O plano para matar os sonhos de José ganhou força e seus irmãos orquestraram: “Vamos matá-lo e jogar o corpo numa destas cisternas. Diremos que um animal selvagem o devorou. Vejamos em que vão dar os sonhos dele” - Gênesis 37.20.
Percebeu a clareza no texto? Eles disseram: “Vejamos em que vão dar os sonhos dele”. O alvo deles não era, propriamente, José, eram seus sonhos. Fique atento, pois nem sempre quem se opõe a você, deseja mesmo atingir você. Na verdade, está se revelando como assassino de seus sonhos. Quando você parar de sonhar, eles se acalmarão.
O extraordinário de todo o drama de José é que, enquanto surgem os assassinos de sonhos, aparece o dono dos sonhos, Deus. Ruben era irmão mais velho de José por parte de pai. Ele foi instrumento para executar o primeiro livramento de Deus. Ele disse: “Não lhe tiremos a vida. Não derramem sangue. Joguem o rapaz naquela cisterna, e não lhe façam mal” - Gênesis 37.21-22. Ele desejava levá-lo de volta ao pai. Os assassinos podem estar bem próximos, mas o socorro também.
Permaneça firme. Ao surgirem os assassinos de sonhos, Deus se apresenta com livramento.

Nenhum comentário:
Postar um comentário