A aflição de Faraó o fez ser direto no encontro com José. Gênesis 41.15 resume: “Tive um sonho, e não há quem o interprete. Porém ouvi falar a respeito de você que, quando ouve um sonho, é capaz de interpretá-lo”.
Sem pestanejar, José responde: “Isso não está em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó”. José tinha claramente consciência de seu papel em todo o enredo de sua caminhada. Ele não era protagonista, era coadjuvante. E Deus não era apenas mero protagonista, era o idealizador, o diretor, o escritor do roteiro e o orientador em todas as cenas.
Após ouvir o sonho e apresentar-lhe a interpretação, José é assertivo: “O sonho de Faraó foi repetido, porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus se apressa a fazê-la. Agora, pois, Faraó devia escolher um homem ajuizado e sábio e encarregá-lo de dirigir a terra do Egito” - Gênesis 41.32-33.
Preste atenção: José está diante do dominador do mundo dando-lhe orientações sobre como agir. Alguém em sã consciência imaginaria um final assim para aquele jovem sonhador? Nem José imaginaria isso!
Os mais criativos sonhadores são incapazes de prever o que Deus pode fazer com eles. Creia nisso!

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