quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Café com Cristo - Eu creio no poder da oração


Meu pai era um homem rude, mas exemplar. Tenho muitas saudades dele. Era um crente que nunca exerceu liderança nas atividades da Igreja. Por anos enfrentou grandes lutas financeiras em função de um golpe que sofreu. Dos oito filhos, seis eram mulheres, num tempo e local em que a força de trabalho era eminentemente masculina. Em meio às dificuldades, pedia a Deus que terminasse a vida sem dever a ninguém, com recursos para cuidar dele e de mamãe e não deixá-la em dificuldade. Trabalhou muito e Deus atendeu sua oração. Mamãe viveu com seus próprios recursos até ir para o céu que, em grande parte, foram deixados por papai.
Outra experiência que desfrutamos é o pedido de mamãe: que todos os filhos e seus descendentes fossem crentes. Até hoje, Deus tem atendido. E praticamente todos com participação ativa nas igrejas locais. E nenhum é problema para a liderança no reino de Deus.
Simpatizo-me com a primeira estrofe do hino: "Eu creio no poder dos joelhos que se dobram / Eu creio no poder da oração / Eu creio no poder das mãos que se levantam / Eu creio no poder da oração / Vou levar meus problemas a Deus / Entregar meus problemas pra Deus / Abençoar minha família, minha casa, meus irmãos, / Pois eu creio no poder da oração / Eu creio no poder da oração”.
Pr. Israel Belo de Azevedo afirmou: “Não há oração poderosa, há Deus poderoso!”. E lembre-se: "Orar não é pedir. Orar é a respiração da alma. Como o corpo que se lava não fica sujo, sem oração se torna impuro" - Mahatma Gandhi.
A maior bênção da oração não é que Deus mude o quadro que enfrentamos, mas que nos mude. E a oração traz essa grande bênção.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Se o Estado Laico, por que os Feriados Religiosos?

Dr. Gilberto Garcia*

O país comemora neste mês o feriado religioso denominado de “Dia da Padroeira do Brasil - Nossa Senhora Aparecida”, segundo a Lei Federal 6.802 de 30 de junho de 1980, que, “Declara Feriado Nacional o Dia 12 de outubro, Consagrado a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. (...) Art. 1º. É declarado feriado nacional o dia 12 de outubro, para culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.(...)”.

Este é um dia sagrado para a Igreja Católica Apostólica Romana, que possui um histórico de quatrocentos anos de religião professada por maioria da população brasileira, devendo ser respeitado pelos crentes, bem como, descrentes, de todos os matizes de fé, o direito assegurado pela Constituição Federal do País dos religiosos católicos romanos referenciarem seus dogmas eclesiásticos, seus ritos, seus santos, seus dias de guarda etc.

Contudo, em função da data ser feriado nacional oficial, fica no ar a pergunta, por que quem não é católico romano é obrigado legalmente a consagrar este dia 12 de outubro?, e atualmente este percentual de brasileiros é altamente expressivo, fala-se em quase 40% da população pátria, entre os quais, budistas, candomblecistas, evangélicos, judeus, muçulmanos, praticantes de confissões orientais, de religiões de matriz africana, umbandistas etc, que também tem garantido constitucionalmente o direito de professarem seus dogmas espirituais, suas datas religiosas, suas crenças, bem como, cultuarem suas divindades etc, e ainda, ateus e agnósticos, que não professam qualquer tipo de fé.

Esta é a questão central, pois estes professantes das diversas tradições religiosas, num país que o Estatuto da Nação, assegura a Liberdade de Crença e Consciência, como contido no Art. 5º, VI – “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; (...)”, e, VIII – “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; (...)”.

E, ainda, estabelece o Princípio da Laicidade, com a Separação Igreja-Estado, inserido no Art. 19, “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (...)”, sendo que todos os cidadãos, mesmo os de outras confissões de fé, são obrigados pela lei federal a não abrir sua empresa, deixar de trabalhar, impedido de acessar serviços em órgãos públicos ou instituições privadas etc?, sob pena de descumprir uma norma federal, arcando com consequências legais, numa afronta ao Estado Laico brasileiro.

É sempre bom dizer que Estado Laico não é Estado Ateu, pois este proíbe a manifestação religiosa dos cidadãos, e aquele protege e resguarda o direito dos cidadãos professarem livremente sua fé, não tendo religião oficial, por isso, não pode obrigar, através de leis os cidadãos a cumprir ou deixar de cumprir preceitos espirituais atinentes a um determinado grupo religioso, independente de seu histórico, suas tradições, a quantidade de fieis praticantes, sua influência político-social, seu poderio financeiro etc.

Assim, é o Poder Legislativo, através do Congresso Nacional que tem a competência constitucional para alterar esta norma legal, e diversas outras datas religiosas que são feriados nacionais, podendo, inclusive, neste caso, ser este dia considerado como sagrado exclusivamente para os católicos romanos, deixando de ser feriado nacional, a exemplo de outros grupos religiosos que reverenciam suas datas sagradas, como o “Dia do Evangélico”, comemorado nacionalmente todos os anos no dia 30 de novembro.

Este também é um dos casos que fica demonstrado a indevida ingerência do Poder Público numa questão estritamente ligada a questão de fé de um segmento religioso, sendo consequentemente inconstitucional, pois fere o princípio Separação Igreja-Estado, entretanto, não é feriado oficial, como disposto na Lei Federal 12.328/10, ou, ainda, através do Poder Judiciário, sendo o Supremo Tribunal Federal provocado através de uma ADPF - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, eis que, a Lei 6.802/80 tem vigência anterior a Constituição Federal de 1988, visto que a Liberdade de Crença e Religião é um dos fundamentos da república brasileira.

Compartilhamos, por oportuno, entrevista concedida ao Portal Terra exatamente acerca desta temática, quando oficialmente o país também parou em função do feriado religioso da pascoa, que também, como outros é lei federal obrigatório em todo território nacional.

“Também chamada de Sexta da Paixão para os cristãos, a Sexta-Feira Santa marca a morte de Jesus Cristo e o seu sofrimento ao carregar a cruz e ser crucificado. A data é um feriado móvel no Brasil, assim como em outros países, porque segue o calendário da Páscoa.

(...) Mas por que essa e outras datas religiosas são feriados se o nosso País é um Estado laico? De acordo com o advogado especialista em direito religioso Gilberto Garcia, essa tradição ainda existe na sociedade brasileira devido a questões históricas e culturais. Na época do Brasil Colônia, quando o nosso país era dependente de Portugal, a religião oficial era o catolicismo.

No Brasil Império, em 1824 uma mudança na legislação permitiu a liberdade de crença, no entanto ela não poderia ser feita em espaços públicos. Foi somente em 1890, após a proclamação da República, que um decreto estabeleceu a liberdade de culto de todas as religiões, no entanto, manteve subvenção estatal aos sacerdotes da Igreja Católica.

Um ano depois, a Constituição de 1891 instituiu, finalmente, a separação entre a igreja e o Estado, estabelecendo que não existe nenhuma religião oficial. Embora isso tenha ocorrido há mais de 120 anos, Garcia afirma que a Igreja Católica foi oficial no Brasil por mais de 400 anos, o que causa reflexos tanto na definição de feriados, como na escolha de nomes religiosos para cidades, bem como na utilização de representações da crença em espaços públicos, como crucifixos em prefeituras, câmaras de vereadores e tribunais.(...).

Gilberto Garcia, autor do livro “O Novo Código Civil e as Igrejas”, lembra que, além da Sexta-Feira Santa existem outros feriados ligados à religião, como o dia de feriados religiosos estaduais e municipais, Corpus Christi e o Natal, além de feriados regionais, como a celebração do dia de São Jorge, [dia do Evangélico] em algumas localidades.

O especialista em direito religioso lembra que a Constituição de 1988 reforçou a importância do Estado laico, sem igreja oficial, e ainda o respeito a liberdade de crença. "A constituição permanece dizendo que é laico, mas a tradição vem sendo mantida", afirma.

Ainda de acordo com Garcia, outras religiões possuem suas datas de celebração, como a comemoração do Yon Kippur pelos judeus, o mês sagrado dos muçulmanos, o Ramadã, [e o dia de Iemanjá, pelos praticantes de Matriz Africana] que não são feriados religiosos.

"Se a sociedade quisesse mudar essas datas, deixando de ser um feriado obrigatório para todas as religiões, isso deveria ser feito pelo Congresso Nacional ou pelo Supremo Tribunal Federal, mas não há espaço político para isso", completa Gilberto Garcia.

Celebramos como Nação, em 05 de outubro, 25 anos de vigência da Constituição Federal mais longeva do século XX, como fiadora da estabilidade jurídica, política e social das instituições republicanas, com o verdadeiro estabelecimento do Estado Democrático de Direito no Brasil, sendo a questão dos feriados religiosos uma problemática a ser debatida, no campo legal, pelo Estado Laico brasileiro, eis que, em nosso país convivem harmonicamente os praticantes de todas as crenças e religiões.

*Gilberto Garcia é Advogado, Pós-Graduado, Mestre em Direito. Especialista em Direito Religioso, Professor Universitário e Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros. Autor dos Livros: “O Novo Código Civil e as Igrejas” e “O Direito Nosso de Cada Dia”, Editora Vida, e,  “Novo Direito Associativo”, e, “Questões Controvertidas - Parte Geral Código Civil”, Editora Método/Grupo GEN, e, ainda, do DVD - “Implicações Tributárias das Igrejas”, Editora CPAD. Gestor do Site: www.direitonosso.com.br

Fonte: FolhaGospel.Com

Vivendo para a glória de Deus

Introdução:

Dinâmica com o auditório:
1 - Que é viver para a glória de Deus? 2 - Você vive para a glória de Deus? 3 - Como viver para a glória de Deus?

Texto esclarecedor: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” - I Coríntios 10.31

É possível o cristão glorificar a Deus em alguns momentos ou eventos e não glorificar em outros?

Nosso texto é II Coríntios 5.1-21

A pergunta que nos interessa neste momento é: Como viver para a glória de Deus?

1º - Tendo sempre bom ânimo - VS. 1 a 6

2º - Andando por fé e não por vista - vs. 7 e 8

“Sem fé, é impossível agradar a Deus” - Hebreus 11.6

3º - Esforçando-nos para o bom relacionamento - v. 9

Conclusão:Viver para a glória de Deus é muito mais do que discurso.
É compromisso diário com os ensinamentos de Jesus.
É compromisso permanente com o bem estar do próximo.
É compromisso sincero de abandono do que desagrada a Deus.

Café com Cristo - Fé é muito mais do que discurso


Há mais de 40 anos canto o hino “A fé contemplada”. Da poesia, pinço alguns versos: “Deus promete grandes coisas conceder / A qualquer que peça, crendo que há de obter / A resposta, sem na fé enfraquecer / Sua fé Jesus contemplará/ Deus tem prometido a quem não duvidar / Dar-lhe tudo quanto a ele suplicar”. Abraão não o conheceu, mas teve sua fé contemplada.
É salutar destacar no evento: 1º - A orientação de Abraão: “E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós” - v. 5. Como tornariam se Isaque seria oferecido? Especula-se que Abraão cria que Deus poderia ressuscitá-lo. 2º - A indagação do filho: “Meu pai. Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”. Sugere-se que sabia que ele era a oferta. 3º - A resposta de Abraão: “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho”. E acrescenta o texto: “Assim caminharam ambos juntos”. Pai e filho indo ao culto. 
Pr. Fernando Brandão, executivo de Missões Nacionais, relatou a palavra recebida do pr. Waldemiro Tymchak, ao decidir sobre o convite: “É hora de sacrificar o seu isaque!”. Que Isaque precisamos sacrificar a Deus?
Por um tempo pensei que Deus provara Abraão para descobrir sua fidelidade. Mas, tempos mais tarde, concluindo que Deus tudo sabe antes de acontecer, desenvolvi a idéia que era para Abraão saber se seria ou não fiel. Ele sabe se seremos ou não fiel diante das circunstâncias, muitas vezes difíceis. Nós não sabemos, mas podemos confiar que Ele é capaz de nos dar capacidade para suportarmos as lutas com fidelidade a Ele.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Entrevista com o novo Diretor Executivo da Convenção Batista Fluminense


Em nosso programa de rádio amanhã de 8h às 9h, teremos uma entrevista com o Pr. Amilton Vargas, novo Diretor Executivo da Convenção Batista Fluminense, eleito por unanimidade.
Repasse aos seus amigos.

Você pode acompanhar em toda a 
Região dos Lagos pela 93.1 FM

ou no link abaixo:

Café com Cristo - Você é escolhido ou escolhida


Ser escolhido é muito bom. O garoto escolhido na escola para representá-la numa atividade cívica se enche de orgulho. Ao ser escolhido para jogar futebol, experimenta a sensação de se tornar um ídolo. A menina escolhida para cursar uma área que deseja, vê seus ideais se tornando realidade. O jovem selecionado num concurso muito concorrido e tem seu primeiro emprego, vê as possibilidades de sustento com seu próprio trabalho. A jovem escolhida por um jovem orgulha-se de ter encontrado a pessoa com quem vai caminhar e formar uma família. Isso faz parte de nosso crescimento e a maturidade acontecendo.
Se as escolhas humanas trazem um sentimento de alegria, que dizer ser escolhido pelo Senhor Deus para u’a missão importante na vida? Foi o caso de Abraão. E sua missão era sublime: ordenar aos filhos e a casa depois dele que 1º - guardassem o caminho do Senhor e 2º - praticassem a retidão e justiça. Outra versão diz: “...que se conservem no caminho do Senhor, fazendo o que é justo e direito...”. E há uma promessa: “...a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado”. Em outra versão, lemos: “...para que o Senhor faça vir a Abraão o que lhe prometeu”.
Por vezes, orientamos os de nossa casa que façam boas escolhas. O conteúdo destas deve ser: guardar o caminho do Senhor e praticar a retidão e justiça. São decisões que nortearão todas as outras.
Lembrando Josué 24.15: “...se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais... porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

Somos, em Cristo, escolhidos para sermos bênção. Sejamos.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Pr. Amilton Vargas atende o Folha Evangélica

Confirmando a gentileza e atenção de outros tempos, pr. Amilton Vargas (foto) nos atendeu por telefone e, resumidamente, falou:


"A eleição por unanimidade foi uma surpresa para mim, pois é muito difícil conseguir tal feito, em função de preferências serem tão normais em nossa vida. Foi coisa de Deus!"

"Tinha colocado em meu coração, decisão que ninguém sabia, que se a votação não fosse muito expressiva, não aceitaria, pois gostaria de ter o respaldo do Conselho e da Liderança"

"O que preciso é de muita oração. Embora tenha consciência de meu potencial, tenho muitas limitações e vou precisar de todos nos programas que desenvolveremos."

"O Pr. José Maria fez uma administração que deve sempre ser lembrada como algo extraordinário e uma grande vitória foi alcançada por ele nos últimos dias que todos tomarão conhecimento dentro de poucos dias."

Convenção Batista tem novo Diretor Executivo com 100% de aprovação

A Convenção Batista Fluminense acaba de eleger seu novo Diretor Executivo.

Pr. Amiltom Vargas (foto) é o novo gestor da CBF e teve votação unânime do Conselho de Planejamento e Coordenação.
Mais tarde, matéria completa.
Pr. Amiltom Vargas e sua esposa


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Programa de Rádio - 22.10.13

Ouça o programa de rádio de hoje:

Café com Cristo - A menina cria no poder da oração


            O Cristianismo estava no início e causava preocupação ao sistema político dominante, produzindo, inclusive a prisão de alguns. Atos 12.5 registra que “Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus”. A Igreja se reunia nas casas.
            Deus realizou o milagre: “E quando Herodes estava para o fazer comparecer... estava Pedro dormindo entre dois soldados, ligado com duas cadeias, e os guardas guardavam a prisão... eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão... o despertou: Levanta-te depressa. E caíram-lhe as cadeias... disse o anjo: Cinge-te, e ata as tuas alparcas. E ele assim o fez. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa, e segue-me... E, quando passaram a primeira e segunda guardas, chegaram à porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua, e o anjo se apartou dele”.
            E Pedro viu que Deus fizera aquilo. Foi imediatamente à casa de Maria, mãe de João, onde a Igreja se reunia. Uma menina, que não estava atenta à oração, ouviu-o bater na porta e foi atender. De tanta alegria, não abriu e foi avisar aos outros. Eles não acreditaram. Mas ela insistia. Pedro insistiu em bater e, quando o viram, se admiraram.
            Uns oram muito e não acreditam. Outros, oram menos e acreditam. Você crê no poder da oração?

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Projeto Cristolândia

No próximo domingo, receberemos o Coral da Cristolândia.

Todos os componentes foram recuperados do Crack!


Programa de Rádio

Ouça o programa de rádio de hoje:

Café com Cristo - Basta uma palavra


            Muito interessante o diálogo de Jesus com um centurião de Cafarnaum. O registro está em Lucas 7.1-10. Um de seus empregados está doente e Jesus é chamado para curá-lo. Ao se dirigir ao local, bem perto da casa, uns amigos do centurião, a seu mando, enviou uns amigos com a seguinte mensagem: “Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado. E por isso nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz”.
            Jesus ficou tão impressionado que disse: “E, ouvindo isto Jesus, maravilhou-se dele, e voltando-se, disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé”.
            Interessante é que, ao receber o pedido feito pelos anciãos dos judeus, Jesus ouviu: “É digno de que lhe concedas isto, porque ama a nossa nação, e ele mesmo nos edificou a sinagoga”. É a ideia do mérito pessoal.

            Ao enfrentarmos um problema, lembremo-nos, basta uma palavra. Nossa, em direção ao Pai Eterno - “Ajuda-me!” e d”Ele, caso queira, em direção a nós - “Resolvido”.

sábado, 19 de outubro de 2013

Príncipe que negou a um pedido do Rei


            Um diálogo entre Jesus e um príncipe dos judeus foi muito interessante. Este se aproxima do Mestre e quer saber que deve fazer para herdar a vida eterna. Jesus avança no diálogo. Percebe-se no príncipe um grande compromisso religioso. Era homem que cumpria os deveres.
            Jesus toca na questão central: onde estava realmente seu coração? E sugere-lhe vender tudo, repartir com os pobres e, depois, segui-lo. É nessa hora que se descobre sua verdadeira intenção e o único registro na Bíblia de alguém sair triste da presença de Jesus. É fato que outros saíram tristes de sua presença, mas é a única experiência com tal registro. Descobre-se aqui o típico caso de religiosidade vazia.
            O príncipe dos judeus negou ou deixou de atender um pedido do Rei Eterno. Pelas vias hierárquicas humanas isso nunca acontece. Um rei tem poder sobre um príncipe. Mas aqui é diferente. O Rei Eterno respeita os príncipes transitórios. Sua via é a do convite. A decisão é do convidado.
            E há uma lição preciosa aqui: não há principado sem a presença do Rei Eterno. Sugerem alguns que aquele jovem perdeu tudo no ano 70 quando houve a destruição de Jerusalém. Ajuntar tesouros aqui é um grande risco. E onde estiver o nosso tesouro, ali estará o nosso coração.
            Que resposta você tem dado aos apelos do Rei?

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Programa de Rádio - 18.10.13

Ouça o programa de rádio de hoje:

Café com Cristo - Limpo no meio da sujeira


            O senso comum sugere que estar no meio da sujeira é garantia de se sujar também. “Diga-me com quem tu andas e te direi quem tu és” tornou-se tão popular que parece verdade.
            Daniel era um jovem judeu que foi levado cativo para a Babilônia. Passou a conviver com toda sorte de podridão, desde aos acordos políticos até aos cultos que eram prestados a deuses pagãos. Decidiu no seu coração não se apodrecer, não se misturar e continuar limpo no meio da sujeira.
            Não há qualquer problema em conviver com pessoas no meio da podridão. Desde que não se misture. Assim fazia Daniel. Até que um dia, chegou o tempo em que deveria mostrar aos inimigos sua integridade. Uma cilada armada e, em outras palavras, disseram os seus colegas de trabalho: “Você deve praticar as mesmas coisas que praticamos”. Daniel disse não. Eles disseram: “Assim foi decretado pelo rei, caso não cumpra, será jogado na cova dos leões”.
            O jovem Daniel tomou uma decisão séria: “Se para continuar vivo devo me sujar, prefiro ficar limpo e morrer”. Foi jogado na cova dos leões. Deus o livrou. Continuou vivo, limpo, mesmo no meio da sujeira.
            Deus o honrou. Deus nos honrará. Não é pecado conviver com pessoas no meio da sujeira. O pecado é se sujar por falta de integridade. 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Programa de Rádio

Ouça o programa de rádio de hoje:

Café com Cristo - Deus multiplicou


            À semelhança da multiplicação dos pães e peixes que aquele rapaz levou para seu lanche, em nossa casa, Deus multiplicou várias vezes o alimento.
           Uma vez foi assim: cheguei da escola, almocei angu e sabia que, para o jantar, somente angu. Gosto muito de angu, mas, naquela época, para um adolescente, era difícil saber que só angu seria o prato. Antes de sair para vender os doces, ajudando no sustento da casa, deixei um anzol de espera no Rio Muriaé. Era do tipo varejo, aquele que não tem vara, só a linha com o anzol e você atira-o bem longe. Quando voltei, fui conferir. Estava pesado. Pensei tratar-se de um galho agarrado, tão comum descer aquele rio. Assim que se aproximou da margem, um estacão. Levei um susto. Controlei e quando trouxe à margem, um lindo piau rosa, bem grande. Nunca pescara um assim. Em casa, mamãe conseguiu uns tomatezinhos com a vizinha, fez um molho e o angu tornou-se um lauto jantar.
            É apenas uma experiência. Ele multiplicou várias vezes. De várias formas. Confie n’Ele, pois pode multiplicar ainda hoje.
            Ah, e o caso do piau não é história de pescador. É milagre!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Programa de Rádio - 16.10.2013

Acesse o link abaixo e ouça:

Podemos ter certeza da salvação?

(Estudo preparado pelo pr. Neemias Lima para o treinamento com 
missionários da Cristolândia de São Paulo, 15 de outubro de 2013)

Introdução:
Este, na verdade, é um estudo inicial. Não é possível num único estudo responder todas as questões que envolvem o assunto.
Temos percebido ultimamente uma tendência de dúvida sobre a certeza da salvação. Muitos crentes carregam uma tristeza por não terem a certeza de irem morar no céu.
        
I - Dúvidas:
Pode-se pensar que as dúvidas tenham três origens:
1ª - falta de experiência concreta de salvação
2ª - pecados não confessados / não abandonados
3ª - falta de consciência do perdão de Cristo

Tais dúvidas podem ser resolvidas com os seguintes textos:
Para a falta de experiência concreta de salvação, II Coríntios 5.17: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.

Para pecados não confessados / não abandonados, Provérbios 28.13: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”.

Para a falta de consciência do perdão de Cristo, I João 1.9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” e Miquéias 7.19: “Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar”.

II - Dúvidas causadas pelas experiências negativas:
Houve um diácono, um pastor, um ministro de música, um presidente de Convenção, um líder importante e ele caiu...
Dois raciocínios precisam nos nortear:
1º - todos somos pecadores e podemos cair;
2º - não é o que fazemos que garante a salvação.
       
Textos que nos ajudam:
Salmo 37.23-24: “Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR o sustém com a sua mão”.

Mateus 7.21-23: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”.

Marcos 7.6: "E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim".

Tito 1.16: "Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra."

III - Que textos confundem as pessoas?
Mateus 10.22: “E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo”; e Marcos 13.13: “E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo” - não significa salvação para a vida eterna.

Mateus 24.13: “Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo” - significa salvação das perseguições.

Apocalipse 2.10: “Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” - fala de galardão.

IV - Uma questão de lógica teológica
Todos nós somos pecadores?
Há diferença entre um e outro pecado?
Então, nós perderíamos e ganharíamos a salvação em todo o tempo. Seria um ganha e perde contínuo.
E ainda: se o sacrifício de Cristo nos alcança com o que fizemos no passado, por que não nos alcançará com o que fizermos no futuro.

V - Uma questão de caráter cristão:
Se o cristão não perde a salvação, então eu posso pecar à vontade!? A resposta é: como desejar viver na lama quem foi liberto de lá, a natureza foi mudada?
Ilustração: a mulher que tinha um porquinho como bicho de estimação.
       
Texto esclarecedor: Romanos 6.1-9: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele”.

VI - Que textos afirmam podermos ter certeza?
Uma questão de aliança:
Hebreus 8.8: "Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,"
Hebreus 12.24: "E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel".

Uma questão de fidelidade:
2 Timóteo 2.13: "Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
Hebreus 10.23: "Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu".

A fidelidade de Deus garante a nossa salvação. Nossa fidelidade garante nossos galardões.

Uma questão de amor e graça:
João 3.16: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

Efésios 2.5: "Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),"

Efésios 2.8-9: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie;"

Uma questão de bênção presente:
João 3.36: "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece."

João 5.24: "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."

João 6.47: "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna."

João 6.54: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia."

I João 5.12: "Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida". 

Uma questão de compromisso:
João 6.37: "Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora".

João 6.35: "E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede."

Isaías 49.10: "Nunca terão fome, nem sede, nem o calor, nem o sol os afligirá; porque o que se compadece deles os guiará e os levará mansamente aos mananciais das águas."

João 4.14: "Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna."

Uma questão de garantia:
Efésios 1.13: "Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa".

Efésios 1.14: "O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória".

Efésios 4.30: "E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção".

II Coríntios 1.22: "O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações".

II Coríntios 5.5: "Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito".

Uma questão de filiação:
João 1.12: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;"

Romanos 8.14: "Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus".

Gálatas 3.26: "Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus".

I João 3.1: "Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele".

Conclusão:
Romanos 8.29-39: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”.

Duas provocações do diabo:
1ª - lembrar a você do passado para acusar;
2ª - lembrar a você do futuro para colocar dúvida.

Quando o diabo quiser lembrá-lo do passado, lembre a ele sobre o seu futuro.
Quando o diabo quiser levantar dúvidas quanto ao seu futuro, lembre a ele que o seu futuro é garantido por Jesus.

Café com Cristo - Deus multiplica


            Uma multidão ouve atenta os ensinos do mestre. O dia passa e a noite se aproxima. Preocupados, os discípulos sugerem despedir o povo, pois estavam com fome. Ouvem de Jesus uma ordem muito difícil: “Daí-lhes vós de comer!”.
            Mas como? Sendo uma multidão, longe da cidade e sem dinheiro, como alimentar aquele povo? É sabido que um rapazinho tem um lanchinho (prevenido ele!). Mas, apenas cinco pães e dois peixinhos.
            Quem deu a ordem sabia a solução. Orienta-os a mandar o povo sentar. Ora. Manda distribuir os pães. Acontece o milagre. Todos se alimentam e ainda sobra. Ele manda recolher as sobras.
            Lições: Deus multiplica o pouco que dedicamos a ele. Ninguém precisa passar necessidades de pão ao nosso lado. Ninguém é tão pobre que não possa oferecer (aquele menino nunca imaginava que seria canal para abençoar tanta gente). Não desperdice o que Deus multiplica, guarda, amanhã pode fazer falta.
            Eu era um menino, não era em Barbacena, em Cardoso Moreira. Muitas dificuldades. Deus multiplicou várias vezes o pão. Amanhã, permitindo Deus, contarei uma experiência de multiplicação. Até lá!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Segura na mão de Deus e vai

    Pr. Neemias Lima
    Pastoral - 13.10.13
Segura na mão de Deus e vai
Dirigia o culto da saudade do irmão Vicente, esposa de Zelina e pai de Senyr. Elas são membros de nossa Igreja e ele era da Assembleia de Deus.
No final, incluí o cântico “Segura na mão de Deus e vai”. Percebi que houve uma comoção diferente. Embora todos estivessem tristes e chorosos, havia um conforto de quem vivera 86 anos e nos últimos meses sofria com enfermidade, suplicando à irmã que cuidava dele dar-lhe veneno. Como a resposta era negativa, com a informação que poderia ser presa, ele argumentava: “Não, eu não vou contar para ninguém!”. Consequência de sua enfermidade.
Mas, voltemos ao momento do cântico. Quando jovem, ouviu um grupo de cristãos em caravana pela rua cantando “Segura na mão de Deus e vai”. Ele, carregando um cigarro na mão, seguiu o grupo, ouvindo a melodia. O destino era um templo cristão. Entrou. Entregou sua vida a Jesus. Nunca mais fumou e serviu a Jesus com alegria. Tive oportunidade de visitá-lo e, mesmo doente, cantava com entusiasmo os hinos antigos. Não sabia de sua experiência com o hino citado.
Lições:
1ª - Vale a pena semear a palavra. Aqueles cristãos nunca imaginariam que um coração duro, envolvido com vícios, se dobraria ao Senhor, tendo como pano de fundo uma caravana cantando um hino. E o serviria por 70 anos. Semeie com alegria a palavra de Deus. A estratégia não importa, mas semeie.
2ª - Só a mão de Deus é capaz de dar segurança. Mão de Deus na Bíblia é antropomorfismo (atribuição de formas humanas a Deus). Mas sinaliza bem o que precisamos, segurança. Nada e ninguém são capazes de nos segurar, só Deus. E ele o faz com amor, com misericórdia, com zelo e nunca deixará de fazer.
3ª - Quem deseja segurar-se nas mãos de Deus, é segura por ela. Na verdade, somos segurados pela mão de Deus. É o que sinaliza o Salmo 73.23: “Todavia estou de contínuo contigo; tu me sustentaste pela minha mão direita”. A ideia é que, enfraquecidos, não temos forças para segurar nas mãos do fortificado. Então, este nos segura.
“Se as águas do mar da vida quiserem te afogar, segura na mão de Deus e vai. Se as tristezas desta vida quiserem te sufocar, segura na mão de Deus e vai. Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus, pois ela, ela te sustentará. Não temas segue adiante e não olhes para trás, segura na mão de Deus e vai”.
Bênção que só o evangelho pode dar!

Café com Cristo - Mais de Deus, menos de si


            Isaías era um profeta palaciano. O capítulo 6 de seu livro relata um momento triste por causa da vacância no reinado de Israel, o rei Uzias morrera. O cenário era de tristeza e insegurança. É nesse cenário que o profeta tem uma visão extraordinária: vê o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono. Era uma mensagem pedagógica: o trono de Israel vagou, mas o trono celestial, não, estou no controle.
            De todas as cenas que envolvem a narrativa - pode ser lida dos versos 1 a 8, a que mais me chama a atenção está no verso 5: “Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos”.
            Comparando sua experiência no capítulo 6 com a do capítulo 5 há grande diferença: no cinco, Isaías lança os ais sobre os outros - vale a pena ler. No 6, o ai é sobre si mesmo.
            A causa da mudança: ver Deus. Quem vê Deus, consegue enxergar mais sobre si. E a única conclusão é: “Ai de mim!”.

            Santidade, ao contrário do que diz o senso comum, é ver mais a própria pobreza e menos a pobreza dos outros. Quanto mais santidade, mais consciência de pecador. Quanto mais de Deus, menos de si.

domingo, 13 de outubro de 2013

Café com Cristo - Mardoqueus que ajudam a mudar situações


A história de Ester é linda. O livro que tem o seu nome no Velho Testamento narra um grande livramento dado ao povo judeu quando era rainha.
Pouca gente, entretanto, valoriza a grande atuação de seu tio chamado Mardoqueu. No capítulo 4.13-14, lê-se: “Então Mardoqueu mandou que respondessem a Ester: Não imagines no teu íntimo que por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?”. Mardoqueu teve grande importância na decisão de Ester em interceder junto ao Rei.
Para Mardoqueu, estar no reino e exercer aquela função tinha muito mais razão do que o que era perceptível. Sua indagação provocadora no final do texto acima revela um interesse maior por propósitos que não são visíveis.
Por que você está atuando na função atual? Por que você está nesse emprego? Por que você foi deslocado para outra área que nunca imaginava? Por que você foi promovido alterando até mesmo a prática comum da empresa? Como Mardoqueu, você pode indagar: quem sabe se para tal tempo como este cheguei a esta função?

sábado, 12 de outubro de 2013

Greve dos bancos acabou!

Veja matéria completa no link abaixo:

Suco "milagroso" para a saúde

Acesse o link abaixo e aprenda a fazer um suco que pode ajudar no metabolismo e contribuir para sua saúde:

Café com Cristo - Asafe pode ser um de nós


            Asafe era músico em Israel. E era músico dos bons. Mas era como qualquer um de nós. São atribuídos a ele 12 salmos. Além do salmo 50, os do número 73 ao 83 são de sua lavra. Há quem discuta que são textos de Davi dedicados a Asafe. Mas não vem ao caso.
            Em alguns de seus salmos, Asafe revela grande drama e a razão era bem específica: não aceitava ver a prosperidade dos ímpios e o aparente descaso de Deus. Por que Deus, sendo justo e bom, permite tanto sofrimento, principalmente dos indefesos?
            No salmo 73, Asafe assume que seus pés quase escorregaram, ou seja, deixou de confiar em Deus e foi praticar as mesmas coisas. No 77, faz várias perguntas a Deus em tom muito rebelde.
            O drama de Asafe é, muitas vezes, o meu e o seu. Reagimos muito mal quando percebemos que pessoas sem qualquer escrúpulo estão a pleno vapor, desfrutando a vida e nada lhes acontece. É um engano, mas é assim que vemos.
            Graças a Deus, Asafe tinha alguns princípios. Dentre eles, ir ao templo. E no templo, ele encontra a resposta. O templo simbolizava a presença de Deus. Hoje, pode ser o templo de sua igreja, seu quarto, um monte, um lugar deserto, uma praia, desde que, ali, você converse com Deus.
            Asafe pode ser um de nós. E Deus é o de todos nós! Confie n’Ele!