Em Eclesiastes 1.1-2, lemos: “Palavras do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém. Vaidade de vaidades, diz o Pregador. Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade”.
A autoria de Eclesiastes é atribuída a Salomão, no texto identificado como “Pregador”. A palavra hebraica que nomeou o livro é “Qoheleth”, significando “Pregador ou Mestre ou um orador público que dirige uma assembleia”. Há dúvidas se “Qoheleth” é um nome pessoal, um pseudônimo ou título de um ofício. “Qoheleth” aparece sete vezes em Eclesiastes e não aparece em nenhum outro livro do Antigo Testamento.
A Septuaginta, tradução do hebraico para o grego, cunhou o nome do livro como Eclesiastes, que vem de “ekklesía”, uma assembleia, um grupo chamado de fora.
Para muitos, Eclesiastes é um livro pesado, depressivo, pra baixo, mas não podemos negar seus preciosos ensinos. Uma tradição rabínica defende que Salomão escreveu três livros: Cântico dos Cânticos, quando experimentava o vigor da juventude com a libido nas nuvens. Provérbios, em sua fase adulta e de sábio empreendedor. Eclesiastes, no final da vida em sua fase depressiva.
O objetivo do livro é mostrar que tudo é passageiro. Você se lembra disso?
