quarta-feira, 27 de abril de 2011


Papa Bento XVI inova e responde a perguntas pela TV

No seu discurso, o Papa Bento XVI condenou mais uma vez a pedofilia, que destrói a genuidade dos inocentes.

Na Itália, o Papa Bento XVI inovou nesta Semana Santa. E foi para frente das câmeras de TV responder à perguntas de pessoas comuns. É o que mostra a correspondente Ilze Scamparini.
Foi um acontecimento inédito na história da igreja: um Papa na TV, respondendo aos telespectadores. Uma japonesa, de 7 anos, que viveu na pele o terremoto de 11 marco quis saber do pontífice porque as crianças têm que sentir tanto medo e tristeza.
O Papa respondeu à pequena Helena que também ele se faz as mesmas perguntas: por que vocês sofrem tanto enquanto outras crianças vivem confortavelmente? Não temos as respostas, mas sabemos que Jesus sofreu inocentemente. E consolou a menina: com orações, estou ao lado de todas as crianças japonesas, disse o Papa.
Outra pergunta tocante: um casal italiano com um filho em estado vegetativo, há dois anos, quer saber se a alma ainda está no seu corpo.
Bento XVI respondeu que sim. Que a alma está presente no corpo. E usou uma metáfora: “Como um violão com as cordas quebradas, que não pode ser tocado, o instrumento do corpo é frágil e vulnerável”. Mas o amor pode entrar em profundidade na alma escondida, disse Bento XVI.
À noite, na Via Crucis tradicional do Vaticano, milhares de pessoas foram à Praça do Coliseu para dividir com o Papa as reflexões sobre a paixão e morte de Cristo. Pela primeira vez, no pontificado de Bento XVI, uma mulher escreveu os textos de meditação. É uma freira agostiniana que vive num monastério próximo da cidade.
No seu discurso, o Papa Bento XVI condenou mais uma vez a pedofilia, que destrói a genuidade dos inocentes.

Lutar com Palavras é a Luta Mais Vã


Lutar com palavras é a luta mais vã.
Entanto lutamos mal rompe a manhã.
São muitas, eu pouco.
Algumas, tão fortes como o javali.
Não me julgo louco.
Se o fosse, teria poder de encantá-las.
Mas lúcido e frio, apareço e tento apanhar algumas para meu sustento num dia de vida.
Deixam-se enlaçar, tontas à carícia e súbito fogem e não há ameaça e nem há sevícia que as traga de novo ao centro da praça.

Carlos Drummind de Andrade

UM ABRAÇO NUNCA É TARDIO
Meus amigos estão ficando velhos, o que quer dizer que eu também estou. (Se já não fiquei.)
Em 1977, fui ao primeiro aniversário do filho de um amigo. Dois meses depois, tive que comparecer ao funeral desse menininho. Meu amigo, pastor, tirando forças que só um crente sabe da onde, pregou que Deus lhe dera um filho, Deus lho tirara e bendizeu o nome de Deus, como Jó.
Muitas vezes conversamos, mas ele nunca falou do filho que lhe fora inexplicavelmente retirado. 
Muitas vezes caminhamos juntos, mas eu nunca lhe perguntei sobre o bebê definitivamente levado.
Eis que 34 anos depois, meu amigo fala publicamente de sua dor. E se tranca no seu merecido silêncio.
Onde estive que ele não pôde chorar comigo?
Que vida vivi que não lhe percebi o vazio?
Que escolhas me levaram para longe do coração do meu querido.
Meu irmão, eu lhe devo um abraço.
Você ainda o aceita?

E tudo isto demanda coragem.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

Destruindo reputações

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A empresa Folha da Manhã, que edita o jornal “Folha de S. Paulo”, terá que pagar R$ 250.000,00 a cada proprietário da extinta Escola Base, uma escola infantil. Eles foram denunciados pelo jornal, em 1994, de abusos sexuais contra as crianças. Segundo a notícia, “a escola acabou depredada e saqueada, e os apontados sofreram o que sua defesa chamou de ‘um verdadeiro linchamento moral’”. Icushiro Shimada, o proprietário, teve um infarto. Sua esposa, Maria Aparecida Shimada, vive à base de tranqüilizantes. O motorista da escola, que conduzia as crianças, Maurício Alvarenga, teve o casamento terminado. Os três entraram com pedido de danos morais, após se provar a falsidade da denúncia. A morosidade da justiça fez com que se passassem doze anos até a decisão favorável às vítimas da calúnia. O “Folha de S. Paulo” tem a reputação, justa, de ser um jornal sério. Foi um erro que deveria ser assumido imediatamente com pedido público de desculpas e atos de reparação.

Mas, entende-se. Colocando-se acima do bem e do mal, alguns jornalistas têm dificuldades em fazer mea culpa e reconhecer seus exageros. As palavras de Darci Ribeiro, em uma de suas obras, me parecem muito válidas: o que motiva parte da imprensa não é o dever de informar. É o desejo de lucro financeiro, com a venda de exemplares. É a fama. O sensacionalismo ajuda nesses propósitos.

O dinheiro não devolverá o lar de Alvarenga e a saúde do casal Shimada. Mas é uma boa maneira de ensinar, pelo bolso, a parte mais sensível do ser humano e das empresas criadas pelos homens, que há limites para o que se diz sobre os outros.

Fiquei pensando: como se podem colocar limites em comentários de pessoas, principalmente crentes em Jesus? Haveria um jeito de multálos financeiramente, para fazer doer sua parte mais sensível, já que fofoqueiro não usa a sua consciência? Quantos comentários indevidos, palavras mal empregadas, “colocações” (Êta palavrinha tola! Quem coloca é repositor de supermercado) que se fazem sobre a vida alheia! Muita reputação foi destruída por causa de comentários infundados e maldosos!

Muita gente perdeu a alegria de viver por causa de fofoqueiros! Há pessoas que têm um prazer mórbido em criar confusões com o que falam! São doentes! Um amigo recebeu um telefonema de alguém que viu sua esposa abraçada com outro homem, num shopping. Foi imediato. A pessoa viu o casal abraçado e logo ligou para o celular do “traído”. O amigo disse que sabia e que esperava a esposa vir com o outro homem, para os três almoçarem juntos. Era o filho do casal, que morava fora, e viera passar uns dias com os pais. Os três iriam almoçar juntos e o filho, abraçado à mãe, foi encontrá-lo.

É bom ter cautela nas palavras sobre a reputação e honra alheias. Podemos levantar a vida de alguém, com palavras boas, de ânimo e de conforto. E
podemos destruir para sempre a reputação de alguém com palavras maldosas. Pessoas decentes não fazem “colocações” sobre a vida dos outros. Vivem suas vidas diante de Deus, e sabendo de falhas de seus irmãos, oram por eles. E falam com eles. Uma vez o Pr. Ari Veloso me disse que quando alguém chega e lhe diz: “Você soube o que aconteceu com o Fulano?”, ele pergunta: “Você já orou por ele, seja lá o que for que tenha acontecido?”.

Lembremos das palavras de Paulo: “Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês digam façam bem aos que ouvem” (Ef 4.29). Nós não destruímos reputações. Nós ajudamos pessoas. Lembremos disto. Evitemos episódios como o da Escola Base, em nosso ambiente.

terça-feira, 26 de abril de 2011


Aos 80 anos, freira hipertensa vira melhor aluna de academia em SP

Irmã Fátima perdeu 27,5 cm de medidas em um mês de exercícios.
'Minha pressão não subiu mais', diz idosa no dia de combate à hipertensão.

Mariana FaracoDo G1, em São Paulo
'Tive que mandar apertar minhas roupas', diz Irmã Fátima (Foto: Mariana Faraco/G1)'Tive que mandar apertar minhas
roupas', diz Irmã Fátima (Foto:
Mariana Faraco/G1)
Passa das 7h30, no CD player Lady Gaga canta "Don't stop, make it pop", e Irmã Fátima Caputo, 80 anos, troca a saia cinza abaixo dos joelhos por uma calça legging. Hipertensa, já estava cansada de ouvir o médico dizer que deveria se exercitar quando decidiu entrar numa academia só para mulheres na Bela Vista, região central de São Paulo, no começo de março. Agora, um mês depois, vê seu nome festejado na parede como a melhor aluna entre as cerca de 250 da academia.
"Agora tá joia, minha pressão não subiu mais", disse a idosa na manhã desta terça-feira (26), dia nacional de combate à hipertensão.
Em um mês de exercícios diários ela perdeu 1,7 kg, 0,3% de gordura corporal e espantosos 27,5 cm de medidas em todo o corpo. "Tive que mandar apertar minhas roupas, minha saia está rodando", diverte-se.
Engana-se quem pensa que Lady Gaga a incomoda. "Não gosto é de música parada." Do "Acelera Aê" de Ivete Sangalo ao "The club can't even handle", do Flo Rida, todas as canções que tocam na academia fazem Irmã Fátima se mexer sem perder o ritmo nas plataformas de recuperação, entre um aparelho de musculação e outro.
Em um mês de exercícios, freira perdeu 27,5 cm de medidas (Foto: Mariana Faraco/G1)Em um mês de exercícios, freira perdeu 27,5 cm de medidas (Foto: Mariana Faraco/G1)
"Acho importantíssimo fazer atividade física. Para mim está surtindo um efeito excelente. Ficou melhor até para caminhar até o traballho, já vou de olhos fechados", diz a freira, que mora em um hospital e atua na administração de uma residência para idosos.
Para as outras mulheres da academia que ficaram para trás, a disciplina de Irmã Fátima serve também de estímulo. "Tem gente que não acredita, até pede para conhecê-la. Ela é nossa melhor aluna", conta a professora Mariana Rosa. "Se você olhar a ficha dela, não tem nenhuma falta", completa Mariana, entre um grito e outro de "Força, irmã!".
Na parede da academia, a freira aparece como a melhor aluna (Foto: Mariana Faraco/G1)Na parede da academia, a freira
aparece como a melhor aluna
(Foto: Mariana Faraco/G1)
Com mais de meio século de vida religiosa, Irmã Fátima consegue se lembrar dos tempos em que vivia com a familia, na cidade mineira de Juiz de Fora. "Sempre fazia caminhadas". O estímulo vinha do próprio pai: "Ele exigia que as filhas participassem até do carnaval, ia junto... Depois não deu mais tempo. Fiquei 50 anos sedentária".
Tempos que ficaram para trás. Depois de trabalhar músculos de pernas, braços, costas e abdome, Irmã Fátima se alonga, corre para o vestiário e logo ressurge com sua saia cinza folgada. Mas os exercícios ainda não acabaram. Pressão em ordem, ela vai embora para casa para fazer mais 15 minutos de esteira.
Ela se prepara para mais um mês no "top 10", seguindo o conselho de Lady Gaga: sem parar. Afinal, outra freira, Irmã Júlia, está logo atrás no ranking, em terceiro lugar. 



Ônibus em cidade da Argentina

só são dirigidos por mulheres*

Por uma "direção mais humana", a prefeitura da cidade de Vicente López(Argentina), que tem 270 mil moradores, decidiu contratar apenas mulheres para dirigir os ônibus municipais

"Como transportamos crianças e idosos, queremos que motoristas que guiem de uma forma mais cuidadosa", disse Luis Fusco, diretor de Transporte de Vicente López. 

"Com mulheres dirigindo, o ônibus tem uma orientação mais familiar, mais amigável", disse Rafaela Nuyl, de 34 anos, uma das 28 recém-contratadas.
Você concorda: mulheres são mais cuidadosas ao volante?

*http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2011/04/26/onibus-em-cidade-da-argentina-so-sao-dirigidos-por-mulheres-376819.asp


Foto: AFP
Fala Sério!
 Jornal O Globo 
Senado confirma Renan Calheiros (PMDB-AL) para o Conselho de Ética. 

INVENTÁRIO DE NOSSAS DIFICULDADES

Quando as coisas estão difíceis (uma doença, uma separação, uma dívida, uma confusão, por exemplo), de que precisamos?
Precisamos de um pouco de silêncio, mas não muito, silêncio que nos permita nos distanciar do diagnóstico que fizeram ou nos fizemos, como se a dor fosse de outrem, para que possamos fazer um auto-retrato verdadeiro, mesmo que duro.
Precisamos de um pouco de ousadia para, como na linda oração, aceitar o que precisamos aceitar e rejeitar o que precisamos rejeitar, uma tarefa que exige lucidez num momento em que a nossa razão não é plena. Por isto, o necessário silêncio inicial.
Precisamos procurar um rosto no qual olhar, um rosto que se estenda em ombros, braços, ouvidos e lábios, ombros sobre os quais chorar, se for caso; braços, que nos possam conduzir, se for o caso; ouvidos diante dos quais possamos ficar nus, se for o caso; lábios que nos ofereçam uma orientação, se for o caso.
Precisamos abrir um livro, que nos faça ir além de nós mesmos, pelos convites à troca de experiências, mesmo que unilateralmente; um livro que nos ajude a escapar, mesmo que por um tempo estratégico, da contaminação que o nosso problema dissemina; um livro que nos conte histórias de superação, porque outros percorreram um dia o nosso labirinto; um livro que nos mostre a insuficiência do otimismo superficial ou do pessimismo profundo.
Precisamos olhar para o Deus em quem cremos, mirando em Jesus Cristo que, ao sofrer o que sofreu, emocional e fisicamente, completamente nos revelou quem Deus é e quanto Ele se importa conosco, mesmo quando não remove pela raiz a nossa dor.

E tudo isto demanda coragem.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

"Minha família no altar do Senhor"

Durante nove semanas, 

apresentaremos os lares no altar do Senhor!

Todas as quintas-feiras, a partir de 5 de maio

 Sempre às 19h 29min 

Presença de vários pregadores 

e músicas especiais


Veja em www.batistadobraga.org.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Paulo é Paulo - Gálatas 1.6-24
Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;
O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.
Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.
E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.
Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça,
Revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue,
Nem tornei a Jerusalém, a ter com os que já antes de mim eram apóstolos, mas parti para a Arábia, e voltei outra vez a Damasco.
Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei com ele quinze dias.
E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor.
Ora, acerca do que vos escrevo, eis que diante de Deus testifico que não minto.
Depois fui para as partes da Síria e da Cilícia.
E não era conhecido de vista das igrejas da Judéia, que estavam em Cristo;
Mas somente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía.
E glorificavam a Deus a respeito de mim.

Não nos desanimemos, vamos anunciar mais ainda o nome de Jesus.
Como disse alguém, o evangelho não precisa ser defendido, precisa ser anunciado.