quarta-feira, 6 de abril de 2016

Homossexualismo: Declaração da Convenção Batista Brasileira

 

Declaração da Diretoria da Convenção Batista Brasileira sobre a aceitação de pessoas homo afetivas no rol de membros da Igreja Batista do Pinheiro, Maceió, AL

A Diretoria da Convenção Batista Brasileira (CBB) tomou conhecimento de que Igreja Batista do Pinheiro em Maceió, AL, filiada em seu quadro de igrejas cooperantes, em assembleia extraordinária do dia 28 de fevereiro deste ano aprovou a decisão de aceitar em seu rol de membros por batismo, carta de transferência, reconciliação ou aclamação de pessoas homo afetivas.

Diante disso, vem a público para esclarecer os seguintes fatos:

1) A CBB foi organizada em junho de 1907, na cidade de Salvador, BA, tendo atualmente como filiadas cerca de 7.000 igrejas batistas em todo território nacional. A missão da CBB é promover a cooperação entre as igrejas batistas para que cumpram a sua missão.

2) As igrejas batistas são autônomas, isto é, cada Igreja local possui personalidade jurídica independente, natureza de auto-gestão. participa nas Assembleias da CBB por meio representantes, chamados mensageiros, que debatem e votam democraticamente nas decisões a serem seguidas pelos organismos convencionais e/ou recomendações às próprias igrejas. Tal modelo foi seguido na aprovação em assembleia pelas próprias igrejas filiadas dos seguintes documentos:

2.1 - No preâmbulo do capítulo 2º da Filosofia da CBB, temos a descrição de sua natureza e objetivos, indicando também o papel das igrejas cooperantes entre si nos seguintes termos:

A Convenção Batista Brasileira é uma entidade religiosa, sem fins lucrativos, composta de igrejas batistas que decidem voluntariamente se unir para viverem juntas a mesma fé, promoverem o reino de Deus e assumirem o compromisso de fidelidade doutrinária, cooperação e empenho na execução dos programas convencionais ... é também cadinho e foro, quando em suas Assembleias, constituídas por mensageiros enviados pelas igrejas cooperantes, aprecia doutrinas e práticas, relatórios das atividades dos seus órgãos e entidades, debate idéias e aprova diretrizes gerais; é ainda coordenadora, quando recebe planos e programas como atividades que deve implementar, visando à concretização das aspirações comuns às igrejas cooperantes.

2.2 - No Estatuto da CBB temos:
Art. 2º - A Convenção é constituída de Igrejas Batistas filiadas à Convenção, situadas no território nacional, recebidas pela assembleia Geral, observado o disposto neste Estatuto e no Regimento Interno.

§ 1º. Para serem filiadas na Convenção, as igrejas deverão satisfazer os seguintes pré-requisitos:
I – declarar, formalmente, que aceitam as Sagradas Escrituras como única regra de fé e prática e reconhecem como fiel a 
Declaração Doutrinária da Convenção;
II – comprometer-se a dar apoio moral, espiritual e financeiro à Convenção, para que ela atinja seus objetivos, realize os seus propósitos e cumpra as suas finalidades;
III – pedir o seu arrolamento, por escrito, à Convenção.
IV – declarar compromisso de mútua cooperação.
§ 2º 
...
  ...
§ 3º.A Convenção reconhece como princípio doutrinário a autonomia das Igrejas filiadas, sendo as recomendações que lhes são feitas decorrentes do compromisso de mútua cooperação por elas assumido.

Art. 33. A Convenção tem legitimidade para ingressar em juízo como autora, assistente, opoente, terceira interessada ou substituta processual, nas seguintes hipóteses:
I – defesa dos princípios e da fé Batista, nas situações que envolvam quaisquer das Igrejas Batistas inscritas na Convenção;
II - 
  ...
III - 
  ...

3. O que se pode compreender com o espírito cooperativo é que ao se filiar ao seu quadro de igreja cooperante na CBB, uma igreja declara concordar com o seu Estatuto, Regimento Interno, Regimento Parlamentar, sua Filosofia e as decisões tomadas ao longo de sua história institucional.

4. Sobre o tema específico da homo afetividade a Assembleia da CBB em Aracajú, SE, no dia 29 de Janeiro de 2013, (publicado em O Jornal Batista – 17/02/13) aprovou, por intermédio dos mensageiros enviados pelas igrejas cooperantes o documento nomeado "Pronunciamento da Convenção Batista Brasileira (CBB): Estatuto da Diversidade Sexual", indicando:

4.1 - Quanto à homofobia, somos contra qualquer tipo de discriminação, desrespeito, abuso ou violência, seja ela contra quem for. 
4.2 - Todavia, nos reservamos o direito constitucional (liberdade religiosa) de discordar da prática homossexual, por entender que é biblicamente pecaminosa e viola o padrão original de Deus para os seres humanos. O Antigo e o Novo Testamento desaprovam severamente práticas homossexuais (Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.9-10). Consequentemente, não aprovamos tais práticas.
4.3 - Em relação ao chamado casamento homo afetivo, entendemos que uniões legais amparam arranjos de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais etc. 
4.4 - Por outro lado, o matrimônio biblicamente instituído por Deus é uma união integral de corpo e mente (Gn 2.18,23-24), baseado em um compromisso de permanência e exclusividade entre o sexo masculino e o sexo feminino, e selado pelo ato sexual.
4.5 - A Bíblia Sagrada apresenta a criação dos seres humanos em dois sexos: “...homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Tal criação visava ao casamento, expresso em companheirismo, união sexual e procriação (Gn 2.23-25). Jesus Cristo reiterou esta norma ao afirmar “que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Mt 19.4-5).
4.6 - Esta união tem valor intrínseco, independente de procriação. Todavia, se houver filhos, a união se aprofunda e enriquece. Entendemos que o casamento, nos parâmetros bíblicos, salvaguarda os interesses das crianças. Adicionalmente, cremos que é direito de toda criança ter pai e mãe. Portanto, o Estado deve reconhecer e apoiar o matrimônio.
4.7 - Não concordamos com a criação de um novo modelo de casamento contrariando a Bíblia, a própria Constituição (Art. 226) e o Código Civil (Art. 1521).
4.8 - No que se refere a proibir tratamento e até mesmo promessa de “cura” a não heterossexuais, tem-se presentemente ampla evidência de pessoas que foram homossexuais praticantes, e através de tratamento foram restauradas. Portanto, tal proibição é um contrassenso. A Bíblia registra a restauração em I Coríntios 6.9-11, “...Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, ... herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” Consequentemente, defendemos que ministros religiosos e profissionais liberais devem ter assegurado o direito de ministrar tratamento a homossexuais que assim o desejem.
4.9- Com referência às decisões legais contrárias ao posicionamento bíblico o documento ainda menciona: ... rejeitamos qualquer instrumento de coerção que nos force a concordar com práticas inconstitucionais e antibíblicas. Por sinal, vale enfatizar que esse Estatuto (decisões ou jurisprudências estabelecidas) é inconstitucional, ilegal, heterofóbico e cristofóbico. Sabemos que quando os poderes terreno e divino colidem, nossa obrigação é “obedecer a Deus, e não a seres humanos” (At 5.29). Portanto, nenhum poder na terra — seja cultural ou político — nos forçará ao silêncio ou à acomodação.

CONCLUINDO

1. Em nenhum momento a CBB, sua Diretoria e seus organismos se manifestaram distratando ou expondo negativamente a Igreja Batista do Pinheiro, seja na imprensa, nas redes sociais ou por quaquer outro meio de comunicação, demonstrando respeito por uma igreja cooperante filiada em seu quadro.

2. Eventuais críticas feitas à Igreja Batista do Pinheiro e/ou seu pastor e líderes, por pessoas membros de igrejas batistas filiadas à CBB, decorrem do legítimo exercício da liberdade de expressão. Tais manifestações não decorreram de orientação da CBB e/ou sua Diretoria.

3. A Diretoria da CBB entende que a Igreja Batista do Pinheiro tem seu direito à autonomia como igreja local, mas ao tomar isoladamente esta decisão desconsiderou o espírito cooperativo participante entre as igrejas batistas e expôs a denominação diante de uma situação desconfortável perante a mídia como se agora os batistas aceitam livremente como membros de suas igrejas pessoas homo afetivas.

4. A Diretoria da CBB entende que os batistas não são intolerantes, pois devemos aceitar todas as pessoas, sem distinção, que se convertem ao Evangelho, as boas novas de salvação e libertação do ser humano. Mas entende também que os ensinos bíblicos são suficientes para indicar que as pessoas, depois de convertidas ao Evangelho, devem deixar práticas contrárias aos princípios éticos bíblicos e cristãos, sendo esse um dos papéis de apoio e suporte a serem exercidos pela igreja local, em vez de abrir espaço para que continuem nessas práticas. Neste sentido, não há qualquer preconceito contra a homossexualidade ou pessoas homo afetivas, mas conceito, isto é, uma concepção sobre o tema que se diferencia do que se propõem os meios massivos de comunicação e outros meios. Portanto, não há aqui qualquer senso de intolerância, mas senso de inclusão manifesto pelo amor ao próximo que se concretiza em sua transformação conforme os ideais divinos da Criação a ser humano perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. (2 Timóteo 3.16,17).

5. A Diretoria da CBB entende que o Evangelho é superior à cultura e que esta, embora real e concreta na existência humana, deve ser compreendida à luz da essência da Bíblia, que sempre nos mantém a sua mensagem atualizada para qualquer época, região ou cultura. Entendemos ser Cristo o transformador da cultura e, neste sentido, a cultura traz a herança humana acumulada na linha do tempo, tendo aspectos positivos e construtivos, mas também revela, em diversos sentidos, o estado de rebeldia do ser humano desde a queda (Gênesis 3) e, que este mesmo ser humano poderá ser recuperado e a cultura poderá ser renovada com o fim de glorificar a Deus e de realizar os seus propósitos. Portanto, para a CBB, a decisão da Igreja em epígrafe, feriu frontalmente a integralidade da Palavra de Deus, que é nossa única regra de fé e prática.

Centro Batista Brasileiro, Rio de Janeiro, 30 de março de 2016.

Vanderley Batista Marins, Presidente da CBB

Sócrates Oliveira de Souza, Diretor Executivo da CBB

20 comentários:

  1. Vergonha, tanta volta nos textos para abominar o ser humano. Mas, cada um tem que defender seu trabalho. Não me arrependo de me desligar dessa religião, ao me integrar em outra igreja passei a conhecer o verdadeiro amor de Deus e aprendi que Ele ama a todos e que julgar e condenar cabe somente ao Altíssimo. Que ambiguidade esse estatuto CBB.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Qual sua nova religião? só por curiosidade.

      Excluir
    2. Qual sua nova religião? só por curiosidade.

      Excluir
    3. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
    4. Luâ, se você nãos segue a Cristo e nem a Bíblia , não condene quem segue. A convenção Batista Brasileira apenas reafirmou o propósito original de Deus para a criação que é a união de um homem e de uma mulher. Se você não concorda com a bíblia , siga seu caminho e deixe aqueles que seguem a bíblia em paz. Cada um tem livre arbitrio e direito de escolha e nós escolhemos ficar ao lado de Cristo e da bíblia.

      Excluir
    5. I Corintios
      Capítulo 6

      10 - Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

      Excluir
  2. Luã, vc está seguindo uma religião ou a Cristo através de uma doutrina essencialmente bíblica? Devemos amar o ser humano incondicionalmente, mas não aceitar o pecado, e sim fazer como Cristo fez dizendo " Vai e não peques mais"

    ResponderExcluir
  3. Luã, vc está seguindo uma religião ou a Cristo através de uma doutrina essencialmente bíblica? Devemos amar o ser humano incondicionalmente, mas não aceitar o pecado, e sim fazer como Cristo fez dizendo " Vai e não peques mais"

    ResponderExcluir
  4. Religião não quer dizer nada, te leva pro inferno...igreja não quer dizer nada, te leva pro inferno, pessoas não quer dizer nada, te levam pro inferno, o que vc pensa não quer dizer nada, te leva pro inferno. Só Jesus te leva pro céu, então mudar de religião ou igreja e afrontar a sua vontade é contigo e que Ele te julgue. Mas pecado é pecado!

    Romanos: 6. 22. Mas agora, libertos do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. 23. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.

    1 Coríntios: 6. 9. Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,


    João: 5. 39. Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;


    2 Pedro: 1. 21. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo.


    1 Timóteo: 5. 20. Aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor. 21. Conjuro-te diante de Deus, e de Cristo Jesus, e dos anjos eleitos, que sem prevenção guardes estas coisas, nada fazendo com parcialidade.

    Hebreus: 3. 13. antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado; 14. porque nos temos tornado participantes de Cristo, se é que guardamos firme até o fim a nossa confiança inicial;

    Romanos: 1. 22. Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, 23. e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. 24. Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si; 25. pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém. 26. Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; 27. semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro. 28. E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm; 29. estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade; 30. sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais; 31. néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, sem misericórdia; 32. os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam.

    Leia a Bíblia mais...
    Deus ama o pecador mas abomina o pecado

    ResponderExcluir
  5. Em qual jornal de grande circulação esta declaração da CBB foi veiculada? Quais medidas a CBB tomou quanto a aquela igreja? Para que serve esta carta?

    ResponderExcluir
  6. Parabéns a C.B.B.
    Por isso,deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher,tornando-se os dois uma só. carne.Gênesis:2.24.

    ResponderExcluir
  7. Parabéns a C.B.B.
    Por isso,deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher,tornando-se os dois uma só. carne.Gênesis:2.24.

    ResponderExcluir

  8. Bom a bíblia esta se cumprindo, Jesus esta voltando, as pessoas parecem estar dormindo ainda, parecem que não consegue ver a realidade da vida, as igrejas é considerada como noiva de Cristo Jesus, e como noiva ela precisa ser pura, sem mancha, a bíblia declara que o pecado faz a transgressão entre o homem e Deus.
    Admiro os lideres evangélicos ainda mais que manuseiam a bíblia que estudam a bíblia se compactuar com estas atitudes dentro da igreja, pois uma coisa é certa , ter que aceitar na igreja é uma coisa , outra coisa é ter que aceitar como membro da igreja, apocalipse 22. 15 Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira . a bíblia que fala isso. será que o modelo das igrejas rejeitadas por Deus em apocalipse 2 as 7 igrejas da Ásia, mostrando o quadro de uma igreja perfeita eu entre as 7 a maioria foram reprovada., da para notar que a atitude desta igreja local não foi coerente com a bíblia sagrada. e então precisa estudar mais a bíblia. ---------------------------------------------------------------------------------dou meus parabéns a conversão batista brasileira e com zelo precisa tratar deste caso.

    ResponderExcluir
  9. A partir de tudo o que foi dito e do que foi feito, será feito alguma coisa? A igreja continuará filiada a CBB? Haverá algum tipo de sanção pelo procedimento?

    ResponderExcluir
  10. Afinal de contas, a igreja em questão não desobedeceu preceitos para continuar no rol dos batistas? Qual a decisão da CBB em relação a essa igreja?

    ResponderExcluir
  11. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  12. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  13. Irmãos, vivemos tempos tão confusos pelo Espírito dessa época (zeitgest), que não me surpreenderá se muitos batistas se levantarem criticando a posição da CBB.

    ResponderExcluir
  14. Irmãos, vivemos tempos tão confusos pelo Espírito dessa época (zeitgest), que não me surpreenderá se muitos batistas se levantarem criticando a posição da CBB.

    ResponderExcluir