sexta-feira, 31 de maio de 2013

Notícias fresquinhas todos os dias


Para refletir


Série Missão com Convicção

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Eu recomendo esta dupla

(22) 98419841



Programa de Rádio

Amanhã, em dois blocos
De 8h 29min às 8h 59min e 9h 59min às 10h 59min

Atrações:
Oração, Música, Mensagem, Comentários sobre assuntos do dia a dia e Entrevista com o jornalista Rogério Araújo sobre o tema do livro escrito por ele.

No dial: 105.9 FM
Na rede: 


Prêmios:
2 CDS
1 Bíblia
1 Almoço com Refrigerante
1 Blusa da Bella Mulher
1 Bolsa de Alimentos
100 salgadinhos
3 livros "Mídia: Bênção ou Maldição"

Ligue 22-26481679

Câmara divulga salários no Portal da Transparência

Por Alexandre Bastos

Legislativo divulga salários no Portal da Transparência

Cumprindo uma promessa que foi feita no início deste ano pelo novo presidente, a Câmara de Campos divulgou ontem os salários de servidores, incluindo os vereadores, funcionários estatutários, ocupantes de cargos comissionados e assessores dos parlamentares. Os dados estão no Portal da Transparência, no próprio site do Legislativo.

De acordo com o presidente da Câmara, Edson Batista (PTB), a medida vai ao encontro dos propósitos e da filosofia da atual direção do Legislativo em trabalhar dentro de princípios como o da participação da sociedade e da transparência.
- A Câmara reitera a disposição de continuar sendo não apenas representativa, mas também participativa, já que temos realizado uma série de sessões especiais e audiências públicas, discutindo e aprofundando temas de reconhecida importância para o desenvolvimento do município, mas também observando o principio da transparência, com essa nova medida que acabamos de tomar. Decisão que por nós já fora inclusive anunciada assim que assumimos a presidência - disse Edson.

O presidente da Casa também voltou a comentar sobre a convocação dos concursados. 
- Os dados inclusive mostram à sociedade que o custo da folha com os funcionários da Câmara supera os gastos com os salários dos vereadores, o que ratifica mais uma vez que não há mais espaço na Casa para despesas com pessoal sob pena de violarmos a própria Lei de Responsabilidade Fiscal. Há um concurso público realizado pela gestão anterior que, inclusive, está sendo questionado judicialmente. O que a Justiça decidir nós iremos acatar, não sem antes observar: não há mais lugar para gastos com folha de pagamento na Câmara - completou.

Sobre o concurso da Câmara, o vereador Fred Machado (PSD) tem cobrado a convocação dos concursados. 
- Não vejo nada que impeça a convocação dos concursados. O concurso foi realizado, homologado e, se houver boa vontade, os aprovados podem ser convocados sem problema algum. Espero que isso ocorra -opina o vereador da bancada de oposição.

Fonte: http://www.fmanha.com.br/politica/legislativo-divulga-salarios-no-portal-da-transparencia

Mídia: Bênção ou Maldição?


No próximo domingo, 9h 44min, palestra com lançamento do livro "Mídia: Bênção ou Maldição?", do jornalista Rogério Araújo.


Secretário dos Batistas fala ao Folha Evangélica

Pr. Hudson Galdino, Secretário Geral da Associação Batista Litorânea Fluminense, falou ao Folha Evangélica no período da Assembleia, ocorrido agora em maio, no Peró.

Ex-Presidente da Associação Batista fala sobre a Assembleia

Pr. David de Oliveira falou sobre a Assembleia dos Batistas que aconteceu na Primeira Igreja Batista do Peró. Ele presidiu a Associação no período maio de 2012 a maio de 2013.

Presidente da Associação Batista fala com exclusividade logo após a eleição

No último dia 19 de maio, pr. Elilde Júnio Marcharete Fonseca foi eleito Presidente da Associação Batista Litorânea Fluminense. Logo após a eleição, ele falou ao jornal Folha Evangélica.

Dias contados com sabedoria


Todos queremos viver muito tempo. Provavelmente, o desejo de todos depois de nascido é viver muito tempo, não sofrer, viver uma velhice saudável e morrer igual um passarinho. Nem todos alcançam essa bênção, mas, sinceramente, é o que desejo também.
Vivendo muito ou pouco, com ou sem dor, em choupana ou no palácio, o que devemos pedir é o que está no verso 12 do Salmo 90: “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”.
O que também não podemos esquecer é que qualquer tempo que vivamos será uma experiência passageira. Pergunte a um nonagenário se demorou passar os dias de sua vida. Atente para o que diz o poeta: “Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite. Tu os levas como uma corrente de água; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce. De madrugada floresce e cresce; à tarde corta-se e seca”.
Lembre-se: o sucesso de nossa vida não consiste na quantidade de tempo vivido e nas conquistas que conseguimos, mas no adquirir coração sábio.
Peçamos ao Senhor: “Dá-me um coração sábio”.

Fim do monopólio da 1001


Itapemirim faz linha Campos-Rio, a R$ 50

Por Saulo Pessanha, em 28-05-2013 - 21h34

A informação chegou através de dois leitores do blog: Carlos Bruno de Jesus e Flávia Paula Bento Pereira: a Viação Itapemirim passou a fazer a linha Campos-Rio de Janeiro, com ônibus diários, e com o preço da passagem muito mais em conta do que o cobrado pela Viação 1001. É, portanto, o fim do monopólio.

Confiram o depoimento de Flávia Paula, inserido esta noite comentando a postagem “o protesto de uma usuária dos ônibus da Viação 1001 (aqui)”.

“Viajei hoje na Viação Itapemirim de Campos dos Goytacazes para o Rio de Janeiro/Rj, no horário das 09:00 h. o atendente me informou que atualmente a Itapemirim está com os seguintes horários DIÁRIOS para o Rio de janeiro. 09:00 H/ 11:00 h/ 13:30 h 14:00 h/ 19:00 h. 00:20 h/ 00:30 h/ 01:30 h/ 02:30 h. 02:40 h. Todos estes horários está por apenas R$ 50,00 e podemos ja adquirir o retorno Rio de Janeiro x Campos. É possível efetuar a compra de passagens antecipadas também com horário e poltrona marcada, porém no caso de comprar atencipada pagamos um pouco mais caro, Campos a Rio antecipado está por R$ 59,50. Mas mesmo assim está muito mais barato do que na 1001 e o serviço prestado é de melhor qualidade, para se ter ideia viagei em um ônibus GOLDEM com encosto para os pés, banheiro, ar condicionado. VAMOS DIVULGAR ISTO PARA O MAIOR NÚMERO DE USUÁRIOS POSSÍVEIS, CHEGA DE MONOPÓLIO NESTA CIDADE!!!”

Já o leitor Carlos Bruno mandou o seguinte depoimento, no dia 26, anteontem:
“Gostaria que divulgasse que agora nós clientes não estamos mais nas mãos da 1001 no que se refere aos preços abusivos no trecho CAMPOS X RIO X CAMPOS, isto mesmo, a VIAÇÃO ITAPEMRIM está vendendo passagens no Shoping Estrada para o Rio de Janeiro por apenas R$ 50,00 e chegando no Rio pode comprar o retorno também RIO X CAMPOS por apenas R$ 50,00 e ainda podemos escolher qual horário e tipo de ônibus, GOLDEM, LEITO E CLIMM com ar isto mesmo, tudo por R$ 50,00.

Viajei neste final de semana e paguei apenas R$ 50,00 podem ligar no guichê da Itapemirim em Campos ou no RIO que irão confirmar 022-27333911.

Telefonema - O blog ligou para a Viação Itapemirim e obteve a informação de que a empresa está fazendo os seguintes horários para o Rio de Janeiro, com saída do Shopping Estrada: 1 h (madrugada), 9h, 12h e 14h.

Fonte: http://www.fmanha.com.br/blogs/painel/


Nota do blog: 
Ah, se ela viesse para Cabo Frio também!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Escola Bíblica Dominical - Lição 9 - 02.06.2013

Lição 9 - Solidariedade na Igreja
Texto bíblico: Gálatas 4.8-20
Texto áureo: Gálatas 6.2

A palavra de ordem nesta seção da carta aos Gálatas é solidariedade. 

Dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo, em conferência na USP, ao definir esse vocábulo, aproximou-o do conceito de caridade: “Solidariedade é presença e militância da igreja naquilo que tem que ver com a dignidade humana, com os direitos humanos, com a liberdade, com a exclusão. E é aí onde vivemos nossa fé cristã”. 

Entretanto, para a igreja cristã, a ênfase desse nobre sentimento não subjaz ao gesto caridoso que o expressa, simplesmente. O revestimento do amor de Deus, em nós, impulsiona o relacionamento solidário, que é gerador da responsabilidade mútua entre pessoas unidas por um único interesse: Cristo.

O caso Paulo: um enfermo recebendo a solidariedade da igreja 

Na carta aos Gálatas, Paulo foi objeto da ação solidária da igreja. Estavam unidos pelo evangelho. Pregador e ouvintes, ambos praticantes. A partir da análise desse comportamento, procuraremos encontrar formas semelhantes de agir em relação aos demais irmãos e de demonstrar a unidade cristã.

Na única vez que o apóstolo fala de doença ou enfermidade física em Gálatas,
fala de si mesmo: “por causa de uma enfermidade da carne vos anunciei o evangelho” (Gl 4.13). 

Uma incapacidade física (a palavra também traduz fraqueza ou doença) impediu-o de continuar viagem e permitiu-lhe ficar entre os gálatas e pregar-lhes o evangelho. Mesmo a enfermidade pode ser motivo de ação de graças!

Ninguém sabe ao certo qual era a doença de Paulo. Quase todos os estudiosos concordam que era uma doença oftalmológica, pois condiz com a afirmação em Gálatas 4.15: “se possível fora, teríeis arrancado os vossos olhos, e mos teríeis dado”.

A experiência de conversão de Paulo na estrada de Damasco também corrobora para este fato (At 9). Depois do encontro de Paulo (à época, Saulo) com Cristo, em que um clarão de luz o deixou temporariamente cego, escamas ou crostas cobriram os olhos do apóstolo (At 9.18). Teriam ficado sequelas? Muito provavelmente.

Zelo e cuidado: lições solidárias da igreja
Os gálatas demonstraram um zelo e um cuidado muito especial pelo apóstolo nos momentos em que sua enfermidade manifestou-se ali. Dessa atitude, podemos extrair duas verdades básicas da ação solidária: 

a) Não se deixar afetar pelo preconceito. 

Os gálatas receberam o apóstolo e sua mensagem como se tivessem recebido um anjo do céu ou o próprio Cristo (Gl 4.14). Isso é relevante, principalmente, diante de uma cultura espiritual predominante em nossos dias, que entende haver uma conexão moral com a condição física. Nessa incoerente perspectiva, a enfermidade seria uma consequência do pecado. 

Contrária à essa ideia, a experiência de Jó corrobora a tese de que nem sempre uma enfermidade está relacionada à atitude pecaminosa. Outro exemplo é suscitado pela pergunta dos discípulos a Jesus, quando viram um cego de nascença: “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” (Jo 9.2). A resposta de Jesus – “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9.3) – mostra que o problema não é descobrir a origem da enfermidade, mas enfrentá-la com as armas espirituais.   

Você consegue identificar formas discriminatórias contra irmãos que passam por momentos de provação física na igreja? Quais?

b) Demonstrar felicidade e satisfação interior com a presença dos enfermos na igreja. 

Soa inspiradora a atitude da igreja na Galácia, em relação à presença do apóstolo Paulo entre eles. Paulo não lhes era um “peso”, apesar de sua enfermidade. 

Aplicando à vida, como trataríamos irmãos afetados com o vírus HIV, se o soubéssemos? Como tratamos os idosos, que são as pessoas mais propensas a enfermidades? Esses e tantos outros casos que não citamos aqui, por falta de espaço, merecem ser tratados com o mesmo respeito que damos a todos os demais. Infelizmente, algumas comunidades religiosas deixam de lado os enfermos, principalmente.

De que modo podemos zelar pela saúde das pessoas com que convivemos? 
Que expressões de solidariedade podem ser realizadas por nós para dignificar a vida dos enfermos da igreja?

Princípios essenciais da ação solidária

Os princípios essenciais que orientam essa dimensão da vida cristã são o primado da pessoa humana e a mutualidade. 

1) Assim, respeitar a pessoa humana é reverenciar a Deus, pois fomos criados à imagem e semelhança dele. 

Entre as atitudes bíblicas que demonstram esse respeito, encontramos os seguintes imperativos :

● o serviço ao próximo (Gl 5.13b). 

No famoso episódio do lava-pés, Jesus ensinou os seus discípulos a serem servos uns dos outros. Essa é a característica dos que obedecem aos seus ensinos (Mc 10.44). 

O mesmo vale para nós, também. O serviço cristão precisa acontecer porque nem todos somos fortes de espírito ou animados. Velhos hábitos que tínhamos antes de nossa conversão nos acompanharão para sempre. Alguns trazem traumas da infância, outros ainda sofrem com suas perdas, outros com o luto, etc. A verdade é que todos precisamos de ajuda. O serviço cristão é o meio divino de ajudar nossos irmãos. 

● a tolerância paciente em relação aos erros cometidos contra nós (Ef 4.2; Cl 3.13a). Essa lembrança exige humildade e mansidão, mas, principalmente, o reconhecimento de que poderíamos estar do outro lado, o do ofensor. Como gostaríamos de ser tratados, então? 

● a inclusão social, principalmente, no culto.

Em relação aos idosos, isso significa, entre outras inúmeras possibilidades, as ações seguintes:
● permitir-lhes atuar mais, agindo sem preconceitos estéticos. Isso é democratizar o culto e honrar a Palavra de Deus.
● respeitar o ritmo diferente dos idosos, não resmungando quando o culto tiver seu ritmo diminuído;
● não forçar os idosos a terem comportamentos joviais; 

Em relação aos enfermos, isso implica as ações seguintes:

● produzir material para aqueles que não podem mais cultuar no templo, por exemplo: uma fita de vídeo do culto dominical, um informativo das atividades, que seria entregue numa visita social, etc.
● Deveríamos dar-lhes mais atenção. Visitas sociais, conduzidas com espírito cristão e devoção são essenciais à recuperação do enfermo, pois a fé é um fator vital para ele.

2) O caráter comum do cuidado e da comunhão que move os relacionamentos cristãos – a mutualidade – diferencia o cristão do mundo ao seu redor. 

Paulo nos ensina isto, ao afirmar: “Levai as cargas uns dos outros” (Gl 6.2). 

Para comprovar esse fato, basta ouvir (entendendo o que se diz) os cantores de Pop Rock. Dizem em suas canções “I don’t care!” (Eu não ligo!),  They don’t care” (Eles não se importam!), “Nobody cares” (ninguém tá nem aí!). Mensagens com esse teor mostram que persiste no mundo uma ausência de mutualidade. É a total desesperança, o sentimento de  isolamento, de não ter alguém em quem confiar ou com quem contar... 

Cristo mudou essa realidade em nossa vida, pois ele se importou conosco. Ele o fez até a morte, e morte de cruz! Ele deseja que nos importemos com os demais, também. Paulo transcreve essas ideias em suas cartas. Aos Romanos, disse: “Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos...” (Rm 15.1). Aos Tessalonicenses, disse: “... que consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes com todos” (1Ts 5.14). 

Que seria da igreja sem a mutualidade, sem o cuidado mútuo? 

Num sentido prático da esfera da ação social e no cuidado mútuo, em que o exemplo de Paulo pode nos ajudar? Como ser solidários num mundo voltado para o individualismo e o egoísmo? 

Conselhos úteis

O fator que nos une e nos faz solidários é Cristo. Por isso, Paulo faz o apelo aos cristãos da Galácia para que neles “Cristo seja formado” (Gl 4.19). Desse modo, os laços de solidariedade são solidificados pela unidade do Espírito.

Não percamos tempo. Procuremos por outros que estão necessitando de ajuda, de um abraço amigo, de um conselho, de um telefonema, de um simples “Eu me importo!”. É o que Paulo quis dizer com a expressão “façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6.10).

Que tal estreitar relações com os irmãos enfermos? É algo fácil em nossos dias: um telefonema, um bilhete, uma visita rápida, uma oração a Deus pelo seu bem-estar, tudo isso traz muita alegria a quem passa por dificuldades físicas.

Autor das Lições:
Pr. Davi Freitas de Carvalho, formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, RJ, é o atual pastor da Igreja Batista em Vila Jaguaribe, Piabetá, Magé, RJ e é o Coordenador de Educação da Associação Batista Mageense.

Isto é enfermidade minha


            Outro salmo de Asafe é o 77. Na mesma linha do 73, o músico mostra tremendo sofrimento. Chega a dizer que “se lembrar de Deus, causava perturbação e que sua alma recusava consolo”. Não conseguia dormir e, perturbado, não queria falar. Quadro, provavelmente, de profunda depressão.
            Em sua dor, faz perguntas muito inquietantes: “Rejeitará o Senhor para sempre e não tornará a ser favorável? Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração? Esqueceu-se Deus de ter misericórdia? Ou encerrou ele as suas misericórdias na sua ira?”.
            Interessante é que uma das primeiras conclusões a que chegamos, em nossas crises, é que Deus nos abandonou. Por quê? Provavelmente porque, nessas horas, somos tentados pelo inimigo que deseja acusar Deus diante de nós. É o seu papel.
            Mas Asafe apresenta a realidade: “Isto é enfermidade minha; mas eu me lembrarei dos anos da destra do Altíssimo. Eu me lembrarei das obras do Senhor; certamente que eu me lembrarei das tuas maravilhas da antiguidade. Meditarei também em todas as tuas obras, e falarei dos teus feitos”.
            E seu choro muda, a começar por: “O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?”. Leia todo o texto.
            Quando enfrentar tristeza profunda, não conclua como nos primeiros versos do Salmo 77. Conclua a partir do verso 10.

Mídia: Bênção ou Maldição?


No próximo domingo, 9h 44min, palestra com lançamento do livro "Mídia: Bênção ou Maldição?", do jornalista Rogério Araújo.


Campeonato Brasileiro de Futebol - 2ª rodada


Classificação dos times cariocas

Botafogo - 4º colocado - 66.7% de aproveitamento.

Fluminense - 8º colocado - 100% de aproveitamento*
Vasco - 10º colocado - 50% de aproveitamento.

Flamengo - 16º colocado - 16.7% de aproveitamento.

*O Fluminense não disputou a rodada, por isso em 8º lugar, mas com 100% de aproveitamento.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Conselho Municipal de Saúde reprova contas de Marquinho Mendes

EX-PREFEITO MARQUINHO MENDES SE COMPLICA


Contas referentes ao setor da saúde do governo do ex-prefeito Marquinho Mendes, foram rejeitadas pelo Conselho de Saúde. Nesta segunda-feira (27), em reunião do Conselho Municipal de Saúde de Cabo Frio, foram votadas as contas do último trimestre da Secretaria de Saúde da gestão de Marquinhos Mendes, e para desespero do ex-prefeito as contas foram reprovadas.

O que ficou nítido, não deixando dúvida para os conselheiros, para a reprovação das contas foram, principalmente, os diversos empenhos abertos deixados pela gestão do ex-prefeito, fato este que acarreta na improbidade administrativa. O caso ainda passará pelo Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal de Justiça.

Como sempre a saúde de Cabo Frio virando notícia, é dessa forma que todos tratam um setor tão importante. Lamentável!

Fonte: http://cabofrioalerta.blogspot.com.br

Nota do Blog:
O espaço é garantido à assessoria do ex-prefeito para esclarecer ou apresentar sua versão ao fato.

O Senhor é bom


Certo homem argumentava que a existência de Deus era história pra boi dormir e que falar da bondade do Senhor era acreditar em história da carochinha. Um jovem aproximou-se dele chupando uma laranja. Perguntou-lhe se estava doce ou azeda, ao que o professor, rindo, disse tratar-se de uma idiotice, pois como saberia se estava doce ou azeda se ele não tinha experimentado. Ouviu do jovem que só pode falar da existência de Deus quem teve uma experiência com Ele.
Parece-me que a história acima se explica com o que o Davi escreveu no Salmo 34.8: “Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia”. Só vê que o Senhor é bom quem prova d’Ele. E só é completamente feliz quem n‘Ele confia.
A grande barreira para ver/sentir a bondade do Senhor é o orgulho, a presunção. Livre disso, reconheceu Davi: “Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias”.
Caso a dúvida sobre a bondade do Senhor se aloja no seu coração e mente, humildemente, peça a Ele que se apresente a você. Ele o fará. E como será bom!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Convenção Batista Fluminense - Reforma de Estatutos

Pr. Felipe Oliveira, da JUBERJ, participou ativamente
dos debates representando a ala jovem da Convenção
 
Pr. Daniel Lincoln, pastor da Primeira Igreja Batista de Rio Bonito,
recepcionou a todos com a fidalguia que lhe é peculiar


Basta entrar no santuário


            Asafe, músico em Israel, nos legou salmos extraordinários. Um deles é o 73. Seu início é uma declaração motivadora: “Verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração”.
            A partir do verso 2, o músico revela uma angústia tremenda: “Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos... eu tinha inveja dos néscios, quando via a prosperidade dos ímpios... não há apertos na sua morte... não se acham em trabalhos como outros homens, nem são afligidos como outros homens... eles têm mais do que o coração podia desejar... falam arrogantemente... E eles dizem: Como o sabe Deus? Há conhecimento no Altíssimo? Eis que estes são ímpios, e prosperam no mundo; aumentam em riquezas. Na verdade que em vão tenho purificado o meu coração; e lavei as minhas mãos na inocência. Pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã”.
            Os versos 16 e 17 são uma chave para mudança do quadro (leia o salmo completo): “Quando pensava em entender isto, foi para mim muito doloroso; até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles”.
            Você está triste porque nada dá certo com você e tudo dá certo para o ímpio que você conhece? Entre no santuário de Deus. Mas, olhe, no santuário, não significa que seja num templo. Pode ser que neste seu drama aumente. No santuário, seu drama desaparecerá.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Notícias sempre fresquinhas


Líderes Batistas na Reforma dos Estatutos

Pr. Ronem Amaral

Pr. Wesley Crispim

Pr. Levi de Azevedo

Campanha da Família

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Entrega do Certificado e Pacto da Família Cristã a todos os presentes.
Venha com sua família!

Convenção Batista Fluminense - Reforma de Estatuto

A presença do Pr. Judson Garcia Bastos é sempre inspiradora, pois carrega uma folha de serviços digno de nota.

Pr. Sócrates de Oliveira trouxe a experiência de sua liderança como maior executivo denominacional do Brasil.

Pr. Vanderlei Machado de Souza, liderança da região litorânea, participando dos debates, figura sempre respeitada.

Convenção Batista Fluminense - Reforma de Estatuto

Pr. Éber Silva

Duas lideranças que precisam ser destacadas são o Pr. Éber Silva, Relator da Comissão de Reforma do Estatuto e Regimento Interno, e o Dr. Gilberto Garcia, membro da Comissão. 
Na verdade, segundo as palavras do Pr. Éber Silva, Dr. Gilberto Garcia foi o grande responsável pela maioria dos trabalhos da comissão. 
A apresentação do Relatório foi feita pelo Dr. Gilberto Garcia, que deu um verdadeiro show de conhecimento da área.

Dr. Gilberto Garcia

Convenção Batista Fluminense em clima de paz

O histórico da Convenção Batista Fluminense é assustador quando se fala em Reforma de Estatuto. Assembleias se tornaram verdadeiros desfiles de acusações e indiretas e, até, diretas. Atitudes que machucavam e deixavam líderes com tristeza no coração.

Os tempos mudaram!
Clima de verdadeira paz!

Reformar um Estatuto e Regimento Interno em menos de cinco horas é recorde para ser celebrado.
Em nossa opinião, isso se deve à liderança do Pr. José Maria de Souza que, com seu jeito pacificador, sua capacidade de serviço e sua humildade em atender e relacionar-se com as pessoas cria ambiente para transparência e sinceridade nos relacionamentos.
Pr. José Maria de Souza

Convenção Batista Fluminense - Reforma de Estatuto e Regimento Interno

A mesa diretora da Convenção, capitaneada pelo respeitado Pr. Geraldo Geremias, dirigiu toda a Assembleia num clima de muita paz e harmonia.
Após a pregação do Pr. José Laurindo Filho, instalados os trabalhos e esclarecidas todas as questões preliminares, Pr. Nilson Godoy assumiu a direção, em função de ter conduzido o processo de reforma na discussão do Conselho de Planejamento e Coordenação.
Pr. José Laurindo Filho pregando

Pr. Geraldo Geremias, Presidente da Convenção

Pr. Nilson Godoy, 1º Vici-Presidente da Convenção

Convenção Batista Fluminense reforma Estatuto e Regimento em tempo recorde

Foram necessárias apenas 5 horas, descontando o período do almoço, para que a Assembleia Extraordinária da Convenção Batista Fluminense aprovasse todos os textos do Estatuto e Regimento Interno.
Aqui você acompanhará uma série de fotos relacionadas ao assunto com breves comentários.

Um salmo missionário


            Assim começa o poeta o texto do salmo 67: “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós”. Pede a bênção, mas apresenta uma finalidade: “Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação”.
            Precisamos rever conceitos que sugiram bênção para benefício próprio. Nossa maior alegria deve passar pelo viés de ver acontecer: “Louvem-te a ti, ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos. Alegrem-se e regozijem-se as nações, pois julgarás os povos com eqüidade, e governarás as nações sobre a terra. Louvem-te a ti, ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos”.
            A perspectiva do poeta é que a salvação trará benefícios para toda a terra: “Então a terra dará o seu fruto; e Deus, o nosso Deus, nos abençoará”. É verdade que devemos nos engajar em movimentos que lutem por melhores dias do planeta, mas não nos esqueçamos que o ser humano transformado por Deus transforma o que está em sua volta.
O resto é balela como a de um ambientalista que, fumando, discursava sobre melhor vida no planeta. Raciocinei: pra que ar melhor, se ele não terá pulmão?! 

domingo, 26 de maio de 2013

Reforma de Estatutos da Convenção Batista Fluminense

Amanhã, na Primeira Igreja Batista de Rio Bonito, às 9h, acontecerá a Assembleia Extraordinária da Convenção Batista Fluminense para tratar do assunto "Reforma de Estatutos e Regimento Interno".
Daremos informações durante o dia das decisões tomadas.

Campeonato Brasileiro de Futebol - 1ª rodada

 Classificação dos times cariocas

Fluminense - 5º colocado (com o mesmo número de pontos dos quatro primeiros) - 100% de aproveitamento.

Vasco - 7º colocado (com o mesmo número de pontos dos seis primeiros) - 100% de aproveitamento.

Botafogo - 10º colocado - 33% de aproveitamento.

Flamengo - 12º colocado - 33% de aproveitamento.

Campanha da Família


Depois de um domingo abençoado, nosso próximo encontro como igreja reunida será na quarta-feira, 19h 44min.
Encerramento da Campanha Minha Família no Altar do Senhor. Todos os presentes receberão o Certificado da Campanha e assinarão o Pacto da Família Cristã.



No dia em que eu temer


Meu sogro enfrentava um problema de saúde que o preocupava. Num culto de domingo à noite, ouvia um pregador. Na saída, à porta, contou rapidamente o seu problema, pediu oração e ouviu do pregador: “Vou orar por você, mas vá pra casa, entre no seu quarto, leia o Salmo 56.3, ore e confie. Mas só leia em casa”.

Meu sogro quis sair correndo. Chegou à casa, foi para o quarto, abriu a Bíblia e leu: “No dia em que eu temer, hei de confiar em ti”. Orou, apresentando ao Senhor sua angústia e confiou. Feitos os exames seguintes, nada se constatou e ele está bem até hoje.

O Salmo destacado (leia-o todo) é confortador demais. Outros versos são verdadeiro refrigério: “Em Deus louvarei a sua palavra, em Deus pus a minha confiança; não temerei o que me possa fazer a carne. Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem”.

Você está com medo de alguma situação? Confie em Deus. Ele cuida de você melhor do que ninguém. Sendo preciso, ele envia anjos para agir em seu favor. Ele não está dormindo, trabalha por você.

sábado, 25 de maio de 2013

Pr. Bruno Festas (foto) em nossa Igreja


9h 44min e 19h 44min


Para quem Deus não existe?


            Um professor ateu insistia argumentar em sala de aula que a existência de Deus era história da carochinha e que não tinha cabimento acreditar numa existência que não se podia provar. Um menino cristão, muito triste, ouvia tudo atentamente e, em casa, compartilhou com o pai.
Na aula seguinte, assim que teve início a aula, o aluno disse: “Professor, posso fazer um comentário?”. Autorizado, o menino prosseguiu: “Ontem, em casa, conversava com meu pai e eu concordo com o Senhor, Deus realmente não existe e isso está inclusive na Bíblia”. O professor, surpreso, se alegrou, ao que ouviu o menino recitar: “Disse o néscio no seu coração: Não há Deus”  - Salmo 53.1.
Crer na existência de Deus é um ato de fé. Descrer também. É fé de um lado e fé do outro. Um tem fé para acreditar e outro tem fé para não acreditar.
Qual é o seu caso? O meu é que Deus existe e um dia estarei com Ele. Se não for o seu caso, tenho que concordar com o menino: Deus não existe para os loucos.
            Encorajo você a transpor a barreira da incredulidade e pedir a Deus uma manifestação de fé. Ele te ama!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ênfase na Família

No próximo domingo, manhã e noite, teremos a presença do Pr. Bruno Festas como pregador. Venha com sua família! Será bênção!


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Escola Bíblica Dominical - Lição 8 - 26.05.2013


Lição 8 – Reflexos da cruz

Texto bíblico: Gálatas 2.19,20; 3.1,13; 5.11; 6.12-14

A cruz representa o fator decisivo para a salvação do homem. Ali, foram os pecadores resgatados do pecado e da maldição da lei (Gl 4.5; Cl 2.14). Ali, foi tornada possível a reconciliação com Deus (Ef 2.16; Cl 1.20). Ali, estão os discípulos unidos a Cristo, pela fé (Lc 14.27).

Paulo tornou a cruz o centro de sua mensagem. Na mais pujante declaração da epístola aos Gálatas – “estou crucificado com Cristo” –, Paulo diz como e onde ele morreu para o mundo, para o pecado e para a lei: unido a Cristo, pela fé, na cruz. Assim, o apóstolo definiu que o viver cristão, por meio da fé, é o caminho da cruz.

Você já parou para refletir sobre a relevância do ato de tomar a cruz de Cristo e segui-lo (Mt 10.38)? Nesta lição, focalizaremos os reflexos dessa decisão, aplicando-os à nova realidade diante da qual se encontra cada discípulo de Cristo.

A relevância da cruz
É acertada a afirmação de que o pecado desvirtuou, desorientou e separou o homem de seu Criador. Na cruz, entretanto, Deus está chamando-nos de volta. Pela eficácia da cruz, podemos ter “ousadia... pelo sangue de Jesus, pelo caminho novo e vivo que ele nos inaugurou...” (Hb 10.19a, 20a).

Símbolos importantes são evocados quando pensamos na cruz. Nem todos são verdadeiros. Para os judeus, a cruz era escândalo, vergonha, humilhação. Para os místicos, um amuleto. Para a moda, um acessório que se tornou uma  tendência internacional. Esses sentidos errôneos de nada servirão ao propósito cristão.

Somente o verdadeiro sentido para a cruz interessa ao cristão. Esse significado pode ser encontrado na carta aos Gálatas, que temos procurado interpretar neste comentário.

Respondendo com apenas uma palavra: o que vem à sua mente, ao pensar na imagem da cruz?

Podemos identificar, entre outras realidades relevantes, quatro sentidos para a cruz de Cristo, que passamos a considerar:

1) Motivo de glória e não de humilhação
“... longe esteja de mim, gloriar-me, a não ser na cruz...” (Gl 6.14). A frase de Paulo evidencia a cruz como o único motivo de glória para o cristão. Segundo esse ensinamento, não há nenhuma ação que possa resultar na salvação do crente, senão aquela em que Deus “deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

O episódio designado “as águas de Meribá” (Nm 20.2-13) ilustra bem essa verdade. Nessa passagem, Moisés, diante de um povo sedento, ousou levar sobre si a capacidade de livrá-los de sua sede. Moisés tinha amplo conhecimento da região e de suas escassas fontes naturais de água. Na ocasião, ele omitiu que a ação de ferir a rocha e encontrar água teria sido orientada por Deus. Excluiu o verdadeiro autor do milagre. Foi duramente repreendido por Deus, que não permitiu que aquele importante líder entrasse na terra prometida com o povo (Nm 20.12). Moisés pecou ao colocar-se no lugar de Deus.

Em relação à cruz, esse mesmo princípio ocorre. Quando o cristão busca justificar sua condição de salvo por seus próprios méritos, acaba por colocar-se no lugar de Cristo. Assim, desmerece o ato de Jesus ao assumir o lugar do pecador, na cruz.

Enquanto os adversários judaizantes ostentavam uma posição espiritual “superior” pela circuncisão e pela guarda da lei, induzindo os gálatas ao erro, Paulo prefere dizer que a verdadeira cruz é aquela em que Jesus triunfou, num ato de graça.

Converse com os demais alunos sobre relações simbólicas entre as ações descritas nos Evangelhos em relação à cruz e às nossas atitudes, hoje:
a) cristãos que carregam a cruz de Cristo como uma obrigação, como fez Simão (Mt 27.32);
b) cristãos que, escondidos na multidão, escarnecem da cruz de Cristo, como o fizeram soldados e religiosos de seu tempo (Mc 15.30-32);
c) cristãos que, decididos a seguir o Mestre, tomam a sua cruz, confiantemente (Lc 9.23).

2) O esvaziamento do impacto do pecado
O ato de o pecado impelir o cristão à destruição é esvaziado na cruz pelos méritos de Cristo e pela instrumentalidade da salvação oferecida. Em razão disso, podemos não apenas enfrentar o pecado interior, mas vencê-lo!

Essa vitória se constrói na declaração de que “o mundo está crucificado para nós” (Gl 6.14). O aspecto verbal usado aqui é importante. Corresponde a uma ação completa, aperfeiçoada, encarada como concluída, mas cujos efeitos permanecem. Assim, na aceitação de Jesus como Mediador entre Deus e o homem e, também, como Salvador e Senhor, pode-se dar as costas para o mundo, pois este não tem mais o mesmo apelo sedutor.

Paulo chega a afirmar, em Romanos, que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo “a fim de que não sirvamos ao pecado” (Rm 6.6a). Assim, na cruz, a natureza pecaminosa não reina mais absoluta. Agora, ela tem como adversário o imbatível Espírito Santo. Por intermédio dele, pode-se “aguardar a esperança da justiça que provém da fé” (Gl 5.5).

Que evidências podem ser evocadas para afirmar o esvaziamento do impacto do pecado na vida do cristão?

3) A ruptura consciente contra o pecado
Na cruz de Cristo também está simbolizado o rompimento consciente do pecador com o pecado. É o que Paulo afirma com uma forte declaração: “Os que são de Cristo Jesus, crucificaram a carne com as paixões e concupiscências” (Gl 5.24). A ação descrita, “crucificaram”, aponta para a decisão tomada de deixar o pecado (arrependimento), pelo abandono consciente do estilo de vida pecaminoso.

O que precisamos abandonar? As obras da carne, sob dois aspectos: primeiro, aquelas que estão relacionadas com a impureza interior: “prostituição”, “impureza”, “lascívia” (Gl 5.19), idolatria e feitiçaria (Gl 5.20a). Depois, as que se relacionam ao comportamento social pecaminoso: “inimizades”, “contendas”, “ciúmes”, “iras”, “facções”, “dissensões”, “partidos”, “invejas”, “bebedices” e “orgias” (Gl 5.20b,21).

Essas palavras empregadas por Paulo em Gálatas não têm a pretensão de resumir a ação pecaminosa. São, antes, expressões do comportamento carnal num contexto particular – ocorrências da comunidade cristã na Galácia. Mas, com certeza, vemos muito dessas atitudes em nosso viver diário...

Caso o cristão se deixe vencer pelo desejo interior pecaminoso, essas manifestações carnais ocorrerão com frequência destrutiva. Assim, o desejo de morrer para o pecado deve ser diretamente proporcional à fé que este diz ter em Jesus. Ele é “âncora da alma, segura e firme” (Hb 6.19). Esperar em Cristo é o nosso dever. Uma fé vivida com tamanha realidade leva o cristão ao comprometimento cada vez maior com Cristo.

Dê exemplos da atitude de renúncia completa da velha vida pelo cristão.

4) A morte como um princípio de vida
Tal qual um tanque de guerra atravessando as linhas inimigas, imponente, o pecado tem trazido muita desolação e tristeza. Felizmente, a cruz de Cristo pôs fim a essa epopeia.

Na cruz, anuncia-se a mensagem paradoxal de que a morte é, na verdade, um princípio de vida. Lá, Cristo, o sacerdote perfeito, morreu como o sacrifício perfeito, para nos conceder a vida eterna, pois a cruz não conseguiu detê-lo (Hb 12.2).

A cruz anuncia a morte do cristão para o mundo e também a morte da influência destruidora do pecado. A morte do “ego” humano significa que o nosso querer, sempre contrário a Deus, infiel e decepcionante, submete-se ao Redentor, que vive em nós e nos dá vida (Gl 2.20).

Que decisões de nossa vida íntima e pessoal apontam para a morte do “eu” e para a simbólica “crucificação com Cristo”?

Conselhos úteis
A cruz tornou-se um dos mais impactantes símbolos da história da humanidade. Para muitos, ela é um simples artefato ou amuleto. Para nós, entretanto, representa um estilo de vida.

Enfeites em forma de cruz ou crucifixo nada mais são do que modismo estético com motivos religiosos. O que precisamos mesmo é nos deixar crucificar! Desse modo, assumimos o morrer diário com Cristo (Rm 6.8,10).

Pela glória da cruz podemos nos achegar a Deus “com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência...” (Hb 10.22).

E então? Temos experimentado a cruz de Cristo como um processo de vitória contra o pecado, a morte e o mal? Pois isso é o que Deus espera de cada cristão: que estejam “crucificados com Cristo” para a glória de Deus.


Autor das Lições:
Pr. Davi Freitas de Carvalho, formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, RJ, é o atual pastor da Igreja Batista em Vila Jaguaribe, Piabetá, Magé, RJ e é o Coordenador de
Educação da Associação Batista Mageense.

Alegria de volta que o pecado expulsou



            Como o Salmo 32, o 51, foco deste Café, relata a experiência triste do pecado cometido por Davi. A tristeza não era, necessariamente, pelo pecado, mas por ter brincado com ele, ou seja, tentado encobrir e dar o jeito por conta própria.
            Pouco percebido, um dos maiores problemas causados pelo pecado é a perda da alegria da salvação. Assim se expressa Davi: “Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário” - v. 12. E Davi sentia-se triste e sem humor.
Perder a alegria é uma realidade do pecado. Mas, também, é possível receber de volta. O caminho é apresentado com clareza:
1º - Confissão. “Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares”.
2º - Súplica. “Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado”.
3º - Arrependimento. “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto”.
            Encontra-se triste por causa do pecado? Peça a Deus de volta a alegria!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Pré e Pós-eleição: o fenômeno da presença e da ausência


Pr. Neemias Lima

Encontro um homem meio desesperado. Está desempregado. Reclama. Informa que até sete outubro de 2012, certo candidato se aproximou dele. Pediu seu apoio. Prometeu, caso ganhasse, dar-lhe atenção e até emprego. Conquistado o apoio, cartão com telefone. A qualquer hora, ligação atendida. Sorrisos, abraços, tapinha nas costas, convite para encontros, reuniões com cafés, churrascos, citações nos discursos, comícios com direito a levar em casa altas horas, uma conta paga aqui, favores atendidos sem reclamação. Bebidas, cigarros, mulheres bonitas, beijinho pra lá, beijinho pra cá.

Voto garantido. Eleição vencida. Outubro, tempo de festejos. Celebrações. Sorrisos, abraços, tapinha nas costas... Ligações atendidas esparsamente, mas com sorriso e promessa: fique tranquilo, espere eu assumir. 1º de janeiro era esperado como Papai Noel. Novembro, ligações atendidas em espaço maior. Perda do telefone e mudança de número. Carro trocado e, agora, insulfilm.

1º de janeiro chegou. É a hora. Encontro festivo na posse. Promessa renovada: fique tranquilo, espere arrumar a casa, sabe como é, preparação do governo. Final de janeiro. Confusão ainda não resolvida. Mas promessa reiterada, fique tranquilo.

Fevereiro. Carnaval. Viagem. Treinamento. Ligação menos atendida. Gabinete de trabalho vazio. Assessores bem felizes informam que está em reunião, mas seu nome está aqui na mesa.

Março. Ligação... nada. Mudança de moradia. Acidentalmente se encontram, sorriso menos largo e justificativa: confusão entre Legislativo e Executivo, o assunto é só este. Mas fique tranquilo. Uma continha pequena paga.

Abril. Nada.

Maio. Devendo. Aluguel atrasado. Triste. Mulher reclamando. Filho suplicando. Autoestima se desbarrancando. Confiança afugentando. Paz, quando! Súplica. Oração. Igreja. Corrente.

Encontro comigo. Dó. Coração aflito.  Pede socorro. Mas, que fazer? Não tenho oferta de emprego (nem sei se quer trabalho). Mas sou cristão. Pergunto: tem fome? Tenho que dar o peixe. Mas tenho que dar também a vara, não da disciplina, da pesca. Parece não satisfazer. Fazer o quê?

Assim é a vida de muitos. Quem é culpado? Os dois: quem comprou e quem vendeu o voto. Mais até quem vendeu, para mim.

Julho de 2014. Certo candidato se aproxima. Pede apoio. Promete, caso ganhe, dar-lhe atenção e até emprego. Conquista o apoio, cartão com telefone. Atende ligação. Sorrisos, abraços, tapinha nas costas, convite para encontros, reuniões com cafés, churrascos, citações nos discursos, comícios com direito a levar em casa altas horas, uma conta paga aqui, favores atendidos sem reclamação. Bebidas, cigarros, mulheres bonitas, beijinho pra lá, beijinho pra cá.
É o ciclo. 
É o fenômeno da presença e do ausência.