sábado, 13 de abril de 2013

Escola Bíblica Dominical - Lição 2 - 14.04.2013


Lição 2 – Não há outro evangelho
Texto bíblico: Gálatas 1.6-10
Texto áureo: Romanos 1.16

Neste estudo, focalizaremos a brilhante defesa do apóstolo Paulo pela pureza do evangelho de Cristo. O alvo em vista é o genuíno evangelho do Reino (Mt 4.23; 24.14), que foi transmitido aos apóstolos (At 1.2; 2Pe 3.2) e, por fim, a nós, pela Palavra de Deus (1Pe 1.23-25). Será uma rica oportunidade de avaliar nossas motivações e, sobretudo, para reafirmar um fé coerente com os princípios bíblicos (Ef 2.20).

Análise do problema

Talvez não haja palavra mais importante para a missão cristã do que evangelho (gr. euangelion, Boas-Novas). Paulo, certamente, pensava assim. “Em contraste com as seis ocasiões (descontando os paralelos) em que euangelion é usado pelos escritores dos Evangelhos, o termo é encontrado sessenta vezes, ao todo, nos escritos de Paulo.”[1].

Em geral, as epístolas paulinas contêm um voto de ação de graças após a saudação inicial (1Co 1.4; Cl 1.3; Fp 1.3). Mas isso não ocorre em Gálatas. Antes, imediata e abruptamente, Paulo diz-se perplexo – o vocábulo grego pode significar uma gama de palavras como chocado, surpreso, pasmo (Gl 1.6a).

A perplexidade de Paulo foi causada pela distorção intencional do evangelho de Cristo que ocorria na Galácia, por influência dos judaizantes (Gl 2.4a). Eles questionavam o ensino apostólico sobre a graça e aliciavam os cristãos à obediência da lei de Moisés (Gl 2.4b).

Fé ou obras? Graça ou lei? Justiça de Deus ou justiça por méritos próprios? Essas são questões cruciais, pois envolvem o princípio bíblico-doutrinário da salvação.

Os cristãos da Galácia enfrentavam um dilema: viver a liberdade cristã na esfera da graça ou consentir com o domínio escravizador da lei. O problema parece recorrente no Novo Testamento, pois a oposição judaizante ao apostolado de Paulo foi intensa e incansável (2Co 11.3,4,13,22; 1Ts 2.15,16). Entretanto, a reação paulina não deixou por menos. Seu argumento mostra-se direto e incisivo: não se pode denominar “evangelho” uma mensagem de salvação que não provenha do ato gracioso de Deus (Gl 1.7). No concílio de Jerusalém, a tese de Paulo foi confirmada (At 15).

Os gálatas e nós, hoje

Em Gálatas, Paulo ensina que todo e qualquer desvio intencional na mensagem do evangelho é considerado uma perversão, uma descaracterização do evangelho (Gl 1.6-9).

Num panorama mais amplo, o problema da igreja na Galácia não é tão diferente do que vivemos, hoje, no que se refere à essência do termo evangelho. O momento atual da história da igreja revela-se, às vezes, embaraçador. Entre outras barbaridades, presenciamos:
• o uso da fé evangélica como moeda de troca no mercado consumidor cristão;
• uma geração de líderes espirituais gananciosos e descomprometidos com a Palavra de Deus;
• uma insistente postura de autojustificação e de religiosidade ritual legalista, pela maioria;
• um cristianismo cada dia mais sensorial e menos racional.

Essas falsas representações do evangelho dão pouco – ou nenhum – valor à origem do evangelho. O fato de o evangelho proceder de Deus, de Cristo, do Espírito (Rm 1.1; 15.19; 1Ts 1.5) acrescenta à mensagem de salvação um elevado grau de exigência moral e espiritual (Fp 1.27). Para os que pervertem o evangelho, entretanto, a evangelização apresenta apenas a faceta adjetiva e utilitária. A sagacidade dos filhos das trevas ao fazer uso do evangelho para anunciar apenas o que ele pode oferecer – prosperidade, sucesso, bem-estar, tudo a serviço do homem – é de fato algo sedutor (e perigoso!).

ð  Que exemplos podemos dar dessa descaracterização do evangelho?
ð  Será que essa distorção de sentido continua incomodando líderes cristãos, hoje?

A essência do evangelho

A Associação Internacional de Fragrâncias estabelece quatro categorias para os perfumes com base na concentração de suas essências. A fragrância menos acentuada é a água de colônia – 3-5% de essência, duração máxima de 6h – e a mais forte é o extrato de perfume – 15-40 %, duração máxima de 24h. Assim, aprendemos que essência diz respeito à duração e intensidade.

O modo como viveram e morreram os apóstolos, nos primeiros 100 anos do cristianismo, revela seu apego à essência do evangelho. Eles exalavam o bom perfume de Cristo (2Co 2.15), o que pode ser percebido pelos exemplos seguintes:

(1)  sua renúncia pessoal em prol do testemunho do evangelho (1Ts 2.2; At 20.24a);
(2)  sua disposição incansável para enfrentar açoites e prisões em razão da pregação do evangelho (Lc 21.12; At 5.18,29,40);
(3)  sua aceitação serena do destino implacável a eles reservado – perseguição e martírio – por pregar o evangelho, em cumprimento ao mandado de Deus  (1Co 4.9; Hb 11.36,37).

ð  Qual tem sido a "duração" do bom perfume de Cristo em nós?
ð  Até que ponto pretendemos ir para levar adiante a mensagem do evangelho?

A herança do evangelho

Os apóstolos deixaram um legado para as demais gerações de discípulos, com o seguinte teor[2]:
• um anúncio histórico da morte, ressurreição e exaltação de Jesus, demonstrada como o cumprimento da profecia;
• uma avaliação teológica da pessoa de Jesus como Senhor e Cristo igualmente;
• um apelo ao arrependimento e ao recebimento do perdão de pecados.

Desse tema evangélico não podem os cristãos abrir mão, sob o risco de falsificar a Palavra de Deus (2Co 2.17).

Não há outro evangelho, senão o do amor

A essência do evangelho compreende a proclamação do amor de Deus pelos pecadores (Rm 5.8; Ef 2.4). Para oferecer, gratuitamente, a salvação, o Senhor paga um altíssimo preço – a morte na cruz (Cl 2.13,14; 1Tm 2.6). Com esse gesto, os corações humanos podem ser inundados pelo amor misericordioso e perdoador de Deus (Rm 5.5; Ne 9.31; Tt 3.5-7), o resultado natural da manifestação de fé no Salvador (Jo 5.24; 2Pe 1.1).

Se encarnar o evangelho, verdadeiramente, o cristão há de fazer do amor o seu caminho para viver (Gl 5.22a; Rm 13.8; Ef 5.2), pois assim é que se permanece em Cristo (Jo 15.9; 1Jo 2.24). Entre outras realidades, a mensagem do amor produz:
• segurança absoluta da efetiva salvação propiciada por Deus (Rm 8.39);
• doação e renúncia, em prol do serviço a Cristo (2Co 2.4; 12.10; 2Tm 2.10);
• ambiente eclesiástico cordial e respeitador, o que representa uma derrota para Satanás e seus intentos (Rm 12.10; 2Co 2.10,11; 13.11);
• submissão aos que, sob a orientação de Deus, presidem sobre a igreja com dedicação e exemplo de fé (1Ts 5.13);
• condição imprescindível para edificação espiritual, individual e coletiva, principalmente pela guarda da Palavra de Deus (2Tm 1.7; 1Jo 2.5).

Não há outro evangelho, senão o da liberdade

Os gálatas haviam sido libertados do cativeiro da corrupção do pecado (Rm 8.21; Jo 8.32) e não estavam obrigados às leis cerimoniais do judaísmo, como a circuncisão (Gl 5.1). Por isso, o teor dessa carta fornece o perfeito exemplo da liberdade cristã.

Paulo não hesita em apontar aqueles que desejavam destruir a liberdade que Cristo tornou possível aos cristãos da Galácia. Com zelo, ardor e fidelidade partidária, esses falsos irmãos causavam alvoroço, comoção e agitação na comunidade cristã. Eram perigosos para a existência da igreja e precisavam ser impedidos. Por isso, o apelo ao anátema – uma espécie de maldição (Gl 1.8b,9b) – com dois objetivos principais: uma ordem de banimento da comunidade (exclusão) e uma salvaguarda contra ataques semelhantes no futuro.


Conselhos úteis

Deus nos chamou à liberdade (Gl 5.3). Portanto, não fiquemos a espreitar o comportamento dos demais cristãos, agindo como juízes e, às vezes, algozes. Preocupemo-nos em corrigir nossos comportamentos pecaminosos (Tg 5.16) e em disciplinar com amor e mansidão os fracos na fé (2Tm 2.25,26). 

Libertos do cativeiro do pecado, somos o “bom” perfume de Cristo, um aroma agradável, que exala a justiça e a paz na sociedade (Jr 23.6). Mas para que a essência desse perfume dure, nossa pregação e testemunho devem ter Cristo como centro (2Jo 1.9). Dessa forma, a pregação reveste-se do poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). Que o Senhor nos ajude nessa nobre missão!


[1] MOUNCE, R.H. Artigo Evangelho (in: Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1992,  Vol. II, p. 107.)
[2] [2] MOUNCE, R.H. Artigo Evangelho (in: Enciclopédia histórico-teológica da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1992,  Vol. II, p. 109.)

Autor das Lições:
Davi Freitas de Carvalho, formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, RJ, é o atual pastor da Igreja Batista em Vila Jaguaribe, Piabetá, Magé, RJ e é o Coordenador de 
Educação da Associação Batista Mageense.

Campanha da Família


Só Ele acalma o temporal



            Tendo oportunidade de fazer aquela histórica viagem por onde Jesus andou, um dos lugares que mais me atraem é o Mar da Galileia. Tudo por causa daquele evento em que Jesus acalmou o temporal quando atravessava-o com os discípulos. Garoto, na Escola Bíblica Dominical, vibrava com a lição que trazia este texto. Por isso, do evangelho de Marcos, é o texto que primeiro me vem à mente, embora seja narrado pelos outros evangelhos também.
            Interessante: quem deu ordem para atravessar foi Jesus e veio o temporal. Os discípulos faziam exatamente o que Jesus mandava. Três lições preciosas: 1ª - o fato de estarmos com Jesus não significa que tudo sairá tranqüilo. 2ª - o fato de obedecermos ao que Jesus manda não significa que tudo sairá tranqüilo. 3ª - Mas o fato de estarmos com Jesus e obedecermos ao que Ele manda significa que teremos socorro na hora do temporal.
            No início do temporal, discípulos apavorados. No final, surpresos com o poder de Jesus. Há um temporal em sua vida? Corra para Jesus. Ele é capaz de acalmar qualquer tempestade e dar rumo tranqüilo ao barco de sua vida. 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Todos são convidados



            Lembrar-se do evangelho de Mateus é voltar os olhos para o convite de Jesus expresso no capítulo 11, versículos 28 a 30: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
            Convite especial: encontrar descanso para a alma.  Feito por gente especial: Jesus. Para gente especial: eu e você, ou todos os que estão cansados. Com uma proposta especial: tomar o jugo e aprender d’Ele. Com uma apresentação especial: sou manso e humilde de coração. Só Jesus pode fazer convite assim. Sua autoridade é baseada em seu amor e em sua entrega em nosso lugar.
            Responder convite é uma questão de elegância. Ele espera uma resposta. Mesmo que seja “não quero”, “não tô afim”, “agora, não”. Mas a resposta mais sábia é: senhor Jesus, eu quero aceitar o seu convite, entre em meu coração e seja senhor de minha vida.    

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Muito mais que uma cobrança, bênçãos especiais



       De Malaquias, a maioria dos cristãos se lembra apenas do capítulo 3.10. Isso, aquele que fala dos dízimos. Mas se esquecem que o último profeta traz mensagens preciosas como “O amor do Senhor por Israel, o fracasso dos sacerdotes, a infidelidade do povo, o dia do Julgamento, bênção no dar, o destino do ímpio e do justo e exortação e promessa”.
     Pouca gente se dá conta que em Malaquias encontramos: “Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria” - 4.2.
       Promessas preciosas condicionadas ao temor do nome do Senhor. Quantos, apesar de todas as evidências, tanto de obras quanto de amor divinos, estão pouco se lixando para temerem ao Senhor. Vivem como se fossem os donos de suas próprias vidas e senhores de toda a história. Perderão a bênção das promessas exaradas aqui.
      Sol da justiça, cura e alegria são bênçãos que Deus quer nos dar. Temamos o seu nome e vivamos com base no seu temor. É só esperar, elas virão.
            

Faltam dois dias!


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Deus sempre se lembra de mim



            Zacarias significa “O Senhor se lembra”. É também um dos profetas pós-exílicos, como Ageu e Malaquias.
Embora o livro tenha um início de veemente palavra do Senhor para o povo se arrepender e se voltar novamente para seu Deus, é carregado de esperança e a certeza que o Senhor sempre se lembra de nós e de suas promessas. Há um apelo ao povo para se arrepender de sua apatia e terminar a tarefa que falta para terminar. O povo tem assegurada a promessa do amor de Deus e seu cuidado por ele. E isso é feito através de oito visões.
O Senhor sempre se lembra. Que mensagem confortadora! É bom saber que a Bíblia registra que Deus não se lembra dos nossos pecados, mas nunca se esquece de nós. Registra-se que Ele não se lembra dos pecados quando confessados e deixados.
Ainda que todos se esqueçam de mim, Deus nunca se esquecerá. Serei sempre lembrado por Ele por causa de seu amor e sua misericórdia, independente do que eu fizer. Isso é graça! Mas, atenção: isso não me dá o direito de viver pecando. Tanto amor deve ser agradecido com uma vida santa.

terça-feira, 9 de abril de 2013

"Pensamento crítico" na Faculdade

Numa faculdade em Cabo Frio, o professor apresentava um conteúdo com a visão evolucionista. Um aluno ponderou que aquela não era a única explicação, já que é uma teoria e há outra teoria. Ouviu do sábio mestre totalmente descontrolado: "É, mas aqui dentro só vale essa, não aceito outra que não seja essa, trabalhamos com a ciência e evolução pode ser explicada e ponto final". 
Isso é que é pensamento crítico! 
Quem não tem argumento, quer ganhar no grito!

A glória da segunda casa será maior do que a da primeira



            Ageu é um profeta pós-exílico. Exerceu seu ministério depois da volta do povo judeu do cativeiro babilônico. Sua mensagem constituía-se de uma confrontação ao povo sobre o abandono do templo - da casa do Senhor. E, com veemência e autoridade, levou todos à reflexão a respeito do assunto.
            Passados muitos anos, parece-nos que a história se repete. À semelhança do povo judeu, que se preocupava tanto com as suas coisas e se esquecia da casa do Senhor, estamos tão preocupados com as coisas terrenas e nos esquecemos das coisas espirituais. É verdade que Deus não habita em templos humanos e que o nosso corpo é o templo do Senhor, mas, exatamente aqui, é aqui que ocorre o maior erro: não cuidamos de nossa relação com Ele.
            O desejo de Deus é que cuidemos de suas coisas, pois a glória da segunda casa será sempre maior do que a da primeira. Perdemos, quando deixamos de lado o cuidado das coisas de Deus. Lembremo-nos: “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça e todas as outras coisas vos será acrescentadas” - Mateus 6.33.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Deus me esconde quando precisar



            Sofonias significa “o Senhor o escondeu”. Vem-me à mente a imagem de garoto com medo, o pai nos amparando no colo, nossa cabeça escondida e a certeza que estamos seguros.
            A cultura predominante sobre Deus é muito maldosa. Criou-se a figura de um déspota, crápula e cruel que deseja espancar quando erramos. Mas a Bíblia é completa e a visão mais perfeita de Deus é a de um amparador, refúgio seguro, esconderijo agradável.
            A linha que perpassa todo o livro, de apenas três capítulos, apresenta-o como o Senhor da história, dirigente moral do universo, Senhor absoluto de todos os povos, soberano, e nada acontece sem o seu consentimento.
            As duas verdades se encontram: o senhor soberano, dirigente da história quer e pode esconder a nossa vida. Corramos para os braços d’Ele. Lá, estaremos seguros e nenhum inimigo nos alcançar. Veja 3.14-17: “Canta alegremente, ó filha de Sião; rejubila, ó Israel; regozija-te, e exulta de todo o coração, ó filha de Jerusalém. O Senhor afastou os teus juízos, exterminou o teu inimigo; o rei de Israel, está no meio de ti; tu não verás mais mal algum. Naquele dia se dirá a Jerusalém: Não temas, ó Sião, não se enfraqueçam as tuas mãos. O teu Deus, o poderoso, está no meio de ti, ele salvará; ele se deleitará em ti com alegria; calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo”.
            

Colaboradores Satisfeitos, Resultados Melhores



Por Rick Boxx*

Uma organização chamada “Proporcionando Felicidade no Trabalho”  fez grandes descobertas que foram realçadas num artigo do Wall Street Journal sobre satisfação dos colaboradores. O estudo descobriu que colaboradores satisfeitos têm produtividade 31% maior, aumentam as vendas em 37% e são 3 vezes mais criativos.

Embora a pesquisa não tenha chegado a esta conclusão é provável que o nível de presença também seja mais alto e o de ausência menor, quando colaboradores se sentem satisfeitos e realizados com o trabalho que desempenham.

A pesquisa identificou três principais fatores para a existência de colaboradores satisfeitos em uma organização: (1) As pessoas precisam gostar das tarefas que lhes são exigidas. (2) Precisam manter foco nas coisas que fazem melhor. (3) Precisam se orgulhar de seu empregador.

Com base nessa pesquisa, para elevar a produtividade é aconselhável conhecer e cuidar das forças e paixões dos colaboradores. Uma passagem da Bíblia, embora dirigida ao contexto agrário, se aplica a este caso: “Esforce-se para saber bem como suas ovelhas estão, dê cuidadosa atenção aos seus rebanhos" (Provérbios 27.23).

Tentar implementar os fatores acima seria bom começo. Mas podemos aprender como preencher essas necessidades de forma mais específica solicitando sugestões dos colaboradores ou realizando reuniões com pequenos grupos onde suas ideias sejam acolhidas e consideradas. Entretanto, sua satisfação deveria envolver mais que o desejo de melhorar a produtividade, mas estabelecer um ambiente de trabalho que gere satisfação.

E se os papéis se invertessem: os colaboradores e aqueles que se reportam a você assumem seu lugar, e você se reporta a eles? Como você gostaria de ser tratado? Que espécie de ambiente você gostaria que lhe proporcionassem? No discurso chamado, “O Sermão da Montanha”, Jesus disse a Seus seguidores: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam” (Mateus 7.12).

Geralmente presumimos que colaboradores são motivados basicamente por compensação financeira e benefícios palpáveis. Entretanto, colaboradores mais valiosos e que melhor contribuem e permanecerão contribuindo para o bem da empresa, são também os que demandam benefícios intangíveis, como satisfação, realização e reconhecimento pelo trabalho que fazem.

Milhares de anos atrás o rei Salomão fez esta observação em Eclesiastes 5.19: “E quando Deus concede riquezas e bens a alguém e o capacita a desfrutá-los, a aceitar a sua sorte e ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus”.

Questões Para Reflexão ou Discussão  
1. Qual a sua definição de colaborador satisfeito?
2. Que fatores afetam ou determinam a satisfação em seu trabalho? Você gosta das tarefas que lhes pedem para fazer e lhe permitem focar no que faz melhor?
3. Você acredita que sua empresa ou organização está preocupada com a satisfação e bem-estar emocional de seus colaboradores?
4. Que acha da citação do rei Salomão sobre a habilidade de aceitar sua sorte na vida e apreciar seu trabalho como presente de Deus?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 21.5; 22.29; 27.18; 28.19; Efésios 6.5-9; Colossenses 3.17,23.


* Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. 

domingo, 7 de abril de 2013

Marco Feliciano desabafa e pede ajuda à igreja evangélica brasileira



Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, a vida do pastor e deputado Marco Feliciano mudou muito. Segundo o pastor, é como se ele estivesse na beira de uma praia tomando sol e bebendo água de coco. Acabou adormecendo e acordou dentro de um pequeno bote, em alto mar, tentando resistir às fortes ondas durante uma tempestade.


Em um vídeo gravado durante um culto na quinta-feira, dia 28 de março de 2013, o deputado federal do Partido Social Cristão (PSC) aparece fazendo uma espécie de desabafo. Ele contou que, como pastor, está sendo impedido de pregar em alguns lugares e com isso teve de cancelar muitas de suas agendas. Com isso, não tem condições de continuar pagando seu programa de TV veiculado pela CNT.

Mais do que isso, Marco Feliciano afirmou que recebeu mais de 100 ameaças de morte e que aprendeu a respeitar os seus “inimigos” do movimento gay. Para ele, a falta coragem ao povo evangélico neste momento. O pastor pediu “ajuda”, dizendo que apenas as pessoas dizendo que estão orando pode ser um sinal de covardia.

Durante todo o tempo, Feliciano disse que as demonstrações públicas dos ativistas LGBT são manifestações de coragem que falta aos crentes. Para ele “não é Marco Feliciano, Partido Social Cristão, quem está ali hoje… é o cristianismo”. Se falhar nesse momento, o pastor acha que poderá demorar 20 ou 30 anos para que os evangélicos tenham outra chance dessas.

Embora diga estar sofrendo e sua família também, o pastor conta que pessoas estão colocando obras de bruxaria na frente das igrejas “Catedral do Avivamento” que ele fundou. Intitulando-se “uma voz pela família” que está tentado quase sozinho lutar no Congresso para que o casamento gay não seja reconhecido.

Por fim, ele acredita que a igreja está “de braços cruzados”, por isso desafiou os líderes e artistas evangélicos a se manifestarem em prol da família. Feliciano acredita que todos os pastores do Brasil irão passar pelo que ele está passando em breve, caso as leis que criminalizam a homofobia sejam aprovadas.

Comparando-se ao pastor Martin Luther King Jr., que lutou e morreu pelos direitos humanos nos Estados Unidos, Feliciano pediu ajuda e convocou a igreja a se posicionar antes que seja tarde.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Extraído de http://espaco-gospel-net.blogspot.com.br/2013/04/marco-feliciano-desabafa-e-pede-ajuda.html

Louve, ainda que a dor seja intensa



            Habacuque tem três capítulos. Divido-o assim: 1º capítulo - desolação; 2º capítulo - visão; 3º capítulo - adoração.
Seguindo a mesma ordem, temos um profeta desesperado, questionando Deus e, desolado, lamentando sobre a situação. Em seguida, uma visão do controle de Deus sobre toda a história é experimentada por ele. E, finalmente, o hino de louvor, tão marcante: “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas” - 3.17-19.
Lembro-me do hino “Com muito louvor”, de Eliseu Gomes: “Deus não rejeita oração, oração é alimento / Nunca vi um justo sem resposta, ou ficar no sofrimento / Basta somente esperar o que Deus irá fazer / Quando Ele estende suas mãos é a hora de vencer / Então louve, simplesmente louve / Tá chorando louve, precisando louve / Tá sofrendo louve, não importa louve”.
Louve, ainda que a dor seja intensa.

sábado, 6 de abril de 2013

A primeira impressão não é a que fica



            O livro de Naum tem seu início de modo trágico: “O Senhor é Deus zeloso e vingador; é vingador e cheio de furor; toma vingança contra os seus adversários, e guarda a ira contra os seus inimigos. É tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente; tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés. Ele repreende ao mar, e o faz secar, e esgota todos os rios; desfalecem Basã e o Carmelo, e a flor do Líbano murcha. Os montes tremem perante ele, e os outeiros se derretem; e a terra se levanta na sua presença; e o mundo, e todos os que nele habitam. Quem parará diante do seu furor, e quem persistirá diante do ardor da sua ira? A sua cólera se derramou como um fogo, e as rochas foram por ele derrubadas” - 1.2-6.
            Ficando apenas aqui, tem-se a impressão de sadismo. Mas vem o verso seguinte: O Senhor é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele”. Ele é bom, fortaleza no dia da angústia e conhece os que confiam n’Ele.
            Nunca fique com a primeira impressão. Conheça mais um pouco e você verá ângulos que nunca são vistos na primeira olhada. 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O descanso não é aqui



            Fugindo os momentos de grandes tribulações, temos esta vida como se fosse extremamente saudável e aqui nosso lugar permanente. É muito sutil a artimanha maligna para nos fazer sentir bem como se fosse nossa morada eterna. Alguns, inclusive, nem se dão conta disso e vivem como se nunca fosse dar contas a Deus.
            Sabedor disso, Jesus advertiu que não “ajuntássemos tesouros na terra”. Sabia Ele que tudo acaba. Há lugar melhor para quem deseja vida permanente. Há vida mais plena para quem deseja vida saudável. Há comunhão perfeita para quem desejar alegria contínua.
            É com esse sentimento que Miqueias convoca o povo: “Levantai-vos, e andai, porque este não é lugar de descanso; por causa da imundícia que traz destruição, sim, destruição enorme” - 2.10. É uma palavra encorajadora para quem está com medo. É renovadora para quem está cansado. É motivadora para quem está desanimado. É aliviadora para quem está com dor.
            Há sempre uma estrada a ser percorrida. Independente do que acontece, precisamos avançar e continuar a caminhada. Então, mãos a obra, avante sempre. Ele está conosco e nada nos impedirá de caminhar, mesmo que a estrada seja pedregosa.       

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Profetas para povos maus

            
Jonas é sempre lembrado como o profeta fujão. Poucos se dão conta que enfrentar Nínive era estar de frente com gente da pior espécie. É provável que Jonas experimentasse dois sentimentos: medo de encarar os ninivitas, que não eram misericordiosos com seus inimigos (eram tratados com tanto rigor a ponto de arrancar-lhes os olhos ainda vivos, dentre outros sofrimentos) e não desejar mesmo a salvação de gente tão ruim.
            Tanto um quanto outro sentimento encontram resposta em Deus. Homens ferozes e maldosos se curvam à palavra do Senhor e se arrependem. E as misericórdias do Senhor estendem-se também aos homens maus. Jonas aprendeu as duas lições.
            Uma lição a mais que Jonas aprendeu: Deus guarda os que se dispõem a obedecê-lo. Se o medo tomava conta de Jonas, Deus lhe ensinou sobre o seu cuidado terno. Podemos confiar n’Ele independente de qualquer situação. Nenhum inimigo por mais feroz que seja é capaz de vencer o poder do nosso Deus, que vem sempre carregado de amor, como foi no caso de Nínive. Arrependimento total e abandono do juízo anteriormente anunciado.
            Ainda hoje há Jonas que são enviados a pregarem entre povos maus. Oremos por eles. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

MEGA IGREJAS…



Pr. Lécio Dornas

“Chegou a hora de ele ocupar o centro das atenções e de eu chegar para o lado.” 
(João 3.30 – A Mensagem)

Conversando informalmente com alguns líderes recentemente, um deles mencionou um encontro de pastores onde o tema a ser tratado teria a ver com a saúde do pastor. Mostrei-me intreressado e, ao perguntar como faria para participar, obtive a seguinte resposta: - Você não pode participar, pois o encontro é somente para pastores de mega igrejas. Recolhi-me à minha, evidente, insignificância.

Mas fiquei pensando sobre o que seria uma mega igreja. Recusava-me a pensar em estatísticas de número de membros etc. Pois, se fosse isso (e me pareceu que era), a coisa ia ficar muito difícil; pois o referencial é muito variável. Por exemplo, uma igreja de 20 mil membros está para uma de 200 mil membros, como uma de 500 está para uma de 5 mil membros; ou uma de 50, para uma de 500 membros. Pelo número de membros é muito difícil definir uma mega igreja.

Também pela receita financeira a coisa ficaria complicada, pois há no mundo igrejas com menos de 1000 membros, mas muito ricas e igrejas de mais de 10 mil membros e muito pobres. Qual seria a mega igreja, a de menos de 1000 ou a de mais 10 mil membros?

Depois eu fiquei pensando nos pastores que participariam do referido encontro. Se eles se inscreveram foi porque se achavam líderes de mega igrejas; se foram indicados foi porque alguém os julgou pastores de mega igrejas. Mas, em ambos os casos, qual foi ou quais foram os critérios ou os parâmetros?

Foi aí que lembrei-me de uma frase de um pastor americano, que impactou a minha vida quando a li, ainda em 1995: “O que demonstra a força de uma igreja não é a quantidade de membros ou o valor de sua receita financeira, mas a sua capacidade de enviar e sustentar missionários.”

Muitas igrejas hoje, consideradas mega, promovem grandes eventos, realizam grandes projetos, mas são extremamente tímidas quando se trata de enviar e sustentar missionários. No entanto, é exatamente quando uma igreja entende que deve enviar e assumir a responsabilidade de sustentar missionários, que demonstra a sua força e a abrangência da sua visão.

Assim, uma mega igreja seria uma congregação que amadureceu na Palavra de Deus e na oração, o suficiente para viver em função de cumprir a grande comissão, enviando e sustentando missionários em todos os cantos do mundo.

Uma mega igreja seria uma igreja com um mega coração cheio de amor pelas almas perdidas; e como uma mega disposição de existir onde está, para que, por seu intermédio, o Evangelho chegue onde ela talvêz jamais estará.

Uma mega igreja seria uma congregação que entendeu muito bem as, feitas indeléveis, palavras de Jim Elliot (1927-1956): "Aquele que dá o que não pode reter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo".

A propósito, será que um missionário como Jim Elliot teria assento naquele encontro que trataria da saúde do pastor? Ele nunca pastoreou uma igreja grande mas, diante dele, não somos tão diminutos?

“Chegou a hora de ele ocupar o centro das atenções e de eu chegar para o lado.” 
(João 3.30 – A Mensagem)

Marco Feliciano em Rondônia


Pastor Marco Feliciano comanda o maior culto evangélico de Rondônia em Porto Velho
Marco Feliciano na sua pregação destacou o papel da visão missionária, visão de Deus, e no final conclamou todos os evangélicos presentes, que na terça e quarta feira, entre em jejum e oração por sua vida, e por sua segurança.


O Pastor Evangélico Marco Feliciano, comandou neste final de semana o maior culto evangélico da Historia de Rondônia realizado Pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus Porto Velho, que foi realizado no centro de convenções da igreja IEAD na capital intitulado décimo primeiro Congresso das Missões “Visão Missionária, Visão de Deus”.

Conforme estimativa dos organizadores do Evento aproximadamente Quinze mil fiéis se fizeram presentes no centro de convenções da Igreja que estava lotado, do lado de dentro muitos fiéis acompanhavam, e do lado de fora foram instalados telões para que ninguém perdesse a pregação dos pastores.

Marco Feliciano na sua pregação destacou o papel da visão missionária, visão de Deus, e no final conclamou todos os evangélicos presentes, que na terça e quarta feira, entre em jejum e oração por sua vida, e por sua segurança, dizendo que os trabalhos em Brasília são árduos, “a batalha é difícil, o inimigo esta alvoroçado, não podemos desanimar”. Mas o Senhor tem confortado o meu coração e me dado forças para atravessar este momento, nele busco a minha força’ finalizou o pregador.

O deputado estadual Maurão de Carvalho, vice-presidente da Assembleia legislativa do estado de Rondônia destacou que ficou impressionado com a presença de fiéis que se fizeram presentes, lembrou-se de veio gente de todos os cantos do estado de Rondônia, inclusive caravanas do estado vizinho do Acre e de outros estados da região norte. disse “ é gostoso ouvir a palavra de Deus, a distancia  não é empecilho” , lembrando também da grande luta de Marco Feliciano, “ele é um Homem de Deus, tem atravessado momentos difíceis, mas sabemos que ele não esta sozinho, estamos em oração por ele, que acima de tudo é nosso amigo pessoal”.

Varias autoridades se fizeram presente ao encontro, representando o Governador do Estado, Confúcio Moura o subchefe da Casa Civil Edvaldo Soares, que estava acompanhado do deputado Federal Nilton Capixaba. Presente também o deputado estadual Flavio lermos, alem de varias outras autoridades que fizeram questão de acompanhar a realização deste décimo primeiro congresso de missões.

Tudo Normal. 
A policia Militar presente ao congresso relatou a reportagem da folha rondoniense, que quanto ao quesito segurança, nada de anormal aconteceu, nenhuma manifestação, nenhum incidente grave digno de registro, a preocupação era de que grupos contrários à postura do pastor Marco Feliciano que é Deputado federal e presidente da Comissão de direitos humanos da Camara dos deputados, aproveitando sua presença na Capital poderiam aparecer para algum protesto, mas a equipe de reportagem da folha não constatou nada no local.

Autor: FOLHARONDONIENSE 
Fonte: O NORTÃO

Há esperança e há livramento



            Obadias tem apenas um capítulo (leia-o), mas traz uma duríssima profecia sobre Edom: “Eis que te fiz pequeno entre os gentios; tu és muito desprezado. A soberba do teu coração te enganou, como o que habita nas fendas das rochas, na sua alta morada, que diz no seu coração: Quem me derrubará em terra? Se te elevares como águia, e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derrubarei, diz o Senhor”.
            Tem mais: “Porventura não acontecerá naquele dia, diz o SENHOR, que farei perecer os sábios de Edom, e o entendimento do monte de Esaú?
E os teus poderosos, ó Temã, estarão atemorizados, para que do monte de Esaú seja cada um exterminado pela matança”.
            Situação dramática, do ponto de vista humano, não há mais solução. Mas há: “Mas no monte Sião haverá livramento, e ele será santo; e os da casa de Jacó possuirão as suas herdades”.
            É sempre assim: quando todas as portas se fecharem, há esperança e há livramento. E o livramento será do Senhor e no Senhor, refúgio seguro, fonte inesgotável, segurança completa.
            Não desista, há esperança e há livramento.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Encontro marcado e inadiável



            “Portanto, assim te farei, ó Israel! E porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” - Amós 4.12.
            A leitura do verso acima me faz remontar os tempos de juventude. E a lembrança vem de um pregador chamado Ozéias, diácono na época da Igreja Batista de Cachoeiro de Cardoso Moreira, hoje, pastor. Sua experiência de conversão é extraordinária, vivia bêbado nas noitadas, embora fosse homem honrado, e um dia encontrou-se com Jesus, foi transformado e é um grande pastor.
            Lembro-me como se fosse hoje, ele, chamado pregador leigo, anunciando com ousadia a necessidade de se preparar para o encontro com Deus. Usava a técnica do sermão temático e empolgava a todos, curiosamente mais do que alguns pastores da época.
            Ninguém conseguirá fugir desse encontro. E mais tarde, vim a descobrir outras razões. Estão no verso seguinte: “Porque eis aqui o que forma os montes, e cria o vento, e declara ao homem qual seja o seu pensamento, o que faz da manhã trevas, e pisa os altos da terra; o Senhor, o Deus dos Exércitos, é o seu nome”. 

Nota de Falecimento

Ozeas e Dilma em 
comemoração de aniversário

Queridos,
com pesar, comunicamos o falecimento da irmã DILMA DE CASTRO AZEVEDO, esposa do Dc. Ozeas Ornelas de Azevedo. Aconteceu hoje às 3 horas da manhã.
A partir de 9h, seu corpo será velado na IGREJA.
Acontecerá um culto às 14h 59min e o sepultamento logo após.
Oremos pelo irmão Dc. Ozéas e toda a família.
Em Cristo.
Pr. Neemias Lima

IGREJA BATISTA DO BRAGA
Rua Omar Fontoura, 117 - Braga - Cabo Frio
Em frente à Central de Marcação de Consultas 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Notícias sempre fresquinhas


Garotinho ganha força no Planalto


Urgente! Presidente Dilma confirma César Borges como novo ministro dos Transportes

Quero agradecer a delicadeza e gentileza da presidente Dilma Rousseff que agora há pouco me telefonou informando que os senadores Alfredo Nascimento (PR - AM) e Antônio Carlos (PR - sp) estavam em seu gabinete tratando da escolha do nome do PR para ocupar o Ministério dos Transportes.

A presidente afirmou que o nome levado pelos senadores era o do ex-governador da Bahia, César Borges e queria saber ser havia da minha parte ou da bancada federal alguma resistência a esse nome. Afirmei que nunca houve veto a qualquer nome e que a presença César Borges no Ministério dos Transportes só engrandeceria o governo e o Partido da República. A presidente Dilma então confirmou que a posse será na próxima quarta-feira, e se desculpou por ter antecipado a reunião, marcada anteriormente para amanhã, e que por isso, não pude participar porque estou no Rio de Janeiro.

Aproveitamos para conversar rapidamente sobre o livro "Getúlio" que ela me recomendou que lesse, na última vez que estivemos juntos. Disse à presidente que estava reunido com minha fillha Clarissa Garotinho, e Dilma quis lhe dar uma palavra. Disse que lembrava de Clarissa pequenininha, na época em que nós eramos do PDT, e que chegou a pegá-la no colo. Depois no telefone disse pra mim: "Na próxima vez traga Clarissa".

Fonte: http://www.blogdogarotinho.com.br/

Treinamento Imperdível


Uma lição das crianças do Níger


    Pr. João Soares da Fonseca

    jsfonseca@pibrj.org.br


A missionária Adeísa Rodrigues Barbosa participou do Radical África 6. Trabalhando no Níger, ela escreveu que tomou a decisão de contar às crianças de sua aldeia a história de Jesus, já que elas nada sabiam dele: "...decidi me reunir com elas à tarde, levando violão, esteira, Bíblia na língua zarma, folhas, giz, tesoura e nosso fantoche Zaqueu. Com muita criatividade, ensinei-lhes desde a criação até os dias de Jesus. As crianças ficaram muito tristes ao saberem da crucificação, e comemoraram a ressurreição como se tivesse acontecido naquele instante" (A Colheita, JMM, Ano IX, no. 47, Set-out., 2012, p. 4).

Em sua simplicidade, as crianças do Níger nos dão uma lição. É preciso comemorar a ressurreição como se ela tivesse acontecido hoje. Porque para alguns leitores da Bíblia, o texto bíblico parece algo desbotado e perdido nas brumas do passado. É como se a Bíblia fosse apenas um livro de histórias. É claro que a história está aí para ser conhecida e analisada.

As crianças do Níger, porém, nos lembram que temos que trazer para a nossa vivência o principal evento evangélico. Há que comemorar a ressurreição de Jesus como se ela houvesse acontecido na manhã deste dia. Os evangelhos dizem que Jesus venceu a morte. Paulo o confirma em suas cartas. Mas o que é que isso tem a ver com a minha vida hoje? Isso afeta a minha vida afetiva? Serei um crente melhor, um filho ou um pai melhor, um patrão ou um empregado melhor... por ter Jesus um dia ressuscitado?

Se a ressurreição interfere no nosso passado e no nosso presente, que diremos do futuro? Será que a ressurreição pode definir o rumo de nossas vidas daqui por diante?

A Bíblia ensina que a igreja é a noiva de Cristo (Ef 5.25; Ap 21.9). Não diz que ela seja a sua viúva. Quem diz noivado diz futuro. Há um amanhã brilhante acenando para a igreja, porque o Seu noivo está vivo! "Porque vivo está, posso crer no amanhã".

A dor da perda


    Rev. Aécio Pinto Duarte*

“Então o rei se perturbou, e subiu à sala que estava por cima da porta, e chorou; e andando, dizia assim: Meu filho Absalão, meu filho, meu filho, Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!” 2 Samuel 18:33

Não tem sido fácil para quem tem passado pela dura experiência de perder algum membro da família. Tenho acompanhado a dor de vários irmãos e até mesmo de pessoas amigas, tenho chorado pelas perdas, isso tem sido uma grande verdade. São ovelhas, pastores, parentes de membros da Igreja que morrem. Sendo solicitado para acompanhar suas dores, seus pesares, tenho estado ao lado dessas pessoas preciosas que choram e sofrem pelas mortes de seus entes queridos.

Os mais recentes casos foram as mortes prematuras da Viviane Barcelos de 10 aninhos apenas, filha dos amigos Pr. Edinaldo e Kátia, e do Daniel Mourão de apenas 23 anos, filho das ovelhas queridas Isaac Mourão e Maria José. Em todos esses e outros casos, sempre estive muito presente prestando-lhes assistência espiritual e sempre oferecendo meu ombro amigo.

Sempre inspirado por nosso bondoso Deus e Senhor de nossas vidas, tenho sido usado para amenizar as dores e os sofrimentos de muitos que me solicitam ajuda. Vejo o tamanho da dor que essas pessoas tem suportado pelo peso da separação, a morte de uma pessoa traz sofrimento, dor e tristeza, nosso consolo está em Deus, Ele é quem tem amor e poder eterno por nós, nada poderá acabar com o amor e com o poder que Ele sente por nós.

A você que chora a morte de um filho, um irmão, um neto, ou, de apenas um conhecido, lembre-se que Deus estará sempre junto de você.

Essa dor da morte também chegou a minha casa na terça-feira, dia 26/02, meu precioso Deus convocou para a sua glória o meu amado irmão Aroldo Duarte dos Santos de 55 anos de idade. Fomos sempre unidos, havia alegria e belas risadas que sempre estiveram presentes em nossos encontros, ele serviu ao Corpo de Fuzileiros Navais desde 19 anos de idade, até agora, deixando a esposa Ângela e dois filhos, Aroldo e Alberto. Como tem sido sofrido para mim e para minha família esse momento, sei, porém, que Deus irá conosco até o fim, e que Ele nos dará momentos preciosos para vivermos em perfeito amor e com amizades profundas; iremos ainda aqui desfrutar de dias deliciosos com nossos parentes e amigos.

O nosso momento de sofrimento não será eterno, ele terá fim. Aleluia! Esse dia de tormenta acabará, porque Jesus é quem nos tem preparado para vencer os momentos de aflição.

A dor da perda é uma realidade e não uma ilusão. Essa dor se faz presente em todas as famílias, ninguém está isento desse dia de dor pela perda. O nosso coração deve estar sempre pronto para momentos como estes, diz-nos a Bíblia: “Confia no Senhor e faze o bem; assim habitarás na terra, e te alimentarás em segurança” (Salmos 37:3). Confiança em Deus é o que nos dará segurança quando as tormentas chegarem.
Prezados amigos e irmãos queridos, vamos deixar Deus cuidar de nossas famílias, porque Ele sabe e fará sempre o melhor por seus filhos queridos.

“Ah! Nosso Deus, porventura não os julgarás? Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos o que faremos; porém os nossos olhos estão postos em ti.” 2 Crônicas 20:12.

Mesmo sofrendo pela morte de um amado nosso, os nossos olhos devem continuar fixos no Deus que nos ama, nos perdoa, nos restaura e nos salva.
Prezados irmãos, que as doces e deliciosas mãos de Deus estejam para sempre sobre o Seu povo. Amém!

*Pastor da Quarta Igreja Batista de Macaé, Conferencista Internacional e Líder da Denominação Batista

Pr. Marco Feliciano

Veja o vídeo e emita sua opinião.


Globo Repórter - Projeto da Cristolândia

Caso não tenha visto o programa sobre a Cristolândia no Globo Repórter, veja no vídeo abaixo:




Ele também foi prometido



            Embora tenha tanta riqueza, o livro do profeta Joel é mais lembrado pela grande promessa da vinda do Espírito Santo: “E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito” - 2.28-29.
            O Salvador foi prometido. O Consolador também. Primeiro, ele veio, como cordeiro pascal. Depois, veio o Espírito Santo, da mesma natureza, para continuar a obra tão necessária.
            Sua vinda é sinônimo de renovo da esperança, o velhos terão sonhos e os jovens visões. Toda carne será contemplada e isso significa dizer que o Espírito Santo não é propriedade particular de quem quer que seja. Todos que se entregarem ao senhorio de Cristo, obra produzida por Ele, o Espírito, terão sua presença confortadora, direcionadora e capacitadora.
            Bendito Espírito Santo que foi prometido e que já veio. Submetamo-nos ao domínio dele. 

Sobre Tolos e Tolices


Por Robert J. Tamasy

Quando foi a última vez que você fez algo tolo no trabalho? Todos nós “escorregamos” e nos comportamos tolamente em um momento ou outro – talvez mais de uma vez. Mas deixe-me fazer uma pergunta diferente: Você já trabalhou com alguém a quem considerava ser tolo e não sujeito a cometer um ato ou tomar uma decisão tola ocasionalmente?

É interessante que muitas culturas reconhecem formalmente os tolos e suas tolices. O dia 1º de abril em muitas nações é conhecido como, “Dia dos Tolos”. Em outras é o "Dia da Mentira". Para alguns é desculpa para uma travessura inofensiva, pregar uma peça ou fazer alguém de tolo, tentando convencê-lo de algo absurdo.

Existem várias teorias sobre o surgimento do “Dia dos Tolos”, incluindo o clássico da literatura de Chaucer, de 1392, "Contos de Canterbury" ou "Contos da Cantuária". Outras comemorações na Europa e Oriente Médio podem ser rastreadas até o Século VI. Porém, uma coisa é certa: tolos e tolices existem desde o início dos tempos.

Um ditado diz: “Tolo e seu dinheiro cedo se separam”. Outro afirma: “Tolos se apressam por andar em caminhos que até os anjos temem trilhar”. Muitos são culpados por relacionamentos ruins, investimentos questionáveis e tomar decisões deficientes que nos deixam a imaginar: “Onde eu estava com a cabeça?”

Mas existe diferença entre tolice ocasional e o hábito de agir tolamente, profissional ou pessoalmente. Não é de surpreender, portanto, que a Bíblia fale a respeito da tolice e dos tolos, grande parte aplicável ao ambiente de trabalho atual. Vejamos uma amostra do livro de Provérbios:

O alto custo da tolice. Podemos trabalhar durante anos para construir algo digno como um negócio, uma carreira, casamento ou família, e vê-lo destruído por um único ato de irresponsabilidade. “A mulher sábia constrói o seu lar, mas a que não tem juízo o destrói com as próprias mãos” (Provérbios 14.1).

O hábito tolo de agir. Uma pessoa sábia se recusa a tomar decisões apressadas, avalia alternativas e pesa consequências. Mas o tolo age por impulso sem se preocupar com os resultados. “A sabedoria do homem prudente é discernir o seu caminho, mas a insensatez dos tolos é enganosa” (Provérbios 14.8).

A imprevidência da tolice. A sabedoria prepara as pessoas para que estejam focadas em objetivos que valham a pena, mas as pessoas tolas são facilmente desviadas e perdem de vista seus objetivos. “O tolo se diverte com as suas tolices, mas o sábio faz o que é certo” (Provérbios 15.21).

O discurso estouvado do tolo. A sabedoria leva a pessoa a dizer o que é apropriado e o que não dizer. O tolo é rápido para falar sem considerar o alcance de suas palavras. “As palavras do tolo provocam briga, e a sua conversa atrai açoites. A conversa do tolo é a sua desgraça, e seus lábios são uma armadilha para a sua alma” (Provérbios 18.6-7.

A gestão irresponsável do tolo. A pessoa sábia se esforça para utilizar de modo apropriado e cuidadoso seus recursos, mas o tolo é desperdiçador e raramente planeja para necessidades futuras. “Na casa do sábio há comida e azeite armazenados, mas o tolo devora tudo o que pode” (Provérbios 21.20).


Questões Para Reflexão ou Discussão

1.    Você já agiu tolamente alguma vez ou tomou uma decisão tola? Quais foram as consequências?

2.    Como você distingue entre uma pessoa que ocasionalmente faz coisas tolas e aquela que age constantemente de modo tolo?

3.    Quais seriam os meios práticos para se evitar agir tolamente ou fazer escolhas tolas?

4.    Dos princípios mencionados, qual lhe parece mais significativo ou o fez pensar mais? É possível colocá-lo em prática?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas com o tema, sugerimos: Provérbios 1.7; 10.14; 17.12,16; 18.7; 24.7; 26.4-5; 29.11.


*Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de Juan & Cristina Nieto