quarta-feira, 31 de julho de 2019

Desentulhando poços - Conclusão



Assim que termina a batalha entulha e cava novos poços e o Senhor lhe aparece, confirmando a promessa, Isaque levanta um altar e invoca o nome do Senhor ao tempo em que arma a sua tenda. E o período tenso tem o seguinte desfecho: “os servos de Isaque abriram ali um poço”. Agora, sem a maldosa ação dos inimigos, os entulhadores de poços.

Levantar um altar significa adorar. Adoração é reverenciar a Deus. É reconhecer sua soberania e domínio sobre todos. Nenhum inimigo é capaz de impedir os planos do Senhor.

A adoração não tem como fundamento apenas o que Deus faz. A essência da adoração está na pessoa de Deus, quem Ele é. Devemos adorá-lo não pelo que Ele faz, mas por quem Ele é.

Passada a turbulência e a confirmação do Senhor, Abimeleque e assessores vão ter com Isaque e apresentam a razão: “vimos claramente que o Senhor é contigo”.

Deus não nos garante ausência dos entulhadores de poços em nossa caminhada. Mas garante sua presença conosco para cavarmos novos poços. Precisamos confiar n’Ele e trabalhar, Ele vai à nossa frente!

Desentulhando poços - IX

Em Berseba, Isaque tem renovada a promessa do Senhor. O Senhor lhe apareceu de noite e disse: “Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo; abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão, meu servo”.

A referência “eu sou o Deus de Abraão, teu pai” é muito mais do que uma referência histórica. É a garantia de sua direção na história. O Deus que dirige a sua vida hoje é o mesmo que dirigiu a de seus pais, de seus avós, bisavós e de todas as gerações passadas. Nada acontece fora de seu controle, de seu governo.
            
O “eu sou contigo” é muito mais do que apenas a garantia de sua presença. É a coragem que nos fortalece para não temermos. Assim, Deus fala: “não temas!”. Quem está com o pai não tem medo. É possível que Isaque tenha se lembrado daquela caminhada com seu pai quando seria oferecido. Naquele dia, ele aprendeu a lição “Deus proverá”. E de onde menos se esperava surgiu a provisão.
            
De que você tem medo hoje? Lance o medo sobre o Senhor. Ele proverá tudo.

Desentulhando poços - VIII


Assim que cessou a guerra dos poços, Isaque dirigi-se à Berseba. O significado de seu nome é bem sugestivo: terra da promessa.
            
Está lembrado da promessa divina a Isaque? Gênesis 26.2-4 registra: “E apareceu-lhe o Senhor, e disse: Não desças ao Egito; habita na terra que eu te disser; peregrina nesta terra, e serei contigo, e te abençoarei; porque a ti e à tua descendência darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão teu pai; E multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e darei à tua descendência todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as nações da terra”.
            
Entre a promessa feita e a promessa cumprida há uma caminhada bem longa. E na caminhada, dias ensolarados e dias chuvosos, situações fáceis e situações difíceis, campinas, montes e vales, saúde e enfermidade.
            
Numa ou noutra circunstância, o segredo é: crer na promessa divina. O poeta escreveu: “Deus promete grandes coisas conceder a qualquer que peça, crendo que há de obter”.
            
Independente das circunstâncias, creia nas promessas do Senhor!

Desentulhando poços - VII

Ao cavar o último poço e nomear Reobote, Isaque apresenta uma razão, está no verso vinte e dois de Gênesis vinte e seis: “Porque agora nos deu lugar o Senhor e prosperaremos na terra”.
            
É muito comum numa grande vitória, sobretudo depois de grandes batalhas, a pessoa se esquecer que ela veio do Senhor e trilhar a estrada do mérito pessoal.
            
O inimigo logo aparece e sugere que a habilidade foi a razão da vitória na batalha. E não é absurdo que caiamos na armadilha, pois a maior batalha que temos é dentro de nós mesmos, nosso orgulho.
            
Logo depois, caminha-se na estrada da perseverança como fundamento para conseguir tal feito. E por aí vai, é outra batalha que se trava, agora, não mais contra inimigos externos, mas contra o próprio interior.
            
Não se desconhece a habilidade e perseverança de Isaque, mas ele sabe que não foram determinantes para enfrentar a batalha. Ele é claro: Deus nos deu lugares amplos e prosperaremos porque Ele assim quer.
            
Lembre-se de Deus com a mesma intensidade, esteja em Eseque, Sitna ou Reobote. A Ele, a honra e a glória!

Desentulhando poços - VI



“Isaque cavou outro poço, e não brigaram sobre ele; deu o nome de Reobote, e disse: o Senhor nos deu lugares amplos, e crescemos nesta terra” - Gênesis 26.22.

Um poço teve o nome de Eseque, ou seja, contenda. Um outro, Sitna, inimizade, luta. Mais um poço é cavado e seu nome é Reobote. Signifca “alargamento, lugares amplos”.

Os entulhadores de poços tem um limite para suas maquiavélicas ações. Eles não são tão poderosos assim. Quando descobrem que estamos firmes no propósito de prosseguir no ideal de Deus, eles desistem. Até porque a palavra garante que “não vem sobre nós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não nos deixará tentar acima do que podemos, antes com a tentação dará também o escape, para que a possamos suportar” - I Coríntios 10.13.

O ensino que está implícito é: quando não desistimos da batalha e continuamos obedecendo ao Senhor, experimentamos vitórias nunca imaginadas. Deus tem lugares amplos para aqueles que não desistem.

É possível que você esteja na etapa de Eseque, contenda. Ou na Sitna, inimizade, luta. Prossiga, não desista, o Reobote chegará, Deus tem lugares amplos para você!


terça-feira, 30 de julho de 2019

Desentulhando poços - V

E a batalha não para na caminhada de Isaque. O próximo poço recebe o nome de Sitna. Sitna significa inimizade, luta.

Atente bem para a progressão: entulha poços, plano físico. Contenda, plano emocional, moral. Agora, inimizade, luta, plano espiritual.

Efésios 6.12 registra: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.

Na luta espiritual, as armas não podem ser carnais. É muito difícil detectar se uma batalha é ou não espiritual, mas, na vida do cristão, em sua maioria, as lutas serão ou passarão a ser espirituais. Quando originalmente não for batalha espiritual, dependendo das reações, passa a ser, pois o inimigo é traiçoeiro.

Por isso, toda a atenção é necessária. Nada de precipitação. Use as armas espirituais desde o início. Não espere a batalha se intensificar para pedir socorro a Deus.

Estão entulhando seus poços, busque a direção divina.


Desentulhando poços - IV

O que era uma batalha apenas no campo físico, entulhar poços, se intensifica e se transforma numa contenda.

O verso 20 de Gênesis 26 registra: “Os pastores de Gerar contenderam com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa. Por isso, chamou o poço de Eseque, porque contenderam com ele”.

Eseque significa contenda. Na contenda, o sentido de rivalidade se apresenta. Não era mais uma disputa por um bem, era uma rivalidade que envolvia tentativa de obstáculos para que o plano maior se realizasse. Isaque era filho da promessa e a guerra era em outro plano.
            
Sempre que estivermos envolvidos com pessoas que entulham nossos poços, precisamos ter discernimento para descobrir o que, realmente, está por trás de tudo. Nem sempre o que aparece é verdadeiramente o que é.

Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal” - Hebreus 5.14.

É possível que uma ação má por parte de alguém seja, na verdade, uma cilada para nos derrotar espiritualmente.
           

Desentulhando poços - III

Ainda que tenha optado por trabalhar em vez de brigar, Isaque não vê o problema resolvido imediatamente. Os inimigos intensificam suas ações de maldade e entulham também o novo poço.

É ingenuidade, ou imaturidade espiritual, concluir que uma luta cessará imediatamente após a ação humana de enfrentamento. Há batalhas que durarão por muito tempo. E algumas podem assumir intensidade ainda maior mesmo que caminhemos obedecendo à vontade divina.

Isaque não titubeia: “tá bom, cavei um poço, vocês entulharam. Cavei outro poço, vocês entulharam. Vou cavar outro!”. A palavra é: perseverança. Desistir diante das dificuldades é prova cabal que o que se empreendia não era tão importante. Persistir na caminhada submetida à vontade do Senhor sinaliza consciência de missão.

Quando surge uma batalha na sua caminhada, você desiste ou persiste? Dependendo de sua reação, você revelará que tipo de pessoa é. O ensino de Isaque é: não desista, quantos poços precisar, eu vou cavar!

Entulharam seu poço? Cave outro. Entulharam o outro? Cave outro.
           

Desentulhando poços - II

Tudo dando certo para Isaque, colheita abundante, prosperidade em alta, vida tranquila, os homens de Gerar, por inveja, começam a persegui-lo. A forma encontrada por eles foi entulhar os poços da propriedade de Isaque.

Na vida, há os entulhadores e os desentulhadores de poços. Há pessoas que sentem prazer em jogar terra nos poços cavados por outros. Diante do problema, Isaque enfrenta o dilema: brigar ou trabalhar.

Tal dilema alcança todas as pessoas. Diante da dificuldade causada pelos entulhadores, você pode brigar ou trabalhar. Isaque preferiu trabalhar. Ele reage assim: “tá bom, vocês entulharam meu poço, eu vou cavar outro”. E assim o fez.

Perdemos tempo quando queremos enfrentar os entulhadores de poços com briga, o segredo é trabalhar. Lembre-se de Efésios 6.12-13: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”.
           

Desentulhando poços - I

O capítulo 26 de Genesis narra que Isaque, filho de Abraão, está em Gerar. Deus o ordena a não descer ao Egito e lhe faz promessas. Ele prontamente obedece a ordem divina.

Os homens daquele lugar ficam encantados com Rebeca e querem saber quem é. Isaque titubeia, duvida da proteção do Senhor e, com medo dos homens a tomarem como esposa, diz que é sua irmã. O mesmo homem que obedece prontamente a Deus, é o homem que duvida. Nós somos assim: ora com relacionamento íntimo com Deus a ponto de obedecê-lo sem duvidar, ora amedrontados com o que pode nos fazer o homem.

O rei Abimeleque, ao vir Isaque acariciando Rebeca, conclui que não é sua irmã, questiona-o e repreende-o pela possibilidade de ter causado uma tragédia.

Em Gerar, Isaque semeia e, com a bênção do Senhor, colhe em abundância. Colheita plena, cem por um.

O homem que obedece, é o homem que duvida, é o homem repreendido por um estranho e é o homem que colhe com abundância. O que conquistamos não é por nossa fidelidade, mas por causa da fidelidade do Senhor.


segunda-feira, 29 de julho de 2019

Pr. Elildes Junio, Presidente da Convenção Batista Fluminense - Discurso de Posse

Pr. Elildes Junio Macharete Fonseca

Queridos irmãos,

Sou grato a Deus por estar vivendo este momento, porque amo a nossa denominação e tenho profunda alegria em servir, independentemente de cargos.

Sei que diante de mim e desta diretoria está uma grande responsabilidade. A tarefa não é simples, mas se tornará prazerosa, porque a encararemos como um ministério.

Também descansaremos nas palavras de Ezequias, como fez o povo nos tempos de Senaqueribe: “Esforçai-vos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco o Senhor nosso Deus, para nos ajudar, e para guerrear por nós” (2 Crônicas 32.7-8).

O Senhor está conosco! A Convenção Batista Fluminense pertence a Ele. A obra vai continuar e vai avançar.

A cooperação é a nossa marca. Somos assim, gostamos de ser assim. É uma questão de princípio, de estilo de vida, do jeito batista de ser.

É abençoador saber que entre nós não há partidarismos. A diretoria que entra não é oposição à diretoria que sai, muito pelo contrário, aqui somos todos um “time”. Estamos no mesmo barco, dando continuidade ao trabalho.

Por isso, já assumimos que contaremos com a experiência daqueles que nos antecederam, somando forças, porque a nossa vitória é comum.

Sei que represento também a juventude, os pastores jovens. Tenho 37 anos de idade, 15 anos de consagração ao ministério pastoral, ainda tenho muito a aprender. Uma vez, no Acampamento Batista em Rio Bonito, o Pr. Edgard Antunes estava me encorajando em relação à liderança na denominação e dizia ele: “eu vi todos esses últimos presidentes começarem. Todos erraram bastante e, com o tempo, foram pegando o jeito”. Contarei com a paciência de vocês, porque minhas pernas tremem diante de tamanha responsabilidade.

Continuaremos na mesma direção, que é a única direção: elevar o nome de Jesus. Estamos aqui para isso. O que nos motiva diariamente é o alvo de ganhar o Estado do Rio de Janeiro para Jesus. Esse é o foco. A Convenção está aqui para servir às igrejas nesse propósito.

Contamos com as igrejas, a base de tudo. Contamos com as Associações, parceiras fundamentais na obra denominacional. Contamos com as Organizações, nossas joias que “fazem a máquina girar” brilhantemente. Contamos com cada segmento de nossa Convenção. Contamos com os gestores, essa equipe de primeira grandeza, capitaneada pelo nosso diretor executivo. Contamos com os pastores, servos valiosos, vocacionados de Deus. Contamos com a liderança em geral.

Ainda há muito para falar, mas, com certeza, essa não é a hora. Quero apenas agradecer e encerrar.

Agradeço a Deus, Senhor nosso, razão absoluta de tudo e de todos nós.

Agradeço a minha família, minha esposa Thaís e minhas filhas Elisa e Luísa. Amo essas três pérolas. Minhas riquezas!

Agradeço aos meus pais, Elildes e Maria.

Agradeço à Primeira Igreja Batista no Bairro São João, onde Deus tem me concedido a honra de servir há sete anos. Um povo muito especial!

Agradeço aos meus amigos, pelo apoio e incentivo. Muitos pastores me incentivaram a sempre estar disponível para o Senhor na liderança denominacional. Tenho medo de ser injusto citando nomes. Vou resumir num fato: em São Francisco do Itabapoana, pela primeira vez, fui indicado para a presidência da Convenção. Lembro-me como se fosse hoje das palavras do Pr. Eber Silva: “Deus não me fez indicar seu nome à toa e tive a comprovação de que fiz o certo ao indicá-lo”. Obrigado, amigos pastores, pela confiança. Obrigado, pastores Eber Silva, Alair Lima, Nilson Godoy, Neemias Lima, Hudson Galdino, José Maria de Souza, Felipe Oliveira, Clademir Faria, Geraldo Geremias, Matheus Rebello... entre tantos outros incentivadores.

São Gonçalo está marcando a minha vida mais uma vez. Nesta terra fui consagrado ao ministério pastoral, na Primeira Igreja Batista em Alcântara. Nesta terra encontrei minha esposa e a pedi em namoro no Shopping São Gonçalo, no Spoleto. Hoje, em São Gonçalo, assumo a presidência da Convenção Batista Fluminense. Mas, a primeira assembleia que participei foi há exatos 20 anos, em 1999, no Colégio Batista de Laranjal. Eu, um menino de 17 anos, fui trazido pelo Pr. Vanderlei Marins para conhecer e amar a denominação. Haveria tanta coisa boa para compartilhar... como não temos a noite toda, vou simplesmente resumir tudo na seguinte afirmação: está acontecendo 2019 porque houve 1999. Portando, Pr. Vanderlei, receba minha gratidão por tudo. Diante do senhor, eu sempre serei Elildes, nada mais que isso. Não ouse me chamar de presidente, se não, já quero de antemão declarar, que o senhor estará fora de ordem (rsrsrs).

Deus é bom!
Nova Diretoria da Convenção Batista Fluminense

domingo, 9 de junho de 2019

Pianista Mateus Lima se apresenta em Niterói

Mateus Lima é um jovem pianista de 20 anos, nascido em São Gonçalo, Rio de Janeiro. Começou seus estudos de piano aos 4 anos, com a pianista Luciana Costa e, posteriormente, estudou com Ricardo Aigner. Aos 12 anos, foi aprovado pelo curso de Extensão da UFRJ, onde começou a estudar com a pianista Claudia Feitosa.
Atualmente, está cursando o bacharelado em piano na Universidade Federal do Rio de Janeiro, orientado pela pianista Miriam Grosmam; estuda piano popular com o pianista Rafael Vernet, e é professor de Percepção Musical no curso de Extensão da UFRJ. 
Foi premiado como “melhor intérpetre de J.S Bach” no I concurso Nacional de Piano – Musiart, e fez concertos e recitais em teatros brasileiros, como o Teatro Leopoldo Miguez – UFRJ, Capela da FABAT, Instituto Abel, e em palcos americanos, como a Capela do Lebanon Valley College (Pensilvânia – EUA).

Em 2018, foi escolhido para participar de um intercâmbio nos Estados Unidos, onde teve a oportunidade de estudar com a renomada pianista Ruth Slenczynska, em Nova York. Como pianista acompanhador (substituto), trabalha para coros de empresas, como o coro “Vozes da Globo”, da emissora Rede Globo, e acompanha algumas orquestras profissionais, como a OPIB (Orquestra da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro).
Mateus Lima é um dos talentos que pode se tornar dos maiores pianistas do Brasil.

Veja a programa da apresentação em Niterói


sábado, 8 de junho de 2019

Salmo 23*


De nada terei falta, Ele é o meu pastor!
De que preciso se o meu pastor Ele é?
Para o corpo, meu pastor é o descanso.
Em águas tranquilas me faz repousar.
E sigo vitorioso, em paz, e não me canso.
E com ele, eu, preocupado, posso cantar.

O refrigério para a alma, meu Pastor é.
E se o medo me alcança, Ele traz a fé.
Nas veredas da justiça me faz caminhar
Firmado no amor incondicional de seu nome.
E ele comigo, mesmo cansado, posso cantar.

E quando o vale da sombra da morte chegar,
Meu pastor comigo estará, não faltará.
O medo será expulso para sempre e sempre.
O consolo de tua vara e cajado será presente
E, corajosamente, posso o vale atravessar,
E sua presença me motiva a cantar e cantar.

Depois que o vale da sombra da dor passar
Meus inimigos verão a mesa da provisão,
O cálice agora totalmente transbordante,
Meus cabelos ungidos com óleo da unção,
E com o meu pastor presente na caminhada
Encontro sentido para entoar nova canção.

Certamente, a bondade e misericórdia do pastor
Todos os dias de minha vida me seguirão.
E na casa eternamente preparada para mim
Para sempre com meu pastor eu habitarei.
De sua presença confortante desfrutarei
E com meu pastor eternamente cantarei.

* Pr. Neemias Lima

terça-feira, 4 de junho de 2019

O calvário de Neymar

            A carreira de futebol do talentoso jogador é um fenômeno. De menino pobre e cheio de sonhos, passou a desfilar nos locais mais badalados e com tudo do melhor. Sair do Brasil para a Europa foi questão de tempo e dois países protagonistas no futebol mundial receberam o jovem, com a expectativa de se tornar o melhor do mundo.
            Imagino como o jogador Neymar está se sentindo nesses dias. Apesar de toda fama e dinheiro, é um ser humano como qualquer outro. Está sofrendo. Pudesse, daria grande quantia de dinheiro para que tudo isso fosse anulado ou encoberto. Mas não dá mais.
            Sem nenhum julgamento, talvez tenha lhe faltado o preparo para lidar com sucesso tão rápido numa idade ainda juvenil. Não tenho certeza se o “estamos criando um monstro”, de René Simões, fosse ouvido e algo feito o desfecho seria outro.
            O momento é para solidariedade. Como ensina o psicólogo pr. Josias Cesar Porto, em seu livro “Põe-te no meu lugar”, é hora de pensar como gostaríamos de ser tratados.
            Para alguns, a Bíblia é ultrapassada. Fosse lida, sobretudo o livro de Provérbios, e obedecida, tudo isso seria evitado. É tempo de orar por Neymar e esperar que Deus o restaure após arrependimento genuíno do caminho trilhado.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Batistas da Região Litorânea reunidos em Jaconé

Pr. Dr. Elildes Fonseca Marcharete Junio
Teve início hoje a Assembleia da Associação Batista Litorânea Fluminense. O encontro acontece no distrito de Jaconé, na cidade de Saquarema, e a Igreja Batista que hospeda é a Primeira Igreja Batista de Jaconé.
O presidente da Associação é o Pr. Dr. Elildes Fonseca Marcharete Junio que encerra seu mandato nesta assembleia depois de dois anos de trabalho muito proveitoso.

Pr. David de Oliveira
Pr. David de Oliveira é o pastor da Igreja hospedeira, líder de grande envolvimento no trabalho denominacional, reconhecido pela forma amável e gentil como trata todos que se aproximam dele.
Pr. David de Oliveira tem se destacado por sua capacidade de servir, independentemente de estar em função de direção ou não. Sua família totalmente integrada no evangelho e deverá ser o novo presidente a partir de domingo. 

Público presente na abertura da Assembleia na noite de hoje!

Mesa Diretora da Assembleia 
Pr. Marcelo Davi, Orador Oficial do evento



quinta-feira, 30 de maio de 2019

Psicóloga Raquel Lima: "A violência que não chamamos de violência!"

Raquel Lima*
Tipos de violência familiar:

Física / Psicológica / Sexual / Patrimonial / Moral

Ah, Raquel, na minha família não acontece nenhum tipo de violência como essas...

Há violência que não chamamos de violência.

Como a sua violência sai de você?
Como você expõem sua violência ou indignação por algo?
Você consegue perceber quando a sua bomba explode?
Consegue perceber o movimento até explodir ou só percebe quando já explodiu?

O que te faz explodir e te leva a expor sua violência?
Hoje, uma das áreas que mais nos tem feito explodir é o acúmulo de tarefas.
Fase de muita informação. De ter que chegar e alcançar o “lá”.
Nessa fase, as famílias estão sempre muito cheias de tarefas.

Pai: trabalha fora o dia inteiro ou faz vários trabalhos, cuida dos filhos, da casa...
Mãe: Da conta da casa, trabalha fora, cuida dos filhos...
Filhos: Escola, aula de inglês, natação, ballet, judô, reforço...

Final do dia todas essas pessoas chegam em casa abarrotadas de pensamentos, problemas, situações para resolver.
Com toda nossa necessidade de fazer muito hoje, às vezes não sabemos falar não.

Você sabe reconhecer uma tarefa que não dará conta e dizer não? Ou você tem dificuldade de dizer não?
Lucas 14.28-30

Como você reage dentro do seu lar quando está cheio de pequenos pratinhos para carregar? Você explode? Joga tudo para o alto?

Muitas vezes, nossa forma de falar com nossa família, expõe nossa violência - Tiago 3.7-9.

3 Problemas que enfrentamos na família quando estamos cheios de pratinhos de café:
1)    Criar expectativas de que o outro vai nos ajudar.

2)    Não comunicar para o outro o que precisamos.

3)    Achar que daremos conta de tudo sozinho.

3 atitudes que podemos ter para melhorar essa situação em família:

1)    Perdoar = Primeiro: se perdoar. Segundo: perdoar os membros da família. Perdoar porque, em todo tempo, seremos afetados por palavras tortas e que podem nos machucar.

2)    Saber diferenciar seus problemas externos e a relação com a família,

3)    Ser responsável com o que você fala.

Tiago 3.13 - Quem é sábio consegue ser manso no proceder.
Tiago 1.5 - Se precisar de sabedora, peça a Deus!

Conclusão:

Quais são os pratinhos que você tem carregado sua vida e não tem dado conta?
O que a sua família tem sofrido com seu acúmulo de pratinhos?
Por estar com a vida muito cheia, você tem exposto sua violência com sua família?

Deus pode te auxiliar a carregar todos esses pratinhos para que sua família tenha mais harmonia.

*Raquel Lima é Psicóloga e atualmente cursa Pós-Graduação na UVA.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Senador Evangélico defendeu COAF com Moro


O Senador Arolde de Oliveira, evangélico da Igreja Batista, manteve-se firme na defesa do COAF junto ao Ministério da Justiça, apesar do apelo do governo ao Senado para não alterar a votação anterior da Câmara da Medida Provisória 870, que retirou do projeto inicial o órgão do Ministério da Justiça, mantendo-o com a pasta da Economia.

Em seu discurso no plenário, Arolde de Oliveira destacou: "A Câmara retirou da MP um dos aspectos mais importantes de combate a corrupção, que é a vinculação do COAF ao Ministério da Justiça. Temos que debater este assunto, ainda tem prazo, e colocar um dispositivo que deixa o COAF no Ministério da Justiça".

Ainda realçou: "A LAVA JATO precisa desse instrumento para realizar seu trabalho com mais eficiência".

Abaixo o vídeo completo do discurso do Senador:

Família e Trabalho


De forma geral, os cristãos destacam maio como o “Mês da Família”. Em nossa Igreja, uma programação variada sobre o tema é desenvolvida, procurando dar suporte para que a célula mater da sociedade enfrente seus desafios e seja vitoriosa.


Coincidentemente, o mês da família começa com o dia do trabalho, ou dia do trabalhador. E conciliar de maneira saudável família e trabalho é revelação de sabedoria. Muitos cometem erros imperdoáveis nesse quesito.

Há os que trabalham demais e se esquecem da família.
Há os que trabalham de menos e não garantem dias melhores aos que são acrescidos debaixo do mesmo teto.
Há os que misturam tudo e não se percebe um divisor de águas entre os dois. Leve a família, com seus valores, para o trabalho, mas não leve o trabalho, com seus dissabores, para casa.


Um salmo da família destaca a importância da combinação perfeita entre eles: Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Ele comerá do trabalho das suas mãos; feliz será, e se irá bem. A sua mulher será como a videira frutífera aos lados da sua casa; os seus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa” - Salmos 128.1-3.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Pastor Batista ganha força na disputa da Prefeitura de São Gonçalo


Com mais de um ano para a disputa de prefeito no Brasil, em São Gonçalo, uma das maiores cidades do estado do Rio de Janeiro, nome de pastor batista ganha força entre as lideranças para concorrer à disputa eleitoral.

Partindo de lideranças, tanto religiosas quanto civis, o nome de Arthur Belmont tem se despontado com destaque para liderar esse momento de resgate da seriedade e política com oportunidade de servir às pessoas, minimizando o sofrimento dos mais necessitados.

O cenário hoje é que seu nome seja apresentado como pré-candidato ao pleito de 2020.
Com discurso de uma transformação radical para a  cidade de São Gonçalo, região metropolitana do Rio, pastores e líderes batistas se reuniram no propósito de oferecer um novo nome a disputa eleitoral majoritária da cidade.

O pastor batista Arthur Belmont (foto), pastor da PIB Rio do Ouro, líder de expressão, foi diretor do Lar Batista em Niterói, Presidente de Associação, foi Diretor da OPBB.

No poder público, foi secretário de planejamento e projeto em São Gonçalo. É casado, pai de três filhos, formado em Ciências Contábeis, Teologia, Filosofia, Contador e Pós-graduado em Gestão Pública.

Para líder batista gonçalense, "O quadro caótico que encontra-se a cidade de São Gonçalo requer esforço e doação por parte daqueles que tem capacidade, moral e condições de realizar um governo de transformação e transparência, onde o gonçalense seja valorizado, respeitado, com saúde, educação, renda, segurança,  saneamento básico, com a dignidade que merece".
Segundo uma fonte, nos próximos dias, surgirão novidades.