Não podemos impedir que os inimigos surjam de todos os lados quando a vida nos impõe a catar gravetos. Mas podemos evitar que eles intensifiquem sua obra.
Atos 28.4 registra assim: “Quando os bárbaros viram a víbora pendente da mão de Paulo, disseram uns aos outros: Certamente, este homem é assassino, porque, salvo do mar, a Justiça não o deixa viver”. O verso seguinte começa assim: “Porém”. O “porém” é esclarecedor. É uma reação de Paulo ao ataque dos inimigos, é uma não aceitação que os inimigos continuem com sua obra diabólica. O verso completo é assim: “Porém, Paulo, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum”.
É comum em situações adversas a celebração da tristeza por parte de quem sofre, algumas vezes concluindo que merece o sofrimento, outras que está sendo vítima de injustiça ou, então, lançando culpa sobre os outros. Jogue fora a víbora que tenta paralisar você! Não alimente o veneno.
Como diz a cultura popular, você não pode evitar que um pássaro voe sobre sua cabeça, mas você pode impedir que ele faça ninho.

Nenhum comentário:
Postar um comentário