequeno povo”. Ponderado, premeditado, predeterminado, parou! Praticamente parou! Parou por que? Petrificou! Petrificou para propalar o paternalismo, preservando o personalismo profundamente presente no povo pau-brasil. Pareceu-me parcialmente paranóico, permeado pelo pavor: pavor de prosseguir, pavor de permutar, pavor de prejudicar o passado! Puxa!

O protestantismo posterior é o protestantismo pró-pentecostes! Pôs os preteristas em polvorosa! Passou a possuir o perfil de protestantismo propagador! Pareceu prejudicar os plácidos e praticar a preteritoclastia! Passou a pender para uma perspectiva possivelmente pau-brasil. Porém, perseguiu o prazer e profetizou a proibição! Prosseguiu proclamando um protestantismo de Parusia. Passou a pregar pomposamente! Porém, passou a possuir a preferência dos pobres. Pôde pregar e profetizar propriamente para os pobres, os paupérrimos, os piores pervertidos e os pretos preteridos pelos poderosos perversos. Precipitadamente, preferiu o profeta e preteriu perigosamente o professor! Possivelmente por isso, passou a pulverizar. Pulverizou em partículas pequeninas, precipitando-se num perfil pavorosamente perturbador! Pôs-se a projetar pontífices próprios. Passou a prognosticar, promover prodígios, perseguir principados e potestades. Proporcionou e potencializou plenamente o perfil polimorfo do protestantismo presente.

Paralelamente, projetou-se o protestantismo possivelmente pró-proletariado. Propulsionado por perspectivas políticas, pendeu para um posicionamento predominante em parte do planeta que preconizava a polarização “proletariado-poderosos”. Posicionamente que pulula! Pareceu-me prioritariamente político. Passou a preterir o púlpito, e permutou-o pelo palanque. O pastor-pregador preferiu passar-se por político-prometedor. Perderam-se os papéis! Passaram a praticar a parcialidade, pixando os pecados perversos dos povos poderosos, pisoteando os principais da pirâmide do poder. Porém, politicamente predeterminados, passaram a prender a Palavra para poupar os perversos que possivelmente protegiam o proletariado e praticavam os próprios pecados dos poderosos. Pode? Perdidos, passaram a piscar passionalmente para o pensamento pós-cristão, para os profetas das psicologias prevenidas para com a Palavra e para uma pulverização pós-moderna e perdida do próprio pensamento. Perderam a perspectiva! Preteriram o porto da partida. Procuram o porto promissor, possivelmente perdidos em perspectivas e prazeres passageiros. Papelão! Que Papelão!

Prometendo progredir, pretendo pensar no perfil do protestantismo posterior, o protestantismo pós-pentecostal. Plenamente pós-moderno, é prenhe de problemas perigosíssimos. É perfeitamente paliativo. Passou a proporcionar aos pobres a perspectiva dos poderosos: a prata pode preencher e é prioridade. É o protestantismo do poder, da prosperidade e da psicose. O pastor-profeta passou a possuir o perfil papagueador-promotor. Passa-se por psicólogo, e péssimo psicólogo! Pulverizados na perscrutação da Palavra, porém perversamente projetados pela pragmática da prata, preferem preterir e pisar as palavras dos principais pensadores do próprio protestantismo. Os pós-pentecostais prescrevem práticas parvas e pueris! Proclamam perspectivas perdidas, pisoteando a precisão do pensar! Preconizam pensamentos paliativos! Parecem predeterminados a promover o perecimento pleno dos próprios pobres. Para os pesquisadores, é pretenso protestantismo! Prostituiu-se! Perdeu-se em promiscuidade! Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!

Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e pescrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai.

Palavra, Preceito e Prece. Perfil perpétuo para o povo do Pai Perene e do Príncipe da Paz. Para sempre permanece a Palavra … (Psalmus 119.89)

*Pastor, Professor e Preletor.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Profª Irene Garcia da Silva: “Durante esta semana, comecei a trocar a fé pelo medo!”

Profª Irene Garcia da Silva

Irene Garcia da Silva é esposa de pastor. Com Hudson Galdino da Silva, formam uma linda família com três filhos, Alessandra, especialista em enfermagem, Vânderson, psicólogo, e Vinícius, Ministro de Música, todos casados. O casal tem a neta Samyra. A filha Alessandra e a nora Karina atuam na frente de batalha do Coronavírus em hospitais de Cabo Frio.

O casal atua por 33 anos na Segunda Igreja Batista em Cabo Frio e Irene Garcia tem participação destacada no ministério pastoral e sua integração aos projetos da Igreja é algo marcante. É professora, musicista e comprometida evangelista. É uma mulher de oração e nomes de pessoas chegadas e distantes fazem parte de sua lista de intercessão a Deus.

Em tempos de pandemia, é muito comum pensar nas lutas do pastor. Mas, e a esposa? Como elas experimentam esse tempo? Que pensam elas sobre esse momento dramático.

É o que Irene Garcia revela nesta entrevista.

Como é para uma esposa de pastor enfrentar essa pandemia?

É sentir o quanto pessoas precisam de pessoas. O quanto é bom e indispensável estarmos juntos. Mas é também provar da fidelidade, cuidado e misericórdia do Senhor. Sua presença é real em todos os momentos.

Que lições você tira desse momento que surpreendeu todo mundo?

Só Deus conhece o próximo instante. O homem pode fazer planos, mas a resposta vem do Senhor. A Bíblia nos ensina a dizer: se Deus permitir. Somos seres frágeis e totalmente dependentes do altíssimo, único e soberano Deus. Deus cuida e provê todas as coisas para nós, não obstante ao momento. Deus nos surpreende, dando-nos novos sonhos e oportunidade de vivê-los neste momento, para a sua glória, porque a sua obra continua até que ele venha.

Em algum momento, você teve medo desse momento?

Sim. Durante esta semana, comecei a trocar a fé pelo medo. O que foi muito ruim pra mim. Medo de faltar alguém no culto do abraço da Segunda Igreja Batista de Cabo Frio. Mas já coloquei pra Deus e estou descansando agora nele.

Pr. Hudson Galdino da Silva e Profª Irene Garcia da Silva
Que pode fazer uma esposa de pastor para ajudar o esposo pastor nesse tempo?

Orar por ele - e o faço com amor e dedicação. Orar sem cessar pelo esposo pastor, colocando-o diante do Senhor tudo o que envolve à sua vida. Apoiar, ajudar, incentivá-lo nos seus sonhos para a amada Igreja. Elogiá-lo - e o faço com sinceridade e alegria. Estar não apenas perto, mas junto a ele.

Para você, como será o Pós-Pandemia?

Se Deus permitir, teremos cultos públicos bem alegres, cheios de corações agradecidos porque a Igreja é o melhor lugar que temos para ir. Com certeza, vamos estar mais tementes ao soberano Deus, que nos criou e nos comprou com o precioso sangue do seu amado filho, Jesus Cristo. Creio que vamos aproveitar bem mais as oportunidades que Deus nos concede de vivermos e mostrarmos o seu incomparável e perfeito amor. Penso que vamos colocar em prática o não desperdício de alimentos. Penso que vamos valorizar mais os profissionais das diversas áreas. Penso que vamos valorizar mais pessoas do que coisas. Este é o desejo de Deus.

Mensagem final.

Tenho pensado desde o início da pandemia o seguinte: se a Bíblia tivesse apresentado este vírus com o último sinal da volta de Jesus, eu, nós, seus filhos, teríamos a plena certeza de que voltaríamos a nos encontrar, a nos ver, a estar cantando louvores para sempre alegremente no céu.

E os que não receberam a Jesus como o único e suficiente salvador, em que "certeza" se alegrariam? Amigo, se Jesus voltasse agora, para onde você iria? A Bíblia só fala de dois caminhos. Pense nisso.