domingo, 26 de julho de 2026

José do Egito, um sonhador - XXVI

Está se aproximando o momento do primeiro encontro dos assassinos de sonhos com o jovem sonhador. Os irmãos se reencontrarão. Benjamim, o mais novo, não está entre eles, pois Jacó queria preservá-lo de possível problema e perda, afinal, pensava Jacó, é o único filho com a amada Raquel, que falecera no parto.

Eles se reencontram. José reconhece seus irmãos, mas eles não o reconhecem. Possíveis razões para isso: em sua mente, José estava morto ou era um escravo em algum lugar e a indumentária de José o descaracterizava, suas roupas eram de governante importante.

O verso 6 do capítulo 42 apresenta no final uma realidade ao mesmo tempo humilhante e celebrativa. Diz o texto: “Os irmãos de José vieram e se prostraram com o rosto em terra, diante dele”. Humilhante para os 10 e celebrativa para José. Imagino como estava a mente de José. O verso 9 esclarece: “Então José se lembrou dos sonhos que teve a respeito deles”.

Alguém disse: “O mundo não gira, ele capota, se você o trata como um jogo, amanhã ele ensinará como se jo⁠ga”. 

Cuidado com suas ações hoje. Quem sonha grande, semeia muito hoje!!

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