“Tendo Paulo ajuntado e atirado à fogueira um feixe de gravetos, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se-lhe à mão” - Atos 28.3.
Quando a vida obrigar você a catar gravetos, os inimigos surgirão rapidamente. Bastou Paulo se apresentar para ajuntar e lançar na fogueira os gravetos para surgir uma víbora tentando impedi-lo. Tome muito cuidado com os inimigos, as víboras estão soltas por aí.
Os inimigos podem surgir dos que estão próximos, também dos que estão longe, pessoas bem íntimas, apenas conhecidas, mal ou bem intencionadas, tentando ajudar, mas com propostas duvidosas.
O inimigos podem se apresentar até mesmo em conclusões piedosas, argumentando ser o tempo de catar gravetos uma punição divina por algum fracasso de sua parte e, no lugar de dar o ombro, aponta o indicador com hipócrita autoridade.
A víbora picando Paulo simboliza os inimigos que surgem nessas horas. Para Daniel, foi a cova dos leões. Para Sadraque, Mezaque e Abdnego, foi a fornalha ardente. Agora, reflita: se grandes homens foram alvo de inimigos ferozes, que dizer de nós?

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